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Dureza: Blogueiro Mosquito protesta contra censura e perseguições na internet

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15 de junho de 2011 at 23:42

Opinião do Estadão: Jornalista sem diploma

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O Brasil precisa de uma imprensa responsável, políticos honestos, Justiça célere e um povo que saiba votar

Se a exigência do diploma, estabelecida no decreto-lei do regime militar, já era um anacronismo quando foi criada, de lá para cá a evolução tecnológica da comunicação a deixou ainda mais despropositada e inteiramente inócua. Com o desenvolvimento da internet, em que qualquer pessoa pode criar e desenvolver o seu blog, arregimentando uma quantidade literalmente incalculável de leitores, qualquer um pode transmitir informações e opiniões – exercendo, desse modo, ainda que sem os rígidos princípios éticos adotados pelas empresas de comunicação que se pautam pela seriedade e pela responsabilidade, uma típica atividade jornalística.

Não haveria condição alguma de exigir-se prova de conclusão de curso específico para esse trabalho. As entidades de jornalistas que defendiam a exigência do diploma, o que pretendiam era uma restrição de natureza corporativa, julgando com isso proteger seu mercado de trabalho. Diga-se o mesmo em relação a alguns donos de escolas de comunicação, que julgavam, ao defender a obrigatoriedade do diploma, garantir uma clientela compulsória. Ocorre que, até em termos de mercado de trabalho, essa “reserva de mercado” com base no diploma é ilusória. Muito mais eficiente que aquela reserva de mercado, em termos de qualificação do profissional jornalista, será a concorrência pela qualidade que terá que surgir entre essas escolas.

Cada qual terá que aperfeiçoar ao máximo os seus cursos, buscar o corpo docente mais bem habilitado e o padrão de ensino mais eficiente, para arregimentar alunos que queiram disputar empregos nos veículos de comunicação. Os leitores, sem dúvida, serão os maiores beneficiados.

Leia mais aqui.

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20 de junho de 2009 at 10:33

Propaganda é isso!

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22 de maio de 2009 at 12:48

Internet pela rede elétrica aumenta concorrência entre provedores

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Internet pela tomada da luz: Será que agora teremos realmente a inclusão digital?

Por unanimidade, o conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, quinta-feira (2), o acesso à internet banda larga por meio da rede elétrica. De acordo com a agência, o regulamento será publicado nesta segunda-feira (6).

As empresas de telefonia já estão se posicionando contra o sistema por medo da concorrência, é o que afirma a conselheira Emília Ribeiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai realizar uma consulta pública para começar a operar.

Após a publicação do regulamento, as empresas interessadas poderão solicitar à Anatel autorização para atuar com o sistema. Correio Braziliense

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6 de abril de 2009 at 01:14

Internautas protestam contra Google e associação antipirataria

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Milhares de internautas assinam, desde a semana passada, um protesto contra a exclusão da comunidade "Discografias", uma central de compartilhamento de arquivos de música hospedada na rede social Orkut. O Google, dono do site de relacionamentos, mobilizou usuários após excluir tópicos do fórum a pedido da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), que quer tirar a comunidade do ar.

Segundo os organizadores do abaixo-assinado, a expectativa é acumular 1 milhão de adesões – até agora, pouco mais de 8 mil pessoas passaram pelo link. A comunidade conta com cerca de 765 mil usuários cadastrados, mas o número de freqüentadores efetivos é maior. Para navegar por seus tópicos, não é preciso se inscrever.

"Este abaixo-assinado está destinado ao público que baixa músicas e/ou filmes na internet", diz o texto do manifesto. Na "Discografias", internautas compartilham links com álbuns musicais inteiros sem pagar.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, a exclusão da comunidade está em avaliação. "Isso está sendo avaliado. Se percebermos que a comunidade não tem debate, só tem links, ela pode sair [do Orkut], sim. Não podemos acobertar esse tipo de troca de arquivos", diz.

"A APCM avisa o Google quanto a comunidades que disponibilizam conteúdo ilegal e solicita sua remoção", afirma Edner Bastos, coordenador antipirataria da associação, que defende a propriedade intelectual. Segundo Bastos, a associação vê os protestos na web de "forma natural". "Todos têm direito a liberdade de expressão, a APCM não tem nada contra isso", afirma.

No mundo

Com o debate sobre direitos autorais mais quente do que o normal na web brasileira, a Microsoft anunciou, nesta terça-feira (21), o Dia Mundial da Conscientização Antipirataria. De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, o dia terá "ações simultâneas de iniciativas educacionais e de apreensão em 49 países para o combate da comercialização de software pirata e falsificado". Folha Online

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21 de outubro de 2008 at 15:00

Publicado em Tecnologia

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Opinião do Estadão: Internet ruim e cara

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O uso da internet no Brasil se expande com grande rapidez. Em julho, o número de pessoas que utilizam a conexão residencial chegou a 23,7 milhões e o tempo médio de navegação doméstica por mês foi de 24 horas e 54 minutos. No primeiro semestre, o Brasil registrou 10,04 milhões de usuários conectados à rede de alta velocidade, a banda larga, com aumento de 48% em um ano. Esse número, de acordo com projeções das empresas do setor, só seria alcançado em 2010. Agora, elas prevêem que, em dois anos, a banda larga terá 15 milhões de usuários.

No entanto, essa notável expansão vem impondo ônus ao usuário brasileiro. Baixa qualidade e tarifa exagerada são duas das conseqüências mais notórias do rápido aumento do número de internautas que utilizam a banda larga e da falta de concorrência.

