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Governo eficiente é assim: Após falar de prazos, Dilma entrega obra do PAC com três anos e meio de atraso

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Ampliação do Porto de São Francisco do Sul (SC) deveria ter sido entregue em 2010, mas revisão do projeto atrasou andamento; no dia anterior, presidente falou sobre ‘dor de cabeça’ em descumprir datas
 

Incompetência sem limite: Reparem na seta o que foi ampliado no Porto de São Francisco. Três anos e meio para fazer uma obra mixuruca. É tempo de sobra para constuir um porto inteiro!

A presidente Dilma Rousseff inaugura nesta quarta-feira, 27, em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina, uma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que devia ter ficado pronta em fevereiro de 2010. Executada pelo Exército, a ampliação do berço 201 do Porto de São Francisco do Sul custou R$ 35 milhões, dos quais R$ 30 milhões foram bancados pelo governo federal e o restante, pelo próprio porto. Em entrevista a rádios nessa terça, Dilma disse que uma das maiores "dores de cabeça" do Palácio do Planalto é "justamente cumprimento de prazos".

"Cumprimento de prazo é algo muito importante quando a gente olha um país como o Brasil que precisa urgente de várias obras. Então, a gente tem feito um grande esforço nessa direção. Por que a gente fica preocupada com o atraso? Porque o atraso significa você atrasar o atendimento às necessidades da população ou compromissos assumido (sic)", afirmou Dilma nessa terça ao falar com repórteres de emissoras de rádio do Ceará.

A ampliação do berço 201 do Porto de São Francisco do Sul foi tocada pelo 10º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro. Na época em que Dilma ainda era ministra-chefe da Casa Civil, o governo pretendia concluir a obra até 28 de fevereiro de 2010.

Em janeiro de 2012, uma ata de reunião extraordinária do conselho de autoridade portuária do porto alertou para a demora no cumprimento do cronograma. Um dos conselheiros questionou a "prolongada demora", alegando que o atraso é "muito representativo para a comunidade portuária".

Correção

Procurada pela reportagem, a assessoria do Exército informou que "prima pela correção na execução orçamentária, com licitações bem estruturadas e rigoroso acompanhamento técnico, logístico e administrativo, o que pode gerar, até mesmo, uma economia de recursos na execução das obras".

"O Exército tem conseguido maior permanência nas obras, mesmo com eventuais atrasos por força de problemas técnicos. Se por um lado o tempo tende a se prolongar, por outro há a certeza do término da obra com a solução desses problemas", disse a assessoria. "O que seria um problema de atraso, acaba se transformando em solução para melhor continuidade da obra."

De acordo com o Exército, após a realização de testes de sondagem no Porto de São Francisco do Sul, houve a necessidade da revisão do projeto da obra para melhorar a capacidade de suporte de 15 estacadas, "permitindo a conclusão dos trabalhos de modo a propiciar a segurança esperada para esse tipo de empreendimento".

O Porto de São Francisco do Sul é o sétimo do País em movimentação total de cargas. A ampliação do berço 201 deve representar um aumento de 2 milhões de toneladas/ano na capacidade de movimentação do porto. O objetivo das autoridades é aumentar o fluxo de matéria-prima para regiões de produção agrícola nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná.

"O investimento foi necessário para modernizar a infraestrutura e melhorar as condições operacionais do porto", informou a Secretaria de Portos. Segundo o governo, o Porto de São Francisco do Sul "busca aperfeiçoamento para facilitar as manobras dos navios acima de 300 metros de comprimento, atento às tendências mundiais do mercado".

Estadão Online

Perigo à vista: Alto Comando do Exército reforça esquema de segurança a Joaquim Barbosa após duas ameaças

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O Alto Comando do Exército ratificou ontem que continuará sendo o principal responsável pela segurança pessoal do presidente do Supremo Tribunal Federal. A cúpula militar ainda determinou um reforço no esquema que protege Joaquim Barbosa, depois de detectar pelo menos duas ameaças, nas últimas 48 horas, ao ministro que relatou o processo do Mensalão. Além de escolta, Barbosa agora contará também com vigilância inteligente durante a noite.

A ordem oficial de reforço veio às 14h52m de sábado. O documento reservado foi providencialmente assinado pelo general José Elito Carvalho Siqueira, membro do Alto Comando do Exército Brasileito e ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). Além das ameaças detectadas pela inteligência militar, o reforço foi justificado por um estranho fato burocrático ocorrido na sexta-feira.

