Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Posts Tagged ‘Lula

MP recomenda anulação de passaportes diplomáticos

leave a comment »

altMarcos Cláudio e Luiz Cláudio Lula da Silva: Importantes figuras que exercem funções de ‘interesse do país’

O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília recomendou ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) a identificação de todos os passaportes diplomáticos concedidos no País entre 2006 a 2010 e a anulação dos atos de concessão do documento a pessoas não contempladas pela lei. A medida alcança os passaportes obtidos por dois filhos e um neto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 30 de dezembro último, além do bispo Romualdo Panceiro Filho, da Igreja Universal.

Por lei, o passaporte diplomático só pode ser concedido a presidentes, vices, ministros de Estado, parlamentares, chefes de missões diplomáticas, ministros de tribunais superiores e ex-presidentes, além de dependentes de até 24 anos de idade. Os filhos do presidente – ambos acima da idade limite – e o neto não se enquadram nas exigências. Mas o ministro Celso Amorim se baseou num artigo da lei que lhe permite a emissão excepcional do documento "no interesse do País".

O MP viu indícios de que o Itamaraty tem feito má interpretação da lei no que se refere às exceções. Em nota, o MPF explicou que o decreto disciplinador de passaporte diplomático prevê só três exceções. "No caso de cônjuge, companheiro ou companheira e dependentes; no caso de funcionários de outras categorias do serviço público, levando-se em consideração as peculiaridades do país onde estiverem a serviço em missão de caráter permanente; e quando se tratar de função do interesse do País".

Embora tenha origem na primeira instância, a notificação ao Itamaraty foi encaminhada por intermédio do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por exigência legal. Conforme a recomendação, as providências sugeridas devem ser concluídas no prazo de 60 dias. "O objetivo é evitar e conter eventuais irregularidades na concessão de passaportes diplomáticos, como tem sido amplamente noticiado pela mídia nos últimos dias", diz a nota.

O MPF explicou que as duas últimas exceções, inclusive a que se refere ao "interesse do País", conferem à autoridade responsável o poder discricionário de decidir pela concessão do passaporte. "A discricionariedade, no entanto, não se revela absoluta, devendo ser balizada pelos critérios impostos pelo próprio Decreto Presidencial", explica. O Ministério das Relações Exteriores tem dez dias para enviar resposta sobre o cumprimento das recomendações. Estadão Online

O futuro de Lula

with one comment

alt

Merval Pereira

O presidente Lula dá a cada dia mais sinais de que não convive bem com a idéia de largar o poder, a começar pela explícita interferência na montagem do primeiro ministério da presidente eleita Dilma Rousseff, sua criatura eleitoral que vai dando também demonstrações de uma insuspeitada habilidade para lidar com os constrangimentos que a sede de poder de Lula lhe causa publicamente.

Lula, apesar de toda popularidade, já está sentindo o gostinho ruim do poder que se esvai. Na recente reunião do G-20, não apenas não lhe prestaram as homenagens que provavelmente aguardava, por ser aquela a sua última participação no fórum hoje mais importante dos chefes de Estado do mundo, como teve que ver Dilma ser mais assediada do que ele pelos jornalistas, e não apenas do Brasil.

O sinal de que a realidade do “rei morto, rei posto” é mais dura do que sua simples enunciação da boca para fora, foi dado pelo magnata Ruppert Murdoch, que cancelou um pedido de audiência para esperar a posse de Dilma.

O fato de que a família Lula da Silva vai se mudar de São Bernardo do Campo para a capital paulista já é um indicativo de que a nova dimensão política de Lula não cabe na cidade que o viu crescer para as homenagens internacionais, mas até agora Lula tergiversa quanto ao que vai fazer no futuro.

O Brasil oficializou sua decisão de disputar a direção-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), mas não antecipou o nome de seu candidato, procedimento inusual.

Atribuiu-se esse ineditismo à possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vir a concorrer ao posto, que sem dúvida tem tudo a ver com sua disposição de se dedicar ao combate à fome no mundo depois de deixar o governo, através da criação de uma ONG.

Mas é improvável que Lula tente uma carreira em organismos internacionais, embora seja certo que será a mais nova estrela do circuito internacional de palestras, o que já faz com que assessores e amigos lhe sugiram que para cada palestra milionária – dizem que pode ganhar mais de U$ 100 mil por palestra no primeiro depois de deixar o cargo – faça duas de graça para movimentos sociais e ONGs.

Há também diversos títulos de doutor honoris-causa de universidades de todas as partes do mundo, que Lula deve receber assim que deixar o Palácio do Planalto.

