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Florianópolis: Paciente foge de Unidade de Pronto-Atendimento e causa tumulto em terminal no Rio Tavares

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altSíndrome de Dário Berger: Paciente destruiu parte de um quiosque no Terminal de Integração do Rio Tavares

Um paciente que fugiu no final da tarde desta sexta-feira da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Rio Tavares, no Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, causou tumulto no terminal de ônibus do bairro. Segundo testemunhas, ele assustou quem estava no local.

O paciente teria pulado do segundo andar da UPA e seguido para o terminal. De acordo com testemunhas, ele estava pelado e com uma agulha presa ao corpo. O homem teria tentado dirigir um ônibus e depois corrido pelo terminal seguido pelos seguranças.

As testemunhas contam que o homem invadiu um dos quiosques que vende lanches e quebrou objetos. O paciente teria arrancado a agulha do corpo e começou a sangrar no local.

As pessoas que presenciaram toda a movimentação explicaram que, após ser imobilizado pelos seguranças, o homem foi trancado em um dos ônibus até a chegada da polícia. Os policiais militares encaminharam o paciente de volta para a UPA em que ele estava sendo tratado.

Na UPA, a atendente confirmou que o paciente havia fugido e disse que, após o retorno, ele foi encaminhado para um outro hospital, mas a equipe da unidade não divulgou para qual instituição. ClicRBS

Foto: Hermínio Nunes – DC

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11 de dezembro de 2010 at 02:39

Florianópolis: Idosos e estudantes bloqueiam saída em terminal de ônibus em protesto

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Ticen: O cidadão começa a reagir. E por falar em reação, quando é que sai a licitação do transporte público?

Um protesto contra a transferência de linhas para o Terminal Cidade de Florianópolis, localizado perto da Praça XV de Novembro, no Centro da Capital, paralisou o Terminal Integrado do Centro (Ticen) na manhã desta segunda-feira. Idosos e estudantes se concentraram em frente à plataforma “E” e bloquearam a saída de veículos.

Foram duas paralisações, com cerca de 20 minutos cada uma, que interromperam o tráfego no local entre 9h30min e 10h30min. Os manifestantes reivindicam o cancelamento da mudança de algumas linhas de ônibus que circulam por municípios da Grande Florianópolis para o antigo terminal. A transferência está prevista para o próximo sábado.

Eles alegam que o Terminal Cidade de Florianópolis sofre com a falta de segurança e de infraestrutura, como banheiros ou fácil acesso a deficientes físicos.

— O interesse dessa manifestação não é apenas pelos idosos, mas também pelos cadeirantes, pelos deficientes visuais. Se o número de linhas no Ticen atualmente é grande, por que não ampliar o terminal? Por que não transformar o terminal antigo em um estacionamento? Na próxima vez, a nossa paralisação será no Deter (Departamento de Transportes e Terminais) — disse Lúcia Silveira, presidente da Associação de Idosos do Jardim Zanelatto.

O grupo elaborou um abaixo-assinado e pretende levar o documento ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). ClicRBS

Foto: Guto Kuerten – DC

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Santa Catarina: Dnit e concessionária da BR-101 divergem sobre responsabilidade em trecho alagado em São José

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  Marginal da BR-101 em São José, próximo ao Kobrasol, alagada: Um dos maiores absurdos que já vi (*)

Quem passou na manhã desta quinta-feira pelo km 209 da BR-101 no bairro Roçado em São José, na Grande Florianópolis, viu apenas o teto de um Renault Scenic submerso em uma via paralela, nas imediações do almoxarifado do Tribunal de Justiça (TJ). No local, a pista foi totalmente tomada pelas águas.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) afirma que a responsabilidade pela drenagem no local é da empresa que tem a concessão por aquele trecho da BR-101, a Autopista Litoral Sul S/A. De acordo com o Dnit, as concessionárias tratam, além da manutenção das rodovias, das chamadas faixas de domínio, como a marginal de São José.