Na hora em que o ministro se preparava para encerrar o expediente no STF, veio uma suposta ordem do Ministério da Defesa para que o pessoal militar que fazia a segurança de Barbosa fosse substituído. A nova orientação seria que Barbosa, após o julgamento do Mensalão, voltaria a contar com a proteção de agentes do Judiciário ou da Polícia Federal. Acorre que os servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a serviço do GSI e do Exército, resolveram não cumprir a estranha ordem, já que não tinham recebido qualquer comunicado oficial sobre a troca.

Joaquim Barbosa foi para sua residência oficial vigiado por duas diferentes equipes de escolta. Avesso à segurança pessoal, o ministro reclamou do excesso de pessoal militar com o qual já estava habituado a conviver. Ontem, o conflito de atuação foi desfeito. O general Elito, pessoalmente, reafirmou que só o Alto Comando do Exército ficará responsável por ordens acerca do esquema especial de segurança a Joaquim Barbosa. O serviço continua a ser executado por agentes de inteligência e oficiais do EB.

O esquema funciona no Rio de Janeiro, neste final e começo de semana, onde Barbosa passa o Natal e responde pelo plantão de recesso do Supremo Tribunal Federal. No Ministério da Defesa, estranhamente, ninguém assume de onde veio a ordem para alterar a segurança do ministro. Nas entrelinhas, no meio militar, interpreta-se que foi dado mais um sutil recado do Alto Comando do Exército ao governo e, por extensão, ao Partido dos Trabalhadores — cujos dirigentes, publicamente, vêm hostilizando Barbosa e fazendo críticas ácidas ao Poder Judiciário.

Ao que se sabe até agora, a presidente Dilma Rousseff apenas tomou conhecimento da pequena confusão mas não teria interferido no conflito entre a EB-Defesa-GSI, mesmo sendo a comandante-em-chefe das Forças Armadas. Não chegou a se configurar uma “crise militar”. Mas a cúpula do EB reafirmou sua independência para tomar decisões que considere de interesse estratégico para a segurança nacional ou para o pleno funcionamento das instituições democráticas. Se os petistas souberem ler, este pingo de decisão dos generais é uma letra maiúscula de que não se aceitará um desrespeito às regras institucionais e constitucionais.

O recado do Exército Brasileiro foi direto: a petralhada deve parar de falar e fazer besteiras contra o frágil regime democrático no Brasil.

Jorge Serrão – Alerta Total

Opinião do Estadão: Primus inter pares

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altAbuso: Conhecidos de Lula caminham pela praia Monduba, particular do Forte dos Andradas no Guarujá

Luis Inácio Lula da Silva não precisou nem de uma semana para demonstrar ao país e ao mundo que, apesar de alardear ser uma pessoa de origem humilde, um homem do povo igual a todo mundo, julga-se, na verdade, no mínimo, um legítimo primus inter pares, o primeiro entre iguais, merecedor, portanto, de privilégios e regalias especiais. O ex-presidente está realmente convencido, do alto de seus oitenta e tanto por cento de aprovação popular, de que conquistou a condição incontrastável de líder supremo dos brasileiros. Alguém que tudo pode, a quem tudo é permitido.

Qualquer homem público com algum sentido de decoro, com alguma noção de limites de comportamento, com algum pudor no trato com o bem comum, jamais se teria permitido dar os maus exemplos protagonizados por Lula na sua penosa transição para a condição de ex: o uso de dependências das Forças Armadas para gozar, com a família, de alguns dias de lazer à beira-mar e a concessão a dois filhos seus, pelo Itamaraty, nos últimos dias de dezembro, de passaportes diplomáticos válidos por quatro anos.

