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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Archive for outubro 10th, 2008

Quedas das bolsas atinge grandes empresas da internet

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As grandes empresas americanas da internet, como Google e Yahoo!, viveram uma semana de tensão com a queda das bolsas internacionais e baixas que foram em quase todos os casos de porcentagens de dois dígitos.

A poucos dias de alguns dos grandes do setor  apresentarem resultados trimestrais, o Google, cujos títulos eram negociados há apenas três meses acima dos US$ 500, fechou hoje a US$ 332, 10,2% menos que há cinco dias. Seu concorrente Yahoo! fechou a sexta-feira a US$ 12,29, frente aos US$ 15 dólares do começo da semana e já registra seu valor mais baixo em mais de cinco anos.

Alguns analistas do setor não descartam, inclusive, que a Microsoft ou outra companhia volte a lançar outra oferta sobre a portal da internet aproveitando o baixo preço dos títulos. A Microsoft tentou sem sucesso comprar o Yahoo! no início do ano por US$ 44,6 bilhões.

As ações da criadora do sistema operacional Windows caíram durante a semana para US$ 20,80, mas conseguiram se recuperar nos últimos dias e fecharam hoje a US$ 21,60, praticamente o mesmo valor da segunda-feira.
A recuperação das ações da Apple, que subiram durante o dia 9% para fechar a US$ 96,80, foi uma das únicas boas notícias de hoje. Os títulos da fabricante do iPhone caíram nada menos que 40% nos últimos meses, mas os analistas acreditam que a companhia é agora bom investimento.

Além disso, espera-se que a Apple anuncie na próxima semana o lançamento de um novo celular que custará apenas US$ 800 nos EUA que seria a resposta da empresa para a queda do consumo e a crise econômica. ClicRBS

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10 de outubro de 2008 at 23:59

O que são derivativos no mercado financeiro?

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Para tentar se defender de oscilações de preços futuros de um ativo financeiro ou até mesmo alavancar suas aplicações, investidores apostam em derivativos, que são ativos financeiros que derivam, como o próprio nome já diz, de um outro ativo.

As modalidades mais utilizadas são a termo e de opções nas bolsas de valores e as operações na Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F), como negociação de algumas commodities agrícolas, câmbio, ouro e índices como o futuro do Ibovespa.

Quem acha que o preço do ativo a ser negociado vai subir entra na operação como comprador. Assim, garante que, mesmo que daqui a um tempo o preço suba, ele comprará pelo preço combinado. Mas se o preço cair, o investidor pode ter que pagar pela quantia combinada, que pode ser maior do que a encontrada no mercado à vista.

Em opções, depois de pagar um prêmio ao vendedor, o comprador pode ou não exercer seu direito de compra, ou seja, pode optar. Os vencimentos ocorrem sempre na terceira segunda-feira dos meses pares do ano. Já no contrato a termo, passado o tempo combinado – os vencimentos acontecem normalmente 60 ou 90 dias a partir da assinatura do contrato – as duas partes são obrigadas a liquidar a operação.

No mercado a termo, é preciso depositar garantias. No caso do vendedor coberto (que já tem as ações), as próprias ações negociadas. Já as garantias do vendedor e do comprador descoberto são depositadas em dinheiro, títulos e cartas de fiança, por exemplo. No contrato de opções, o comprador tem que pagar uma quantia ao vendedor pelo direito, se quiser, de comprar as ações. Mesmo que não compre, o dinheiro do prêmio não é devolvido.

Liquidar antes do prazo

O economista Antônio Gonçalves explica que as operações a termo podem ser liquidadas antes do vencimento e, por isso, é definido no contrato quem pode pedir antecipação e se o valor a ser pago terá que ser integral ou proporcional ao número de dias combinado.

Os derivativos são usados para fazer hedge. Se uma empresa tem dívidas a pagar em dólar pode fechar na BM&F um contrato de dólar futuro para garantir que pagará a cotação desejada quando tiver que quitar a dívida. "Dessa forma, mesmo que a moeda americana ultrapasse a cotação fixada, a empresa comprará pelo preço combinado. Neste caso, ela estará protegida, ou seja, fez um hedge", explica Gonçalves.