A Autopista, por sua vez, alegou, por assessoria, que o contrato não é explícito ao colocar a pista sob sua competência. A empresa, no entanto, disse que está discutindo o problema com a prefeitura do município. A assessoria confirmou que um novo encontro para debater o problema foi marcado para a próxima semana.

O carro submerso ficou no local por cerca de 12 horas, até ser removido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) perto das 11h30min desta quinta-feira. ClicRBS

Foto: Maurício Vieira – DC (editada)

*Qualquer chuva, seja qual for a intensidade, alaga esse trecho da marginal da BR-101. O próprio Tribunal de Justiça teve que alterar a entrada do prédio do almoxarifado, já que o acesso principal está quase que em tempo integral interditado. Até hoje a única providência que tomaram foi colocar uma bomba para a sucção (ver detalhe em vermelho na foto) que nunca vence o volume de água que se acumula no local.

Nenhuma ação visando eliminar o problema é levada a efeito. Os transtornos que a interdição daquele trecho causam no trânsito da BR-101 são enormes, uma vez que todo o tráfego proveniente dos bairros do Kobrasol, Roçado, Morro do Avaí etc, obrigatoriamente têm que utilizar da via marginal para atingir a pista principal da BR-101 (sentido norte/sul).

Enquanto o Dnit (esse mesmo que demorou mais de seis meses para indenizar um poste no Trevo da Forquilhinha) e a Autopista Litoral Sul discutem de quem é a responsabilidade sobre o trecho alagado, o cidadão se ferra em filas intermináveis e o dono do veículo submerso vai ter que arcar com todas as despesas para consertá-lo e ainda corre o risco de levar multa por ter deixado o carro “estacionado” em local proibido.

Tamos bem pra caramba!

Florianópolis: Queremos a praça de volta!

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Praça XV dos bons tempos: O resgate desse importante espaço é responsabilidade da Prefeitura de Florianópolis

Carlos Damião

Na imagem que a coluna resgata de seu arquivo particular, uma banda local se apresentava no coreto da Praça 15 de Novembro, no ano 2000. Os músicos seguiam uma programação cultural permanente da prefeitura de Florianópolis, através da Fundação Franklin Cascaes.

Dez anos depois, quem passa pela Praça 15 de Novembro diariamente sente falta desse “espírito” da cidade, dessa suavidade provinciana e autenticamente florianopolitana. A praça, marco zero da cidade em conjunto com a Casa do Governo e a Igreja Matriz, está abandonada, maltratada, ocupada por cães vadios, homens e mulheres errantes, pastores à procura de fiéis, tocadores de músicas exóticas. Não há cuidado por parte do poder público com um dos patrimônios mais bonitos e maravilhosos de Florianópolis, que deveria ser um espaço da cidadania e do prazer.

Pouco importam os motivos que nos levam a passar e passear pela Praça 15. Alguns querem o prazer do descanso. Outros querem ouvir o canto dos pássaros. Outros ainda pretendem apenas uma partida de dominó ou o saudável encontro com os amigos e conhecidos.

Curtir a praça em paz, como nos versos do Rancho de Amor à Ilha (“Ilha da velha figueira / onde em tarde fagueira / vou ler meu jornal”) não é mais possível. E nem nos chamem de nostálgicos, de elitistas ou de puristas. Praças existem para promover o convívio humano, não para servir de depósito de desocupados, bandidos, bêbados e drogados. Chega! A Praça 15 precisa ser resgatada, mantida e fiscalizada pelo poder público! Blog do Carlos Damião

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21 de janeiro de 2010 at 20:04

Santa Catarina – Ronaldo Coutinho: A fera do tempo

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Ronaldo Coutinho e esposa Neide: Distante do mundo real em São Francisco de Paula (RS)

Adorado por uns, odiado por outros, ele fez da paixão de infância sua profissão. Ficou ainda mais conhecido em função do Furacão Catarina. Ronaldo Coutinho, 44 anos, tem uma vida tranquila. Pelo menos no que diz respeito à família. A união com Neide foi rápida como um raio. Foram 25 dias entre se conhecer e casar. A história pode parecer loucura pra uns, mas não pra eles que vivem felizes há 12 anos e têm dois filhos, Bianca de sete e Guilherme de dois anos. “Trabalho no que gosto, tenho as quatro estações do ano e uma bela família”, conta com muito orgulho.

