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Florianópolis: Vereadores aprovam projeto que permite privatização da Zona Azul

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Zona Azul privatizada: Decisão de gabinete coloca em risco emprego de dezenas de empregados

A Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou, na noite desta terça-feira, o projeto que pode privatizar a Zona Azul na cidade. Duas emendas foram rejeitadas pelos vereadores: a que garantia o emprego dos servidores e a que proibia o aumento da tarifa.

O projeto deve chegar às mãos do prefeito na manhã desta quarta-feira. Caso Dário Berger vete uma das quatro emendas, o projeto volta para a Câmara para ser votado de forma secreta.

Um clima de tensão e expectativa instalou-se no Plenário da Câmara, no Centro em Florianópolis, durante o processo de votação. Cerca de cem funcionários da Zona Azul acompanharam os debates e discursos dos vereadores no auditório, enquanto outros 50 permaneceram do lado de fora do prédio.

De mãos dadas, os funcionários da autarquia, muitos deles acompanhados de seus familiares e filhos, rezavam. Alguns deles não conseguiram segurar a emoção e choraram ao término da oração. ClicRBS

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Quarta-feira, 4 Novembro, 2009 - 12:10 am em 12:10 am

Congresso confirma criação de CPI para investigar MST

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Lula, o amigo do MST: O presidente mentiroso e populista que apóia a bandidagem no campo

A criação da CPI mista do MST foi oficializada nesta quinta-feira no Congresso. A comissão que pretende investigar repasse de verbas públicas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Até a 0h, os parlamentares poderiam retirar suas assinaturas do requerimento, mas maioria das adesões foi de parlamentares da oposição e a base não pode evitar a instalação.

De acordo com a Secretaria da Mesa do Congresso, embora tenham sido retiradas 23 assinaturas de deputados às 23h58 desta quarta-feira, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) apresentou em seguida outras 60 adesões ao requerimento, o que garante a criação da CPI mista.

A CPI foi criada apenas na segunda tentativa. Na primeira, há cerca de um mês, houve retirada de assinaturas. De acordo com a oposição, que recolheu as assinaturas, recursos federais são dirigidos a organizações não-governamentais (ONGs) que os transferem para o MST.

Ao todo, foram colhidas 185 assinaturas de deputados, 14 a mais que o mínimo necessário e de 35 senadores, oito além do mínimo. Por temer a retirada em massa de assinaturas, como ocorreu da primeira vez, a oposição só protocolou o requerimento depois de ouvir do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) um compromisso de que haveria sessão do Congresso impreterivelmente na quarta-feira. Notícias Terra

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Quinta-feira, 22 Outubro, 2009 - 12:18 am em 12:18 am

Congresso cria CPI para investigar repasses de verbas ao MST

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Ivan Valente: Em sessão do Congresso o "valente" do PSOL votou contra a criação da CPMI do MST

O requerimento que pede a instalação da segunda Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista para investigar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi lido na manhã desta quarta-feira no plenário do Congresso Nacional.

De acordo com o requerimento, o foco da investigação será o repasse de recursos que seriam feitos pelo governo federal a entidades ligadas ao movimento.

Para que a investigação realmente aconteça, será necessária a manutenção das assinaturas de pelo menos 171 deputados e de 27 senadores. Os parlamentares têm até a meia-noite para aderir ou desistir da iniciativa. Para ela, foram recolhidas 185 assinaturas na Câmara e 35 no Senado.

No final de setembro, um requerimento com os mesmos moldes foi protocolado e lido na Casa. Foram recolhidas 183 assinaturas na Câmara e 34 no Senado. Um movimento [de governistas], no entanto, resultou na desistência de 15 deputados e inviabilizou a investigação.

Para o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a instalação da comissão é uma maneira de criminalizar os movimentos sociais e será em vão. “O que está acontecendo de verdade é a criação de uma CPI contra a reforma agrária no Brasil, a favor do agronegócio, a favor da monocultura”, defendeu.

O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), classificou o discurso de Valente como ultrapassado e afirmou que ele não condiz com o perfil do setor primário. Caiado comparou a tentativa de boicotar a instalação da comissão a uma “busca de defender o indefensável”. Portal G1

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Quarta-feira, 21 Outubro, 2009 - 3:37 pm em 3:37 pm

O caso da agenda: Arthur Virgílio quer que Lina volte a falar aos senadores

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Lina Vieira no Senado: A agenda foi encontrada e todo mundo sabe quem é que está mentindo

O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), protocolará amanhã, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, requerimento para que a ex-secretária da Receita, Lina Vieira, seja convidada a comparecer novamente à Comissão.

"Devido ao surgimento de novas e irrefutáveis provas – assinala o senador – é imprescindível a presença da Sra. Lina Vieira, para apresentar todas as evidências que não tinham sido demonstradas da outra vez."

Nota o líder tucano que, quando esteve na Comissão, em agosto, a ex-secretária deu detalhes de sua ida ao Palácio do Planalto, a chamado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para tratar de assunto relacionado com investigação da Receita Federal envolvendo a família do presidente do Senado, José Sarney. Mas como sua agenda, segundo suas informações, se extraviara, não soubera precisar a data do encontro.

