Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Archive for maio 5th, 2009

A zona do Senado: Sarney defende investigação de denúncias pela Polícia Legislativa

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Sessão Plenária do Senado: Sarney não fala nada sobre investigação por parte da PF. Rabo de palha!

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), rebateu nesta terça-feira às críticas pela escolha da Polícia Legislativa para investigar as denúncias de irregularidades na gestão de contratos da Casa. Sarney afirmou que entrou em contato com o Ministério Público e pediu que um procurador acompanhasse as investigações.

Sarney garantiu que determinou o maior "rigor" para apurar as acusações do ex-diretor de Recursos Humanos, João Carlos Zoghbi, contra o ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia e senadores. Segundo Zoghbi, Maia e ex-primeiros-secretários estariam participando de um esquema de fraudes em contratos do Prodasen (Sistema de Processamento de Dados), na comunicação social e no serviço de taquigrafia do Senado.

O presidente do Senado sustentou que tomou as medidas cabíveis como abertura de sindicância e inquérito policial contra Zoghbi e suspensão das operações de empréstimo consignado pelo Banco Cruzeiro do Sul. O banco teria participado de um esquema de desvio de recursos dessas operações de empréstimo que seria tocado por Zoghbi, que teria criado empresas em nome de "laranjas" para receber esse dinheiro. Folha Online

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5 de maio de 2009 at 18:23

Senado tenta abafar denúncias de ex-diretor

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Agaciel Maia, ex-diretor Geral do Senado: Este é o verdadeiro bandido protegido pelo Sarnalho!

As denúncias feitas pelo casal João Carlos e Denise Zoghbi sobre a existência de um grande esquema de corrupção nos contratos do Senado deverão acabar em pizza. A operação abafa é comandada pela cúpula da Casa: por determinação do presidente José Sarney (PMDB-AP), a apuração das denúncias do ex-diretor de Recursos Humanos da Casa será feita pela Polícia Legislativa. Nem a Polícia Federal nem o Ministério Público farão parte das investigações.

A Polícia Legislativa, que é subordinada aos próprios senadores, abriu apenas uma ocorrência e vai ouvir o casal. Ainda não foi marcada a data para o depoimento. Em entrevista à "revista Época", o casal afirmou que o ex-diretor Agaciel Maia é sócio de todas as empresas terceirizadas que têm contrato com o Senado e insinuou o envolvimento dos senadores Romeu Tuma (PTB-SP) e Efraim Morais (DEM-PB) no esquema de corrupção. “As denúncias são muito vagas”, disse ontem o diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo. ?O trabalho da Polícia Legislativa é fundamental para ver se as denúncias estão baseadas em fatos ou se usaram a tática de diversificação das acusações?, afirmou o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI). Agência Estado

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5 de maio de 2009 at 10:16

Opinião do Estadão: A pedagogia do cinismo

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Lula em inauguração de Centro de Reabilitação da Rede Sarah no Rio de Janeiro, no domingo

Ao desdenhar do noticiário sobre a farra das passagens áreas na Câmara dos Deputados – apenas uma de uma sequência ainda inesgotada de denúncias envolvendo parlamentares e altos funcionários do Legislativo -, o presidente Lula fez mais do que atender a uma presumível cobrança recebida dos presidentes das duas Casas do Congresso, o deputado Michel Temer e o senador José Sarney. Os dois hierarcas do PMDB queixaram-se a Lula de não ter ele dito em três meses uma única palavra que se contrapusesse aos efeitos junto à população da sequência de escândalos levantados pela imprensa. O presidente passou a cortejar com afã renovado o apoio do partido à candidatura Dilma Rousseff em 2010 desde que se tornou conhecido o problema de saúde da ministra.

A cobrança, em si, era já uma enormidade: nenhuma das revelações se comprovou infundada até agora e em nenhum momento a imprensa aproveitou os vexames destampados para acusar indistintamente os membros do Congresso e muito menos investir contra a instituição legislativa. Não tivesse Lula sacrificado na pira do mensalão o senso ético de que fazia praça em tempos idos, teria moral para rejeitar a indigna demanda da dupla peemedebista com o argumento de que o Legislativo, até por missão constitucional, pode se pronunciar sobre assuntos do Executivo, mas a recíproca não é verdadeira. Ou, não tivesse ele de há muito passado a acreditar no que viria a dizer sobre a exposição dos malfeitos parlamentares, poderia aplacar os aliados afirmando, por exemplo, que o Congresso, como instituição e por sua história, é maior do que a soma de suas partes e estas são predominantemente boas.

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5 de maio de 2009 at 09:21