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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Archive for setembro 19th, 2012

Serra: Sempre muito trabalho por São Paulo!

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 19/09/2012
– Noite –

Esta eleição está cheia de candidatos com promessas mirabolantes, prometendo mundos e fundos. Mas com Serra não é assim. Ele realizou tudo o que anunciou que iria fazer durante as campanhas para prefeito e governador.

Assim, os paulistanos ganharam mais metrô e hospitais, viram favelas começarem a se tornar bairros e muito mais. E é por isso que São Paulo quer Serra prefeito!

Petralha incompetente e mentiroso, Haddad acha degradante ser ligado aos mensaleiros Dirceu e Delúbio

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Afirmação foi feita por advogados do candidato petista, em pedido à Justiça Eleitoral para tirar do ar peça publicitária feita pela campanha de Serra
 

.Petralhas coerentes: José Dirceu cumprimenta Lula no lançamento da candidatura de Fernando Haddad

A campanha de Fernando Haddad (PT) à prefeitura de São Paulo considera "manifestamente degradante” o candidato ser associado aos colegas de partido José Dirceu e Delúbio Soares e ao deputado federal Paulo Maluf (PP). A declaração foi feita para justificar ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) um pedido para que a Justiça proibisse uma propaganda feita pela campanha do candidato do PSDB, José Serra, que associa os três personagens a Haddad.

Leia também: Marcos Valério envolve Lula no mensalão

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, os advogados do petista, Hélio Silveira e Marcelo Andrade, afirmam no documento: "A publicidade é manifestamente degradante porque promove uma indevida associação entre Fernando Haddad e pessoas envolvidas em processos criminais e ações de improbidade administrativa.” Dirceu e Delúbio são réus do processo do mensalão, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Paulo Maluf responde na Justiça por suspeita de desvio de dinheiro público.

Na propaganda de TV, fotos de Haddad e dos três outros políticos são colocadas lado a lado, com a mensagem: “Sabe o que acontece quando você vota no PT? Você vota, ele volta." A argumentação dos advogados é que o candidato não tem relação com o mensalão. “Haddad não é réu naquela ação penal originária do Supremo. Não pode por isso ter sua imagem conspurcada por episódios que são totalmente estranhos à sua esfera de responsabilidade."

Para a campanha petista, a intenção da peça publicitária é “degradar através da associação da imagem do candidato às pessoas que surgem na tela” e que há uma tentativa de transportar a “carga negativa” dos personagens a Haddad. Procurado pela reportagem, o advogado de Haddad Hélio Silveira tentou justificar o que disse à Justiça: “Degradante é a forma feita pela campanha de Serra, o modo como ele usou as imagens para vincular Haddad ao processo do mensalão.”

A Justiça Eleitoral negou o pedido do PT, com o argumento de que não se pode falar em “degradação ou ridicularização” quando um candidato tem o nome associado a pessoas de seu próprio partido ou coligação. “Da mesma forma que um candidato pode ser beneficiado pelo apoio de correligionários bem avaliados pela população, pode ele ser prejudicado pela associação feita a políticos não tão bem avaliados", conclui o juiz Manoel Luiz Ribeiro.

Veja Online

José Serra prefeito: Governando para quem mais precisa

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O programa eleitoral do futuro prefeito de São Paulo do dia 19/09/2012

Um bom governante é aquele que governa para todos, mas sempre pensando naqueles que mais precisam. Esta frase sempre comandou as ações de Serra em todos os cargos da administração que ele exerceu.

Com honestidade e muito esforço, ele sempre atuou para melhorar a vida de todos nós, e é exatamente isso que ele continuará fazendo em São Paulo pelos próximos quatro anos!

Greves e desastre no Enem: A herança de Haddad na Educação

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É isso que você quer para a cidade de São Paulo?

A greve das universidades federais já é a mais longa da história do Brasil. Mais de 500 mil alunos foram prejudicados e, se a paralisação continuar, muitos podem perder o ano letivo.

O chefe do mensalão só poderia ter sido aquele que nunca admitiu ser chefiado

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Autoritário desde a infância, espaçoso desde a adolescência, mandão desde sempre, Lula só faz o que lhe dá na telha, só ouve quem lhe convém e só consulta os que estão prontos para dizer amém. Sozinho, o presidente de sindicato escolhia os parceiros de diretoria, negociava com os patrões, decretava o começo ou o fim da greve.

Sozinho, o dono do PT decidiu que o vermelho seria a cor e a estrela seria o símbolo da seita, escolheu os fundadores do clube, distribuiu as carteirinhas de sócio, confiscou-as quando bem entendeu, promoveu-se a presidente de honra e, depois, nomeou-se candidato perpétuo ao Palácio do Planalto.

O presidente da República montou o ministério à sua imagem e semelhança, empregou e demitiu quem quis, intrometeu-se em assuntos que mal conhecia ou ignorava completamente, elegeu novos amigos de infância, afastou-se de velhos amigos da mocidade, proclamou-se consultor-geral das nações em crise e virou conselheiro do mundo. O ex-presidente é o mais feliz dos portadores da síndrome de Deus. Dá ordens à sucessora, indica ministros, dá palpites na economia, elogia o Brasil Maravilha de cartório, interfere na escalação do Corinthians e negocia a construção do Itaquerão. Fora o resto.

Desde o começo do ano, entre um ataque a FHC e um pontapé em José Serra, o Lula palanqueiro escolhe candidatos a prefeito, vereador ou síndico. Fechou negócio com Paulo Maluf, aposentou Marta Suplicy por antiguidade, botou na cabeça que Fernando Haddad deve governar São Paulo, arrumou confusão com o PSB, decidiu que Humberto Costa será o derrotado no Recife e Patrus Ananias merece naufragar em Belo Horizonte. Pelo andar da carruagem, o PT amargará o maior fracasso eleitoral desde a fundação. E nem assim os companheiros ousam discordar do intuitivo genial.

Quem manda é ele, o oráculo infalível, o guia incomparável, o Cara. Por isso se mete em tudo e deve ser ouvido por todos. É sempre dele a última palavra. Sem o aval do mestre, nada deve ser feito. No caso do mensalão, por exemplo, ele decidiu o que o Executivo e o Legislativo deveriam fazer para livrar da cadeia os culpados. E avisou que cuidaria de enquadrar os ministros do Supremo.

Não deu certo, comprovam a fila dos condenados e as revelações de Marcos Valério divulgadas por VEJA. O Lula retratado pelo diretor-financeiro do bando não surpreendeu ninguém. Ele continua fingindo que, pela primeira vez na vida, não soube de nada, não se meteu em nada. Nem desconfiou do que ocorria na sala ao lado. Quem o conhece sabe que, como sempre, o chefe foi Lula.

Augusto Nunes