"A agenda, porém – assinala o senador – foi finalmente encontrada, conforme noticia a revista Veja na edição desta semana. Diz a matéria que, logo após a reunião com a ministra Dilma, no dia 9 de outubro de 2008, a ex-secretária da Receita escreveu a mão, na agenda: "Dar retorno à ministra sobre família Sarney". Gabinete do Senador

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Segunda-feira, 19 Outubro, 2009 - 4:26 pm em 4:26 pm

Opinião do Estadão: O palanque do São Francisco

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Lula, a camarilha e a transposição do São Francisco: Politicagem e mentiras de toda ordem. Pra que TSE?

Arrimo da candidatura Dilma Rousseff, o presidente Lula retomou as excursões eleitorais com a ministra, interrompidas pelo tratamento a que ela se submetia. O objetivo imediato é reverter a sua estagnação nas recentes pesquisas de intenção de voto. A pré-candidata precisa aparecer nos telejornais não só ao lado de seu mentor, mas em situações que tenham "cheiro de povo", impregnadas do calor humano ausente dos eventos palacianos em Brasília. Isso parece explicar também as cenas de religiosidade explícita que ela vem protagonizando, em cultos evangélicos em São Paulo, na Igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador, ou, ainda, na festa do Círio de Nazaré, em Belém.

Para o reinício da campanha, Lula inventou um giro de três dias para "vistoriar" as obras de transposição do Rio São Francisco – por sinal, o mais controvertido empreendimento do País -, o que lhe permitiu percorrer o território eleitoralmente seguro dos sertões de Minas, Bahia e Pernambuco, com pernoites em acampamentos, como dizem seus assessores, à maneira de Juscelino Kubitschek ao tempo da construção de Brasília. Entre uma "inspeção" e outra, uma confraternização e outra, um discurso e outro, tudo o que se prestar à humanização da figura da ministra deve ser aproveitado. Pouco importa o caráter postiço, quando não o ridículo, da oportunidade fabricada, como a fingida pescaria da dupla às margens do São Francisco, na região de Pirapora (cidade mineira excluída do tour por ter um prefeito do DEM).

Por atos e palavras, um carnaval de embromação. Em Buritizeiro, do outro lado do rio, Lula subiu a um palanque para dizer que "no nosso projeto original de fazer essa viagem não estava previsto a gente fazer comício", mas "fazer uma sinalização para o Brasil e para o mundo" (sic). Ao seu lado, além de Dilma, três ministros e o deputado Ciro Gomes, do PSB, ex-titular da Integração Nacional e candidato presidencial declarado. Lula, que não perde ocasião de afagá-lo – agora diz "adorar", tanto quanto adora Dilma -, quer vê-lo disputando o governo de São Paulo, para atacar, pela retaguarda, o tucano José Serra, como, de resto, já começou a fazer com a costumeira incontinência.

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Sexta-Feira, 16 Outubro, 2009 - 9:15 am em 9:15 am

Félix minimiza destruição de laranjal por MST

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Jorge Félix: O boneco de Olinda tem muita explicação para dar. Abin, dossiê Dilma, Lina Vieira…

O ministro Jorge Armando Félix (Gabinete de Segurança Institucional) minimizou nesta quarta-feira a destruição de parte do laranjal da fazenda Santo Henrique, em São Paulo, por integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra). O general disse que essas ações "ocorrem sempre" e que a Justiça corrige os excessos.

Segundo o ministro, o GSI tem feito a monitoração dessas áreas e informado o governo. "Essa é uma situação que vem acontecendo sempre. O problema é que alguns grupos se excedem, mas isso a Justiça corrige. [...] O nosso papel de gabinete de segurança institucional é manter o governo informado e isso nós fazemos. A partir daí não é problema do gabinete de segurança institucional", disse. Folha Online

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Veja também: Para Stephanes, ação do MST em São Paulo é caso de polícia

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Quarta-feira, 7 Outubro, 2009 - 4:45 pm em 4:45 pm

Opinião do Estadão: A infidelidade consentida

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Infidelidade partidária e falta de compromisso: Enquanto o voto for obrigatório, nada muda

Foi como se a Justiça Eleitoral não tivesse resolvido, em 2007, que os partidos são os donos das cadeiras ocupadas nas câmaras legislativas pelos candidatos que por eles se elegeram – e que, portanto, perderia o mandato o político que, a qualquer momento, saltasse de uma legenda para a outra, salvo em poucas circunstâncias previamente estipuladas, tendo o partido prejudicado o direito de preencher a vaga aberta com o primeiro da lista de seus suplentes. Nos últimos dias, dezenas de políticos, para ficar apenas no plano federal, correram a mudar de sigla enquanto houvesse tempo – a um ano das próximas eleições, terminou no dia 4 o prazo para a filiação a alguma legenda de quem queira disputá-las. O chamado instituto da fidelidade partidária, logo se vê, ainda não pegou.

