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Opinião do Estadão: Carne suína certificada

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A abertura do mercado americano para a carne suína brasileira é importante para os produtores nacionais tanto pelos negócios que poderão desenvolver na América do Norte quanto pelas oportunidades que a decisão abre para a conquista de novos mercados, sobretudo os asiáticos. Oficializada com o reconhecimento pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de que os serviços brasileiros de inspeção da qualidade de produtos de origem animal são equivalentes aos americanos – cujos rigorosos critérios de avaliação são reconhecidos internacionalmente -, a autorização para a entrada da carne suína brasileira nos EUA pode transformar-se numa espécie de certificado mundial de qualidade. Por meio dele, o Brasil poderá ter acesso a mercados fechados para o produto nacional e que são grandes importadores, como o japonês e o sul-coreano.

“Sem dúvida, a aprovação representa uma chancela de qualidade do produto do Brasil e, acreditamos, terá repercussão em outros mercados ainda fechados para nós”, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, em artigo publicado no Estado (11/1).

A autorização para a entrada no mercado americano vinha sendo negociada pelo Brasil pelo menos desde 2007, quando o Estado de Santa Catarina – por enquanto, o único autorizado a exportar para os EUA, por meio de empresas a serem anunciadas pelo governo brasileiro nos próximos dias – recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal a classificação máxima como área livre de febre aftosa. A abertura do mercado dos EUA para a carne suína originária de Santa Catarina é o reconhecimento formal dessa condição pelo governo americano. Santa Catarina, além de maior produtor nacional de carne suína, é o único Estado a não registrar foco de febre aftosa, mesmo sem vacinar seu rebanho.

Mas a decisão americana é boa para os demais produtores brasileiros. Abre a possibilidade de acesso a um grande mercado consumidor, mas altamente competitivo, pois os EUA, embora importem, são também importantes exportadores, e disputam outros mercados com o Brasil.

Para o Brasil, mais promissores podem ser outros mercados, aos quais finalmente poderá ter acesso. O mercado asiático importa anualmente US$ 7 bilhões em carne suína, mas o Brasil não está autorizado a exportar para dois dos maiores importadores do produto, o Japão (o maior importador mundial, com compras anuais de US$ 4 bilhões) e a Coreia do Sul. Uma missão veterinária do Japão visitou o Brasil em agosto. Em abril, ao Brasil já viera uma missão da Coreia do Sul. Os processos de autorização para a entrada do produto brasileiro nesses países estão em andamento e a expectativa do governo e dos exportadores do País é de que a liberação do mercado americano influa na decisão de Tóquio e Seul.

O ano passado foi complicado para os exportadores brasileiros. Logo no início do ano, a Rússia – até então, a maior importadora da carne suína brasileira – suspendeu a compra de seis frigoríficos gaúchos. Em junho, estendeu a medida para todos os demais exportadores brasileiros. Depois, reviu apenas parcialmente as restrições, com a autorização para que só um desses estabelecimentos voltasse a exportar carne suína. Desse modo, as exportações para a Rússia despencaram em 2011.

Parte da quebra das vendas para a Rússia foi compensada pelo aumento das exportações para Hong Kong, que se tornou a principal importadora de carne suína brasileira. Nos dois últimos meses do ano passado, cresceram rapidamente as exportações para a China, que, na avaliação da Abipecs, logo deverá aparecer na lista dos principais mercados compradores.

Mesmo assim, o resultado das exportações brasileiras foi afetado pelo embargo russo, pois o volume de carne suína exportada, de 516,4 mil toneladas, foi 4,44% menor do que o de 2010, de 540,4 mil toneladas. Mas, por causa do bom momento do mercado internacional, o valor das exportações, de US$ 1,43 bilhão, foi 6,7% maior do que o de 2010 – US$ 1,34 bilhão.

Atenção, senadores! ONG americana publica documento que defende com todas as letras: "Fazendas nos EUA e florestas no Brasil"

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Fazendas lá, florestas aqui – Documento de ONG americana defende com todas as letras que o certo é o Brasil conservar as florestas, enquanto os EUA têm de cuidar da produção agrícola. O estudo tem um subtítulo: ‘O desmatamento tropical e a competitividade da agricultura e da madeira americanas’

Sim, eu sei que fica parecendo teoria da conspiração, xenofobia, essas coisas. Mas eu sou obrigado a acreditar naquilo que estou vendo, que está bem aqui e que vou tornar disponível para todos vocês.