Dois ou três dias depois de ter passado a faixa presidencial a sua sucessora, Lula e família desembarcaram no aprazível recanto do Forte dos Andradas, dependência do Exército situada numa das pontas da praia do Tombo, no Guarujá. Como presidente, ele já havia estado lá um par de vezes, para curtos períodos de descanso. A reação geral foi imediata: um ex-presidente tem direito a essa regalia? Consultado o Ministério da Defesa, o ministro Nelson Jobim mandou dizer que Lula estava no Forte dos Andradas como seu convidado. Então, é isso.

altMais ou menos ao mesmo tempo vazou a notícia de que, ao apagar das luzes de 2010, e do mandato de Lula, seus filhos Marcos Cláudio, 39, e Luiz Cláudio, 25, e ainda um neto, foram contemplados pelo Itamaraty com a concessão de passaportes diplomáticos. Esse é um privilégio a que têm direito algumas altas autoridades públicas e seus dependentes, desde que tenham até 21 anos de idade, ou sejam portadores de algum tipo de deficiência. Como nenhum dos dois filhos do ex-presidente se enquadra nessas condições, questionado pelos jornalistas o Itamaraty explicou que a concessão foi autorizada pelo ex-chanceler Celso Amorim “em caráter excepcional”, atendendo a “interesse do país”. Ninguém se deu ao trabalho de explicar que “interesse” seria esse, mas fontes da Chancelaria revelaram que o pedido dos passaportes fora feito pelo então presidente diretamente ao ministro, poucos dias antes.

Por que não? Que há de mal nisso? Afinal, Lula não pode? Que pode, pode. Está visto. Mas não deve. E quem não entende por que, não tem o direito de reclamar da lassidão ética que corrompe a atividade política em todos os níveis de governo e dos enormes prejuízos que isso acaba significando para a cidadania. O comportamento de Lula é um péssimo exemplo para o país por pelo menos uma boa razão, além da óbvia questão ética: eterno defensor e protetor dos fracos e oprimidos, o combate aos privilégios dos poderosos sempre foi bandeira política de Lula e do PT. É difícil de justificar, portanto, que o ex-metalúrgico, que hoje tem condições financeiras para pagar do próprio bolso uma semana de férias para toda a família em qualquer resort elegante do Brasil ou do mundo, inclusive nas condições de segurança e privacidade a que, estas sim, ele e seus familiares têm todo o direito – se valha dos privilégios inerentes à Presidência da Republica depois de deixar o cargo. Só mesmo um desvio de conduta explica a tranquilidade com que, no caso das férias no forte, Lula botou na conta da viúva o custo do auto-outorgado privilégio.

O novo chanceler, Antonio Patriota, evitou diplomaticamente comentar a questão dos passaportes. Já o assessor para assuntos internacionais Marco Aurélio Garcia – uma das incômodas heranças que Lula deixou para Dilma -, com o habitual sarcasmo, e à falta de melhor argumento, classificou o assunto como “de uma irrelevância absoluta”.

Se esse é o saldo de uma semana de Lula sem a faixa presidencial, não é difícil imaginar o que ainda está por vir.

Foto principal: Foto Michel Filho/Agência O Globo

Guerra no Rio de Janeiro: General diz que Exército vai revidar em caso de confronto com criminosos

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altGeneral Adriano (segundo à esquerda): ‘Se tiver confronto, infelizmente vamos ter partir pra a reação’

O general do Exército Adriano Pereira Júnior (comandante do Comando Militar do Leste) afirmou na tarde desta sexta-feira em entrevista coletiva que cerca de 60% dos 800 homens enviados ao Rio de Janeiro têm experiência no tipo de operação que acompanha na cidade. Questionado sobre a possibilidade de um confronto direto entre criminosos, ele respondeu: "Se tiver confronto, infelizmente vamos ter partir pra isso".

Na noite de quinta-feira (25), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinou autorização que determina às Forças Armadas o reforço do apoio ao governo do Rio nas operações de combate à onda de ataques que ocorre no Estado desde o domingo (21).

A Operação de Garantia da Lei e da Ordem foi solicitada pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) e teve que ser autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pois o número de homens solicitado foi acima do que o ministério poderia liberar. Também foram enviados ao Rio dez blindados e três helicópteros da Força Aérea.

‘Nós, do Rio de Janeiro, estamos muito felizes porque o Brasil se uniu pela nossa causa’, afirmou, mais cedo, o governador do Rio sobre a autorização do reforço policial.

O secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, – que também participou de entrevista – disse que a operação foi planejada, mas foi antecipada. Ele explicou que o papel das forças federais na Vila Cruzeiro e Complexo do Alemão é logístico e estratégico.

