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Então tá: Definida a empresa que fará a ponte de Laguna para o término da duplicação da BR-101

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A ponte estaiada da Cabeçuda: Só acredito quando essa onça passar por cima da minha cabeça

Considerada uma das obras mais complexas para o término da duplicação da BR-101 Sul em Santa Catarina, a ponte sobre o canal de Laranjeiras, em Laguna, será construída pelo consórcio Camargo Corrêa/M.Martins/Construbase.

O grupo de empresas venceu a licitação ao apresentar proposta de R$ 597,2 milhões —o valor máximo não poderia ultrapassar R$ 605,4 milhões.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) revelou na quarta-feira, por meio de sua assessoria de imprensa em Santa Catarina, que a expectativa é começar a obra até o final deste semestre. O prazo para a conclusão da ponte, na comunidade de Cabeçudas, é de três anos.

O resultado da concorrência pública foi publicado no dia 3 deste mês, no Diário Oficial da União. O consórcio Camargo Corrêa/M.Martins/Construbase levou vantagem sobre a proposta do consórcio Nova Ponte (formada pelas empresas OAS e Norberto Odebrecht), que foi de R$ 601,2 milhões, e da construtora Queiroz Galvão, de R$ 602,4 milhões.

A ponte será estaiada — ligando cabos a duas torres — e terá 2,8 quilômetros, quatro pistas e acostamento. Segundo o Dnit encerra-se nesta quinta-feira o prazo para que as outras empresas entrem com recurso. Se não houver questionamentos, será aberto prazo de 30 dias para a parte burocrática da contratação. O Dnit acredita que o consórcio vencedor comece o estaqueamento antes de julho.

Nova concorrência para a fiscalização

Para as obras será necessária a contratação de outra empresa que fará a fiscalização. Isso também sairá em concorrência pública. Mas, conforme o Dnit, esse processo não travará o começo da construção da ponte.

O trecho para a obra de Laguna está dividido em dois lotes. O da ponte é o lote 2. O lote 1 é o da duplicação de 5,1 quilômetros e construção de três viadutos, uma passarela e duas passagens para animais.

Até agora, apenas o resultado da habilitação à concorrência do lote 1 foi conhecido. Das 17 inscritas, o Consórcio Gaissler/Tengel e as empresas, Blokos e Bolognesi Engenharia foram desclassificados.

A última entrou com recurso, que ainda não foi julgado. A próxima etapa será a data para a abertura das propostas, que não podem superar o valor de R$ 71 milhões.

O Dnit informou que o começo do lote 2 não dependerá do lote 1. A ponte em Cabeçudas é obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem recursos garantidos. Além de ser necessário para a conclusão da duplicação, o investimento é tido como de importância para o incremento turístico da região Sul — principalmente pela valorização da arquitetura da travessia.

Mas para a duplicação ficar pronta em 2014, como prometeu a presidente Dilma Rousseff, será necessário tempo bom e que não haja novos imprevistos. Menos otimista um estudo da Fiesc diz que a duplicação não acaba antes de 2015.

O projeto de Laguna será dividido em quatro etapas. Primeiro será feita a fundação no solo embaixo da ponte. As escavações terão 2,5 metros de diâmetro e serão protegidas por camisas metálicas. A mais profunda de todas ficará a 75,8 metros de profundidade.

As estacas serão armadas com vergalhões de concreto e, depois, preenchidas com concreto. Serão quatro equipes trabalhando ao mesmo tempo, em pontos diferentes da ponte.

A segunda etapa da obra será a construção dos pilares de concreto. Numa terceira fase, será feita a colocação dos mastros, com 50 metros de altura em relação ao pavimento da ponte.

Em cada lado dos mastros serão instalados 15 cabos, totalizando 60, que terão a função de sustentar e dar equilíbrio à estrutura. Por último, a obra entra em fase de acabamento, quando são colocadas as proteções laterais, pavimentação e pintura de faixas. Diário Catarinense

Relho neles: Serra critica ‘falso rigor fiscal’ do governo Dilma

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 Serra: ‘Voto contra o mínimo maior acaba sendo um voto, especialmente, contra os pobres do Nordeste’

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) criticou nesta sexta-feira o “falso rigor fiscal” do governo federal ao anunciar o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento. “Por enquanto é espuma. Eu quero ver isso acontecer de verdade. Disseram que vão cortar emendas de parlamentares, precisa ver quais emendas, nem todas são ruins. A maior parte é espuma, para dizer que tem um governo austero. Esse falso rigor fiscal mostra a inexistência de rigor fiscal. Tem que cortar na gordura, temos que ter austeridade fiscal de verdade”, disse ele em entrevista à rádio “Jovem Pan”.