Mas, para futuro desespero de Dilma, o interesse de Lula parece continuar sendo a política interna.

Lula já disse que pretende se empenhar para organizar a esquerda brasileira, apesar de já ter dito em diversas ocasiões que não é de esquerda.

Quer também ajudar a debater, dentro do PT, uma reforma política, para depois convencer os outros partidos.

Lula já deixou claro que não pretende se aposentar da política, mas é contraditório com relação a sua relação com o PT:

“Estou muito otimista. Eu tenho convicção de que nunca haverá tempo para uma pessoa que construiu a relação que eu construí, seja política, seja sindical, seja com o movimento social, seja com empresários, de ficar parado. Ou seja, eu vou ter muita tarefa. Agora, a única coisa que eu não quero é ter tarefa dentro do governo e também não dentro do partido que eu não quero voltar para dentro do partido".

De outra feita, Lula revelou que pretende voltar a viajar pelo Brasil. “Eu quero voltar a viajar o Brasil, porque tem muita coisa que a gente começou, tem muita coisa que foi concluída, muita coisa que não foi concluída, e eu não tenho como desaparecer da minha relação com a sociedade de uma hora para outra”, comentou.

Lula mesmo tem dúvidas se está preparado para ser um ex-presidente: “Eu espero que eu esteja preparado para o dia dois. Você levantar de manhã, não ter ninguém para eu xingar, tem só a Marisa, com muito mais poder do que eu”.

Numa sexta-feira, 29 de Outubro, na comemoração de seu último aniversário como presidente, pelo menos nos próximos quatro anos, Lula ficou com a voz embargada e desistiu de falar, deixando claro que ainda não está lidando bem com o fato de seu mandato estar terminando.

– Com toda a sinceridade, eu preferia que este dia nunca tivesse chegado – disse Lula, referindo-se ao último aniversário como presidente.

Antes, em várias ocasiões Lula havia feito referência ao fato de que não pode se candidatar a um terceiro mandato consecutivo.

Certa ocasião, em uma solenidade no Palácio do Planalto, brincou com o vice-presidente José de Alencar dizendo que por ele continuaria mais tempo na Presidência “mas o pessoal não quer, não é Zé, e democracia é isso mesmo, temos que respeitar”.

Outra dessas vezes foi em agosto, quando ele lamentou ironicamente não ter mandado ao Congresso uma emenda à Constituição que lhe permitisse aumentar o seu mandato na Presidência da República.

"Está certo que está no final do mandato, mas junto com esta lei complementar podia ter mandado uma emendinha para mais alguns anos de mandato", disse ele, ao sancionar alterações na Lei Complementar 97, que amplia os poderes do Ministro da Defesa.

Ele já havia explicitado essa dificuldade em meio à campanha eleitoral, quando ressaltou que essa seria a primeira eleição, “desde que voltou (sic) as eleições diretas para presidente, que o meu nome não vai estar na cédula. Vai haver um vazio naquela cédula”, disse Lula, que desde 1989 foi candidato à presidência da República.

Em novembro, Lula disse em Moçambique, com sinceridade, que vai sentir “falta dos microfones” quando deixar o poder, em janeiro do ano que vem.

Ou não.

Written by Abobado

23 de novembro de 2010 at 11:15

Feliz aniversário, presidente

leave a comment »

Falta pouco para a história transformá-lo em pó

altO pó da história e a derrotada e rancorosa Ideli: Santa Catarina deu uma surra nessa vigarista mensaleira

Sérgio Cabral chama menino de “otário e sacana” e Lula se preocupa com “prejuízo político”

with one comment

A cena acima é o retrato de como o governador do Rio de Janeiro trata o povo da periferia, a coices e ofensas de quinta categoria, o que justifica sua política de segurança belicosa e atabalhoada. E do lado, Lula preocupado com as repercussões políticas. Lamentável! Esse menino (de nome Leandro) merecia um curso de jornalismo e um estágio na área, porque atuando como atuou, ele já ensinou boa parte da imprensa, lotada de repórteres bajuladores, que com a verdade não se brinca.

O jovem fez questões pertinentes, denunciou o que acontece em quase todos os centros esportivos de periferia: o abandono. O povo fica impossibilitado de usar os espaços ou porque eles ficam fechados ou porque marginais tomam conta destes lugares (marginais que viram objeto de estudo e admiração de antropólogo rastaquera!)

Ao ser interpelado sobre a questão da quadra (de tênis) ficar fechada e o povo não poder usar a piscina, Lula mandou um aliado colocar guardas no centro esportivo, porque, caso a imprensa filmasse o lugar fechado, daria prejuízo político. Ora, presidente, por que não se cala? A quadra aberta é um direito da população. O que tinha que ter nestes centros é planejamento e uma administração que proporcionasse segurança e formação esportiva para as crianças.

