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Enchentes no Rio de Janeiro: Governo confirma 547 mortes na região serrana do RJ; ainda chove

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altTragédia no Rio: Moradores e membros da equipe de resgate procuram por sobreviventes das enchentes em Teresópolis

Balanço parcial divulgado pelo governo estadual na noite desta sexta-feira aponta 547 mortes em cinco cidades da região serrana do Rio devido à chuva desta semana. Há desaparecidos. Nesta sexta, voltou a chover forte em Petrópolis, dificultando a busca por vítimas. A chuva também não deu trégua em Nova Friburgo.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, 247 pessoas morreram em Nova Friburgo, 237 em Teresópolis, 43 em Petrópolis e 16 em Sumidouro. Também há registro de quatro mortes em São José do Vale do Rio Preto.

Ainda conforme o balanço, Petrópolis tem 3.600 pessoas desalojadas – temporariamente na casa de amigos ou parentes – e 2.000 desabrigados – perderam as casas e dependem de abrigos públicos.

Em Teresópolis, são 960 desalojados e 1.280 desabrigados. Nova Friburgo tem 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados.

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira o envio de R$ 100 milhões para ajudar as cidades serranas do Rio, informou o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. O dinheiro faz parte de um total de R$ 780 milhões liberados por Dilma, por meio de medida provisória editada na quarta-feira (12), para as cidades e Estados prejudicados pelas chuvas.

O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), afirmou hoje que haverá o momento de se fazer "autocrítica" e "avaliação" sobre a tragédia na região serrana. Mas, para ele, este não é o momento.

"A hora é de arregaçar as mangas e ajudar a essas famílias. É máquina, bombeiros trabalhando. Sempre tem a hora de fazer avaliação. Tem que se fazer uma autocrítica, por que se permitiu fazer tudo isso. Mas agora é resgatar corpos e ajudar famílias desabrigadas. Não vamos perder tempo nesse momento", disse o governador, em visita ao bairro Caleme, em Teresópolis, um dos mais atingidos por deslizamentos e cheias de rios.

Nova Friburgo

Em nova Friburgo, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) da cidade do Rio começou a ajudar a prefeitura na limpeza das ruas da cidade, mas ainda é possível ver muita lama e lixo em vários pontos.

A maioria das lojas continua fechada. Nos poucos supermercados abertos, havia fila para comprar alimentos. O trânsito pela cidade é caótico, devido às interdições de vias para limpeza e resgate de vítimas, mas também por conta de quedas de barreiras, pedras e árvores nas rodovias que saem da cidade.

Os trabalhos de resgate do Corpo de Bombeiros continuam por toda a cidade. Nesta sexta, as equipes de resgate e salvamento conseguiram chegar à localidade de Campo do Coelho, na Rodovia Teresópolis-Friburgo, onde há muita destruição e mortos por deslizamentos de terra.

Segundo a prefeitura, há uma preocupação de resgatar os corpos, mas a prioridade é salvar pessoas com vida que estejam em pontos isolados do município. Nesta sexta, pessoas tiveram que ser resgatadas de um sítio em Córrego Dantas, com a ajuda de um helicóptero e uma corda.

Como o único hospital público da cidade não está conseguindo atender os feridos, o Corpo de Fuzileiros Navais e o Corpo de Bombeiros montaram hospitais de campanha na cidade.

O medo também está presente no cotidiano dos moradores de Nova Friburgo. Como a cidade fica num vale, onde há muitas encostas e rios, a população está encarando o município como uma grande área de risco.

Na manhã de hoje, um boato de que uma barragem havia se rompido levou pânico às ruas do centro da cidade. Milhares de pessoas correram pelas ruas, muitas chorando e em busca de um lugar mais alto para se abrigar, temendo a suposta enxurrada.

Em cada abrigo ou local destruído pela chuva, há uma história de drama familiar. Nem o coordenador da Defesa Civil municipal, coronel Roberto Robadey, escapou. Segundo ele, quatro primos seus estão desaparecidos.

Petrópolis

Em Petrópolis, as famílias que perderam suas casas com a chuva foram levadas para abrigos improvisados em uma escola e três igrejas, onde recebem comida, água, roupas e material de higiene, doados por voluntários, instituições, empresários e pelo governo do Estado.

Os corpos das vítimas da enchente estão sendo levados para o IML (Instituto Médico Legal) do município e, depois de identificados, são enterrados no cemitério local. "O governo lamenta profundamente as mortes provocadas pelo temporal. O rastro de destruição deixado pela chuva é impressionante. Mas estamos desde as primeiras horas da quarta-feira mobilizados para prestar toda a assistência necessária às vítimas, para que elas possam voltar à normalidade o quanto antes", disse o prefeito de Petrópolis, Paulo Mustrangi.

