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É doente mental: Lula diz que é bom terminar mandato e ver EUA em crise

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altLula falando as bobagens de sempre, na Bahia: Como é bom começar o ano sem ouvir e ver esse mentiroso na imprensa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixa a Presidência no sábado, afirmou que é bom terminar o mandato vendo os Estados Unidos e a Europa em crise, enquanto o Brasil conseguiu superá-la.

"Foi gostoso passar pela Presidência da República e terminar o mandato vendo os Estados Unidos em crise, vendo a Europa em crise, vendo o Japão em crise, quando eles sabiam tudo para resolver os problemas da crise brasileira, da crise da Bolívia, da crise da Rússia, da crise do México", afirmou Lula nesta quarta-feira na Bahia, em sua última viagem oficial como presidente.

Segundo Lula, foi importante provar que na crise não foi nenhum doutor, nenhum americano e nenhum inglês, mas um torneiro mecânico, pernambucano, presidente do Brasil que soube lidar com a crise junto à sua equipe econômica.

"É por isso que a crise demorou mais para chegar aqui e foi embora depressa", afirmou em discurso durante cerimônia do programa habitacional do governo federal "Minha Casa, Minha Vida".

Mais uma vez, o presidente não evitou o tom de despedida e se emocionou ao lembrar de sua trajetória e das conquistas de seus oito anos de governo, como tem feito nos últimos eventos públicos que participou.

Lula disse que se sente muito satisfeito com a criação dos 15 milhões de empregos com carteira assinada nesses oito anos e com o fato de que mais de 20 milhões de brasileiros saíram da miséria.

"Eu estou mais alegre hoje do que quando tomei posse, quando tomei posse eu estava nervoso e apreensivo (para ver) se eu ia dar conta do recado. Hoje estou tranquilo, porque demos conta do recado", disse Lula a jornalistas após a cerimônia. Folha Online

Foto: Ricardo Stuckert – PR

Written by Abobado

29 de dezembro de 2010 at 22:42

Opinião do Estadão: Perguntem ao Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu baixar o tom das bravatas e admitir que a crise financeira internacional pode afetar a economia brasileira. Durante semanas, ele se recusou a falar seriamente sobre o assunto. “Pergunte ao Bush” era sua resposta-padrão quando repórteres tentavam incluir o tema numa entrevista. O governo brasileiro parece ter descoberto, afinal, que a turbulência é problema também para o Brasil, embora tenha sido causada pela especulação imobiliária americana. Reconhecido o fato, ministros e altos funcionários federais prometeram medidas para atenuar a escassez de crédito e garantir financiamento à agricultura, à exportação e aos programas apoiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O reconhecimento do problema é um dado positivo, mas falta explicar de onde sairá o dinheiro para reforçar o crédito e quais serão as prioridades oficiais. Para facilitar os empréstimos ao campo, indispensáveis, neste momento, para o plantio da safra de verão, o Banco Central (BC) pode liberar parte dos depósitos compulsórios mantidos pelo setor financeiro. É, aparentemente, a solução mais simples e mais compatível com a política monetária em vigor.

Mas a concessão de novos empréstimos tem sido emperrada, em muitos casos, pela renegociação das dívidas de agricultores. Sem a intermediação do ministro da Agricultura e das autoridades monetárias, o impasse poderá prolongar-se. O governo precisa avaliar esse quadro e resolver se vale a pena intervir e até que ponto.

A escassez de crédito para o plantio é especialmente grave porque os agricultores dispõem de um prazo muito breve para comprar insumos, preparar o solo e semear as lavouras planejadas. Não se pode negociar com a natureza. Passada a fase mais adequada para plantar, a atividade se torna altamente arriscada. Neste momento, falta dinheiro até para produtores de peso. Há informações de que bancos internacionais têm cancelado empréstimos já aprovados para grandes plantadores e exportadores. Estes serão forçados a disputar recursos fornecidos por outras fontes, como os bancos oficiais.

O financiamento à exportação também tem secado rapidamente. Entre 15 e 26 de setembro, a média diária dos Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACCs) ficou em US$ 164,9 milhões, segundo informação divulgada ontem pelo BC. Esse valor é 51,77% menor que a média verificada entre os dias 1º e 12 do mesmo mês. No pior dia de setembro, 22, os contratos fechados totalizaram apenas US$ 117 milhões.