Os derivativos, quando não são usados como hedge, são investimentos de alto risco. Vamos supor que alguém resolveu fechar um contrato futuro de café como vendedor e apostou que, se hoje vale R$ 14, vai custar R$ 12 daqui a 30 dias. Passado esse prazo, se a cotação cair apenas para R$ 13, e esse alguém não tiver o café, terá que comprar no mercado por R$ 13 para vender por R$ 12 (o valor combinado). Ou seja, vai perder dinheiro, explica o diretor de análise de investimentos da corretora Diferencial, Zulmir Tres. Juliana Rosa

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10 de outubro de 2008 at 23:10

Publicado em Curiosidade

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Vai entender – Ex-ministro Furlan discorda de previsão do presidente Lula

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O ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan ironizou na noite de hoje  a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o Brasil terá um Natal extraordinário. “Extraordinário?”, perguntou Furlan. Em seguida, respondeu: “Cada dia que está passando é extraordinário. Hoje, você viu a Bolsa de Tóquio caindo 9,5% e a de Londres, 9%. Certamente, foi um dia extraordinário”, disse ele, ao ser indagado por jornalistas se concordava com a declaração do presidente.

Mais cedo, durante entrevista a portais de internet, em São Paulo, Lula disse que o Natal será extraordinário para os brasileiros graças aos fundamentos do país. Isso, segundo o presidente, imunizou a economia de um contágio da crise financeira internacional em maiores proporções.

Furlan disse acreditar que o mercado brasileiro se acalme com a injeção de crédito do Banco Central. De acordo com ele, a turbulência no país foi causada pela falta de crédito externo para o setor produtivo. Essa também foi, assinalou, a razão para a alta do dólar.

O exportador, que deveria vender dólares, como não tem linha de crédito, parou de vender. Como o dólar subiu, teve que buscar cobertura indo comprar. Na medida que se colocam linhas de crédito novas, os exporadores vão irrigar o mercado vendendo dólares e tranqüilizado tudo”, disse Furlan, ao chegar no Ministério das Relações Exteriores para participar da festa em comemoração aos 200 anos do Brasil. Agência Brasil

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10 de outubro de 2008 at 22:30

Dás um banho – Não perdi o sono com a crise, diz Mantega em Washington

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está em Washington para a reunião semestral do FMI e o encontro de emergência do G20, disse nesta sexta-feira, em tom bem-humorado, que não perdeu o sono com a crise econômica global.

“Porque sou o ministro da Fazenda do Brasil, eu não perdi o sono. Acredito que meus colegas, de outros países, estão perdendo o sono, sim”, disse.

“Nós não temos razão de perder o sono lá no Brasil. Temos uma situação bastante sólida, o país continua crescendo apesar da crise.”

De acordo com Mantega, o Brasil só tem problemas “localizados”, mas o ministro afirma que o governo agiu com rapidez para sanar as vulnerabilidades da economia nacional.

“O que não podemos é deixar faltar liquidez nesse momento. E nós temos tomado as medidas para viabilizar liquidez”, afirmou.

“O Banco Central já liberou compulsório. Já houve a possibilidade de desapertar os bancos médios e pequenos”, acrescentou o ministro, em referência aos depósitos que as instituições financeiras têm que fazer no Banco Central ao final de cada dia.

“Não é o caso de perder o sono porque a nossa situação, no geral, é muito satisfatória”, disse Mantega. “Nós temos reservas elevadas, uma situação fiscal sólida e até o país continua crescendo, o que é bom nessa situação.”

Proposta brasileira

Mantega fez mistério sobre a proposta brasileira a ser apresentada no sábado durante a reunião do G20, o grupo que reúne as principais economias emergentes e os países mais ricos do mundo e que atualmente é presidido pelo Brasil, que convocou o encontro de emergência. O ministro sinalizou, no entanto, que a atual crise exige soluções distintas das tomadas em situações anteriores de dificuldade.

“Nós vamos justamente discutir esses novos instrumentos, essa nova ação nas reuniões do Fundo Monetário Internacional, amanhã (sábado) de manhã, e do G20, amanhã à tarde, eu não vou antecipar aqui as nossas propostas”, afirmou.