Além de bombeiros, há homens da Força Nacional de Segurança Pública, do Batalhão Florestal da Polícia Militar e da Defesa Civil, com máquinas e equipamentos, trabalhando nas localidades mais afetadas pelas chuvas. À noite, devido à falta de iluminação, as buscas são suspensas e retomadas no início da manhã do dia seguinte.

O centro histórico de Petrópolis e a famosa Rua Teresa, onde está instalado o maior pólo têxtil comercial do país, não foram danificados pelas chuvas e estão abertos normalmente para turistas e compradores. Folha Online

Nova Friburgo e Teresópolis divulgam listas parciais de mortos após chuva. Veja nomes.

Foto: Ana Carolina Fernandes/Folhapress

Opinião do Estadão: A tragédia fluminense

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altTragédia no Rio de Janeiro: Equipes de resgate levam sobrevivente das chuvas em Teresópolis para hospital

Desastres naturais de proporções assustadoras, como os que ocorreram na região serrana do Rio de Janeiro, geralmente são causados por uma rara combinação de fatores, como uma chuva de intensidade anormal, a existência de solo encharcado e instável em decorrência de chuvas anteriores, declives acentuados, falta de vegetação adequada, entre outros. Mas desastres como esses só se transformam em tragédias humanas porque, com a tolerância e até o estímulo irresponsável do poder público, áreas sob risco permanente de deslizamentos são ocupadas desordenadamente. Na região serrana fluminense, nas encostas e nas áreas devastadas pela avalanche de lama e pedras encontram-se desde favelas até residências de padrão elevado, sítios de lazer e hotéis de luxo.

A ocorrência, há décadas, de tragédias semelhantes à registrada agora em Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis e Sumidouro – os municípios mais afetados pelos deslizamentos que, além das centenas de mortes, provocaram o caos, com a interrupção dos serviços urbanos essenciais, o que dificultou ainda mais o socorro às vítimas – deveria ter servido de alerta às autoridades no sentido de adotar medidas preventivas para, pelo menos, reduzir os efeitos das tempestades de verão. Em 1967, a região de Petrópolis foi duramente castigada por um temporal que provocou a morte de 300 pessoas. No ano passado, deslizamento em Angra dos Reis matou 53 pessoas e desalojou outras 3.500. Em todo o Estado do Rio, desastres naturais decorrentes das chuvas provocaram a morte de 74 pessoas em 2010.

A liberação imediata de R$ 780 milhões do governo federal – por meio de medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff -, para auxiliar os Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo e os municípios mais afetados pelas chuvas recentes, permitirá o início rápido de obras e serviços de recuperação da infraestrutura danificada ou destruída. O dinheiro se destinará também a socorrer as vítimas e, na medida do possível, restabelecer a normalidade nas localidades mais atingidas. Certamente essa verba é insuficiente para tudo isso, mas sua rápida liberação – da mesma forma que a liberação de 7 toneladas de remédios e materiais médicos e o envio de homens da Força Nacional de Segurança Pública para auxiliar no socorro às vítimas – autoriza a esperança de que as coisas mudem com o novo governo.

O que não houve, até agora, foi a decisão de impedir que as tempestades que açoitam a região serrana todos os verões produzam tragédias como a de quarta-feira. Desde sempre, as autoridades locais, às quais compete regulamentar e fiscalizar o uso do solo e impedir a construção de moradias em áreas de risco, como as encostas e as regiões sujeitas a inundações, assistiram impávidas à ocupação desordenada dessas áreas.

Na esfera federal, a verba reservada no orçamento do ano passado do Ministério da Integração Nacional para o Programa de Prevenção e Preparação para Emergência e Desastres era de R$ 425 milhões, mas apenas R$ 167,5 milhões foram aplicados, de acordo com levantamento da organização não governamental Contas Abertas, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo.

Nenhum centavo dos R$ 450 mil previstos para “apoio a obras preventivas de desastres/contenção na estrada Cuiabá” (em Petrópolis, uma das áreas onde houve deslizamentos) foi aplicado. Nova Friburgo, que registrou o segundo maior número de mortes na quarta-feira, deveria receber R$ 21,5 milhões para “obras de pequeno vulto de macrodrenagem”, mas nada recebeu, de acordo com reportagem do jornal O Globo.

Foi graças à imprevidência das autoridades – para não dizer descaso – que se repete em 2011 a tragédia de 1967. Além de afetar dolorosamente a vida das famílias, a falta de projetos e ações destinadas a evitar a ocorrência de desastres naturais em áreas ocupadas por residências tem um forte impacto financeiro. Por não aplicar o que pode em prevenção, o governo acaba tendo de gastar muito mais em obras de recuperação. Que a presidente Dilma aproveite este primeiro desafio a que é submetida para demonstrar que não veio apenas para continuar o que Lula fez.