Existe uma ONG americana chamada “Union of Concerned Scientists”, algo assim como “União dos Cientistas Preocupados”. Preocupados com o quê? Ora, com o meio ambiente. Tanto é assim que um lemazinho vem agregado ao nome da ONG: “Cidadãos e Cientistas por (em defesa de) Soluções Ambientais”. Vocês sabe que já há alguns anos ninguém perde tempo e, sobretudo, GANHA MUITO DINHEIRO defendendo o meio ambiente, não é? A UCS tem um aura quase divina porque nasceu no lendário MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, nos EUA. Como falar deles sem que nos ajoelhemos em sinal de reverência?

Marina Silva, Alfredo Sirkis e congêneres são amigos da turma, como vocês poderão constatar numa rápida pesquisa feita no Google. A UCS tem uma excelente impressão sobre si mesma. No “About us”, diz combinar pesquisa científica com a atuação de cidadãos para que se desenvolvam soluções seguras e inovadoras em defesa de um meio-ambiente mais saudável e de um mundo mais seguro. Certo! A gente acredita em tudo isso. Quem haveria de duvidar de “cientistas independentes” e de “cidadãos preocupados” que só querem o bem da humanidade? Marina, por exemplo, não duvida. O endereço da dita ONG está aqui.

Eu juro! É verdade!

Pois acreditem! O site da UCS publica um documento cujo título é literalmente este: “Fazendas aqui; florestas lá”. O “aqui” de lá são os EUA; o “lá” de lá são o Brasil e os demais países tropicais. Sim, o texto defende com todas as letras que o certo é o Brasil conservar as florestas, enquanto os EUA têm de cuidar da produção agrícola. O estudo tem um subtítulo: “O desmatamento tropical e a competitividade da agricultura e da madeira americanas”. Não faço como Marina Silva; não peço que vocês acreditem em mim. O documento está aqui.

Notem que eles não escondem seus objetivos, não! Os verdes brasileiros é que buscam amoitar a natureza de sua luta. O documento tem duas assinaturas: David Gardner & Associados (é uma empresa) e Shari Friedman. Tanto o escritório como a especialista auxiliam, lê-se no perfil de ambos, ONGs e empresas a lidar com o meio ambiente… Shari fez parte da equipe do governo americano que negociou o Protocolo de Kyoto, que os EUA não assinaram!

É um texto longuíssimo. O que se avalia no estudo é o impacto do “desmatamento” — ou do que eles tratam como tal — no setor agropecuário e madeireiro dos EUA. Conservar as nossas florestas, eles dizem, preserva a competitividade da agricultura americana e, atenção!, também baixa os custos de produção local.

As pessoas que sabem somar dois mais dois perguntarão: “Ué, mas se a gente fica com as florestas, e eles, com as fazendas, haverá menos comida no mundo, certo?” Certo! Mas e daí? O negócio dos agricultores americanos estará assegurado, e as nossas matas também, onde Curupira, Anhangá, a Cuca e a Marina Silva podem curtir a nossa vasta solidão!

É uma baita cara-de-pau! Mas, ao menos, está tudo claro. O documento é ricamente ilustrado, tanto com imagens dos “horrores” que nós praticamos contra a natureza com tabelas dos ganhos de cada área do setor agropecuário americano, estado por estado, se houver o “reflorestamento” tropical.

Espero que deputados e senadores leiam esse documento. Está tudo ali. São muitos bilhões de dólares. Parte da bolada financia as ONGs lá e aqui. Como se nota, os cientistas e cidadãos da UCS estão muito “preocupados”… com os setores agropecuário e madeireiro americanos. Eles estão certos!

Enquanto lutam em defesa da sua agricultura, os vigaristas daqui lutam para destruir a nossa. E são tratados como santos!