"Era uma operação para ser mais para frente. Vimos o que tinha e o que faltava e solicitamos apoio da Marinha. Depois de fazer a entrada [nas favelas], há uma necessidade estratégica para nós, que toda aquela região tenha os acessos controlados", afirmou. Folha Online

Milicos em pânico: Major nega uso de “delação premiada” contra generais, policiais e políticos metidos no Escândalo do IME

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Do blog Alerta Total

 Escândalo no Exército Brasileiro: Este é o e-mail que tem causado caganeira na milicada. Clique na imagem para ler

Novidades de hoje cedo, no front do escândalo do IME (Instituto Militar de Engenharia), indicam que existe uma campanha para tentar desmoralizar o Comando do Exército. O major Washington Luiz de Paula acaba de negar a oficiais amigos o teor de um e-mail a ele atribuído com ataques a Generais, coronéis, capitães, burocratas do TCU ou políticos. O general Enzo Peri, comandante do Exército Brasileiro, precisa se cuidar, já que este é o segundo episódio, em sequência, para "queimá-lo". O outro foi a denúncia de quebra de sigilo fiscal de militares atribuída ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

O major Washigton, investigado por problemas em licitações de consultoria no IME, deixou claro na mensagem a um oficial amigo: "É um absurdo esse e-mail. Jamais faria algo dessa natureza. Trata-se da reputação de pessoas idôneas e acima de qualquer suspeita. Nada tenho haver com esse absurdo. Tenho fé que a justica e nosso Exército tomarão as medidas cabíveis. Existem ferramentas para descobrirem a verdade e isso será feito. Fico triste com meu nome na lama, mas confiante na descoberta da verdade".

Em nossa primeira edição desta segunda-feira, o Alerta Total informou que um e-mail enviado quinta-feira passada para mais de cinco mil membros do Exército, da ativa e da reserva, serviu para aumentar a dimensão política do escândalo das licitações no Instituto Militar de Engenharia – um dos mais importantes centros acadêmicos do Brasil.

Na sempre viva “comunidade de informações”, surgia ontem a informação de que parte dos R$ 15,3 milhões – obtidos em licitações de consultorias técnicas entre os anos de 2004 e 2006 – pode ter sido desviada até para campanhas eleitorais de membros do governo Lula, inclusive a campanha presidencial deste ano. Alerta Total

Leia mais aqui.

Enchentes em Santa Catarina – RBS TV flagra furto de donativos em Blumenau

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Uma reportagem veiculada pela RBS TV na noite deste domingo mostrou voluntários e soldados do Exército que trabalham na Vila Germânica, em Blumenau, no Vale do Itajaí, furtando roupas e mantimentos doados para às vítimas da enchente que atingiu Santa Catarina. As imagens mostraram pessoas saindo com o carro cheio de donativos.

Os furtos ocorreram no Pavilhão 1 do Parque Vila Germânica, que é administrado pelo governo catarinense. O local funciona como uma central de triagem de produtos doados do Brasil inteiro.
Havia duas maneiras de levar o material destinado aos flagelados das cheias. A primeira ocorria logo que os caminhões chegavam com os donativos. Os soldados descarregavam os produtos e empurravam para um monte. Outro grupo experimentava o material e, se servisse, colocava dentro de mochilas. Em seguida, saíam normalmente com mochilas cheias.

O grupo aparece pegando roupas, tênis e outros objetos. Cada um sai com pelo menos duas mochilas cheias. O outro grupo que furtava os donativos eram os voluntários e os conhecidos deles. Eles chegavam de carro e selecionavam o que agradava. Diário Catarinense

Comentário: A falta de controle, a desorganização e a desonestidade de pessoas descompromissadas com a solidariedade dão margem a esse tipo de atitude. O que se verifica nessa matéria da RBS é a pontinha de um grande iceberg. Não mudou nada em relação às enchentes anteriores que assolaram o Estado de Santa Catarina. Por diversas oportunidades tenho utilizado o chat da CBN/Diário (programa Notícias na Manhã apresentado por Mário Motta) sugerindo que a Defesa Civil coloque em seu site um relatório de todas as doações feitas em dinheiro, a forma de aplicação desses recursos, quem pagou, quem recebeu, o que foi adquirido, os comprovantes fiscais, enfim, tudo o necessário para que a grande parte desses recursos fruto de doações cheguem aos seus reais destinatários. Olho bem aberto com relação aos nossos “despretensiosos” políticos. Esses são os verdadeiros “urubus” do dinheiro e das ações voltadas ao auxílio das pessoas que atravessam tão difíceis tempos!

Written by Abobado

15 de dezembro de 2008 at 11:21