Enchentes no Rio de Janeiro: Teresópolis e Nova Friburgo confirmam mais mortos; 508 morrem na região serrana

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altCatástrofe no Rio de Janeiro: Chuva que atingiu Nova Friburgo danificou teleférico e soterrou parte de um hotel

Balanços divulgados na noite desta quinta-feira pelas prefeituras de Teresópolis, Petrópolis, Nova Friburgo e Sumidouro informam que mais pessoas foram encontradas mortas nas cidade durante as buscas após os temporais que atingiram a região serrana do Rio.

A cidade mais afetada é Nova Friburgo, onde os mortos chegaram a 225. Com isso, o total de mortes – em cinco municípios da região – chega a 508.

A Defesa Civil de Nova Friburgo informou hoje que número de mortos na cidade deve aumentar, uma vez que ainda há pessoas soterradas e são mínimas as chances de encontrar sobreviventes.

A presidente Dilma Rousseff sobrevoou nesta quinta-feira as áreas afetadas e afirmou que momento vivido pelos moradores da região serrana é "dramático" e que as cenas que presenciou são "muito fortes".

O governador Sérgio Cabral (PMDB) voltou a culpar as prefeituras das cidades da região serrana pelo incentivo à moradia em áreas de risco. "Lamentavelmente, o que nós tivemos em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, da década de 1980 pra cá, foi um problema muito semelhante com o que ocorreu na cidade do Rio, que é a desgraça do populismo. Deixar a ocupação pelos mais pobres das áreas de risco", disse. Cabral disse que, apesar de haver mortos que estavam em casas de alto padrão, a maior parte das vítimas são "pessoas humildes".

Os bombeiros afirmam que uma das maiores dificuldades encontradas pelas equipes de regaste na região serrana do Rio é a falta de comunicação, já que os telefones e a internet estão com problemas. Outra dificuldade enfrentada pelas equipes de resgate é em relação aos acessos em algumas partes das cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.

Saques e buscas

A Folha conseguiu chegar ao alto de Teresópolis de helicóptero. Corpos aguardavam resgate. Cães cheiravam os sacos. Moradores conferiam se havia a algum parente.

"Pode faltar saco, só temos 50", disse um guarda responsável pelo resgate dos corpos.

Um oficial de bombeiros diz que "dúzias de corpos" estão entre o alto, onde havia mais de 200 casas, e o campo de futebol. Nenhum helicóptero havia pousado no local até 16h. Um oficial disse que a demanda era grande. Voluntários dizem que houve saques de bens deixados em meio aos escombros.

IML

O grande número de corpos no IML (Instituto Médico Legal) de Teresópolis obrigou as equipes de técnicos a adotar o reconhecimento dos mortos por meio de fotografias. Cerca de 50 pessoas estão concentradas em frente ao prédio do IML, em busca de parentes desaparecidos.

As fotos dos rostos dos mortos são mostradas pelos peritos a quem busca informações. Só entram no prédio os parentes que reconheceram vítimas por meio das fotografias. O prédio do IML funciona ao lado de uma delegacia de polícia e tem capacidade para receber apenas seis corpos. Até as 12h de hoje já tinham dado entrada 147 corpos. Outro prédio, em frente à delegacia, teve que ser requisitado para receber corpos. Folha Online

Defensoria Pública de Teresópolis libera lista parcial de mortos

Foto: Rafael Andrade – FolhaPress

Tragédia no Rio de Janeiro: Chuvas matam 18 pessoas em Petrópolis; 96 morrem na região serrana

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altEnchentes no Rio de Janeiro: Chuva causa deslizamentos de terra e mortes em Teresópolis na região serrana

A Defesa Civil de Petrópolis (RJ) confirmou na tarde desta quarta-feira 18 mortes em razão das fortes chuvas que atingem a região. O órgão estima, porém, que o número final passe de 40, pois muitas pessoas teriam sido arrastadas pelas águas na região. Com isso, chega a 96 o número de mortes na região serrana do Estado – 71 em Teresópolis e sete em Nova Friburgo.

O prefeito de Teresópolis, Jorge Mário Sedlacek (PT), assinou o decreto de estado de calamidade pública no município em razão dos danos.

A Marinha autorizou a liberação de dois helicópteros nas ações de resgate das vítimas das chuvas que atingem a região serrana. As aeronaves serão utilizadas para auxiliar o transporte de pessoal e equipamentos do Corpo de Bombeiros.

