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Archive for agosto 15th, 2012

Petralha enfrentando crise: Manifestação obriga Dilma a deixar Palácio do Planalto pelos fundos

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Servidores federais e representantes de aposentados protestaram e fazem vigília em frente ao Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, em Brasília

Manifestantes fazem protesto à luz de velas e queimam a Constituição Brasileira na frente do Palácio do Planalto, em Brasília

Oito representantes de aposentados do INSS de 27 Estados foram recebidos, no Palácio do Planalto, por José Lopes Feijó, assessor especial do ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, depois de passarem mais de duas horas protestando em frente ao Planalto e fechando o trânsito no local, ao lado de inúmeras categorias de grevistas . Os aposentados do INSS querem 7,38% e o fim do fator previdenciário. A imensa manifestação que tomou conta do local e deve permanecer durante toda a noite desta quarta, obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pelos fundos.

Assim que os manifestantes tomaram a Praça dos Três Poderes e avançaram em direção ao Planalto, a segurança, que estava reforçada pela Polícia Militar, foi engrossada pelo Batalhão de Choque, que chegou com escudos, armas em punho, cachorros, provocando reação nos manifestantes, que carregavam faixas "Fora Dilma" e "queremos reajuste".

O Batalhão de choque tomou conta do pé da rampa, enquanto manifestantes gritavam: "Abaixo a repressão, polícia é pra ladrão" . Quando o chefe da segurança do Planalto, general Amaro, viu o pelotão de choque na rampa entrou em contato com a PM para exigir que eles saíssem do local.

"Eles (polícia de choque) não têm de entrar aqui. Aqui é nosso (segurança do Planalto). Eles têm de ficar da rua pra lá", insistiu. Diante da resistência do militar do Choque deixar o local, o general foi pessoalmente conversar com o responsável pela tropa para que ele deixasse o local. A tropa de choque, então, foi instruída a ficar ao lado da rampa, um pouco mais afastada. Deixaram o local sob vaias e gritos dos manifestantes.

Os aposentados entraram no Palácio com os rostos pintados de verde e amarelo, símbolo dos estudantes na era Collor. O presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Warley Gonzalez, que esteve com Feijó, disse que "na era Collor existia cara pintada nas ruas. Agora, é cara enrugada nas ruas". Eles prometeram passar a noite na Praça dos Três Poderes e acender 1.500 velas e fazer até um baile para aguentar o frio da noite e a vigília no local.

"O clima não está para festa, mas é a única maneira de enfrentar a noite", disse ele, ao afirmar que "os aposentados e pensionistas são os únicos que estão sendo roubados porque pagaram a vida inteira sobre sete ou oito salários mínimos e estão ganhando sobre quase um salário". E completou: "não vamos parar enquanto não derem o que queremos ou algum reajuste".

Agência Brasil, com informações da Agência Estado

Após duras críticas a FHC, petralhas assumem a incompetência e se rendem de vez às privatizações

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Logo após se instalar no Palácio do Planalto, em janeiro de 2003, o messiânico Luiz Inácio da Silva lançou a tese da herança maldita, forma que encontrou para transferir a própria incompetência ao antecessor, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E se algum reconhecimento conquistou ao longo dos oito anos em que esteve presidente, Lula deve tal proeza a FHC, que deixou a economia brasileira em condições para que o País pudesse crescer.

Em 2006, temendo os efeitos do Mensalão do PT em seu projeto de reeleição, Lula ordenou à sua tropa de choque que usasse à exaustão a mentirosa teoria de que os tucanos, em caso de vitória na corrida presidencial daquele ano, privatizariam a Petrobras. Na eleição presidencial de 2010, o discurso foi idêntico, mas teve como plataforma de lançamento das falácias um livro que trata das privatizações realizadas na era FHC.

Durante anos a fio o Partido dos Trabalhadores criticou as privatizações patrocinadas pelo PSDB, o que tirou do Estado a responsabilidade de investir em áreas vitais para a economia do País, o que retiraria recursos de áreas também importantes e com mais carência de investimentos. Foram essas privatizações que permitiram que o Brasil avançasse economicamente, mas os petistas custam a admitir esse fato.

Sem ter como manter no ar a bolha de virtuosismo lançada por Lula, o governo do PT se vê obrigado a abrir mão do discurso tacanho e partir para as até então condenadas privatizações. Nesta quarta-feira (15), em solenidade no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff anunciou um plano para recuperar a infraestrutura do País por meio de investimentos da iniciativa privada. Batizado de PAC das Concessões, o plano, que contemplará setores de rodovias, ferrovias e portos, evidencia a incapacidade gerencial de um governo que se preocupa com a partidarização da máquina e a distribuição cada vez maior de esmolas sociais como forma de manter o curral eleitoral e assegurar um projeto totalitarista de poder.

Contudo, chama a atenção que até agora nenhum dos pretéritos críticos de Fernando Henrique Cardoso surgiu para condenar a decisão de Dilma Rousseff de entregar ao capital privado aquilo que em tese é de responsabilidade do Estado. Como disse certa vez o boquirroto Lula, “nunca antes na história deste país”.

Ucho.info