Novas medidas para socorrer os exportadores serão apresentadas ao presidente Lula até o fim da próxima semana, segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. Ele não revelou as medidas em estudo, limitando-se a dizer que será necessário usar criatividade. Poderia ter acrescentado: além de criatividade, será necessária muita prudência, para não se aumentar perigosamente a dívida pública e não se comprometer ainda mais a solidez fiscal. Com menor expansão econômica, a arrecadação crescerá provavelmente menos que nos últimos anos e será mais difícil continuar reduzindo a proporção da dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

O financiamento à exportação e o crédito para plantio são em grande parte problemas superpostos. Mais uma boa safra no próximo ano será importante não só para garantir um abastecimento tranqüilo do mercado interno, mas também para sustentar a receita do comércio exterior. Uma safra ruim tornará mais difícil o controle da inflação e ao mesmo tempo enfraquecerá as contas externas. O apoio às exportações industriais também será extraordinariamente importante, porque se esperam condições bem menos favoráveis no mercado internacional.

O presidente Lula tem recomendado que não falte dinheiro para os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De fato, não têm faltado recursos. Os projetos não avançam por deficiências administrativas, não financeiras. Diante da atual crise, o presidente deveria preocupar-se prioritariamente com o financiamento às atividades do agronegócio e da exportação. Serão muito mais importantes para a travessia de uma fase difícil do que quaisquer esforços para desemperrar o PAC. É uma simples questão de realismo.

Written by Abobado

2 de outubro de 2008 at 13:33

Publicado em Economia

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Lula minimiza crise, descarta pacote e só pensa em eleger seus candidatos petistas no cassino eletrônico do voto

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Jorge Serrão

O chefão Lula da Silva não quer saber de crise e nem de pacote. Sua única preocupação é garantir o crédito fácil para seus eleitores, pelo menos até domingo. Depois disso, seja o que a crise quiser e o Banco Central impuser. A privilegiada mente presidencial raciocina exclusivamente no resultado eleitoral. Tanto que Lula vai reforçar as campanhas do PT em São Paulo, embora o Palácio do Planalto minta que ele vá fazer campanha.

No sábado, véspera da eleição municipal, Lula vai se reunir com candidatos petistas e prefeituras da Grande SP, entre eles Marta Suplicy. O encontro será durante almoço em São Bernardo do Campo, berço do PT, e onde Lula já tem um apartamentão e constrói uma mansão na luxuosa “Swiss Park” (mega terreno que pertenceu à família de um atual ministro do Supremo Tribunal Federal).

Ontem Lula cobrou de seus ministros que não falte crédito para os consumidores: “Cuidem do crédito. O Natal está aí”. Foi o recado transmitido pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo – o mesmo que retém as verbas das Forças Armadas no orçamento. Para debelar os efeitos da crise global por aqui, o desgoverno estuda redução dos depósitos compulsórios para elevar o volume de dinheiro destinado ao crédito. No Brasil, ao contrário da maioria dos países, ainda se exige dos bancos o recolhimento obrigatório de R$ 53 para cada R$ 100 em depósitos à vista nos bancos. Nos depósitos a prazo, o recolhimento é de 23%.

Os bancos já diminuíram os prazos para pagamento das parcelas de empréstimos. Para aquisição de veículos, o total de parcelas caiu de 72 para 60 meses. No caso dos eletrodomésticos e crédito pessoal, esse número caiu de 36 para 24 meses. Os juros dessas linhas subiram, em média, para 7,39%. Antes, o percentual era de 7,35%. Agora, caso ocorram mesmo mudanças no recolhimento do compulsório, Lula espera que os banqueiros escancarem, de novo, a torneirinha do crédito fácil – mágica que impulsiona o consumo sem gerar ou distribuir renda no Brasil.

Ontem Lula também descartou um pacote: “Não tem pacote. (A situação) está mais tranqüila”. Para tentar amenizar a escassez de linhas de financiamento externas para o setor agrícola, gerada pala crise dos EUA, o governo decidiu antecipar a liberação de R$ 5 bilhões que o Banco do Brasil previa usar só em 2009.

