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Copa do Mundo: Globo negociou entrevistas com Ricardo Teixeira, mas Dunga vetou

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Dunga e a Rede Globo: Se tiver algum santo nessa história me contem que mando rezar uma missa

‘Besta, burro, cagão!’, replicou o treinador em voz baixa, o suficiente para ser captado pelo microfone à sua frente, durante incidente com jornalista

Por trás do incidente entre Dunga e o jornalista Alex Escobar, da Rede Globo, durante a entrevista coletiva no Soccer City, logo depois da vitória do Brasil sobre a Costa do Marfim, esconde-se uma história que revela o alcance do poder do técnico da seleção brasileira.

O UOL Esporte apurou que a Globo negociou diretamente com Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), entrevistas exclusivas com três jogadores da seleção, entre os quais Luis Fabiano. As entrevistas iriam ser exibidas durante o programa “Fantástico”, no domingo, horas depois da partida contra Costa do Marfim, vencida pelo Brasil por 3 a 1. Dunga vetou o acerto.

O incidente entre Dunga e Alex Escobar ocorreu quando o jornalista conversava ao telefone com o apresentador Tadeu Schmidt exatamente sobre este assunto. O técnico percebeu o que ocorria e perguntou: “Algum problema?” Escobar respondeu: “Nem estou olhando para você, Dunga”. O técnico replicou em voz baixa, o suficiente para ser captado pelo microfone à sua frente: “Besta, burro, cagão!”

Diversos jornalistas na sala de entrevistas ouviram Escobar desabafar: “Insuportável, bicho, insuportável. O Rodrigo (Paiva) foi revoltado lá falar comigo, cara. O Dunga não deixou. Ninguém. Caraca, nem o Luís Fabiano. Infelizmente. Valeu, Tadeuzão”.

Muitos também notaram que Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da CBF, fez o gesto de quem soca a parede a certa altura da entrevista coletiva. Paiva tem tentado se equilibrar entre o atendimento à imprensa e o respeito às exigências de Dunga. No cargo há nove anos, gentil com todos os jornalistas, o assessor dá sinais cada vez mais evidentes de reprovação à política de clausura imposta pelo técnico.

Horas depois do incidente, durante o “Fantástico”, Schmidt falou: “O técnico Dunga não apresenta nas entrevistas comportamento compatível de alguém tão vitorioso no esporte. Com frequência, usa frases grosseiras e irônicas”. O jornalista da Globo não mencionou, no entanto, o motivo do atrito, ou seja, a recusa do técnico em aceitar um acordo feito entre o presidente da CBF e a emissora. Portal UOL

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22 de junho de 2010 at 13:06

Opinião do Estadão: Os perigos da Confecom

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Lula na abertura da Confecom: O PT agora quer controlar toda a mídia. Tamos bem pra caramba!

Não foi o que gostariam de ouvir do presidente da República aqueles participantes da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) que pregam o “controle social da mídia” – eufemismo para subordinar o livre fluxo da informação aos interesses dos grupos organizados que dizem representar a sociedade e incentivam a ingerência do Estado no setor. Na abertura do evento organizado pelo governo e iniciado segunda-feira em Brasília, Lula afirmou que o seu compromisso com a liberdade de imprensa é “sagrado” e que tem “orgulho” de dizer que a imprensa no Brasil é livre. “Ela apura e deixa de apurar o que quer. Divulga e deixa de divulgar o que quer. Opina e deixa de opinar quando quer”, declarou. A liberdade de escolher o que ler, ouvir e ver é também o antídoto para os excessos e tropeços da mídia a que o presidente não deixou de se referir.

“Os telespectadores”, exemplificou, “são capazes de separar o joio do trigo. São críticos implacáveis e juízes muito severos. Quem não trabalha com respeito acaba perdendo a credibilidade.” Mas a sua profissão de fé na liberdade de imprensa não impedirá que os inimigos dela desistam de usar a conferência para impor uma deturpação autoritária do termo “construção de direitos e de cidadania” que consta do tema oficial da reunião. Precisamente por isso, seis das oito entidades que representam empresas de comunicação, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ), decidiram ainda em agosto abandonar a Confecom. A partir do que se passou durante a confecção do estatuto da conferência, previram que sindicatos e ONGs, com o entusiástico endosso do PT e a aprovação tácita de setores do governo, tratariam de aproveitá-la para submeter as empresas de mídia a um verdadeiro auto de fé, de modo a justificar os seus intentos intervencionistas.

Leia mais aqui.

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16 de dezembro de 2009 at 11:26

Google revela hoje 1º celular com seu sistema

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O iPhone ganhará um novo concorrente a partir de hoje: o Dream, primeiro celular com software apresentado pelo Google e que tenta desbancar o aparelho fabricado pela Apple.

Operado nos Estados Unidos pela T-Mobile e fabricado pela HTC, o Dream é um celular com design simples, mas com a particularidade de funcionar com o Android, uma plataforma de software para telefones móveis desenvolvida pelo Google.

O Android faz com que a navegação pela internet a partir do celular seja mais simples, permite abrir várias aplicações ao mesmo tempo, o que não é possível com o iPhone, e facilita a troca de dados e contatos entre usuários.

Por enquanto, o Dream será oferecido exclusivamente com a T-Mobile, mas o Google convidou todos as operadoras a fabricar telefones que funcionem com o Android, cujo código é aberto e permite às companhias telefônicas economizar em licenças de software.

Para o Google, que ganha grande parte de suas receitas graças à publicidade na internet, o Dream é mais um passo rumo ao sonho de uma sociedade permanentemente conectada à rede e aos serviços do buscador.

Aposta

"Se a internet é amplamente acessível, é bom para nós", disse recentemente Sergey Brin, co-fundador do Google. Coincidindo com seu décimo aniversário, o gigante das buscas declarou que vai "apostar forte na web móvel" nos próximos anos.

Espera-se que o Dream custe US$ 200 nos EUA –preço aproximado do iPhone e de alguns modelos do BlackBerry– e que comece a ser vendido em outubro.

Os analistas que tiveram acesso ao telefone concordam que ele não supera o iPhone em design, mas opinam que apresenta algumas vantagens para o usuário. Seu aspecto não é tão elegante quanto o do iPhone, mas o Dream incorpora um teclado sob a tela, que possivelmente também será tátil.

Segundo a revista americana "Time", o Dream permitirá cortar e digitar textos nos e-mails, o que não é possível com o iPhone. Porém, o mais interessante é o chamado Android Market, a resposta do Dream à loja de aplicativos da Apple para o iPhone e o iPod Touch.

Estes aplicativos, dos quais a Apple distribuiu mais de 100 milhões em pouco mais de dois meses, são programas muitas vezes gratuitos desenvolvidos pela própria companhia ou programadores independentes que incorporam novos usos ao telefone.

No Dream, todos os aplicativos serão de graça e o usuário poderá utilizar vários ao mesmo tempo.

Enquanto a Apple decide que programas autorizar em sua loja on-line, o Android é um sistema aberto no qual todos os aplicativos terão validade.

Segundo o "Time", entre eles há alguns muito interessantes como um sistema de navegação chamado BreadCrums, que não só mostra o caminho a seguir, mas também fotos das ruas para ajudar o usuário a se orientar.

Outro aplicativo, o TuneWiki, transforma o telefone em um Karaokê portátil e oferece vídeos musicais do YouTube, propriedade do Google, com a letra das canções para que o usuário possa cantá-las caso queira. Agência EFE

Written by Abobado

23 de setembro de 2008 at 11:51

Publicado em Tecnologia

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