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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Comercial do novo Fiat Uno: Show de criatividade

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7 de junho de 2010 at 12:13

Pra descontrair: Comeu e não pagou… Deu treta!

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13 de maio de 2010 at 11:42

A imagem da semana – Vulcão Eyjafjallajokull – Islândia

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Foto: Olafur Eggertsson/Reuters

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15 de abril de 2010 at 23:18

Como funcionam as eleições presidenciais americanas?

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Prévias

Esta primeira etapa das eleições americanas vai determinar a escolha dos candidatos dos principais partidos, indicados formalmente nas convenções de cada agremiação, que acontecem entre agosto e setembro. Na maioria dos estados, os partidos usam o sitema das primárias, em que os eleitores podem votar diretamente no candidato de sua preferência. Mas em alguns deles, como Iowa, o sistema usado será o chamado caucus. São encontros públicos em que as regras também variam de estado para estado.

Nos caucus são eleitos os delegados que se comprometem a votar em um detrminado presidenciável na convenção de seu partido. O nome vitorioso pode ser connhecido antes das convenções por meio da soma de delegados conquistados por cada pré-candidato nos diferentes estados. Os estados maiores têm mais delegados.

Eleição

Diferentemente do Brasil, nos EUA não é o número de votos de eleitores que determina o resultado do pleito. Em última análise, a escolha do presidente é conseqüência dos votos obtidos em cada estado e do peso destes estados segundo o sistema eleitoral do país. Isso porque a eleição é decidida pelo Colégio Eleitoral – um conjunto de representantes escolhidos em cada estado, de acordo com sua população.

A Califórnia, que com 36 milhões de habitantes é o estado mais populoso dos EUA, tem 55 votos, o maior peso no colégio eleitoral. A legislação determina um número mínimo de três delegados por estado, caso de Delaware, por exemplo, que tem 853 mil habitantes. A participação na eleição não é obrigatória.

Colégio eleitoral

Ao todo, são 538 representantes, escolhidos em cada estado, de formas diferentes. Eles se reúnem em dezembro, depois das eleições. No final, vence o candidato que conseguir pelo menos 270 votos no Colégio Eleitoral.

Em geral, todos os representantes costumam seguir o resultado geral de seus estados, mesmo que o candidato vitorioso tenha ganhado por uma margem mínima. Assim, o sistema de Colégio Eleitoral pode provocar distorções, levando à eleição de um presidente que tenha conquistado a maioria dos estados, mas não a maioria absoluta do voto popular. Foi o que aconteceu em 2000, quando George W. Bush venceu Al Gore, mas teve um número menor de votos.

Caucus

Nos Estados Unidos da América designa-se por caucus o sistema de eleger delegados em dois estados (Iowa e Nevada), na etapa das eleições primárias ou preliminares na qual cada partido decide quem irá receber a nomeação desse partido para a presidência.

Cada partido político reúne os apoiantes ou militantes dos diferentes candidatos. Nesta reunião, o número de delegados é atribuído dependendo da quantidade de pessoas que residem no círculo eleitoral; há uma fórmula matemática que determina o número de votos que é preciso obter na eleição primária (caucus), e os delegados são eleitos por representação proporcional.

A partir de 2004, os eleitores do estado de Nevada participaram de uma eleição primária (caucus), sendo o de 2008 realizado em 19 de Janeiro.

Contados os resultados das votações nos estados, fica nomeado por cada partido o candidato à presidência. O presidente será escolhido em eleições indiretas por um colégio eleitoral, às quais se apresenta o candidato de cada partido.

Folha de S.Paulo

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5 de novembro de 2008 at 11:34

Coisa de inglês: Milionário abandona mansão ‘mal-assombrada’ de R$ 12 milhões

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Um empresário milionário de Nottinghamshire, na Grã-Bretanha, afirmou que teve que abandonar sua mansão de 52 quartos por causa de fantasmas.

A mansão Clifton Hall foi comprada por 3,6 milhões de libras (cerca de R$ 12 milhões) pelo empresário Anwar Rashid, que entregou o imóvel de volta ao banco.

Rashid alegou que a família conviveu durante oito meses com figuras misteriosas na casa, além de encontrar manchas de sangue nas roupas de cama.

O empresário chamou especialistas paranormais e decidiu parar de pagar as prestações da hipoteca da casa.

“Lamento pela beleza (da mansão), mas por trás da fachada, está mal-assombrada”, afirmou. “Os fantasmas não nos querem lá e não podemos lutar contra eles porque não podemos vê-los.”

Batidas nas paredes

Rashid, de 32 anos, e sua mulher, Nabila, de 25, se mudaram para a mansão, cujas fundações mais antigas datam do século 11, com as filhas de sete, cinco e três anos de idade e o filho de um ano e meio.

Segundo o empresário, as experiências sobrenaturais na casa começaram no dia em que eles se mudaram, desde batidas nas paredes até figuras fantasmagóricas pela casa.