Por Reinaldo Azevedo

Uma sábia decisão: Obama decide não divulgar fotos de Bin Laden morto

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De acordo com rede de TV CBS, imagem do corpo de líder da Al-Qaeda mostra ferimento na cabeça e perda de massa encefálica

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a Casa Branca não irá divulgar a foto do corpo de Osama bin Laden, morto no domingo em uma operação americana no Paquistão. A declaração foi feita durante uma entrevista nesta quarta-feira ao programa "60 Minutes", da rede de TV americana CBS.

A Casa Branca pesou, nos últimos dias, se deveria ou não divulgar as fotos. Ao mesmo tempo em que o material poderia oferecer a prova de que Bin Laden foi morto durante a operação, alguns oficiais alertaram que a divulgação da foto poderia ter um efeito "inflamatório" – alimentando o sentimento antiamericano em países muçulmanos.

Na entrevista [ao jornalista Steve Kroft], Obama disse querer evitar que as fotos estimulem atos violentos ou sejam usadas como ferramenta de propaganda. "Não somos assim", afirmou o líder. "Uma foto não vai fazer diferença para provar que ele morreu. Alguns sempre vão duvidar, mas o fato é que Osama bin Laden não andará pela Terra novamente."

De acordo com a rede CBS, a foto do corpo de Bin Laden, à qual teve acesso, mostra o líder do grupo terrorista Al-Qaeda com um grande ferimento na cabeça e com perda de massa encefálica.

Na imagem, o líder da Al-Qaeda pode ser visto com um ferimento provocado por um projétil que o acertou acima de seu olho esquerdo. Segundo informações do governo americano, Bin Laden recebeu dois disparos à queima roupa ao oferecer resistência à prisão, embora estivesse desarmado, e foi atingido na cabeça e no peito. Último Segundo

Na terça-feira, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que as fotos de Bin Laden são "horríveis" e poderiam ofender algumas pessoas.

Sem arma

Carney disse também que o líder da Al-Qaeda não estava armado quando forças especiais americanas invadiram a residência dele no Paquistão, mas resistiu antes de ser morto a tiros. “Havia a preocupação de que Bin Laden fosse se opor à operação de captura, e realmente ele resistiu”, disse o porta-voz. Segundo Carney, a mulher de Bin Laden "avançou contra as forças dos EUA" e foi ferida na perna, mas não morreu, ao contrário do que fora anunciado por uma autoridade da Casa Branca na segunda-feira.

O porta-voz não deu mais detalhes sobre o comportamento de Bin Laden durante o ataque. Na operação, forças norte-americanas enfrentaram um tiroteio durante 40 minutos. "Esperávamos uma grande resistência e fomos recebido com uma grande dose de resistência. Havia muitas outras pessoas armadas no complexo", afirmou Carney.

No pronunciamento de terça-feira, o assessor disse ainda que assassinato de Bin Laden provavelmente não deve afetar o cronograma dos Estados Unidos para retirar as tropas americanas do Afeganistão e acrescentou que o objetivo de iniciar a retirada em julho permanece. Ultimo Segundo

Jay Carney, secretário de Imprensa da Casa Branca em entrevista coletiva, comunica a decisão de Obama

Escrito por Abobado

quarta-feira, 4 maio, 2011 - 5:38 pm em 5:38 pm

FHC: ‘Espero que não tenha sido ciúmes’

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Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comenta ausência de Lula em almoço com Barack Obama

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse no domingo que espera não ter sido ciúmes a causa da ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do almoço de sábado em torno do presidente americano Barack Obama. Ele, no entanto, tentou minimizar a ausência de Lula.

- Ele realmente pode ter tido outros compromissos. Me parece que tinha o aniversário do filho. Mas realmente é difícil para um ex-presidente ter de voltar a Brasília. Ele pode ter achado que não contribuiria. Achar que foi por ciúmes pelo fato de Obama ter vindo ao Brasil no governo da Dilma e não no dele seria pequeno. E eu espero que não tenha sido isso – disse FH.

Fernando Henrique voltou a dizer que foi "um gesto de civilidade" o fato da presidente Dilma Rousseff ter convidado todos os ex-presidentes para o almoço com o presidente americano, e que isso mostra que o novo governo petista pode estar corrigindo os rumos do governo de Lula, que em oito anos nunca o convidou para ir ao Palácio do Planalto, pois elegeu o PSDB como inimigo público número um, ao invés de dialogar com a oposição.

