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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Mensalão do DF: Defesa diz que Arruda só retorna ao governo de "alma lavada"

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Amigão: Arruda está esperando o Lula para lavar a alma dele e voltar ao Governo do Distrito Federal

Na véspera do julgamento do habeas corpus, o advogado Nélio Machado entregou nesta quarta-feira ao STF (Supremo Tribunal Federal) um "memorial" com o compromisso do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), em não retornar ao cargo se retomar a liberdade.

Segundo Machado, essa é uma das apostas da defesa para reverter a prisão determinada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) há 20 dias. O advogado disse que Arruda só volta ao cargo se estiver com a "alma lavada".

Machado disse acreditar que o compromisso de não voltar ao comando do Executivo pode influenciar na avaliação dos ministros sobre o pedido de liberdade.

"Estou entregando ao STF um memorial com uma manifestação clara de que o governador Arruda não volta ao governo até o final das investigações. Farei o mesmo com a Casa Legislativa entre hoje e amanhã. Esse memorial é subscrito pelo governador. No material, deixamos claro que ele só tem interesse em voltar ao governo de alma lavada", afirmou.

Para o advogado, o compromisso de ficar longe do governo terá impacto na decisão do STF. "O memorial sempre tem o poder de influenciar porque ele é uma referência para todos os ministros de como a defesa avalia toda a história. É a melhor forma de fazermos um esclarecimento", disse. Folha Online

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3 de março de 2010 at 17:35

Pau nele! – "Não vamos abraçar quadrilheiros como fez o PT", diz líder do DEM sobre Paulo Octávio

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Paulo Octávio do DF: Lugar de bandido e mensaleiro é no PT. Vai procurar a tua turma em outra frequesia!

O líder do DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC), disse hoje que o governador do Distrito Federal (DF), Paulo Octávio, ou sai do partido ou será expulso pela Executiva Nacional da sigla. Bornhausen reiterou que o mensalão não é do Democratas e que começou por um grupo de Brasília.

— Ou ele (Paulo Octávio) sai do partido ou será expulso. Esse mensalão é de um grupo de Brasília e não vamos abraçar mensaleiros, quadrilheiros, como fez o PT. Não vamos colocar para dentro do partido e fazer de conta que nada aconteceu. O Democratas já tomou seu caminho e não vamos andar com fichas sujas. Vamos cumprindo a decisão de limpar seus quadros como fizemos com Arruda (governador do DF afastado José Roberto Arruda) e com o deputado do castelo (Edmar Moreira) — garantiu Bornhausen.

— Sou a favor de uma limpeza geral. Os acontecimentos no DF são lastimáveis. O Brasil precisa de uma grande virada. Nós fazemos a nossa parte no Democratas e esperamos que a Justiça faça com outros mensaleiros o que está fazendo hoje, com razão, com aqueles que estavam no nosso partido — completou. ClicRBS

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19 de fevereiro de 2010 at 11:24

Mensalão do DF: Aliados articulam renúncia de Arruda

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Arruda e Lula: O bobalhão do DF atolou na roubalheira e se ferrou. O outro deixa o serviço sujo pra camarilha

Aliados do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), apostam em sua renúncia como saída para escapar da já acertada cassação do mandato, na Câmara Legislativa, e da prisão. Na tentativa de impedir a intervenção federal no DF e pressionar Arruda a renunciar, os deputados distritais fizeram um acordo para aprovar, na quinta-feira, o pedido de abertura de impeachment do governador licenciado. Ao mesmo tempo, com o abandono do cargo, aumentam as chances de Arruda ganhar o habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), para ser libertado.

“O recado para o Arruda já foi dado. É um sinal para ele. A Câmara não pode ficar inerte, sem dar uma punição. Espero que ele tenha bom senso”, afirmou ontem o deputado Wilson Lima (PR), presidente da Câmara Legislativa. Segundo um aliado do governador, Arruda já teria assimilado a ideia de renunciar ao cargo ainda esta semana, antes da abertura formal do processo de impeachment.

Assim que a Câmara Legislativa aprovar, depois de amanhã, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pelo menos um dos três pedidos de cassação do mandato de Arruda, ele perde os direitos políticos por oito anos, caso venha a ser condenado. A renúncia serviria para salvá-lo dessa punição. “O governador terá um período curto para se manifestar para não ter os direitos políticos cassados”, observou Lima. O deputado Raimundo Ribeiro (PSDB) fez ontem o mesmo raciocínio: “Para não perder os direitos políticos, Arruda tem um pequeno intervalo para se decidir.” Os dois deputados referem-se à possibilidade de o governador renunciar entre a decisão dos deputados e a notificação, escapando assim da perda de direitos políticos. Estadão Online

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16 de fevereiro de 2010 at 12:32

Opinião de A Notícia: Mordomias inadmissíveis

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Edinho Bez: ‘Eu não matei, não roubei. Não estou fazendo nada de ilegal’. Tamos bem pra caramba!

O uso de recursos públicos para custear lazer pessoal ou familiar ou para outros fins configura uma distorção do próprio sentido do Estado democrático. Os beneficiários desse abuso cometem um crime contra o contribuinte e promovem um desgaste das funções públicas, que não poderiam servir de oportunidade para esse tipo de corrupção. A questão volta à cena como sequela do escândalo conhecido como “a farra das passagens”, descoberto em abril deste ano, que envolveu dezenas de parlamentares.

Pois agora, na análise detalhada de mais de 70 mil notas fiscais apresentadas pelos congressistas para obter reembolso da verba indenizatória, constatou-se que alguns apresentaram recibos de resorts, hotéis-fazenda, pousadas à beira-mar e restaurantes sofisticados. A verba indenizatória, que deveria ser usada para custear gastos feitos exclusivamente em atividades legislativas, servia também para financiar lazer de luxo, em locais e dias que em nada apontavam para o trabalho de um parlamentar.