Segundo a Marinha, serão enviados um aparelho de grande porte e outro de pequeno porte da força aeronaval. Não está previsto o envio de tropas. O pedido de ajuda foi feito mais cedo pelo governo do Rio.

altEstarrecedor: Imagem área mostra devastação em área de Nova Friburgo, Rio de Janeiro

Chuvas

As chuvas que atingiram a região entre a noite de ontem e a manhã desta quarta-feira se aproximaram do esperado para todo o mês de janeiro inteiro, segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Em 12 dias, já choveu em Nova Friburgo 84% a mais do que o volume esperado para todo o mês. Das 9 h de ontem às 9 h desta quarta-feira, foi registrado um índice pluviométrico de 182,8 mm – o índice esperado para janeiro inteiro era 199mm. Desde o começo do ano, as chuvas acumuladas na cidade são de 366,8 mm. Cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado.

A região do Vale do Cuiabá foi a mais atingida na cidade, com a água subindo mais de cinco metros de altura. Muitas casas foram destruídas pela força das águas do rio Santo Antônio.

Já em Teresópolis, o volume de chuva registrado nas mesmas 24 horas chegou a 124,6 mm. Com isso, as chuvas acumuladas no mês chegaram a 219 mm. O esperado para o período era de algo entre 140 e 200 mm.

O Inmet não tem números sobre a chuva em Petrópolis. A previsão do instituto é que as chuvas fortes continuem nos próximos dias, na região serrana e em outras áreas do Estado do Rio. Folha Online

Foto: Paulo Cezar/Ag. O Globo – Foto 2: Marino Azevedo/Governo do Estado do Rio de Janeiro)

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Santa Catarina: Casas são isoladas devido ao risco de deslizamento em São José

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Colônia Santana, São José: A coisa ficou preta numa localidade esquecida pela administração pública

Desde o fim de semana, 60 famílias estão alojadas em casas de parentes e amigos

A Defesa Civil em São José, na Grande Florianópolis, isolou 60 casas desde o último dia 25. Na data, a comunidade do bairro Côlonia Santana sofreu com alagamentos e o deslizamento de parte de uma área de morro, provocados pela grande quantidade de chuva.

As residências interditadas ficam em três ruas próximas de onde houve o desmoronamento. Conforme o coordenador da Defesa Civil no município, José Delmir da Silva, nenhuma família se opôs a sair e todas foram encaminhadas para casas de parentes ou amigos.

A retirada das famílias começou no sábado e durou até a madrugada de domingo. Delmir destaca que a medida foi tomada como prevenção. O solo continua encharcado na região e desde o deslizamento as fendas no solo aumentaram 15 centímetros.

— Desde o dia 26, após o evento, máquinas estão trabalhando na parte que deslizou e também está sendo feita a contenção. Mas antes disso terminar as famílias poderão voltar para suas casas, basta o terreno firmar. Para isso, precisa parar de chover — explica o coordenador. ClicRBS

Foto: Charles Guerra – DC

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Florianópolis: Defesa Civil e Floram vistoriam casas em situação de risco em morros

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Moradias irregulares: Casan instala água, Celesc a energia. Quando a casa cai de quem é a culpa?

A tarde desta quarta-feira foi de vistorias para a Defesa Civil e Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) de Florianópolis. Os órgãos fiscalizaram o Maciço do Morro da Cruz, onde dezenas de casas ameaçam desabar.

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano já autorizou a demolição de 70 casas na região. Ao todo, 170 estão interditadas pela Defesa Civil por estarem em área de risco de deslizamentos.

De acordo com o secretário do Desenvolvimento Social de Florianópolis, José Carlos Rauen, as famílias retiradas receberão assistência:

— A Secretaria de Assistência Social vai fazer primeiro um perfil sócio-econômico dessas pessoas. Caso seja necessário vai remanejá-las dando ajuda de custo no período, conforme determina a lei, para que elas possam ocupar um outro local que seja adequado.

Os moradores de uma das casas demolidas nesta semana estão na casa de parentes. A moradia estava amarrada com cordas para não cair. ClicRBS

Foto: Maurício Vieira (DC) – Casa demolida Caeira do Saco dos Limões

Santa Catarina: Roupas doadas às vítimas da enchente são jogadas no lixo

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Na semana passada, roupas foram encontradas em área destinada a entulhos da construção civil

Peças de roupas doadas às vítimas da enchente de novembro do ano passado foram jogadas no lixo em Itajaí (SC). O material estava armazenado desde novembro em galpões sem quaisquer condições de conservação e ficou danificado.

O prefeito de Itajaí, Jandir Bellini, justificou o descarte do material por se tratar de roupas e calçados "podres". De acordo com o prefeito, dois laudos da Fundação do Meio Ambiente (Famai) comprovam o péssimo estado de conservação do material, além de recomendarem o descarte em um aterro sanitário. Portal G1

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Written by Abobado

4 de maio de 2009 at 19:19