Outra medida da equipe econômica é a desburocratização do crédito para pequenas e médias empresas. Aprovou-se uma nova regulamentação do compulsório para o leasing e o leilão de venda de dólares para elevar a liquidez. Por enquanto, o desgoverno brasileiro vai esperar o desdobramento da crise americana para decidir medidas internas. Alerta Total

Written by Abobado

2 de outubro de 2008 at 13:22

Bancos e financeiras restringem crédito, e BC só lança pacotinho se Senado dos EUA não aprovar socorro

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Jorge Serrão

As financeiras no Brasil começaram a restringir a liberação de crédito direto aos clientes. A medida atinge os empréstimos pessoais, parcelamento de carros e crediários usados na compra de eletrodomésticos. Ontem, o desgoverno pensava se lançava ou não, na véspera da eleição, um pacotinho para restringir o crédito e facilitar a vida dos bancos, como os leilões de câmbio, a redução do compulsório depositado diariamente e a oferta de linhas de redesconto.

O Banco Central não precisou agir tão radicalmente, porque os bancos agiram por conta própria. As instituições diminuíram os prazos para pagamento das parcelas. Para aquisição de veículos, o total de parcelas caiu de 72 para 60 meses. No caso dos eletrodomésticos e crédito pessoal, esse número caiu de 36 para 24 meses. Os juros dessas linhas subiram, em média, para 7,39%. Antes, o percentual era de 7,35%.

A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) admite que as financeiras encontram dificuldades de captar recursos no exterior. Por isso, a orientação é segurar a onda da farra do crédito. O Panamericano suspendeu a liberação de crédito para novos clientes. Mesma medida adotada pelo banco BMG. A restrição é uma tendência entre as financeiras de menor porte.

A greve dos bancários por tempo indeterminado – que afeta hoje o Rio e outras regiões do País, como Brasília e São Luís – é bastante conveniente à equipe econômica. Na tese do Banco Central, quanto menor o movimento no sistema financeiro, melhor. Os bancários reivindicam reajuste de 13,23% – inflação acumulada em 12 meses, mais aumento real de 5%. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofereceu 7,5%.

O dia é de expectativa. A tendência é de bolsas de valores com índices estáveis, pelo menos hoje. O amanhã depende do Senado norte-americano que votará, no final da tarde desta quarta-feira, o plano de resgate do setor financeiro proposto pelo governo do presidente George W.Bush.

O pacote de medidas incluirá uma cláusula sobre reduções tributárias, rejeitada segunda-feira pela Câmara dos Representantes do Congresso. Também incluiria um aumento no valor dos depósitos bancários segurados pelo FDIC (Federal Deposit Insurance Corp, um órgão governamental) para US$ 250 mil, contra US$ 100 mil previstos anteriormente.

A votação acontecerá antes de ser submetida novamente à Câmara, que a rejeitou na segunda-feira por 228 contra 205 votos. A rejeição despencou as bolsas de valores. O índice Dow Jones caiu 770 pontos – a maior queda em número de pontos em toda a sua história.
A decisão de votar depressa foi tomada por Harry Reid, líder da maioria democrata, e Mitch McConell, líder da minoria republicana. Os candidatos à presidência dos EUA, Barack Obama e John McCain, estarão em Wasington para acompanhar a sessão extraordinária convocada pelo Senado para votar as alterações no pacote do governo. Alerta Total

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1 de outubro de 2008 at 09:05

Crise americana – O Dia D

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Está marcada para esta tarde em Nova Iorque uma passeata de protesto contra o pacote de US$ 700 bilhões embrulhado pelo governo para tentar salvar a economia norte-americana da quebradeira. O pacote depende ainda da aprovação do Congresso e enfrenta ali dura resistência.

A marcha sobre Wall Street, região da cidade que abriga sede de bancos e de corretoras, foi convocada por grupos de direita e de esquerda para "apontar esses ladrões enquanto eles saírem do trabalho". Líderes dos partidos Republicano e Democrata se reunirão daqui a pouco para discutir o pacote.

Bush convidou os candidatos à sua sucessão Barack Obama e MacCain para uma conversa na Casa Branca. Segundo a mais recente pesquisa de opinião encomendada pelo jornal Wall Street Journal e a rede de tevê NBC, 33% dos eleitores rejeitam o pacote, 31% o aprovam e 28% não têm opinião.