Mais uma vez os políticos em trânsito escancararam para a opinião pública que eles só têm compromissos com as suas chances nas urnas e que, na maioria esmagadora dos casos, os partidos não passam de hospedarias em que a entrada e a saída de trânsfugas são reguladas, não pelas leis, muito menos por qualquer coisa parecida com identidade de ideias, mas pelos cálculos de conveniência de parte a parte – as afinidades eletivas, para dar à expressão de Goethe o mais raso sentido literal. Em 2005, quando nada obstava o ir e vir pelas agremiações, cerca de 60 políticos de maior projeção trocaram de alojamento – uma troca de seis por meia dúzia, diria um cínico -, quase sempre para se candidatar a prefeito no ano seguinte. Agora, embora a infidelidade esteja sujeita a punição, houve 31 transferências.

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Terça-feira, 6 Outubro, 2009 - 10:16 am em 10:16 am

Santa Catarina: Divulgada pesquisa de intenção de voto para o Senado

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Eleições em Santa Catarina: Vira e mexe são sempre os mesmos. Não deve ser "fácil" largar o osso

Faltando um ano para as eleições, o Instituto Mapa apresentou pesquisa exclusiva para o Grupo RBS sobre as intenções de voto para o Senado em Santa Catarina. É possível identificar uma certa polarização de votos para a Casa e para a Presidência da República em Santa Catarina, caso as eleições ocorressem hoje.

O Instituto Mapa ouviu 1.204 eleitores, entre os dias 23 a 27 de setembro de 2009, na pesquisa elaborada com exclusividade para o Grupo RBS. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos. Em 2010, os catarinenses deverão escolher dois nomes para o Senado Federal.

Na intenção estimulada para o primeiro voto, o governador Luiz Henrique (PMDB) recebe 33,1% dos votos. Ele é seguido pelo o ex-governador Esperidião Amin (PP), com 27,2%.

O deputado federal Claudio Vignatti (PT) é o terceiro mais citado, com 6,6% das intenções. Logo a seguir, aparecem citados o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (DEM), com 4,7%, e o presidente da Assembleia Legislativa, Jorginho Mello (PSDB), com 4,0%. O assessor especial do Ministério dos Esportes, João Ghizoni (PCdoB), tem 1,1%. ClicRBS

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Segunda-feira, 5 Outubro, 2009 - 10:54 am em 10:54 am

Crise no Pantanal: Minc chama Puccinelli de estuprador e diz que governador surtou

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Minc e Puccinelli: Batendo boca e batendo cabeça. Dois moralistas de cuecas. Relho neles

O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) voltou a rebater hoje o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB). O governador disse na terça-feira que Minc era "veado" e "fumava maconha". Ele afirmou ainda que "ia correr atrás dele e estuprá-lo em praça pública" se o ministro fosse a Campo Grande (MS).

Minc disse que Puccinelli surtou e mostrou sua truculência. "Eu acho que ele surtou. Ele mostrou ser um truculento, mas na verdade fez mal a ele próprio. Mostrou todo seu preconceito. É um autêntico estuprador do Pantanal", disse.

A troca de farpas entre os dois começou porque o governador criticou o projeto de lei enviado ao Congresso que proíbe a expansão da cana na Amazônia e no Pantanal. O texto prevê a mecanização da lavoura como forma de eliminar o uso do fogo e a emissão de gases poluentes. A inclusão da bacia do Alto Paraguai na lista de áreas sob embargo permanente contrariou produtores rurais e o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Estadão Online

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Sexta-Feira, 25 Setembro, 2009 - 7:24 pm em 7:24 pm

Crise em Honduras: ‘Top-top’ diz que governo interino de Honduras é "governo de mentirosos"

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‘Top-top’ Garcia: Um dos maiores bandiodos ainda em liberdade na América. Asquerojo, arrogante

Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência do Brasil, disse nesta sexta-feira que o governo do presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, é um "governo de mentirosos" e negou que Brasília tenha facilitado a volta a Tegucigalpa do presidente deposto Manuel Zelaya, que se refugia desde segunda-feira (21), na Embaixada do Brasil em Honduras.

"O governo hondurenho é um governo de mentirosos. Mentiram para o povo ao dizer que tinham destituído legalmente o presidente [Zelaya]. É um governo de golpistas", disse García, em declarações à imprensa em Pittsburgh (EUA), onde acontece a Cúpula do Grupo dos Vinte (que reúne os países ricos e os principais emergentes).

García criticou ainda a declaração do Ministério de Relações Exteriores hondurenho que informou em comunicado que "a presença do senhor Zelaya na missão do Brasil em Tegucigalpa [é] um ato promovido e consentido pelo governo do Brasil".

"É evidente a intromissão do governo do senhor [Luiz Inácio] Lula da Silva nos assuntos internos de Honduras", afirmou a declaração. Folha Online

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Sexta-Feira, 25 Setembro, 2009 - 6:48 pm em 6:48 pm