O tucano também falou sobre a aprovação pelo Congresso do mínimo de R$ 545 fixado pelo governo. Durante a campanha eleitoral à Presidência, Serra apresentou como proposta um mínimo de R$ 600. Ele afirmou hoje que continua defendendo o valor e destacou que a decisão do salário mínimo foi política, e não econômica.

Quando propus o salário mínimo de R$ 600 e o reajuste do INSS em 10%, examinei os números. Existe muita coisa que poderia ser cortada, para dar aumento a quem recebe o salário mínimo. Voto contra o mínimo maior acaba sendo um voto, especialmente, contra os pobres do Nordeste.” O ex-presidenciável também criticou o artigo do projeto que permite o reajuste do mínimo por decreto presidencial, nos próximos quatro anos. Ele disse concordar com a ação da oposição contra a medida. “Concordo com a ação da oposição, isso é irregular.”

Sobre a discussão de um novo imposto para a saúde, nos moldes da extinta CPMF, Serra defendeu recursos fora do tributo. “O governo federal deve gastar melhor dentro do dinheiro existente, cortando desperdício, cortando em obras que não vão servir para nada diante do custo que elas representam. Um exemplo disso é o Trem de Alta Velocidade. Isso é uma fantasia.”

Política internacional

O tucano defendeu a política internacional do governo Dilma, que, segundo ele, é diferente da do ex-presidente Lula. “Está no comecinho, mas apresenta sinais de mudança. Ela fala menos, faz menos espalhafato.” Serra destacou que isso “não justifica que o governo deixe de falar sobre coisas importantes, não pode aproveitar isso como pretexto. Salário mínimo, Trem Bala, escândalos ainda não foram explicados. Espero que o silêncio não se traduza em uma omissão sistemática.”

Sobre o seu futuro político, ele descartou disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012. “Não vou me candidatar a prefeito porque eu já fui e não gostaria de repetir a experiência. Posso continuar sendo muito útil em outras coisas.”

Aliados

O tucano também comentou sobre a saída do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do DEM e a fundação, por ele, de um novo partido. Serra afirmou que “torce para que Kassab tome uma decisão boa para ele e para a cidade. Ao mesmo tempo, não se afaste do trabalho e da aliança com o PSDB que tem dado certo para a cidade de São Paulo”. Questionado se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deveria ter aparecido mais em sua campanha à Presidência, o tucano disse: “Não creio que tivesse alterado o resultado”.

Serra ainda negou antagonismo com seu colega de partido Aécio Neves. Segundo ele, divergência “faz parte da democracia de uma partido”. Folha Online

Ouça a entrevista, que foi dividida em três módulos: parte 1, parte 2 e parte 3

Santa Catarina: Queda de barreira interdita totalmente BR-101 no Morro dos Cavalos

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Essas imagens foram gravadas no dia de ontem (sábado), às 08h52m, quando me deslocava de Florianópolis para Laguna, trajeto esse que faço com frequência somente aos domingos.

O vídeo mostra todo o percurso que abrange o Morro dos Cavalos (BR-101/Sul em Palhoça) sentido norte/sul. A partir de 1m30s é possível visualizar como já estava o problema do deslizamento da barreira que atingia pequena parte da pista naquele horário do dia. No final da noite de sábado (22/01/2011) a estrada foi totalmente interditada.

Mais uma vez, conforme se previa, irresponsabilidade e incompetência prejudicam todo o Estado de Santa Catarina, pois essa tragédia já era anunciada desde as últimas enchentes ocorridas em 2008/2009 quando construíram uma contenção que não protege 30% da extensão de todo o morro.

altO Ministério Público precisa agir com rigor, responsabilizando diretamente o superintendente do DNIT de Santa Catarina, João José dos Santos, principal arquiteto de toda essa confusão.

Em tempo: Para quem procura alternativa para se deslocar nos dois sentidos do Estado (norte/sul – sul/norte) consulte o mapa aqui, já que o acesso via Enseada de Brito também está bloqueado.