Por que socorrer com o dinheiro do contribuinte donos de bancos e corretoras que faliram ou que estão para falir? – se pergunta parte da opinião pública dos Estados Unidos. Bush respondeu à pergunta em discurso feito ontem à noite na Casa Branca.

Admitiu que "a situação do país é grave, o mercado não está funcionando propriamente e vários importantes setores da economia do país estão próximos do colapso". Se o Congresso rejeitar o pacote, o país poderá mergulhar numa ”longa e dolorosa recessão”.

-  O mercado não está funcionando de maneira própria. Existe uma grande perda de confiança e muitos setores correm o risco de fechar. Os EUA poderiam entrar em um pânico financeiro, o que levaria a uma situação agonizante. Muitas empresas poderiam fechar e muitos americanos perderiam o emprego. Cidadãos, não podemos deixar que isso aconteça – suplicou Bush.

A crise americana tem em sua origem a oferta excessiva de crédito imobiliário no país. Bush reconheceu que os bancos emprestaram dinheiro sem checar a real situação financeira de seus clientes. E que esses aproveitaram a valorização de seus imóveis para refinanciá-los mais tarde caso fosse necessário.

No que o mercado imobiliário parou de crescer, sobraram casas e faltaram compradores. Com isso, explicou Bush, o valor das propriedades foi reduzido e parte dos mutuários se viu sem condições de pagar os empréstimos que tinham tomado.

– Não temos outra opção a não ser intervir [no mercado] – justificou Bush para deleite universal dos que sempre recusaram a idéia de que os governos não devem se meter com a economia, deixando o mercado resolver sozinho seus próprios problemas.

No passado, quando os governos brasileiros desembrulhavam pacotes econômicos pressionados pela disparada da inflação ou por crises financeiras desatadas lá fora, os presidentes chantageavam o Congresso acenando com o fim do mundo. Era dá ou desce. Ou aprova os pacotes ou o mundo desaba.

Pois Bush fez o mesmo. Se o pacote do governo dele não for apovado,  "mais bancos podem quebrar, bolsas irão cair ainda mais, faltará crédito para consumidores e muitos americanos poderão perder seus empregos". Que mais?

– O país pode cair em uma grande recessão. O custo para os americanos será muito maior.

O pior é que Bush não exagera. A crise, de fato, é grave, gravíssima. E o mundo espera que os Estados Unidos dêem um jeito na situação o mais rápido possível para evitar um desastre planetário.

Na economia globalizada, é assim. Se uma economia importante se desarranja, todo mundo paga a conta. Blog do Noblat

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25 de setembro de 2008 at 15:18

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Narciso que se cuide – Lula aconselha Obama e McCain a fazer como ele em 2002

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NOVA YORK – Antes de embarcar de volta ao Brasil na noite desta quarta-feira, após três dias de extensa agenda em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a necessidade de regulação dos mercados e recomendou aos dois candidatos ao governo norte-americano que repitam o seu gesto quando estava disputando eleições e escrevam uma carta para tranqüilizar a população.

“Eu sei que não é fácil que estamos em um processo eleitoral, e o ideal era que os dois candidatos pudessem assinar uma carta ao povo americano, como eu assinei uma carta ao povo brasileiro, assumindo compromissos, para passar tranqüilidade para o povo americano e para o mundo como um todo, na medida em que os Estados Unidos são a maior economia e qualquer crise pode afetar todos os outros países”, disse Lula. Segundo ele, “o período do neoliberalismo está encerrado”.

Em Nova York, Lula se reuniu com lideres de seis países e da União Européia. O presidente afirmou que novas reuniões deverão ser realizadas com outros líderes para tentar encontrar mecanismos pára resolver a crise. Segundo Lula, foi montado um calendário de reuniões de ministros da Fazenda. Daqui a 15 dias, seria realizado ainda um novo encontro com o FMI. O presidente disse que é preciso haver mais transparência nos mercados financeiro internacional e na forma como os bancos trabalham. Exigiu ainda que o FMI fiscalize as instituições financeiras do primeiro mundo, como fizeram com os países em desenvolvimento. Agência Estado

Written by Abobado

25 de setembro de 2008 at 00:31

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