Estudo feito por duas universidades européias sobre a qualidade da internet de alta velocidade mostra o Brasil à frente apenas de outros quatro países, numa lista de 42 pesquisados. “O Brasil está pior do que a gente gostaria”, disse ao Estado o presidente no País da Cisco (empresa de equipamentos de rede de comunicações que patrocinou o estudo), Pedro Ripper.

O estudo tomou como base um índice de qualidade da banda larga que leva em conta as velocidades de recebimento e de envio de dados e do percurso de um conjunto de dados de sua fonte até o destino. Não foram considerados o custo da banda larga nem a disseminação de seu uso.

Numa classificação de 0 a 100, o Brasil ganhou a nota 13, que lhe deu a 38ª classificação. Ficou à frente apenas de Chipre, México, China e Índia (entre os países que formam o Bric, o Brasil só ficou atrás da Rússia, que obteve a 17ª posição). Os cinco países que oferecem a melhor internet de banda larga são Japão, Suécia, Holanda, Letônia e Coréia do Sul.

A presença da Letônia entre os cinco melhores países quanto à internet rápida não é a única surpresa do estudo. Outros países do Leste Europeu também aparecem em boa classificação (Lituânia, em 7º e Eslovênia, em 10º). Os EUA aparecem apenas na 16ª posição. Países industrializados, como Espanha, Itália e Reino Unido, tiveram nota abaixo da necessária para assegurar o uso adequado dos serviços disponíveis na internet, como vídeos, bate-papo com vídeo e troca de arquivos, que é de 35 pontos. Para novos aplicativos, como vídeo de alta definição, a nota exigida é de 75 pontos, que só o Japão alcançou.

As transmissões de vídeo vêm ganhando popularidade entre os usuários da internet e é isso que tem impulsionado o crescimento do número de assinantes da banda larga no Brasil e nos outros países. Apesar do aumento expressivo desses assinantes no Brasil, de 2007 para cá, outros países latino-americanos utilizam proporcionalmente mais o sistema. No Chile, por exemplo, a banda larga é utilizada por 8,8% da população e na Argentina, por 6,6%. No Brasil, o índice é de 4,4%.

A entrada das operadoras de telefonia celular na internet foi um dos principais fatores da expansão da banda larga. Até meados de 2007, o número de conexões móveis em banda larga não chegava a 250 mil; no primeiro semestre de 2008, chegou a 1,3 milhão.

Quanto mais empresas oferecerem o serviço mais barato ele tende a ficar. Ocorre, porém, que a concorrência inexiste nos serviços de banda larga por rede de fios, de telefonia ou de televisão a cabo. As empresas que instalaram essa rede são, em geral, suas usuárias exclusivas. Ou seja, não há competição. Tornar mais competitivo esse mercado exige mudança das regras para permitir o uso de uma mesma rede por mais de um prestador de serviço. Além de oferecer seus próprios serviços por meio da rede na qual investiu, a empresa responsável pela instalação dessa rede poderia auferir uma renda adicional pela permissão de seu uso por empresas concorrentes.

Enquanto não se alteram as regras do sistema de telecomunicações, para assegurar mais competição na banda larga, o usuário brasileiro paga por ela um preço que chega a ser centenas de vezes maior do que o pago pelos usuários europeus ou japoneses – e por um serviço que deixa a desejar.

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18 de setembro de 2008 at 09:59

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Google quer oferecer web via satélite a 3 bilhões de pessoas

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Logotipo_do_Google

O Google vai fazer parte de um consórcio que pretende oferecer internet via satélite a 3 bilhões de pessoas em países da África e de outros mercados emergentes, como a América Latina, segundo o “Financial Times”, que não diz se o projeto inclui o Brasil.

O público-alvo do projeto, chamado de O3B Networks (os outros 3 bilhões), são pessoas para quem a internet de banda larga é muito cara. A idéia é diminuir o preço do acesso à rede em até 95%. “Isso realmente se encaixa na missão do Google no mundo em desenvolvimento”, afirmou Larry Alder, gerente de produtos no grupo de acesso alternativo da empresa de tecnologia. “Em alguns lugares da África, o custo da internet rápida é 20 vezes maior do que nos Estados Unidos.”

De acordo com o “Financial Times”, o consórcio, formado, entre outros, pelo HSBC e pelo bilionário americano John Malone, do grupo Liberty Media (que tem participação na operadora de TV via satélite Sky), vai anunciar hoje a aquisição de 16 satélites de baixa órbita –com um sinal mais forte que o dos similares comerciais– da empresa francesa Thales Alenia Space.

O negócio é considerado o pontapé inicial no projeto de US$ 750 milhões que pretende ligar antenas de telefonia celular a redes de internet de alta velocidade em uma série de países próximos da linha do Equador.

A intenção é que o projeto já esteja em funcionamento no fim de 2010. Ainda segundo o jornal, o HSBC, o Google e o bilionário americano já investiram, cada um, US$ 20 milhões e devem injetar mais de US$ 150 milhões a US$ 180 milhões.

Nos próximos meses, o consórcio, que terá sede na ilha de Jersey (no canal da Mancha), vai negociar acordos com companhias de internet e de telefonia de países emergentes da África, da América Latina, da Ásia e do Oriente Médio. Folha Online

Written by Abobado

10 de setembro de 2008 at 03:02

Publicado em Tecnologia

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