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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Continuem votando no PT: Obra de duplicação já demora 8 anos

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Obra de 348 km da BR-101 começou a sair do papel em 2005, com previsão de estar concluída em 2007, mas até hoje não terminou

Obras da ponte de Cabeçuda, Laguna, SC, KM 312 da BR-101 Sul: A previsão para conclusão é o ano de 2016. Mas quem acredita?

Prometida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na campanha eleitoral de 1994 e anunciada em 1997, a duplicação dos 348 quilômetros do trecho sul da BR-101, entre Palhoça (SC) e Osório (RS), só começou a sair do papel em 2005, já no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com a previsão de que estaria terminada em 2007. Passados oito anos desde o início da obra, a pista ainda não está pronta e o fluxo de veículos emperra em dois túneis e uma ponte que só serão licitados neste ano.

Estudos da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) indicam que a rodovia só poderá ser dada como pronta em 2017 e os prejuízos decorrentes da demora para a economia regional chegam a R$ 32 bilhões. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) calcula um tempo menor, mas admite que pelo menos uma das obras, o túnel do Formigão, pode se estender até 2016.

Os 99 quilômetros do trecho gaúcho da duplicação estão prontos desde março de 2011, quando a ponte sobre o Rio Três Forquilhas foi aberta ao tráfego. Os gargalos que mais atrasaram a obra estão no trecho maior, de 249 quilômetros, em território catarinense. Um deles, sempre citado como o grande nó da duplicação, é o Lote 29, um trecho de 28 quilômetros entre Araranguá e Sombrio, que, de certa forma, resume os problemas que acabam estendendo o prazo de conclusão de projetos semelhantes.

Um dos primeiros motivos para o atraso foi a mobilização da comunidade de Araranguá, dividida entre os que queriam o traçado do projeto, com duplicação seguindo a pista atual, e os que preferiam um contorno a oeste da cidade. Depois de meses de debates, o Dnit optou pela mudança do traçado, com construção de um trecho de via elevada sobre o Rio Araranguá e outro em aterros. Quando a obra estava em execução, foi paralisada por duas vezes. Duas construtoras não cumpriram o cronograma, gerando mais atrasos, e foram afastadas da obra pelo Dnit. O terceiro consórcio está tocando a duplicação e deve entregar o trecho até maio deste ano.

Demora

O presidente da Associação Empresarial do Vale do Araranguá (Aciva), Alceu André Hübbe Pacheco, admite que, além dos problemas do Dnit com as construtoras, a mobilização da comunidade também atrasou o projeto, mas destaca que, de agora em diante, com a elevada, as enchentes não vão mais isolar o Sul do restante do País.

A demora, reconhece Pacheco, acabou sendo maior que a esperada, e forçou muitos moradores a mudarem de hábitos. Ele próprio trocou as viagens a Florianópolis para visitar filhos das sextas-feiras à tarde, horário de engarrafamentos, para as quintas-feiras. "O que nos preocupa é que pode estar ocorrendo um desalento dos investidores", avalia, ao comentar as consequências econômicas da dilatação dos prazos de conclusão.

Outros moradores da região também passam por situações incômodas enquanto a obra não fica pronta. O caminhoneiro Jorge Luiz Costa, de Laguna, conta que já foi obrigado a entregar cargas com atraso por ficar preso em engarrafamentos de até cinco quilômetros. "Isso tudo atrapalha e bastante", afirma, referindo-se à sua atividade.

Residente em Florianópolis, o militar Gilson Sardá usa quase todo o trecho catarinense da BR-101 Sul para visitar familiares em Passo de Torres, no sul do Estado, e acostumou-se a consultar a Polícia Rodoviária Federal antes de ir para a estrada. Quando é informado de engarrafamentos, adia a viagem. "Depois da duplicação poderemos pensar que valeu a pena o sacrifício, mas agora a obra está bem atrasada", comenta.

O presidente da Federação dos Caminhoneiros Autônomos dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Fecam), Éder Dall’Lago, diz que "é uma vergonha" a BR-101 Sul ainda não estar concluída. Ele também pede a duplicação da BR-116, uma espécie de paralela da BR-101, mas com traçado sinuoso pela serra. Segundo ele, o governo incentiva a venda de automóveis, "mas esquece de dizer onde os veículos vão passar".