- Foi um gesto de civilidade. O convite foi uma posição madura da presidente Dilma. É normal na democracia essa atitude, principalmente quando se trata de assuntos de interesse da nação. Quando eu fui presidente, convidei todo mundo para ir ao Palácio, inclusive o Lula. Ele foi ao Palácio do Planalto várias vezes. Depois de eleito, mesmo ainda quando não era presidente, eu cedi a ele a Granja do Torto. Mas no governo dele não me convidou nenhuma vez. Só me chamou para ir ao enterro do Papa. Agora não, a Dilma foi muito gentil – disse FH, que se sentou na mesma mesa de Obama, ao lado de Dilma e de outros quatro ex-presidentes, menos Lula.

Sarney: Lula não quis comparação

Já o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) disse no domingo que o convite a todos os ex-presidentes "é prova do amadurecimento do país".

- Mostra que os problemas políticos são menores quando se trata do interesse nacional. É um avanço democrático – sintetizou o presidente do Senado.

Sarney não estranhou a ausência de Lula:

- Ele não quis ir ao almoço com o presidente Obama para não estabelecer uma comparação, um confronto dele com a presidente Dilma e preservar a visita de possíveis saias justas. Afinal, a presidente trataria com Obama de questões que Lula tratou quando era presidente e a intenção de Lula foi mais no sentido de ajudar para o sucesso da visita de Obama ao Brasil. Não tem nada de pessoal. Foi uma coisa secundária. A posição de Lula mostra que as relações dele com Obama eram de chefe de estado para chefe de estado e agora a chefe de estado é a presidente Dilma. O Globo Online

As quadrilhas do bingo endossam o telegrama do embaixador americano

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altChiarelli na Câmara: ‘Traficante, hoje, eu vi pelo menos uns 200 aqui em Brasília fazendo lobby para aprovar o bingo. E vão aprovar’

Na discurseira que animou o 4° aniversário da anunciação do PAC, Lula formalizou seu apoio a Julien Assange (sem conseguir recordar o nome do fundador do WikiLeaks, estrangeirice que não conseguiu pronunciar), estranhou a falta de “protestos contra a liberdade de expressão” e mostrou-se interessado na continuação da série de telegramas “que estão desembaraçando a diplomacia americana”. Foi atendido na mesma quinta-feira por um texto embaraçoso para o orador incontrolável.

altNum dos documentos que deixaram de ser confidenciais graças ao WikiLeaks, o embaixador americano Clifford Sobel faz uma constatação: “O presidente Lula falhou na promoção de reformas para abolir a cultura política de corrupção, clientelismo e espoliação”. A sorte de Lula é que o telegrama foi expedido em 2008, antes das bandalheiras de 2009, da campanha eleitoral de 2010, da performance do companheiro Gim Argello como relator do Orçamento, da montagem do ministério de Dilma Rousseff e de outros surtos de “corrupção, clientelismo e espoliação”.

Um deles, patrocinado pelas quadrilhas que exploram o bingo, conseguiu espantar até gente que já não se espanta com nada. “A corrupção está rolando solta aqui!”, exclamou na tribuna da Câmara, também nesta quinta-feira, o deputado federal Fernando Chiarelli, perplexo com a aprovação na véspera, por 258 parlamentares, da votação em regime de urgência do projeto que libera a jogatina. “Traficante, hoje, eu vi pelo menos uns 200 rodando aqui em Brasília. Eles não estão nos morros do Rio, não. Estão aqui, fazendo lobby para aprovar o bingo. E vão aprovar”.

Se testemunhasse tais fatos, Sobel saberia que Lula não falhou em nada. Ele nunca tentou abolir essas delinquências incorporadas ao que o embaixador chamou de “cultura política”. O que fez o presidente foi aperfeiçoar práticas obscenas de que é o principal beneficiário e institucionalizar a impunidade dos bandidos de estimação. O legado de Lula inclui o perturbador avanço do processo de decomposição moral do Brasil.