Quando Lula falou dos seguranças – para inglês ver e o prejuízo político não bater à porta – o garoto foi genial: “Já me basta o Caveirão todo dia na minha porta!“. Daí o governador bradou suas pérolas preconceituosas de que na rua do garoto havia tráfico. Ora, como ele sabe?

A questão é simples. O governador Sérgio Cabral é daquele tipo de energúmeno que acha que todo bairro pobre é infestado de bandido. Mais adiante o governador, mostrando o seu baixo nível e o seu preconceito lorpa, disse que o garoto é sacana e que era para ele usar sua inteligência para estudar. O garoto foi genial de novo: “Sacana, não, tenho nome, meu nome é Leandro”!

Nesse momento Leandro deveria de ter sido veemente e dito:

Governador, o senhor não pode falar comigo desta maneira, são os impostos dos meus pais que pagam seu salário, eu estudo todo dia, estou exercendo meu direito de cidadão e estou a reclamar, com toda coragem e respeito – coisa que o senhor não tem – os direitos da população, e os senhores deveriam estar orgulhosos de um jovem que procura reivindicar, acertada ou erradamente, seus direitos, ao invés de estar no crime. Governador, o senhor me ofendeu, se eu levá-lo à justiça, o senhor terá sérios problemas. E mais: o prejuízo político já está evidente, foi plantado por sua virulência verbal e o Brasil está de testemunha. Aliás, o que vossa senhoria tem feito para evitar que jovens, como eu, não caiam nas garras do crime? O seu governo tem gerado emprego, cursos profissionalizantes para jovens de periferia ou os tem tratado como o senhor me trata, como sacanas? O senhor disse que na minha rua tem gente andando com fuzil, eu pergunto, senhor governador: de onde vêm esses fuzis? Por que a polícia que o senhor comanda permite que as armas entrem nas favelas? Em virtude disso, como o senhor e o presidente querem que confiemos na polícia? O que o senhor tem feito para combater a corrupção na polícia carioca? O que o presidente tem feito para impedir que drogas entrem no país? E digo mais, senhor governador: o senhor me chamou de sacana, mas quem sustenta a atividade do tráfico são os integrantes da classe média alta – a qual o senhor pertence – que consomem a droga. O senhor ao invés de me mandar estudar deveria saber se seus filhos – ou os amigos deles – não estão nas baladas noturnas do Rio de Janeiro entupindo as narinas de drogas, porque o fato de eu estudar ou não, é problema, a princípio, da minha mãe, não seu. E mais: por que o pobre não entra na universidade pública se ela é sustentada com o dinheiro dos impostos pagos pelos pobres? E por que os reitores permitem que estudantes usem drogas dentro das universidades? Quando os consumidores de drogas – estudantes, pobres, ricos, governadores ou garis – vão assumir que são culpados pelas chacinas causadas pelo narcotráfico?

Evidente que o garoto não ia conseguir realizar essa profusão de perguntas, até porque esse tiranete de governador não ia ouvi-lo. Mas indo até onde foi, o garoto foi bem. O que se espera depois desse vídeo é que apareçam jornalistas com coragem e façam essas questões ao governador do Rio de Janeiro, nas sabatinas, nos debates etc.

Essas questões deveriam ser feitas corriqueiramente por todos os jornalistas, principalmente, jornalistas independentes que não têm rabo preso com candidaturas e núcleos de interesse, sorrateiros. Que todos os cidadãos façam o mesmo que o Leandro, daí, todos os políticos, como o Lula, teriam medo do prejuízo eleitoral e tratariam os pobres como cidadãos e não como sacanas e gado, como fazem determinados governadores almofadinhas.

Por André Henrique – Via Política

Written by Abobado

19 de agosto de 2010 at 11:57

Honduras: Lula reafirma que não reconhecerá eleições

leave a comment »

Zelaya diz para Lula: ‘Olha o tamanho da naba que eu tô deixando pro Brasil’. Amigos para sempre

Se havia divergências entre membros do governo brasileiro sobre Honduras, a palavra final foi dada. Antes mesmo de saber o resultado da votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem, em Estoril, Portugal, que o Brasil não reconhecerá o presidente eleito ontem. Para Lula, trata-se de "firmar posição contra um processo eleitoral coordenado por golpistas".