Estadão Online

Roubalheira nos Transportes: Petista controla obra na BR-101 com histórico de 268 aditivos e custo de quase R$ 2 bilhões

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Hideraldo Caron, petralha do Dnit: Num contrato para duplicação de um trecho da BR-101 em Morro Alto (RS) a obra, inicialmente orçada em R$ 157 milhões, chegou a R$ 272,6 milhões, após o contrato passar por 20 termos aditivos

Por Roberto Maltchik e Fábio Fabrini, O Globo

Controlada pelo diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, o petista gaúcho Hideraldo Caron, a obra de duplicação da BR-101, entre Palhoça (SC) e Osório (RS), trecho de 348 quilômetros de extensão, acumula histórico de 23 contratos, assinados nos últimos seis anos, e a marca de 268 termos aditivos que aumentaram o preço do empreendimento em pelo menos R$ 317,7 milhões. O governo já gastou na obra – considerada a mais importante da última década no Sul do Brasil, devido à relevância para o turismo e o escoamento de cargas – quase R$ 2 bilhões, com muitas suspeitas de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A conta deve crescer com a inclusão de pontes e túneis que ainda nem foram licitados. Apenas uma dessas obras que estão no papel – a construção da ponte sobre o canal Laranjeiras (Laguna, SC) – foi contratada por R$ 596 milhões. Falta, no entanto, o licenciamento ambiental. Atualmente, a previsão dos técnicos da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) é que o empreendimento não esteja concluído antes de 2015.

Apadrinhado de Ideli teria mantido trechos parados

No Rio Grande do Sul, os trabalhos na BR-101 estão praticamente concluídos. Em Santa Catarina, onde os serviços estão longe do fim, técnicos do governo do estado, parlamentares e especialistas do setor privado reclamam que o superintendente do Dnit, João José dos Santos, apadrinhado da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, manteve trechos parados por até dois anos. Como resultado, além do atraso, criou-se um emaranhado de trocas de empreiteiras, que se alimentam dos incessantes termos aditivos. No Rio Grande do Sul, os valores também foram “chutados” para o alto.

O caso mais simbólico ocorreu no contrato para duplicação de um trecho da BR-101 em Morro Alto (RS). A obra, inicialmente orçada em R$ 157 milhões, chegou a R$ 272,6 milhões, após o contrato passar por 20 termos aditivos. A assinatura do 12º termo aumentou em 73% o valor originalmente previsto para construção de túneis, o que, segundo os auditores do TCU, fere o limite de 25%, fixado na Lei 8.666 (Lei de Licitações).

Os técnicos do tribunal constataram que o Dnit fez estudos geológicos insuficientes. Como resultado, o projeto impreciso resultou no aumento exorbitante.

Conclusão está prevista para meados de 2012

Com conclusão prevista [segundo o Dnit] para meados de 2012, esse trecho, diz a Fiesc, é o pior: "Atualmente trata-se do segmento mais crítico das obras de duplicação, com grande número de obras de arte (viadutos, pontes) paralisadas e/ou não iniciadas, que poderá comprometer a segurança e o prazo ora previsto".

Em nota ao GLOBO, o Dnit informa que a elevação de R$ 120 milhões do trecho de Morro Alto ocorreu porque o projeto teve que ser adequado para a execução de um túnel. Sobre o salto do contrato de supervisão, o órgão argumenta que ocorreu "em função das prorrogações de prazo para conclusão".

Sobre o aumento de mais de R$ 300 milhões em aditivos na mesma obra, o Dnit argumentou: "Em relação aos aumentos de valor, correspondem aos acréscimos de quantitativos necessários para a plena execução do objeto. Dependendo da complexidade da obra e das condições locais de cada empreendimento, é que se apresentam ou não aumentos de quantitativos e, por consequência, aumento de valor".

China inaugura ponte de 42 km, a mais longa do mundo, e a virtual ponte estaiada da Cabeçuda no Brasil com 2,6 km

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A China inaugurou nesta quinta-feira, 30, a ponte sobre a água do mar mais extensa do mundo, informou a televisão estatal chinesa. A ponte da Baía de Jiaozhou tem 42 quilômetros de extensão e liga o porto leste de Qingdao com a ilha de Huangdao e teve investimento de U$ 2,3 bilhões, que inclui um túnel submarino.

De acordo com a emissora, a estrutura passou por testes na segunda-feira, 27. A ponte e um túnel submarino foram abertos para o trânsito na quinta. A construção da obra levou pouco mais de quatro anos, desde maio de 2007. A ponte é sustentada por mais de 5 mil pilares.