Augusto Nunes

Opinião do Estadão: Acordo em Honduras

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Zelaya e o embaixador americano Thomas Shannon: Acordo para o zumbi terminar o mandato

Em pouco mais de 48 horas de negociações, a missão norte-americana em Honduras, chefiada pelo secretário-assistente de Estado para Assuntos Hemisféricos, Thomas Shannon, que é o embaixador designado para o Brasil, conseguiu o que as organizações multilaterais, inclusive a OEA, não obtiveram em quatro meses. O acordo mediado por Shannon e assinado pelos representantes do presidente de facto Roberto Micheletti e do presidente deposto Manuel Zelaya estabelece as bases para o retorno à democracia naquele país e, de tal forma, que nenhum dos lados poderá dizer que saiu vitorioso. Micheletti teve de admitir que a volta de Zelaya à presidência seja decidida pelo Congresso – onde as probabilidades favorecem o presidente deposto – e não pela Suprema Corte – que provavelmente mandaria Zelaya para a cadeia. Mas tem a seu favor o fato de ter liderado um movimento que impediu que Zelaya violasse dispositivos pétreos da Constituição numa tentativa de permanecer no poder. Observe-se que os chamados "golpistas" agiram dentro da lei, até que os militares encarregados de cumprir o mandado de prisão emitido pela Suprema Corte contra Zelaya exorbitaram e o expulsaram do país.

Zelaya, por sua vez, deverá ser reinvestido no cargo, mas apenas para concluir o seu mandato. Manterá suas funções cerimoniais, mas o poder de fato será exercido por um gabinete de união e conciliação nacional. Além disso, Zelaya foi obrigado a se comprometer a não tentar, de novo, mudar as cláusulas pétreas da constituição que proíbem a reeleição.

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Escrito por Abobado

segunda-feira, 2 novembro, 2009 - 11:54 am em 11:54 am

Obama convida Lula para encontro na capital americana em março

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Barack Obama esperando para ouvir as piadinhas do nosso grande estadista

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um encontro em Washington, no mês de março, e disse que já orientou sua equipe econômica para conversar com o Brasil sobre posições na próxima reunião do G20”, marcada para abril, em Londres. O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, informou que a reunião foi acertada no fim da tarde de hoje, em telefonema de Obama a Lula.

Em março, o presidente brasileiro irá a Nova York para um seminário com investidores estrangeiros e se encontrará com Obama em Washington. Lula também convidou Obama para visitar o Brasil.

De acordo com o porta-voz, na conversa com Obma, Lula elencou os assuntos prioritários do governo brasileiro com os Estados Unidos: paz mundial, mudanças climáticas, biocombustíveis, G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) e relações com a América Latina e África.

Obama não citou temas, mas disse que quer estabelecer parceria com o Brasil para a paz na região. Lula também não mencionou sua posição pelo fim do embargo norte-americano a Cuba, disse o porta-voz. Segundo ele, depois do telefonema, que durou cerca de 25 minutos, Lula disse que a eleição do democrata influenciará de forma positiva a imagem que o mundo tem dos norte-americanos. Agência Brasil

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Escrito por Abobado

segunda-feira, 26 janeiro, 2009 - 9:43 pm em 9:43 pm

BC dos EUA reduz taxa de juros para menor nível histórico

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Veja as taxas de juros em vários países e regiões do mundo – Arte G1

O Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) decidiu nesta terça-feira (16) reduzir a taxa de juros para o menor nível histórico do país.

Com a decisão, a taxa praticada nos EUA agora passa para um patamar flutuante de zero a 0,25% ao ano. Antes desse corte de no mínimo 0,75 ponto, a taxa do país era de 1% ao ano. O Fed também sinalizou que vai manter as taxas "excepcionalmente baixas" por mais tempo.

A redução é mais uma na sequência de baixa que já derrubou a taxa básica dos EUA em quase cinco pontos percentuais em pouco mais de um ano, desde o nível de 5,25% ao ano que prevalecia antes do início da crise financeira no ano passado.

Panorama

No comunicado onde explica sua decisão, o Fed disse "irá empregar todas as ferramentas disponíveis" para promover a volta do crescimento econômico, mantendo a estabilidade dos preços. Entre essas ferramentas, o órgão cita a compra de papéis da dívida hipotecária para desbloquear empréstimos.

