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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Honduras: Lula reafirma que não reconhecerá eleições

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Zelaya diz para Lula: ‘Olha o tamanho da naba que eu tô deixando pro Brasil’. Amigos para sempre

Se havia divergências entre membros do governo brasileiro sobre Honduras, a palavra final foi dada. Antes mesmo de saber o resultado da votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem, em Estoril, Portugal, que o Brasil não reconhecerá o presidente eleito ontem. Para Lula, trata-se de "firmar posição contra um processo eleitoral coordenado por golpistas".

As declarações foram feitas em rápida entrevista durante sua chegada a Portugal para a Cúpula Ibero-Americana, que começa hoje. Lula disse ter discutido o tema com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que está em Genebra, na Suíça, para uma cúpula da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"No caso de Honduras, tive uma conversa com o (chanceler) Celso Amorim e lhe disse que o Brasil não tem por que repensar nada", afirmou. "Precisamos, às vezes, manter nossas convicções sobre as coisas, porque isso serve como alerta para outros aventureiros."

Lula argumentou que o processo eleitoral hondurenho foi coordenado por um governo golpista, o que é "inadmissível". Ele afirmou que alguns países poderão reconhecer o futuro governo hondurenho, mas não acredita que isto signifique que haja "divisão" na América Latina. Agência Estado

Crise em Honduras: Zelaya pede que seguidores saiam às ruas por sua restituição

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O zumbi a procura de apoio para voltar ao poder ainda está fazendo politicagem na nossa embaixada

O presidente deposto de Honduras; Manuel Zelaya, fez um apelo para que seus seguidores saiam às ruas para pressionar o Congresso pela sua restituição nesta quinta-feira, 5, quando vence o prazo previsto para a formação de um governo de união nacional.

Sob supervisão da OEA, Zelaya e o presidente do governo de facto, Roberto Micheletti, deverão nomear um gabinete de transição responsável por governar Honduras até janeiro, quando o novo governo, eleito no dia 29, assumiria. A instalação do governo de unidade faz parte do pacto assinado entre os rivais para encerrar o impasse político no país. O campo zelaysta ameaça não mais reconhecer o acordo, caso o presidente deposto não seja restituído. Representantes do governo de facto, por outro lado, rejeitam a ameaça e dizem que cabe exclusivamente ao Congresso decidir se Zelaya retorna à presidência.

No entanto, ainda não foi convocada uma sessão plenária e na terça-feira foi solicitada a opinião da Corte Suprema de Justiça, do Ministério Público, da Procuradoria e do Comissário Nacional de Direitos Humanos sem dar um prazo para resposta. Zelaya quer que o Congresso convoque uma sessão nesta quinta para decidir sobre sua restituição. Estadão Online

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5 de novembro de 2009 at 09:00

Opinião do Estadão: Acordo em Honduras

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Zelaya e o embaixador americano Thomas Shannon: Acordo para o zumbi terminar o mandato

Em pouco mais de 48 horas de negociações, a missão norte-americana em Honduras, chefiada pelo secretário-assistente de Estado para Assuntos Hemisféricos, Thomas Shannon, que é o embaixador designado para o Brasil, conseguiu o que as organizações multilaterais, inclusive a OEA, não obtiveram em quatro meses. O acordo mediado por Shannon e assinado pelos representantes do presidente de facto Roberto Micheletti e do presidente deposto Manuel Zelaya estabelece as bases para o retorno à democracia naquele país e, de tal forma, que nenhum dos lados poderá dizer que saiu vitorioso. Micheletti teve de admitir que a volta de Zelaya à presidência seja decidida pelo Congresso – onde as probabilidades favorecem o presidente deposto – e não pela Suprema Corte – que provavelmente mandaria Zelaya para a cadeia. Mas tem a seu favor o fato de ter liderado um movimento que impediu que Zelaya violasse dispositivos pétreos da Constituição numa tentativa de permanecer no poder. Observe-se que os chamados "golpistas" agiram dentro da lei, até que os militares encarregados de cumprir o mandado de prisão emitido pela Suprema Corte contra Zelaya exorbitaram e o expulsaram do país.

