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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Marconi Perillo chama as coisas pelo nome

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O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), chamou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "canalha” ao se referir ao mensalão, durante a convenção tucana que confirmou o senador Aécio Neves (MG) na direção do partido. "Nunca antes neste País foi tão difícil ser oposição ao maior canalha deste país", afirmou em seu discurso.

Perillo usou o termo várias vezes, afirmando ter avisado Lula do esquema de pagamento de mesada a parlamentares em troca de apoio ao governo do Congresso Nacional. "Um dia tiver coragem de alertar a este canalha que no governo dele havia mesada pra comprar deputados e desde então fui escolhido ao lado de Artur Virgílio, José Agripino, Tasso Jereissati, como seus adversários maiores."

O governador ressaltou sua "solidariedade" a Aécio na campanha de 2014 e pregou a união da sigla. "Vamos provar para o Brasil que somos capazes, que somos competentes, que temos espirito publico, que sabemos administrar o dinheiro público com parcimônia."

Com informações do Estadão Online

Perillo vai à CPMI e manifesta disposição em falar na comissão

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Governador compareceu por vontade própria à reunião da CPI

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmou nesta terça-feira (29) que não tem “qualquer envolvimento” com a quadrilha de jogo ilegal comandada pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. Perillo compareceu por vontade própria à reunião administrativa desta tarde da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito criada para investigar o elo do contraventor com políticos e empresários. O objetivo da presença foi demonstrar disposição em falar na CPI.

“Eu não fui flagrado conversando [com Cachoeira]. Há uma escuta em que eu cumprimento o empresário Carlos Cachoeira pelo seu aniversário. Não há nenhum envolvimento dele ou de sua organização no governo do estado. Nós tomamos todas as medidas neste um ano e meio de governo para combater jogos clandestinos, para combater máquinas caça-níqueis”, afirmou em entrevista após a reunião da comissão. Nesta quarta (30), deverá ser votado requerimento que pede a quebra de sigilo bancário de Perillo.

O governador disse não acreditar que seja ”justo” ter o sigilo quebrado, mas afirmou que, “como democrata”, respeitará a decisão que a CPI tomar. “Olha, eu já tive sigilos quebrados no passado. Cabe decidir se é justo ou não. Eu não sou alvo de investigação, não pesam sobre mim quaisquer acusações. De qualquer maneira eu sou um democrata e vou respeitar a decisão.”

Perillo afirmou ainda que os contratos do governo com a construtora Delta estão sendo auditados para verificar se há irregularidades. “Os contratos do governo do estado com a Delta são muito pequenos diante do volume de contratos que a Delta tem no Brasil. […] Todos eles estão sendo auditados e poderão pesar sobre eles qualquer tipo de investigação”, disse.

O relato da CPI, Odair Cunha (PT-MG), disse que não aproveitou a presença espontânea de Perillo para ouvi-lo porque "não é o momento" adequado para oitiva de governadores."A minha opinião é de que nós não devemos ouvir nenhum governador agora, porque precisamos identificar melhor quais os possíveis atos de crime praticados pelos governadores", jusiticou.

Segundo investigação da Polícia Federal, a Delta, uma das empresas com mais contratos com o governo federal, repassou dinheiro para empresas fantasmas que abasteciam o grupo de Cachoeira.

As investigações da Polícia Federal mostram que somente a Alberto & Pantoja Construções recebeu da Delta nacional R$ 26 milhões. A empresa funcionaria numa oficina mecânica, numa cidade perto de Brasília. Na conta da Brava Contruções, que, segundo a polícia, também é uma empresa de fachada que serve ao esquema de Carlinhos Cachoeira, a Delta nacional depositou pouco mais de R$ 13 milhões.

Nesta quarta, a CPI aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da Delta nacional.

Na última reunião administrativa da CPI foram quebrados os sigilos das filiais da empresa no Centro Oeste, que estavam sob o comando de Claudio Abreu, preso pela Polícia Civil na Operação Saint-Michel, ação conjunta com a Polícia Federal.Claudio Abreu é citado em conversas telefônicas nas investigações da PF sobre a quadrilha do bicheiro

Convocação

Apesar da disposição do governador de Goiás em depor na CPI, a comissão voltou a adiar requerimentos de convocação de governadores. Além de Perillo, os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), são alvos de pedidos de convocação. .

A votação dos requerimentos estava prevista para esta terça, mas o deputado Gladson Cameli (PP-AC) apresentou questão de ordem dizendo que a comissão violaria o princípio de separação de poderes caso convocasse governadores. O senador Pedro Taques (PDT-MT) rebateu a posição do deputado. "Não há nenhuma interferência de poderes", afirmou o parlamentar.

