Abobado

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Archive for agosto 11th, 2009

Aneel adia para a próxima semana decisão sobre acesso à internet por energia elétrica

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Internet no Brasil: Péssima e cara. Tomara que esse processo demore menos que os que tenho na justiça

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá decidir na próxima semana sobre o uso da rede de energia elétrica para a transmissão de internet em banda larga, o que permitirá uma agilidade do serviço muito acima do padrão original dos computadores, limitada a 56 quilobits por segundo (kb/s). Atualmente a maioria dos serviços de banda larga oferece velocidade a partir de 300 kb/s. A nova alternativa já foi aprovada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em abril.

A Aneel havia marcado a apreciação do assunto para hoje, mas recebeu pedido de adiamento da relatoria para examinar os detalhes.

De acordo com áreas técnicas da Aneel, a transmissão em banda larga pelo sistema de energia elétrica não provocará interferências entre os dois serviços, uma vez que cada um trabalha com sua frequência própria. A estimativa das duas agências reguladoras é de que a medida viabilizará a disseminação do uso de banda larga para transmissão de internet, uma vez que a rede de energia elétrica envolve uma estrutura já existente. Agência Brasil

Mais informações:

Modem para acesso à Internet pela rede elétrica chega ao Brasil

Internet pela rede elétrica aumenta concorrência entre provedores

Written by Abobado

11 de agosto de 2009 at 18:42

Florianópolis: Gripe A provoca falta de máscaras e álcool em gel em farmácias

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tamiflu_caixaGripe A: A tendência é pânico generalizado, o caos. A população merece respeito. Sem Tamiflu, tamo fú!

O pânico gerado pela gripe A fez as máscaras descartáveis e os frascos de álcool em gel desaparecerem das farmácias de Florianópolis.

Em uma pesquisa feita em oito estabelecimentos pela reportagem do jornal Hora de Santa Catarina, somente em um havia máscaras descartáveis à venda. O álcool em gel foi encontrado em três locais.

A máscara é recomendada para pessoas que estão resfriadas ou para quem convive com elas. A peça impede a propagação da doença.

— Em uma semana, acabei vendendo todas as máscaras. A gente liga para as distribuidoras e todas têm a mesma justificativa: "que está em falta" — contou a farmacêutica Ana Julia Guerra.

A farmacêutica Bianca de Orti lembrou que chegou a vender 20 máscara em um dia no Bairro Saco dos Limões. ClicRBS

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Written by Abobado

11 de agosto de 2009 at 12:17

Opinião do Estadão: Mais um escorregão de Dilma

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Lula é mentiroso: Um governo de mentira e corrupção, quer eleger uma mentirosa. O Brasil é uma mentira

A ofensiva do presidente Lula em defesa de José Sarney não começou quando o foco dos escândalos no Senado passou a se concentrar no seu nome, em junho último. Começou antes mesmo que o senador pelo Amapá se lançasse candidato a presidente da instituição pela terceira vez, em janeiro, contra um pretendente petista que parecia ter o apoio do Planalto. E não se limitou a apelos do tipo do político que "tem história suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum". É a dedução inevitável a tirar da revelação da ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira de que, no final de 2008, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, lhe pediu para "agilizar" a auditoria do Fisco nas empresas da família Sarney, iniciada em 2007 e intensificada havia pouco por ordem judicial. Os negócios do clã são conduzidos pelo primogênito do senador, Fernando Sarney, indiciado pela Polícia Federal por diversos delitos penais. A Receita responde ao Ministério da Fazenda.

Lina Maria, demitida no mês passado do cargo que exercia há 11 meses, depois de considerar irregular uma operação contábil da Petrobrás endossada pelo governo, disse à Folha de S.Paulo que, numa conversa rápida para a qual tinha sido chamada pela chefe do gabinete da ministra, Erenice Guerra, Dilma lhe perguntou "se podia agilizar a fiscalização do filho de Sarney". A secretária, que teria se limitado a responder que ignorava a auditoria e iria verificar, entendeu que Dilma lhe pedira para "encerrar" a devassa. A ministra nega não apenas ter feito a solicitação, mas que o próprio encontro tivesse ocorrido. O duplo desmentido parece tão crível como a sua alegação de que não tinha conhecimento da inclusão de um fictício doutorado em economia pela Unicamp no seu currículo oficial. Ou a sua versão, contra todas as evidências, de que a Casa Civil não vinha preparando um dossiê sobre os gastos com cartão corporativo da Presidência da República, no período Fernando Henrique, depois da divulgação do formidável crescimento dessas despesas no governo Lula.

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