Segundo o livro dos recordes Guinness, a ponte sobre a água que era até então a maior fica no lago Pontchartrain, na Louisiana, nos Estados Unidos. A obra chinesa é 4 quilômetros mais extensa que a recordista anterior. Estadão Online

Veja as fotos


Obras de duplicação da BR-101 Sul na região de Laguna – Ponte estaiada da Cabeçuda

Enquanto isso, aqui pelas bandas do Sul do Brasil, mais precisamente na região de Laguna, Santa Catarina, uma ponte estaiada sob o canal de Laranjeiras, que não sai do papel e de maquetes virtuais, com extensão de 2,6 quilômetros custará, segundo dados não oficiais do DNIT, em valores de hoje, cerca de R$ 597 milhões, fora os aditivos e as comissões dos bucaneiros que fazem plantão nesse governo safado do PT.

Em dólar, pela cotação de 30/06/2011, a suposta ponte da Cabeçuda vai consumir U$ 383 milhões. Ou seja: cada quilômetro da obra que não tem data para iniciar nem para terminar, custará a bagatela de U$ 147,1 milhões, ou R$ 229,6 milhões por quilômetro.

Nem vou perder tempo fazendo as contas (por quilômetro) da obra da China porque vai me dar vontade de chorar!

Tem como levar essa gente a sério?

Vergonha: Relatório do Dnit sobre a duplicação da BR-101 em Santa Catarina aponta atrasos e falta de prazos

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O contorno de Araranguá, 54 quilômetros de pavimentação, duas pontes e 17 viadutos são as obras que faltam para terminar a primeira etapa da duplicação da BR-101 Sul no Estado. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) prevê concluir, até o final de 2012, toda essa demanda, conforme o segundo relatório mensal, que será entregue na manhã desta segunda-feira na Assembleia Legislativa.

No documento a que o DC teve acesso com exclusividade, o mais intrigante é a inexistência de prazos no relatório para construir os três últimos gargalos da duplicação: os túneis do Morro dos Cavalos, em Palhoça, e do Formigão, em Tubarão, além da ponte sobre o Canal de Laranjeiras, em Laguna. Antes do relatório, o Dnit prometia terminar essas obras, que ainda não têm empresas contratadas, em junho de 2014. Isso pode ser um sinal de que a ampliação da rodovia se arrastará por mais tempo.

Descaso e incompetência nas obras de duplicação da BR-101 Sul: Lote 25 – O estado de conservação da ponte sobre o Rio Capivari de Baixo é precário e coloca em risco a vida de motoristas e pedrestres

A situação mais complicada é o lote 25, entre Itapirubá e Rio Capivari, onde as obras foram paralisadas por três anos, por problemas financeiros do consórcio. Até maio, foram pavimentados 43,18% do trecho. Dos nove viadutos, quatro estão em obras ou nem foram iniciados. De acordo com o Dnit, tudo fica pronto em um ano.

Veja os prazos para a conclusão das construções

Também não foram pavimentados nove dos 28,5 quilômetros do lote 22, entre Palhoça e Rio da Madre. Precisa ficar pronto até dezembro deste ano. Pouco tempo, se for levado em conta que dois terços da área foram asfaltados em cinco anos. Conforme a análise feita por técnicos da Federação das Industrias de Santa Catarina (Fiesc), com base no primeiro relatório mensal da duplicação – do mês de abril –, a pior situação está entre o Bairro Enseada de Brito e Morro dos Cavalos, com dois quilômetros de extensão a serem pavimentados. O estudo também será apresentado hoje na Assembleia Legislativa.

A boa notícia é sobre o lote 29, entre Araranguá e o Rio da Laje – Sombrio. É o mais atrasado mas, depois que o quarto consórcio assumiu a obra em setembro, o resultado melhorou. As empresas Construcap/Ferreira Guedes/MAC já fizeram 2,9 quilômetros da base para a pavimentação dos 5,7 quilômetros do contorno de Araranguá e 40% da infraestrutura do viaduto duplo. O objetivo é entregar a obra até o final de 2012.

Trechos importantes para salvar vidas

O contorno de Araranguá é importante para evitar acidentes ao afastar o fluxo de carros e caminhões da área urbana. A rótula que corta a localidade de Mato Alto, no km 413, é considerado o ponto fatal. No canteiro, cruzes de madeiras lembram o manifesto dos moradores há seis meses, após dois acidentes, que vitimaram um motociclista de 21 anos e um casal de idosos.