Coutinho olhava para o céu desde pequeno e fazia anotações sobre tudo que dizia respeito ao tempo. E assim, foi aprendendo a respeitar o assunto, e mais tarde ser respeitado. Antes de se formar, Coutinho já fazia estágio na antiga Empasc, atual Epagri. Ainda em Florianópolis, foi um dos responsáveis pela criação do Climerh, onde ficou até 1995. Mais tarde, em Fraiburgo, trabalhou no combate ao granizo. Tempos depois, voltou pra Florianópolis, sua terra Natal, e em 1998, foi definitivamente pra São Joaquim. “Gosto de frio, só uni o útil ao agradável”, fala. Rádio Criciúma

Leia mais aqui.

Visite o site da Climaterra.

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6 de abril de 2009 at 12:07

Matei minhas amigas

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Operação abelha na Cabeçuda: Bombeiro Rogério vestido para matar

Não tive alternativa. A presença de novos vizinhos me obrigou a matar abelhas amigas que há mais de um ano e meio eram companheiras da minha solidão semanal.

Durante esse período convivemos em paz e harmonia. Um respeitando o espaço do outro. Iam e vinham o dia inteiro, voavam sobre a minha cabeça, se divertiam na tela do computador, da TV e faziam festa na luz fluorescente da cozinha, onde muitas, exaustas, jaziam no chão e aguardavam a cerimônia de sepultamento pela manhã. Eu as tratava com dignidade, afinal estavam a cuidar de uma rainha. Elas respondiam com fidelidade e jamais se mostraram hostis com este servo que as hospedou durante todo esse tempo.

No começo de minha parceria com as abelhas confesso que o medo cercava os meus dias aqui em Laguna; temia não só por mim, mas também pelo meu cachorro, o Pimenta. Com o tempo percebi que era possível essa familiaridade desde que um não atrapalhasse a vida do outro.

O tempo foi passando, a prole se multiplicando a cada dia. A produção estava dando certo, pois nos dias em que batia vento sul por aqui era possível sentir o aroma delicioso do mel que as meninas produziam.

Posso dizer que foram bons meses os que passamos juntos; juro que me doeu no coração vê-las dizimando assim, de uma forma tão violenta. E o pior de tudo é que nem tive a honra de conhecer a rainha, coitada, que ficou sem chance de tirar a coroa e morrer com dignidade.

Gente boa pra caramba: Bombeiros Justino, Damásio e Rogério, orgulho da Laguna

Os responsáveis pela penosa, porém necessária extinção foram os valorosos bombeiros Justino, Damásio e Rogério. O Justino, por sinal, ao ver o meu computador ligado nem quis saber muito das abelhas. Pediu pra procurar na internet uma música cantada pela dupla Osvaldir e Carlos Magrão. Qual a peça? “Vida de Bombeiro”, Faixa 13 do CD “Lua Bonita”.

Parecia um daqueles filmes bem doidos, tipo dois assassinos matando uma família inteira e um escutando música mantendo dois reféns sob sua “mira” (eu e o Pimenta). As abelhinhas agonizando com o álcool sobre elas, voando sem rumo e eu fazendo sala pro bombeiro ouvindo uma naba de música.

317 é cachorro na centena: Bombeiro Justino, a orca e o simpático Damásio. Meu fetiche realizado

Mas os caras foram super legais, como é peculiar nesses heróis que fazem parte do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina.