Para Mantega, o uso de instrumentos distintos se justifica porque “a situação é diferente de uma crise de 29, por exemplo”.

“A globalização é maior, existem derivativos, hedge funds, que não existiam naquela época”, disse o ministro. “Então, nós temos também que inventar armas específicas para combater os problemas da atualidade.”

“Vamos ter que ser mais criativos do que já fomos”, acrescentou. “Os governos estão usando os instrumentos conhecidos e temos que gerar instrumentos não conhecidos.” O ministro diz acreditar que o atual quadro caótico na econômica deverá durar, no máximo, por mais algumas semanas.

“Eu acho que não é preciso permanecer numa situação tão drástica por tanto tempo seguido porque, senão, o sistema fica abalado”, afirmou.

“Acredito, que nós – quando eu digo nós eu quero dizer o sistema capitalista – devemos chegar ao fundo do poço nas próximas semanas porque não dá para permanecer por tanto tempo assim, com bancos fechando e bolsas despencando”, concluiu o ministro. BBC Brasil

Comentário: Como é que um istepô desses vai perder o sono com a sua conta bancária bem gordinha e guardada num lugar bem seguro? O que mais enche o culhão da gente é assistir a essa palhaçada toda e perceber que as ditas autoridades não estão nem se lixando pro povo. Pra arrumar vida de banqueiro com o dinheiro dos outros até eu dormiria tranquilo, mesmo com as contas que tenho pra pagar e não tendo de onde arrumar grana. Abusado!

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10 de outubro de 2008 at 22:06

Publicado em Crise financeira

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É fróida – Lula grava no Rio depoimento para programa de Paes

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ficou fora da campanha do Rio de Janeiro no primeiro turno, gravou nesta sexta-feira um depoimento de apoio ao candidato do PMDB à prefeitura da capital fluminense, Eduardo Paes.

O presidente foi convencido pelo governador Sérgio Cabral (PMDB), padrinho político do candidato, a receber Paes em um almoço na terça-feira, na cidade. Depois do encontro, ficou de analisar como participaria da campanha.

Lula optou por uma mensagem para o programa eleitoral gratuito, que volta ao ar na segunda-feira. O presidente recebeu Eduardo Paes, da coligação “Unidos pelo Rio” (PMDB-PP-PSL-PTB), e Sérgio Cabral em um hotel em São Paulo.

Em 2005, durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, Paes era deputado do PSDB e fez uma série de acusações ao presidente e a ministros petistas. Depois, foi para o PMDB, e agora faz campanha apresentando-se como aliado de Lula. Apesar o ressentimento por causa da postura de Paes no passado, assessores do presidente disseram que Lula considerou importante fazer um depoimento sobre as vantagens de o Rio ter na prefeitura um aliado do governo federal.

Paes disputa a prefeitura com o candidato da coligação “Frente Carioca” (PV-PSDB-PPS), deputado Fernando Gabeira (PV), que tem aliança com o PSDB e no segundo turno recebeu apoio do DEM, partido do prefeito Cesar Maia. Agência Estado

Comentário: O povo é muito tôlo mesmo! Quem não lembra desse Eduardo Paes malhando o Lula  e o governo do PT na CPI dos Correios e na tribuna da Câmara, quando era líder do partido tucano (veja matéria publicada aqui). Em 2005 Eduardo Paes chamou Lula de “chefe de quadrilha”. Hoje deve estar chamando o iluminado de “minha puta”. Só um eleitor muito safado pra destinar um voto sequer pra esse neo-aloprado, apoiado pelo aloprado-mor e sua camarilha no Rio de Janeiro. Tudo farinha do mesmo saco. E pensar que a gente vai ter que carregar esses malas por muitos anos ainda. O povo da Cidade Maravilhosa não marece isso. Cacalhada!

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10 de outubro de 2008 at 19:11

Essa é ‘original’ – Ex-ministra Marina Silva contraria PT e apóia Gabeira no Rio

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A ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva (PT) contrariou a orientação do seu partido no Rio e declarou apoio no segundo turno ao candidato Fernando Gabeira, do PV. Na quarta, o PT fluminense oficializou apoio a Eduardo Paes, do PMDB. O candidato petista Alessandro Molon recebeu 4,97% dos votos válidos no primeiro turno.