— Esse contorno já devia estar pronto. Todas as semanas tem acidentes. Os carros passam em alta velocidade e muita gente atravessa a rodovia — afirma o comerciante, José Ávila, de 55 anos.

O presidente do Fórum Parlamentar Catarinense Edinho Bez (PMDB), que é do Sul do Estado, diz que os deputados não estão satisfeitos com os atrasos da duplicação, mas ressalta que após a reunião com o Dnit em Brasília, no mês de abril, o órgão se mostrou mais dedicado e cumpriu a promessa de enviar relatórios mensais do andamento das obras da BR-101.

— Reconheço a melhora na relação do Dnit com Santa Catarina depois que começamos a colocar pressão — diz Bez.

De acordo com o presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, Valmir Comina (PP), de posse do segundo relatório, os deputados vão acompanhar a Fiesc nas vistorias deste mês. Diário Catarinense

Então tá: Definida a empresa que fará a ponte de Laguna para o término da duplicação da BR-101

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A ponte estaiada da Cabeçuda: Só acredito quando essa onça passar por cima da minha cabeça

Considerada uma das obras mais complexas para o término da duplicação da BR-101 Sul em Santa Catarina, a ponte sobre o canal de Laranjeiras, em Laguna, será construída pelo consórcio Camargo Corrêa/M.Martins/Construbase.

O grupo de empresas venceu a licitação ao apresentar proposta de R$ 597,2 milhões —o valor máximo não poderia ultrapassar R$ 605,4 milhões.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) revelou na quarta-feira, por meio de sua assessoria de imprensa em Santa Catarina, que a expectativa é começar a obra até o final deste semestre. O prazo para a conclusão da ponte, na comunidade de Cabeçudas, é de três anos.

O resultado da concorrência pública foi publicado no dia 3 deste mês, no Diário Oficial da União. O consórcio Camargo Corrêa/M.Martins/Construbase levou vantagem sobre a proposta do consórcio Nova Ponte (formada pelas empresas OAS e Norberto Odebrecht), que foi de R$ 601,2 milhões, e da construtora Queiroz Galvão, de R$ 602,4 milhões.

A ponte será estaiada — ligando cabos a duas torres — e terá 2,8 quilômetros, quatro pistas e acostamento. Segundo o Dnit encerra-se nesta quinta-feira o prazo para que as outras empresas entrem com recurso. Se não houver questionamentos, será aberto prazo de 30 dias para a parte burocrática da contratação. O Dnit acredita que o consórcio vencedor comece o estaqueamento antes de julho.

Nova concorrência para a fiscalização

Para as obras será necessária a contratação de outra empresa que fará a fiscalização. Isso também sairá em concorrência pública. Mas, conforme o Dnit, esse processo não travará o começo da construção da ponte.

O trecho para a obra de Laguna está dividido em dois lotes. O da ponte é o lote 2. O lote 1 é o da duplicação de 5,1 quilômetros e construção de três viadutos, uma passarela e duas passagens para animais.

Até agora, apenas o resultado da habilitação à concorrência do lote 1 foi conhecido. Das 17 inscritas, o Consórcio Gaissler/Tengel e as empresas, Blokos e Bolognesi Engenharia foram desclassificados.

A última entrou com recurso, que ainda não foi julgado. A próxima etapa será a data para a abertura das propostas, que não podem superar o valor de R$ 71 milhões.

O Dnit informou que o começo do lote 2 não dependerá do lote 1. A ponte em Cabeçudas é obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem recursos garantidos. Além de ser necessário para a conclusão da duplicação, o investimento é tido como de importância para o incremento turístico da região Sul — principalmente pela valorização da arquitetura da travessia.

Mas para a duplicação ficar pronta em 2014, como prometeu a presidente Dilma Rousseff, será necessário tempo bom e que não haja novos imprevistos. Menos otimista um estudo da Fiesc diz que a duplicação não acaba antes de 2015.

O projeto de Laguna será dividido em quatro etapas. Primeiro será feita a fundação no solo embaixo da ponte. As escavações terão 2,5 metros de diâmetro e serão protegidas por camisas metálicas. A mais profunda de todas ficará a 75,8 metros de profundidade.

As estacas serão armadas com vergalhões de concreto e, depois, preenchidas com concreto. Serão quatro equipes trabalhando ao mesmo tempo, em pontos diferentes da ponte.

