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Segurança pública: Suspeito de mandar matar PMs em SP diz ter recebido ordem de facção

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.Polícia prende suspeito de ordenar mortes de PMs em SP

O suspeito de ordenar mortes de policiais militares em São Paulo, preso na tarde desta quarta-feira, disse que recebeu a ordem de chefes do PCC. Em depoimento à Polícia Civil, ele disse que a facção deu dez dias para que ele matasse cinco policiais. Essa era a condição para que ele tivesse dívidas perdoadas.

O suspeito não cumpriu o prazo e teve mais 30 dias para matar os PMs. O limite para os assassinatos acabaria no fim deste mês, segundo a polícia.

Leandro Rafael Pereira da Silva, o Léo Gordo, 28, disse que a facção criminosa afirmou que os crimes eram uma retaliação às injustiças praticadas pela Rota (a tropa de elite da Polícia Militar). Os policiais teriam matado diversos integrantes do PCC.

Em um vídeo gravado pela Polícia Civil, Silva assumiu ter ordenado os crimes contra os policiais militares. Ele também disse que passou a gerenciar o tráfico de drogas no Campo Limpo, na zona sul, após sair da prisão no fim de julho.

Silva afirmou ter mandado outras pessoas, conhecidos como "soldados", matarem os policiais. Welligton Viana Alves, o Baré, 32, foi apontado pelos policiais como "cavalo", responsável por dirigir os veículos após os crimes. Ele também era o braço direito de Silva no comando do tráfico de drogas no Campo Limpo.

Durante depoimento, Silva afirmou ser dono de uma empresa de transporte executivo. Já Alves disse ter uma fábrica de molduras. Ambos tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça.

Ambos são suspeitos de participar da morte de dois PMs em outubro. O cabo da Polícia Militar Renato Ferreira da Silva Santos, 29, morreu no dia 4 de outubro, no Jardim Arpoador, zona oeste. Flávio Adriano do Carmo, 45, policial do 3º Batalhão de Choque, foi morto no dia 13 do mesmo mês no Capão Redondo, zona sul.

De acordo com o delegado Celso Marchiori, titular da 5ª Delegacia do Patrimônio, a dupla tentou matar um policial da Rota. O policial seria executado em uma padaria, mas foi alertado por investigadores minutos antes dos suspeitos executarem o plano.

"A gente ligou para ele [policial] e pedimos para que ele saísse de lá imediatamente. No começo ele não acreditou, mas quando mostramos as escutas telefônicas e os suspeitos comentando que o plano tinha dado errado, percebeu que teve a vida salva", disse Marchiori.

Investigações

A Polícia Civil disse ter identificado a dupla quando investigavam uma quadrilha suspeita de assaltos a caixas eletrônicos. Em algumas interceptações telefônicas, Silva teria aparecido como o chefe do bando e foi investigado individualmente.

Com eles, os policiais da 5ª Patrimônio (Delegacia de Investigações sobre Roubo a Bancos) do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) apreenderam uma pistola 9mm, um revólver calibre 38, um colete à prova de balas, uma pistola calibre 9mm, que tem as mesmas características das armas usadas para executar os PMs, e drogas.

.Polícia apreende armas e colete à prova de balas com suspeitos de ordenar matar PMs em SP

A polícia disse que já identificou outras cinco pessoas suspeitas de participar da quadrilha de Silva.

Os assassinatos dos policiais serão investigados pelo DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa). Os suspeitos foram indiciados sob suspeita de tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, porte ilegal de armas e homicídio.

Folha Online

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Uma resposta

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  1. Criminoso quer queiramos ou não, tem sempre a mais deslavada invenção para sua criminosa ação. Os caras criam mirabolantes desculpas e nem percebem que a partir do momento que enveredaram pela trilha do crime, assinaram sentença de prisão ou de morte, pois é milenar o refrão: o crime não compensa!
    Ora! O sujeito tem divida com o staf da criminalidade e sabe que essa divida é paga com sangue. Recebe a proposta de quitá-la com sangue de agentes do estado.Trocou 6 por meia duzia, porque mais cedo ou mais tarde o estado descobirá quem é ou quem são os autores dos delitos e, quando apanhado pelos códigos e o bandido vomita, no caso, de quem cumpria a orientação, incorreu em outro fatal deslize: entregou o comparsa na bandidagem e por consequencia entrou num beco sem saida e com teto baixo, assinando a promissória de encerramento de sua história.

    Lúcio Reis

    17 de novembro de 2012 at 00:20


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