“Quando encontramos manchas de sangue no cobertor do bebê, minha mulher disse que era o bastante”, disse. “Nem ficamos na casa naquela noite.”

Os investigadores paranormais não conseguiram resolver o problema.

A família deixou a mansão em agosto de 2007, e Rashid parou de pagar a hipoteca em janeiro de 2008. O Banco Yorkshire finalmente retomou o imóvel na última quinta-feira.

Anwar Rashid tem uma fortuna de 25 milhões de libras (cerca de R$ 83 milhões). O empresário tem uma rede de casas de repouso e um hotel em Dubai, além de 26 propriedades.

“Quando as pessoas me falavam sobre fantasmas, eu não acreditava”, afirmou. “Mas, agora, depois de ter vivido isso, tenho que dizer a qualquer novo proprietário (da casa) que é mal-assombrada.” BBC Brasil

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22 de setembro de 2008 at 20:50

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O que é trombose?

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Trombose - ilustracao

Trombo (gr. Thrómbos) significa coágulo sangüíneo. Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo.
A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.
Quando o trombo se forma em veias profundas, no interior dos músculos, caracteriza a trombose venosa profunda ou TVP.
Em qualquer localização, o trombo irá provocar uma inflamação na veia, podendo permanecer restrito ao local inicial de formação ou se estender ao longo da mesma, provocando sua obstrução parcial ou total.

Como se apresenta?

Nas veias superficiais, ocorre aumento de temperatura e dor na área afetada, além de vermelhidão e edema (inchaço).
Pode-se palpar um endurecimento no trajeto da veia sob a pele.
Nas veias profundas, o que mais chama a atenção é o edema e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha.

Por que o sangue se coagula na veia?

Nosso corpo é dotado de mecanismos que mantém constante o seu equilíbrio. No sangue há fatores que favorecem a coagulação do sangue, chamados procoagulantes, e fatores que inibem a formação de coágulos, chamados anticoagulantes, responsáveis pela manutenção do sangue em estado líquido. Quando ocorre um desequilíbrio em favor dos procoagulantes, desencadeia a formação do trombo.
Os fatores que favorecem a coagulação são classificados em três grupos:
1 – Estase – é a estagnação do sangue dentro da veia. Isto ocorre durante a inatividade prolongada, tal como permanecer sentado por longo período de tempo (viagens de avião ou automóvel), pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, dificuldade de deambulação, obesidade, etc.
2 – Traumatismo na veia – qualquer fator que provoque lesão na fina e lisa camada interna da veia, tais como trauma, introdução de medicação venosa, cateterismo, trombose anterior, infecções, etc., pode desencadear a trombose.
3 – Coagulação fácil ou Estado de hipercoagulabilidade – situação em que há um desequilíbrio em favor dos fatores procagulantes. Isto pode ocorrer durante a gravidez, nas cinco primeiras semanas do pós-parto, uso de anticoncepcionais orais, hormonioterapia, portadores de trombofilia (deficiência congênita dos fatores da coagulação), etc.

Diagnóstico

O médico pode diagnosticar uma tromboflebite superficial apenas baseado nos seus sintomas e examinando a veia afetada (sob a pele). No entanto, a TVP pode se apresentar com sintomas não tão exuberantes, dificultando seu diagnóstico. Para ter segurança, o médico pode solicitar exames especiais como o Eco Color Dopper ou a flebografia. Há quem solicite um exame de sangue para dosagem de uma substância, chamada Dímero D, que se apresenta em níveis elevados quando ocorre uma trombose aguda. Embora o teste do Dímero D seja muito sensível, não é muito conclusivo, visto que ele pode estar elevado em outras situações.

Complicações

A tromboflebite superficial raramente provoca sérias complicações; as veias atingidas podem, na maioria das vezes, ser retiradas com procedimento cirúrgico, eliminando as chances de complicar. No entanto, se a trombose é numa veia profunda, o risco de complicações é grande.

Complicações imediatas ou agudas – a mais temida é a embolia pulmonar. O coágulo da veia profunda se desloca, podendo migrar e ir até o pulmão, onde pode ocluir uma artéria e colocá-lo em risco de vida.
Complicações tardias – tudo se resume numa síndrome chamada Insuficiência Venosa Crônica (IVC), que se inicia com a destruição das válvulas existentes nas veias e que seriam responsáveis por direcionar o sangue para o coração. O sinal mais precoce da IVC é o edema, seguido do aumento de veias varicosas e alterações da cor da pele. Se o paciente não é submetido a um tratamento adequado, segue-se o endurecimento do tecido subcutâneo, presença de eczema e, por fim, a tão temida úlcera de estase ou úlcera varicosa.

Tratamento

O tratamento só deve ser instituído por um especialista. As informações aqui expostas têm como objetivo único lhe orientar para que procure um médico logo que notar qualquer dos sintomas acima relatados. Nunca se automedique.

Se a trombose é superficial, recomenda-se cuidados especiais, tais como aplicação de calor na área afetada, elevação das pernas e uso de antiinflamatórios não esteróides por um período de uma a duas semanas. Deve-se retornar ao especialista, a fim de avaliar a necessidade de tratamento cirúrgico.