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Opinião do Estadão: A podridão no Distrito Federal

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Manifestantes distribuem panetone na frente da casa oficial de Arruda, o chefe da gangue: É muita lama!

Sempre pode ficar pior. Quando se pensava que as denúncias de corrupção no Distrito Federal (DF) tinham alcançado o seu pico nos sucessivos governos de Joaquim Roriz, eis que a Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal (PF), destampa um dos mais bem documentados escândalos do gênero no País. O governador José Roberto Arruda, o único eleito pelo DEM em 2006, é acusado de chefiar um esquema de pagamento sistemático de propinas a auxiliares diretos, membros do seu secretariado e deputados distritais, perfazendo R$ 600 mil mensais. A dinheirama vinha do caixa 2 de empresas fornecedoras do governo. Desde os tempos de Roriz, elas vinham pagando pedágio para fechar contratos, não raro superfaturados, com a administração local.

Um vídeo arrasador mostra Arruda recebendo R$ 50 mil das mãos do seu então secretário de Relações Institucionais – o título é uma preciosidade -, Durval Barbosa. Ex-policial civil, ele dirigiu no governo Roriz a Companhia de Desenvolvimento do Planalto (Codeplan) e depois, apropriadamente, foi caixa de campanha de Arruda. Os negócios da estatal chamaram a atenção do Ministério Público e motivaram a abertura de mais de 20 processos contra Barbosa. Em troca de uma condenação mais branda, ele aceitou trabalhar para a Polícia Federal, no sistema de delação premiada. Especialista em gravações clandestinas, ele ajudou a registrar a entrega da bolada a Arruda – e o desconforto deste.

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1 de dezembro de 2009 at 08:33

Opinião do Estadão: Cartão vermelho

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Suplicy no Senado: Segundo Heráclito Fortes o cartão deve ser mostrado também para o presidente Lula

O golpe de cena do senador petista Eduardo Suplicy, de sacar de um cartão vermelho para dramatizar, da tribuna onde discursava, a sua posição pela renúncia de José Sarney à presidência da Casa, foi apenas a expressão mais vistosa da persistência de uma crise que os parceiros do cacique maranhense supunham superada quando, com a inestimável contribuição do presidente Lula, impediram na semana passada o desengavetamento de qualquer das 11 denúncias e representações contra Sarney no Conselho de Ética. A realidade é que o Senado travou e não se imagina como conseguirá se recuperar sem o afastamento do seu dirigente. A tropa de choque do governismo pode intimidar os adversários no grito. Lula pode impor a sua vontade aos senadores do seu partido desconfortáveis com a operação-abafa dos pedidos de investigação das malfeitorias de Sarney. Mas nem as milícias da maioria nem, muito menos, a descarada intromissão do Planalto para assegurar a impunidade do seu aliado podem deter o esvaecimento do Senado como instituição legislativa.

"A crise não está no Senado", resumiu com propriedade o tucano Sérgio Guerra, de Pernambuco. "É o Senado." Isso porque, embora o repúdio da opinião pública ao descalabro ético encarnado na figura do obsoleto oligarca não tenha levado multidões às ruas, os senadores continuam a receber mensagens de protesto em volume tal que não os deixa resvalar para a acomodação, na proverbial paz dos cemitérios. (Segundo uma recente pesquisa, 74% dos brasileiros querem que Sarney se vá.) Obrigados, portanto, a dar um mínimo de satisfação à sociedade, ou fazem como Suplicy – que simbolizou com o lance do cartão o fato de que "o País não suporta mais tantas denúncias sem respostas à altura", como afirmou – ou fazem como os 9 membros do PSDB e do DEM no desmoralizado Conselho de Ética, renunciando aos seus cargos. Ou fazem como os integrantes oposicionistas – e do PT – no colégio de líderes da Casa. Eles boicotaram na terça-feira a primeira reunião convocada por Sarney desde a farsa no Conselho para definir a pauta dos próximos trabalhos parlamentares.

Foto: Geraldo Magela: Agência Senado

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27 de agosto de 2009 at 09:14

A zona do Senado : Flávio Arns diz que PT ‘rasgou a página da ética’

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Flávio Arns, ontem, para quem o PT tem de buscar outra bandeira, porque a da ética foi jogada no lixo

Ao felicitar a postura e a coerência do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), o senador Flávio Arns (PT-PR) disse estar envergonhado por ser filiado ao Partido dos Trabalhadores. O senador disse que o PT "rasgou a página fundamental de sua constituição, que é a ética", ao votar a favor do arquivamento, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal, das denúncias apresentadas contra o presidente da Casa, senador José Sarney.

Abaixo discurso feito pelo senador na data de ontem:

O PT tem de buscar outra bandeira, porque a ética deixou de existir, foi jogada no lixo.

Eu me envergonho de estar no PT, com esse direcionamento que o partido está fazendo. Quero dizer isso de maneira muito clara para todos os meus eleitores. Houve um equívoco. Quando entrei no partido, achava que bandeiras eram pra valer, não eram de mentira. As bandeiras que hoje movem o PT são bandeiras eleitorais, bandeiras visando a eleição do ano que vem.

Peço [a esses senadores – Ideli Salvatti, Delcício Amaral e João Pedro] que prestem conta a seus eleitores para dizer por que se posicionaram de uma maneira em um documento discutido por todos e divulgado por escrito e votaram de outra maneira no Conselho de Ética – afirmou Flávio Arns, perguntando como se pode confiar em pessoas que tomam um posicionamento em um documento e depois tomam outro na prática.

Foto: José Cruz – Agência Brasil

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20 de agosto de 2009 at 09:05