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Archive for agosto 3rd, 2014

Brasil é ‘cemitério de obras com sobrepreço’, diz Aécio sobre PAC

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MUDA BRASIL
Aécio Neves, com Geraldo Alckmin, discursa em evento em São José dos Campos, SP

O senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República, afirmou neste domingo (3) que "o Brasil se transformou em um gigantesco cemitério de obras inacabadas e com sobrepreço". A crítica do tucano foi dirigida ao atraso em projetos do governo federal.

Levantamento feito pela Folha com base no balanço oficial dos primeiros quatros meses de execução da primeira versão do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), lançada em 2007, mostra que dos 101 projetos destacados pelo Planalto como mais importantes, 27 não foram concluídos e quatro foram abandonados.

Os projetos mais relevantes do PAC 1 custariam aos cofres públicos R$ 156 bilhões, de acordo com as estimativas iniciais. Atualmente, esse valor já está em R$ 272 bilhões.

Apesar disso, o governo já prepara uma terceira versão do PAC, embora não haja ainda anúncio oficial sobre o formato do programa.

Em discurso para aliados em São José dos Campos (a 97 km de São Paulo), Aécio fez ataques à política econômica do governo, disse que o Brasil vive clima de "insegurança" e que o PT "fracassou na gestão do Estado".

"Fracassaram também na melhoria dos nossos indicadores sociais", disse, criticando a posição do país em rankings internacionais de saúde e educação.

O mineiro estava acompanhado de representantes tucanos no Estado, entre eles o senador e candidato a vice Aloysio Nunes, o ex-governador de São Paulo e candidato ao Senado José Serra e o governador Geraldo Alckmin.

Em compromisso de campanha, eles fizeram passeata pelo mercado municipal da cidade. Comeram pastel na barraca de um dos comerciantes, conversaram com vendedores e se dirigiram para o diretório municipal do partido, onde foi montado palanque para convidados.

Folha Online

Aloysio Nunes: Ação de Dilma em CPI chapa branca da Petrobras será apurada

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O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice na chapa presidencial do tucano Aécio Neves, afirmou que seu partido irá apurar as responsabilidades da presidente Dilma Rousseff na denúncia de que seu governo e lideranças do PT teriam treinado os principais depoentes da CPI da Petrobras que investiga contratos superfaturados da estatal, como a compra de uma refinaria em Pasadena, nos EUA. "Vamos apurar, pelo menos, a responsabilidade moral de Dilma neste episódio", garantiu.

O senador tucano, que participou neste domingo de agenda da campanha de Aécio Neves, em São José dos Campos (SP), disse que é preciso investigar a presidente Dilma neste episódio porque "é impossível que ela não soubesse que estava se armando este crime contra uma instituição da República". Aloysio disse que já conversou com o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM e coordenador-geral da campanha de Aécio Neves à Presidência da República, e as ações serão impetradas conjuntamente pelo PSDB com os partidos de oposição, como o Democratas.

"Vamos já nesta segunda-feira entrar com várias representações", destacou. E citou que algumas dessas representações serão contra "os funcionários do Senado que participaram deste conluio, contra os parlamentares que agiram como bonecos de um teatro de marionetes e contra os funcionários da Secretaria de Relações Institucionais". Ao falar da secretaria, o senador do PSDB disse que o titular da pasta, ministro Ricardo Berzoini, "já esteve implicado no escândalo dos aloprados", suposto dossiê confeccionado por lideranças petistas contra os candidatos tucanos nas eleições gerais de 2006.

Afastamento do relator

Aloysio Nunes defendeu, ainda, o afastamento do relator da CPI da Petrobras no Senado, José Pimentel (PT-CE), "porque ele foi uma das peças-chave dessa armação". E considerou muito grave a denúncia, divulgada pela revista Veja, porque no seu entender ela representa uma fraude contra uma instituição do Congresso Nacional. "Imagino se isso acontecesse no congresso norte-americano, o que o presidente do Senado dos EUA faria?", indagou, cobrando também providências de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado brasileiro.

A denúncia da revista Veja desta semana, informando que o governo e lideranças do PT teriam passado previamente para os principais depoentes da CPI da Petrobras, dentre eles a presidente Graça Foster e outros ex-diretores da estatal, perguntas que seriam feitas por parlamentares, com o intuito de combinar as respostas, tem como base um vídeo de uma reunião entre José Eduardo Sobral, chefe do escritório da Petrobras em Brasília, com o advogado da empresa, Bruno Ferreira, além de outra pessoa não identificada. A comissão de inquérito foi aberta no primeiro semestre deste ano depois de denúncias sobre contratos superfaturados da Petrobras, incluindo a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.

Para Aloysio Nunes Ferreira, essa "armação é uma confissão de culpa da Presidência da República, com relação a todos os desmandos ocorridos na Petrobras". Segundo ele, o governo vem procurando "abafar esses escândalos de todas as formas". E disse que o episódio representa algo "muito feio, pois é como um estudante que vai para o exame levando cola".

Estadão Online

Aécio em Porto Alegre: ‘Basta desse desgoverno’

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CHEGOU A HORA DE MUDAR
Aécio e Ana Amélia reúnem milhares de pessoas no ginásio do Gigantinho

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez críticas ao PT e à campanha da presidente Dilma Rousseff em comício na tarde deste sábado na capital gaúcha, ao lado da senadora Ana Amélia Lemos, que concorre ao governo do Rio Grande do Sul pelo PP, aliado dos tucanos no Estado. "Foi dada a largada para a campanha da decência e da dignidade", disse o senador aos militantes no ginásio Gigantinho. "Basta desse desgoverno, chega de tanta irresponsabilidade."

Em outro momento, Aécio afirmou que o PSDB não fará campanha com ataques covardes a quem quer que seja, mas sim "com propostas para mudar o Brasil". Em um discurso inflamado, o mineiro falou que seus adversários não têm limites nas armas que usam para ficar no poder. "A cada ataque e mentira que contarem sobre nós, vamos falar a verdade sobre eles", falou.

Na coletiva de imprensa concedida antes do comício em Porto Alegre, Aécio havia concentrado as críticas à política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff. De acordo com a organização do evento, estavam presentes cerca de 8 mil pessoas.

Depois de Aécio foi a vez de Ana Amélia discursar no comício. De acordo com as pesquisas de intenção de voto, ela lidera a disputa no Rio Grande do Sul, na frente do atual governador, Tarso Genro (PT), que tenta a reeleição. "Daqui até a eleição temos a missão de levar o nome de Aécio para todos os rincões", afirmou Ana Amélia.

No final de sua intervenção, ela fez Aécio se emocionar ao dizer que desejava que, no Dia dos Pais, no próximo domingo, o tucano fosse presenteado com a saída de seu filho Bernardo do hospital. O bebê nasceu no dia 8 de junho, prematuro, no Rio de Janeiro, e permanece na incubadora. Sua irmã gêmea, Júlia, já está em casa.

Estadão Online