Segundo a assessoria de imprensa da senadora, ela comunicou ao PT nacional a decisão de apoiar Gabeira. O presidente do partido, Ricardo Berzoini, teria respeitado a decisão. De acordo com a assessoria, o PT fez uma recomendação de apoio e não uma determinação.

Nesta sexta, o candidato Fernando Gabeira disse que a ex-ministra Marina Silva está articulando um manifesto de ecologistas em torno de sua candidatura. Ele fez campanha em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. ClicRBS

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10 de outubro de 2008 at 17:38

César Valente: A falência dos partidos

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Este segundo turno em Florianópolis será interessante de se acompanhar, porque vai ser uma daquelas eleições em que se poderá avaliar que tipo de influência terão os partidos políticos no comportamento do eleitor.

Votar em nomes, considerar a pessoa do candidato, em vez das suas posições políticas ou mesmo da sua folha corrida, é uma tendência que vem se consolidando a cada eleição. O sujeito votou no Cesar Jr, ou no Amin, ou na Angela, ou no Dário e, se perguntar direitinho qual é o partido (coligação, então, nem pensar), é capaz da maioria não saber.

Agora, para ganhar espaço, mostrar serviço e aparecer bem na foto, os dirigentes partidários estão fazendo seus jogos. Usam a “unidade partidária” como bandeira, mas estão mesmo é preocupados com o dia de amanhã e com a conta do supermercado. E aí anunciam que “o partido decidiu apoiar” como se estivessem transferindo, automaticamente, os votos de um curral eleitoral. E, em alguns casos, o “partido” é uma ficção e os votos que diz ter são de algum candidato, cujos eleitores provavelmente nem sabem que estão sendo ofertados como um dote.

No caso específico do Dário Berger, os partidos políticos estão todos (inclusive o PMDB) numa situação muito desconfortável. Eles sabem que o candidato é daqueles que não dá muita bola pra partido político. Sempre que a estrutura partidária oferece alguma resistência aos planos da família ou não atende às necessidades, eles mudam. Sem drama (da parte deles) e sem remorso. O partido que é “abandonado” fica amuado, choroso, lamentando a perda de um candidato com recursos e com votos, combinação rara e muito valorizada no mercado eleitoral. Foi assim com o PTB, com o PFL e com o PSDB e naturalmente, mais dia, menos dia, será com o PMDB.

Os Berger identificaram essa tendência personalista do eleitorado e estão aproveitando a onda, mantendo-se, o mais possível, descolados das legendas. Usam-nas apenas porque a legislação obriga. Então, é engraçado ver os partidos todos paparicando o candidato, tentando assegurar, para ele, para si e para os eleitores, que a vitória do Dário, se ocorrer, será devido ao grande esforço das direções partidárias, que forneceram os votos necessários, colhidos nas suas disciplinadas hostes.

Bom, este é o jogo (pelo menos como consigo ver, aqui do meu canto) e o futuro dará as informações que podem complementar o quadro: tanto apreço dos partidos pela candidatura conseguirá sensibilizar os Berger a ponto de torná-los mais partidários e menos individualistas? O eleitor que votou contra o Dário no primeiro turno mudará o voto no segundo turno? E, se o fizer, terá sido por “orientação partidária” ou porque também não gosta do Amin?

Antes de encerrar: refiro-me “aos Berger” sem qualquer conotação pejorativa. Até onde consegui observar – e sempre observei de longe – há, na família, uma precisa e eficiente divisão de tarefas. Agem sempre coordenadamente e complementarmente. O Dilmo toca as empresas e fica fora dos holofotes, o Djalma e o Dário exercem os mandatos e a Dona Rose, que, a meu ver, é o gênio político (já falei aqui, é articulada, fala muito melhor que o Djalma e o Dário, sabe exatamente onde atuar e de que forma), não é só uma primeira dama. E ninguém está brincando. Trata-se de um projeto de longo prazo, estruturado e executado segundo as melhores técnicas de marketing político. De Olho na Capital

Written by Abobado

10 de outubro de 2008 at 15:06