Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Archive for março 13th, 2012

Vaccarezza: Um porco que cai

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Ao mesmo tempo em que a presidente Dilma Rousseff discursava no Senado em homenagem ao Dia da Mulher, o deputado Cândido Vacarezza (PT-SP) formalizava sua saída da liderança do governo. Em um encontro com jornalistas e sem esconder a mágoa com o Palácio do Planalto, Vacarezza contou que teve uma conversa com a presidente Dilma Rousseff ontem no início da noite e hoje pela manhã. Na ocasião, a presidente explicou que quer fazer rodízio nas lideranças do governo na Câmara e no Senado.

Vacarezza disse não saber quem será seu substituto. Mas anteviu que sua troca poderá ocasionar "algum estremecimento" na base aliada diante de votações importantes, como o Código Florestal, a Lei da Copa e os royalties do petróleo. "Acho que pode ter algum estremecimento hoje, amanhã, porque os líderes têm uma relação forte comigo", afirmou o ex-líder, ao lembrar que tem bom trânsito e amizade com todos os líderes aliados e de oposição.

Dizendo que encarou com "naturalidade" sua saída da liderança do governo, Vacarezza confessou ter sido pego de surpresa ontem diante das informações da imprensa de que a presidente Dilma iria substituí-lo. Mas disse saber que iria deixar a liderança, quando Giles Azevedo, chefe de gabinete de Dilma, telefonou para convidá-lo a ir ao Planalto no final da tarde de ontem. Vacarezza reclamou ainda do vazamento da informação para a imprensa, antes dele ser avisado. "Não acho que essa foi uma boa conduta das pessoas que sabiam", afirmou. Estadão Online

Caso Celso Daniel: Em entrevista, Bruno Daniel conta o que pensa e sabe sobre o assassinato de seu irmão

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Pela primeira vez desde o assassinato do prefeito Celso Daniel, um de seus irmãos teve tempo e tranquilidade para tratar do caso numa gravação em vídeo. Na entrevista ao site de VEJA, Bruno Daniel disse tudo o que pensa e sabe do crime consumado em janeiro de 2002, que encerrou brutalmente a carreira do político já escolhido para coordenar a campanha eleitoral que transformaria Lula em presidente da República.

O engenheiro e professor de economia recorda as estranhas circunstâncias que envolveram o sequestro e a morte precedida de torturas, comenta o esforço dos dirigentes do PT para sepultar as investigações, destaca o papel de Gilberto Carvalho na trama forjada para impedir o esclarecimento da história, revela a sequência de ameaças que o forçaram a exilar-se na França durante cinco anos, promete continuar lutando pela condenação dos culpados e ainda acredita no triunfo da verdade.

Augusto Nunes