Arquivo para janeiro 19th, 2010
Dá-lhe Figueira – Diretoria alvinegra decide romper com a Figueirense Participações
Prisco Paraíso: Confiou no taco da mesma forma que confinou nas letras do Paulo Afonso. Bem feito!
Figueirense Participações e Figueirense não andarão mais lado-a-lado. O Conselho Deliberativo do clube alvinegro realizou uma reunião com a empresa de Paulo Prisco Paraíso na noite desta terça-feira, dia 19, e não voltou atrás na decisão de antecipar o encerramento da parceria, cujo contrato iria até o ano de 2024.
Ainda que Prisco Paraíso tenha ressaltado a vontade de seguir com a parceria, admitindo inclusive rever alguns quesitos do novo contrato de gestão do futebol do clube(apresentado no final de 2009 e desaprovado por dirigentes alvinegros), o presidente do Conselho Deliberativo, Nestor Lodetti, juntamente com os demais conselheiros da diretoria, decidiram que o próprio Figueirense ficará responsável por administrar o clube.
A data estipulada para que as partes se separem definitivamente é no dia 22 de março. Ainda assim, é bem provável que o imbróglio acabe sendo decidido nos tribunais, já que Prisco Paraíso não parece disposto a aceitar o rompimento de contrato. ClicRBS
Política em Santa Catarina: A contaminação inevitável
Santa Catarina e a polialiança: No estado do vale-tudo, um governo safado e descompromissado com o cidadão
Blog do Canga
Com chegada dos EUA do presidente estadual dos Demos, Raimundo Colombo, e seu incondicional apoio ao meliante Leonel Pavan, estaria montado o bloco dos gangsters para o próximo carnaval?
A pecha de corrupto e ladrão que já vinha grudada no governador Luiz Henrique do "partido que gosta de roubar" (PMDB) é agora reforçada pela perfomance do tucano Leonel Pavan.
Luiz Henrique praticou suas pequenas e grandes tungas mas sem meter muito a mão na graxa. No máximo o seus acólitos apareciam em festas em zonas de Joinville e outras pequenas baixarias.
Já os tucanos sofisticaram as ações do grupo partindo para altos vôos que incluíam muito dinheiro e lances cinematográficos de pistolagem e gangsterismo.
Correndo por fora, os Demos de Raimundo Colombo a tudo assistiam mas se mantinham enquadrados no clássico figurino de não dar bandeira e, claro, não meter (toda) a mão na merda. Estavam passando esses quase oito anos de polialiança incólumes frente aos grandes escândalos protagonizados por Luiz Henrique e seus asseclas.
As apostas eram de que os democratas se blindariam e achariam uma forma de não se deixar contaminar pelas estripulias de Pavan e LHS. Raimundo Colombo, asséptico, surgia como candidato natural dos Demos pra disputar o governo do estado. Ele mesmo, pessoalmente não teria nada a perder pois ainda tem mais quatro anos de Senado.
Foto: editada e publicada por Sérgio Rubim
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