O comitê também ressalta que desde o último encontro os dados apontam para uma deterioração nos gastos do consumidor, investimentos e produção. Além disso, os mercados financeiros permaneceram restritos assim como as condições de crédito. "De maneira geral, o cenário para a atividade econômica enfraqueceu ainda mais."

Por outro lado, o Fed nota que a inflação caiu de forma notável. E a expectativa do comitê é de preços ainda menores em função da baixa no valor das matérias-primas e da menor atividade. Portal G1

Comentário: É vergonhoso para o Brasil sustentar uma taxa de juros como esta. E o nosso ilustrado presidente ainda tem a coragem de mandar as pessoas comprarem e se pendurarem no crediário. Baita cara de pau!

Escrito por Abobado

terça-feira, 16 dezembro, 2008 - 7:43 pm em 7:43 pm

Como funcionam as eleições presidenciais americanas?

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Prévias

Esta primeira etapa das eleições americanas vai determinar a escolha dos candidatos dos principais partidos, indicados formalmente nas convenções de cada agremiação, que acontecem entre agosto e setembro. Na maioria dos estados, os partidos usam o sitema das primárias, em que os eleitores podem votar diretamente no candidato de sua preferência. Mas em alguns deles, como Iowa, o sistema usado será o chamado caucus. São encontros públicos em que as regras também variam de estado para estado.

Nos caucus são eleitos os delegados que se comprometem a votar em um detrminado presidenciável na convenção de seu partido. O nome vitorioso pode ser connhecido antes das convenções por meio da soma de delegados conquistados por cada pré-candidato nos diferentes estados. Os estados maiores têm mais delegados.

Eleição

Diferentemente do Brasil, nos EUA não é o número de votos de eleitores que determina o resultado do pleito. Em última análise, a escolha do presidente é conseqüência dos votos obtidos em cada estado e do peso destes estados segundo o sistema eleitoral do país. Isso porque a eleição é decidida pelo Colégio Eleitoral – um conjunto de representantes escolhidos em cada estado, de acordo com sua população.

A Califórnia, que com 36 milhões de habitantes é o estado mais populoso dos EUA, tem 55 votos, o maior peso no colégio eleitoral. A legislação determina um número mínimo de três delegados por estado, caso de Delaware, por exemplo, que tem 853 mil habitantes. A participação na eleição não é obrigatória.

Colégio eleitoral

Ao todo, são 538 representantes, escolhidos em cada estado, de formas diferentes. Eles se reúnem em dezembro, depois das eleições. No final, vence o candidato que conseguir pelo menos 270 votos no Colégio Eleitoral.

Em geral, todos os representantes costumam seguir o resultado geral de seus estados, mesmo que o candidato vitorioso tenha ganhado por uma margem mínima. Assim, o sistema de Colégio Eleitoral pode provocar distorções, levando à eleição de um presidente que tenha conquistado a maioria dos estados, mas não a maioria absoluta do voto popular. Foi o que aconteceu em 2000, quando George W. Bush venceu Al Gore, mas teve um número menor de votos.

Caucus

Nos Estados Unidos da América designa-se por caucus o sistema de eleger delegados em dois estados (Iowa e Nevada), na etapa das eleições primárias ou preliminares na qual cada partido decide quem irá receber a nomeação desse partido para a presidência.

Cada partido político reúne os apoiantes ou militantes dos diferentes candidatos. Nesta reunião, o número de delegados é atribuído dependendo da quantidade de pessoas que residem no círculo eleitoral; há uma fórmula matemática que determina o número de votos que é preciso obter na eleição primária (caucus), e os delegados são eleitos por representação proporcional.

A partir de 2004, os eleitores do estado de Nevada participaram de uma eleição primária (caucus), sendo o de 2008 realizado em 19 de Janeiro.

Contados os resultados das votações nos estados, fica nomeado por cada partido o candidato à presidência. O presidente será escolhido em eleições indiretas por um colégio eleitoral, às quais se apresenta o candidato de cada partido.

Folha de S.Paulo

Escrito por Abobado

quarta-feira, 5 novembro, 2008 - 11:34 am em 11:34 am

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