Na TVP pode ser necessário manter-se internado durante os primeiros dias, a fim de fazer uso de anticoagulantes injetáveis (Heparinas). Estes previnem o crescimento do trombo e diminuem o risco de embolia pulmonar. Atualmente, pode-se evitar a hospitalização com o uso de heparinas de baixo peso molecular, injetados pelo próprio paciente no espaço subcutâneo da barriga. Depois do tratamento com Heparina, deve-se continuar com o uso de anticoagulantes orais (Warfarin) por um período de três a seis meses. Concomitante com esta medicação, o paciente deve fazer repouso com as pernas elevadas e fazer uso de meia elástica adequada à sua perna. Alguns medicamentos que interferem na ação dos anticoagulantes são proibidos neste período. O médico deve ser consultado sempre que julgar necessário fazer uso de outro tipo de medicação.
Existe procedimentos de exceção para coibir complicações, tais como: colocação de filtro de veia cava, remoção do coágulo (trombectomia) e angioplastia com stent (dispositivo aramado e recoberto com um tecido, o qual evita que a veia se feche novamente).

Prevenção

A principal providência é combater a estase venosa, isto é, fazer o sangue venoso circular, facilitando seu retorno ao coração.

Dentro do possível, atente para estas recomendações:
• Faça caminhadas regularmente.
• Nas situações em que necessite permanecer sentado por muito tempo, procure movimentar os pés como se estivesse pedalando uma máquina de costura.
• Quando estiver em pé parado, mova-se discretamente como se estivesse andando sem sair do lugar.
• Antes das viagens de longa distância, fale com seu médico sobre a possibilidade de usar alguma medicação preventiva.
• Quando permanecer acamado, faça movimentos com os pés e as pernas. Se necessário, solicite ajuda de alguém.
• Evite qualquer uma daquelas condições que favorecem a formação do coágulo dentro da veia, descritas anteriormente.
• Evite fumar e o sedentarismo.
• Controle seu peso.
• Se você necessita fazer uso de hormônios ou já foi acometido de trombose ou tem história familiar de tendência à trombose (trombofilia), consulte regularmente seu médico.
• Use meia elástica se seu tornozelo incha com freqüência.
• Nunca se automedique.

Fonte: Sociedade Brasibeila de Angiologia e Cirurgia Vascular

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11 de setembro de 2008 at 21:30

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Se a moda pega vai faltar CPI: Cão é ouvido como ‘testemunha’ em caso de morte na França

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Um cão foi ‘ouvido’ como testemunha na investigação de uma misteriosa morte ocorrida há dois anos e meio em um subúrbio de Paris.

O animal foi trazido ao caso para reforçar a tese de que sua dona, uma mulher de 59 anos encontrada enforcada em seu apartamento em Nanterre, nas proximidades da capital francesa, foi vítima de um assassinato.

A tese, defendida pela família, contraria a posição da polícia, que não lançou uma investigação completa de assassinato por falta de evidências.

Para aportar elementos às investigações, o juiz Thomas Cassuto decidiu confrontar um possível suspeito com o cachorro, que se acredita ter sido a única ‘testemunha ocular’ do crime.

A ‘acareação’ foi realizada em julho passado com a ajuda de dois psicólogos veterinários, segundo informação veiculada na rádio France Info e reconfirmada pela mídia local.

Notas

Um funcionário do tribunal ficou responsável por tomar notas cuidadosas sobre o comportamento do cachorro ao longo de todo o período. Segundo a France Info e o canal de notícias LCI, o cão foi apresentado a dois suspeitos.

Entretanto, de acordo com o periódico satírico Le Canard Enchainé, o animal não teria demonstrado “reação significativa” senão em um determinado momento – quando se agitou próximo de um policial que cuidava do animal.

“Esse latido, certamente um tanto banal, não pode ser desconsiderado”, afirmou um advogado à rádio Franco Info, em declarações reproduzidas no diário Le Figaro.

“Ele aporta (evidências) a uma linha de investigação longa e complexa, à qual várias outras evidências já foram recolhidas.”

“Não seria portanto o determinante para condenar qualquer pessoa com base nessa confrontação”, ele acrescentou.

A história mais diverte que convence magistrados escutados pela mídia francesa. “Quando nos damos conta da fragilidade de um testemunho humano, que pensar do testemunho canino?”, questionou um à rádio France Info.

Já o presidente do sindicato dos magistrados disse ao canal de notícias LCI disse que um cão “não pode ser testemunha” em um processo. Ele qualificou a história de “inédita”.

Outras fontes escutadas pela imprensa francesa lembraram que os dois anos e meio decorridos entre o incidente e os dias atuais correspondem a 17 anos na vida de um cachorro, o que fragilizaria ainda mais as possíveis memórias do cão sobre o evento.

O caso continua. BBC Brasil

Written by Abobado

11 de setembro de 2008 at 10:57

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