As declarações foram feitas em rápida entrevista durante sua chegada a Portugal para a Cúpula Ibero-Americana, que começa hoje. Lula disse ter discutido o tema com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que está em Genebra, na Suíça, para uma cúpula da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"No caso de Honduras, tive uma conversa com o (chanceler) Celso Amorim e lhe disse que o Brasil não tem por que repensar nada", afirmou. "Precisamos, às vezes, manter nossas convicções sobre as coisas, porque isso serve como alerta para outros aventureiros."

Lula argumentou que o processo eleitoral hondurenho foi coordenado por um governo golpista, o que é "inadmissível". Ele afirmou que alguns países poderão reconhecer o futuro governo hondurenho, mas não acredita que isto signifique que haja "divisão" na América Latina. Agência Estado

Opinião do Estadão: O ”autoritarismo popular” de Lula

with one comment

Governo Lula: ‘Uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais’. Antes os generais!

O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente "que governa bem e tem 80% de aprovação" não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras da ordem democrática devessem variar conforme o desempenho dos governantes e os seus índices de popularidade. Lula, que, em parte por convicção, em parte por um cálculo do custo-benefício da aventura reeleitoral, recusou a possibilidade, acredita que pode chegar aonde quer por outros meios, mais sofisticados do que é capaz de conceber a mentalidade tosca do coronel de Caracas. Trata-se da criação de um novo e presumivelmente duradouro bloco de controle da máquina estatal, da manipulação desabrida de um sistema político desvitalizado e da exploração incessante do culto à personalidade do líder, para que a adulação da massa legitime os seus desmandos e intimide a oposição.

No interior do governo, Lula aninha uma burocracia sindical que se apropria sistematicamente do mando dos gigantescos fundos de pensão das estatais, os quais, por sua vez, têm assento nos conselhos das mais poderosas empresas brasileiras. Forma-se assim uma intrincada trama de interesses que se respaldam reciprocamente, não raro em parceria com empresários que conhecem o caminho das pedras – "nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas", diz Fernando Henrique -, fundindo-se "nos altos-fornos do Tesouro". Isso dá ao presidente um poder formidável sobre o Estado nacional que extrapola de longe as suas atribuições constitucionais. É uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais. No trato com o Congresso, Lula faz os pactos que lhe convierem com tantos Judas quantos estiverem dispostos a servi-lo para se servirem dos despojos da administração federal, enquanto a oposição balbucia objeções que dão a medida de sua irrelevância.

Leia mais aqui.

Written by Abobado

4 de novembro de 2009 at 12:05

Opinião do Estadão: O mentor da imprensa

leave a comment »

Lula e Chávez: Amigos da imprensa livre

À primeira vista, o presidente Lula é um poço de contradições em relação à imprensa. Ora ele diz que "é importante a gente ler todos os jornais que puder por dia". Ora diz que não lê jornais porque tem "problemas de azia". Mais de uma vez creditou à "imprensa livre e independente" a sua ascensão política. Mas também já declarou que se elegeu não porque "a imprensa me ajudou", mas porque "suei para enfrentar o preconceito e o ódio dos de cima para com os debaixo". Nesse ponto pelo menos é coerente: está seguro de que a sua reeleição no segundo turno de 2006, depois dos escândalos do mensalão e dos aloprados, representou uma fragorosa derrota da mídia e dos "formadores de opinião" que tentavam tutelar o eleitorado. Não só para ele, de fato, mas para 11 em cada 10 petistas, os meios de comunicação, aliados aos "de cima", tentaram derrubá-lo, fabricando a história da compra sistemática de deputados para que votassem com o governo. É a teoria da conspiração em sentido literal.

O Lula contraditório, a "metamorfose ambulante", como certa vez se autodefiniu, reaparece quando ele se manifesta sobre o cerco do governo Hugo Chávez ao que ainda resta de independente na imprensa venezuelana. Três anos atrás, fazendo campanha pela reeleição do caudilho, subiu num palanque no vizinho país para afirmar que o caudilho era "vítima da incompreensão e do preconceito" da mídia. Mas, anteontem, numa entrevista por escrito ao El Universal, de Caracas, Lula se recusou a comentar as perseguições chavistas aos órgãos de informação – só este ano 32 emissoras de rádio foram tiradas do ar na Venezuela. Preferiu falar da situação no Brasil. "No meu país, a imprensa goza de total liberdade", ufanou-se, omitindo embora o caso do Estado, sob censura prévia há 3 meses por decisão judicial. E completou, com palavras irrespondíveis, se tomadas pelo valor de face: "Sou duramente criticado no Brasil por boa parte da imprensa, muitas vezes de maneira injusta, em minha opinião. Mas isso não muda em nada minha convicção de que a liberdade de imprensa é essencial."

Leia mais aqui.

Written by Abobado

31 de outubro de 2009 at 21:04