Diante da divergência, o presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) afirmou que consultaria a assessoria jurídica do Senado e daria uma resposta à questão de ordem na próxima reunião administrativa da comissão, marcada para o dia 5 de junho. O assunto poderá, contudo, entrar na pauta das votações desta quarta (29) da CPI. Portal G1

Serra arrasta multidão em Goiânia e diz que terá maioria para governar

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O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou nesta segunda que, se eleito, terá o apoio da maioria no Congresso e fará um governo voltado para a população e para o crescimento socioeconômico do País. "Vamos governar tendo a maioria no Congresso Nacional", disse o tucano. "E não vamos dividir o Brasil em uma região contra a outra, como se fez no pré-sal", defendeu Serra, após comício e caminhada em Goiânia.

Ele se mostrou irritado com as críticas feitas pela oposição ao Plano Real e ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o que considerou "uma ingratidão". "Quando vou para o governo, não fico xingando, não sou ingrato como esse governo foi com o FHC", afirmou durante entrevista à imprensa.
Apoiado pelo candidato ao governo de Goiás Marconi Perillo (PSDB), que disputa o segundo turno com Iris Rezende (PMDB), cercado pelos senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB), Serra prometeu apoiar o plano tucano de transformar o Estado na quinta maior economia do País. Atualmente, Goiás ocupa a nona posição no ranking nacional.

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Para que isso aconteça, Serra prometeu investimentos na construção de novos aeroportos, ampliação do aeroporto Santa Genoveva, de Goiânia, a finalização das obras da Ferrovia Norte-Sul com um ramal interligando Anápolis a São Paulo, e a duplicação de rodovias federais que cortam o Estado. Empolgado pelo calor dos militantes na cidade gerida pelo PT, também anunciou a construção do metrô e do anel viário.

Também não perdeu a oportunidade de voltar suas críticas para Brasília. Disse que a falta de isenção de quem conduz a sucessão presidencial tumultua o processo: "O presidente da República tem que saber como se comportar numa eleição", disse José Serra. "O Alberto Goldman, governador de São Paulo, é um bom exemplo, pois nunca usou a máquina do governo para favorecer um candidato."

Animado

No centro da cidade, e antes de embarcar para Brasília, a caminhada dos tucanos com Serra começou na praça do Bandeirante, na avenida Anhanguera. Terminou na avenida Tocantins, em frente ao Teatro Goiânia. Serra foi recebido com festa por uma multidão. Portando bandeiras, camisetas e adesivos, cerca de cinco mil pessoas seguiram Serra, que discursou, animou a plateia com planos de governo e deu entrevistas. Jovens e mulheres ignoraram o feriadão para gritar a partir das lojas, das calçadas, das ruas e do alto dos prédios.

"Estou muito alegre em estar em Goiânia", disse o candidato, no hangar, antes de embarcar num jatinho para Brasília. "Para mim, estar em Goiás é ganhar mais energia, confiança e força política", afirmou. No primeiro turno, o tucano perdeu por uma diferença de 2,75% dos votos válidos. Somou 1.217.203 contra 1.301.985 votos da petista. Agora, duas pesquisas internas do PSDB de Goiás indicam Serra vencendo Dilma com vantagens que variam de 5% a 12%. Agência Estado

A zona do Senado: Sarney decide se fica no cargo depois de conversa com Lula

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José Sarney: Tá na hora de colocar o pijama, a pantufa e deixar de encher o saco do povo, velho sacana!

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), está disposto a se afastar do cargo, mas espera pelo retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do exterior para avaliar cenários e tomar uma decisão.

Segundo uma fonte ouvida pela Agência Reuters que esteve com Sarney na manhã desta quarta-feira, o senador está menos abatido do que estava na véspera. Ele e seus aliados imediatos estão contabilizando os ganhos e perdas de uma licença ou até de uma renúncia. A dificuldade para o governo é justamente esta.

Se se afastar, a oposição ocupa a cadeira da presidência na figura do tucano Marconi Perillo (PSDB/GO), primeiro vice. Se renunciar à presidência, novas eleições vão ser convocadas e há sérias dúvidas se o governo conseguirá eleger um novo nome de sua base.

A ministra-chefe da Casa, Dilma Rousseff, conversou com Sarney na terça-feira pedindo que ele não tomasse uma decisão antes do retorno do presidente Lula.

Nesta manhã, Sarney se reuniu com integrantes do PT, PMDB e PTB em sua residência pessoal para analisar a situação. A bancada do PT, que está dividida em relação ao apoio a ele, se reúne nesta tarde para definir que posição vai tomar no caso. A bancada do PMDB divulgou nota na terça reiterando adesão a Sarney.

Após o encontro desta manhã, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), disse que seu pai está sendo tratado como bode expiatório na crise do Senado pois os problemas de administração da Casa são de responsabilidade coletiva dos senadores. Reuters

Written by Abobado

1 de julho de 2009 at 13:30