Zelaya, por sua vez, deverá ser reinvestido no cargo, mas apenas para concluir o seu mandato. Manterá suas funções cerimoniais, mas o poder de fato será exercido por um gabinete de união e conciliação nacional. Além disso, Zelaya foi obrigado a se comprometer a não tentar, de novo, mudar as cláusulas pétreas da constituição que proíbem a reeleição.

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2 de novembro de 2009 at 11:54

Crise em Honduras: Volta de Zelaya se distancia com fracasso de diálogo

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Honduras: Membros da delegação do Centro Carter reunidos Manuel Zelaya na embaixada do Brasil

As possibilidades de o presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, voltar ao poder foram quase sepultadas nesta sexta-feira depois que seus representantes abandonaram a mesa de negociações acusando o governo de facto de não ter intenções de chegar a um acordo.

As conversações para encontrar uma saída à crise, que mantém Honduras paralisada há quatro meses, pareciam condenadas depois que o governo de facto rejeitou na quinta-feira um ultimato dos representantes de Zelaya para permitir sua restituição.

Zelaya acusa o governo do presidente de facto, Roberto Micheletti, de querer prolongar indefinidamente o diálogo a fim de ganhar tempo para as eleições de 29 de novembro, quando o regime esperar virar a página da crise.

"Parece um insulto continuar perdendo tempo. Não existe a mínima vontade política (do governo de facto) de arrumar o problema", disse Zelaya à Rádio Globo desde a embaixada brasileira, onde permanece abrigado desde que voltou clandestinamente ao país, há um mês. O Glogo Online

Foto: Jornal El Heraldo

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24 de outubro de 2009 at 01:19

Então tá! – Lula reafirma que Zelaya deve ser reintegrado como presidente

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Lula na Nigéria: O bocó deveria dar um pulinho em Honduras e falar isso para o povo daquele país. Tanso!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou hoje que o chefe de Estado deposto hondurenho Manuel Zelaya deve ser reintegrado no cargo e afirmou que "os golpistas devem perceber o mal que estão fazendo à democracia" tanto na América Central quanto no resto da região.

Durante um ato junto ao presidente da Nigéria, Umaru Yar’Adua, que faz visita oficial a Brasília, Lula reiterou sua condenação à deposição de Zelaya e afirmou, citando uma frase que atribuiu ao líder africano, que "não há golpes (de Estado) para bem".

Lula destacou também a "importância" dos "esforços" de todos os países latino-americanos para devolver a "normalidade" a Honduras no prazo mais rápido possível.
O Brasil condenou o golpe desde o começo e mantém em Brasília seu embaixador em Tegucigalpa.

O país também suspendeu diversos programas de cooperação que mantinha com Honduras e que, segundo Lula, só serão retomados quando Zelaya voltar ao poder. Agência EFE

Foto: Ricardo Stuckert – Secom/PR – (editada)

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29 de julho de 2009 at 18:24

Crise em Honduras: Manifestações em apoio a Zelaya diminuem na fronteira

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Honduras: Milhares de hondurenhos em San Pedro Sula ratificaram seu apoio ao “golpista” Roberto Micheletti

Partidários do presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya começaram a ir para casa no domingo, deixando a fronteira com a Nicarágua e enfraquecendo os protestos em apoio à sua volta ao poder depois que um golpe de Estado o derrubou no mês passado.

Tropas hondurenhas mantiveram guarda em pontos-chave de acesso à região e impediram que milhares de manifestantes fizessem protestos na fronteira em apoio ao presidente esquerdista exilado na Nicarágua.

A dez quilômetros da fronteira, 100 manifestantes assustados se reuniam na pequena cidade cafeicultora de El Paraíso. É uma imagem muito diferente das manifestações de massa que Zelaya havia convocado.

Lilian Ordonez, uma professora de 29 anos, veio com um comboio de dez carros numa tentativa de alcançar a fronteira. Apenas seis automóveis passaram dos pontos onde comandos militares checavam os carros. Estadão Online

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26 de julho de 2009 at 19:00