A segunda etapa da obra será a construção dos pilares de concreto. Numa terceira fase, será feita a colocação dos mastros, com 50 metros de altura em relação ao pavimento da ponte.

Em cada lado dos mastros serão instalados 15 cabos, totalizando 60, que terão a função de sustentar e dar equilíbrio à estrutura. Por último, a obra entra em fase de acabamento, quando são colocadas as proteções laterais, pavimentação e pintura de faixas. Diário Catarinense

Santa Catarina: Queda de barreira interdita totalmente BR-101 no Morro dos Cavalos

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Essas imagens foram gravadas no dia de ontem (sábado), às 08h52m, quando me deslocava de Florianópolis para Laguna, trajeto esse que faço com frequência somente aos domingos.

O vídeo mostra todo o percurso que abrange o Morro dos Cavalos (BR-101/Sul em Palhoça) sentido norte/sul. A partir de 1m30s é possível visualizar como já estava o problema do deslizamento da barreira que atingia pequena parte da pista naquele horário do dia. No final da noite de sábado (22/01/2011) a estrada foi totalmente interditada.

Mais uma vez, conforme se previa, irresponsabilidade e incompetência prejudicam todo o Estado de Santa Catarina, pois essa tragédia já era anunciada desde as últimas enchentes ocorridas em 2008/2009 quando construíram uma contenção que não protege 30% da extensão de todo o morro.

altO Ministério Público precisa agir com rigor, responsabilizando diretamente o superintendente do DNIT de Santa Catarina, João José dos Santos, principal arquiteto de toda essa confusão.

Em tempo: Para quem procura alternativa para se deslocar nos dois sentidos do Estado (norte/sul – sul/norte) consulte o mapa aqui, já que o acesso via Enseada de Brito também está bloqueado.

Santa Catarina: Dnit e concessionária da BR-101 divergem sobre responsabilidade em trecho alagado em São José

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  Marginal da BR-101 em São José, próximo ao Kobrasol, alagada: Um dos maiores absurdos que já vi (*)

Quem passou na manhã desta quinta-feira pelo km 209 da BR-101 no bairro Roçado em São José, na Grande Florianópolis, viu apenas o teto de um Renault Scenic submerso em uma via paralela, nas imediações do almoxarifado do Tribunal de Justiça (TJ). No local, a pista foi totalmente tomada pelas águas.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) afirma que a responsabilidade pela drenagem no local é da empresa que tem a concessão por aquele trecho da BR-101, a Autopista Litoral Sul S/A. De acordo com o Dnit, as concessionárias tratam, além da manutenção das rodovias, das chamadas faixas de domínio, como a marginal de São José.

A Autopista, por sua vez, alegou, por assessoria, que o contrato não é explícito ao colocar a pista sob sua competência. A empresa, no entanto, disse que está discutindo o problema com a prefeitura do município. A assessoria confirmou que um novo encontro para debater o problema foi marcado para a próxima semana.

O carro submerso ficou no local por cerca de 12 horas, até ser removido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) perto das 11h30min desta quinta-feira. ClicRBS

Foto: Maurício Vieira – DC (editada)

*Qualquer chuva, seja qual for a intensidade, alaga esse trecho da marginal da BR-101. O próprio Tribunal de Justiça teve que alterar a entrada do prédio do almoxarifado, já que o acesso principal está quase que em tempo integral interditado. Até hoje a única providência que tomaram foi colocar uma bomba para a sucção (ver detalhe em vermelho na foto) que nunca vence o volume de água que se acumula no local.

Nenhuma ação visando eliminar o problema é levada a efeito. Os transtornos que a interdição daquele trecho causam no trânsito da BR-101 são enormes, uma vez que todo o tráfego proveniente dos bairros do Kobrasol, Roçado, Morro do Avaí etc, obrigatoriamente têm que utilizar da via marginal para atingir a pista principal da BR-101 (sentido norte/sul).

Enquanto o Dnit (esse mesmo que demorou mais de seis meses para indenizar um poste no Trevo da Forquilhinha) e a Autopista Litoral Sul discutem de quem é a responsabilidade sobre o trecho alagado, o cidadão se ferra em filas intermináveis e o dono do veículo submerso vai ter que arcar com todas as despesas para consertá-lo e ainda corre o risco de levar multa por ter deixado o carro “estacionado” em local proibido.

Tamos bem pra caramba!