Minhas amigas se foram de uma forma trágica. Melhor seria se tivessem se mudado antes, procurado outro lugar como algumas espécies o fazem. Esperei que isso pudesse acontecer. No fundo acho que sentiam que o fim delas estava marcado para esta noite do dia 30 de janeiro (22h13m começou o genocídio). Por incrível que  pareça hoje, apesar do calor que fez aqui em Laguna, foi o dia em que as abelhinhas menos trabalharam. É sério, gente!

Vão em paz, minhas amigas. Não sei se existe céu para abelhas, mas o andar de baixo por certo não deve ser o meu destino. Não por este motivo. Foi um mal necessário.

E pra encerrar esse papo melancólico, antes elas do que eu!

Importante: A remoção/extinção de ninho de abelhas deve ser executado por pessoas qualificadas ou pelo Corpo de Bombeiros. Nunca tente fazer isso por sua própria conta pois o risco é muito grande. Mas para os curiosos eu vou dizer o que eles utlizaram e o que fizeram para exterminar os insetos: cinco litros de álcool (de carro ou de uso doméstico), pó de gafanhoto e uma bucha de pano (não fornecem o material). Injetam o álcool com uma bomba de pulverizar no local onde as abelhas estão alojadas, colocam o pó de gafanhoto (Neocid, coisas do tipo) e tapam a saída/entrada do ninho com a bucha de pano. Esse trabalho é feito somente no período noturno. Para cachopas de abelha ou marimbondo eu não sei como faz.

As abelhas que conseguem escapar ajojam em mais ou menos meia hora. É conveniente fechar portas e janelas durante a operação e não esboçar qualquer reação caso alguma delas passe zunindo pela sua frente.

O telefone do Corpo de Bombeiros da Laguna é 48-3647-0411. Se ligar daqui para o 193 vai dar lá em Braço do Norte. Coisa de doido, mas é a realidade.

Written by Abobado

31 de janeiro de 2009 at 01:08

A menina do BIG

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Tô nem aí: menina na fila do caixa do supermercado BIG

Dia de promoção de leite no BIG da via expressa. Dizem que é coisa de pobre. E de fato é. Mas tá todo mundo lá. Fila em posto de combustível não se vê. Quem reclama do preço da gasolina?

E qual é a pior hora no dia em que tem promoção de leite no BIG? Claro, passar no caixa. Um inferno.

Nesse dia (10/01/2009) em que fui com minha mulher Mariza, ficamos esperando para passar no caixa por mais de 40 minutos. Normal, mas enche o saco! Pior é ver que tem um monte de gente que leva criança de colo pra fazer compras no dia de promoção de leite no BIG. Na nossa frente um casal com duas filhas.

Essa menina da imagem, lindíssima, mantinha sua serenidade sentadinha no carrinho de compras enquanto os pais discutiam sem parar e tentavam acalmar a irmã mais novinha que chorava e pedia insistentemente o colo da mãe.

A bicha não andava, a máquina do caixa não lê o código de barras, gente pagando conta de luz, mas a leitora que deveria automatizar esse processo também não funciona; a rapariga do caixa pergunta que tipo de abacaxi é aquele que a pessoa pegou, o cliente não sabe e lá vai a moça de patins saber qual o sexo da fruta; e a fila não anda; as pessoas reclamam; um fica na fila pra não perder o lugar, outro vai dar uma volta e pegar alguma coisa que esqueceu.

É evidente que além do movimento que se verifica em dias de promoção, as filas são um prato cheio para os donos de supermercado porque a gente sempre acha que esquece de alguma coisa quando fica um tempão esperando para pagar as compras. Aliás, quem é que vai num supermercado e só leva aquilo que planejou antes de entrar no recinto, né?

Mas a menina permanece ali, imponente, alheia a tudo e todos, fazendo jus à sua origem oriental: tudo zen!

Dia de promoção de leite no BIG. Valeu a pena pela imagem que captei.

Written by Abobado

29 de janeiro de 2009 at 14:02