Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Posts Tagged ‘Marta Suplicy – A vergonha do Senado

Opinião do Estadão: Toma lá dá cá

leave a comment »

Nesse nada edificante episódio da nomeação de Marta Suplicy para o Ministério da Cultura é difícil saber quem fica pior na foto: a presidente Dilma, que não teve o menor escrúpulo de ceder à pressão de Lula e tratar uma pasta que deveria ter importância estratégica como mera moeda de troca num cambalacho político-eleitoral; a própria Marta, cuja máscara de mulher de princípios caiu quando chegaram em seu preço e ainda teve a insolência de fazer cara de surpresa; ou Fernando Haddad, que não se poupou do papel ridículo: "Quem conhece a presidente Dilma sabe que com ela não existe esse tipo de toma lá dá cá".

Negar evidências incômodas e salvar aparências convenientes é como que impulso natural dos políticos, que por deformação profissional usam as palavras menos para revelar do que para dissimular a verdade. Mas nada consegue escamotear o fato de que entregar a Cultura à astuciosamente rebelde Marta foi a maneira que Lula encontrou, e "sugeriu" à presidente da República que colocasse em execução, de matar dois coelhos com uma só cajadada: comprar o apoio da ex-prefeita à candidatura de Fernando Haddad e minar o aval do PR à de José Serra, presenteando com uma cadeira no Senado um dos líderes dessa legenda, o vereador paulistano Antonio Carlos Rodrigues, suplente de Marta.

Não é de hoje que Dilma Rousseff se rendeu à pressão do lulopetismo e entregou-se por inteiro às práticas que fazem a má fama da chamada classe política. Não há por que, portanto, estranhar que tenha cumprido com tanta presteza a determinação de seu mentor. Não foi a primeira nem será a última vez.

Não se pode deixar passar em branco, no entanto, a circunstância de que nesse cambalacho eleitoral serviu como moeda de troca um Ministério que deveria ser tratado com mais respeito por qualquer governo que leve a sério o pleno desenvolvimento do país a longo prazo. Cultura, porém, está claro que é a última das prioridades para o petismo, cujo líder máximo entende que fazer apologia da ignorância é uma maneira de proteger os pobres da sanha predadora das elites perversas. Não há outra explicação – além, é claro, da habitual incompetência gerencial – para o fato de que os mais importantes projetos que Lula anunciou ainda como presidente, como a nova Lei Rouanet e o tão decantado Vale-Cultura, permaneçam até hoje em sono profundo nas gavetas federais.

Marta Suplicy, por seu turno, está cada vez mais parecida com ela mesma. Galgou o primeiro plano da política ao eleger-se prefeita de São Paulo em 2000, derrotando Paulo Maluf no segundo turno. Ao longo de quatro anos de administração, marcada por obras importantes da área social, construiu com dedicação e esmero a imagem de uma autossuficiência arrogante que acabou lhe valendo elevados índices de rejeição entre os paulistanos. Como consequência, logrou a proeza de não se reeleger: foi derrotada por José Serra, em 2004. Em 2006 perdeu para Aloizio Mercadante nas prévias do PT para escolha do candidato a governador. Em 2008 perdeu para Gilberto Kassab a eleição para prefeito de São Paulo. Em 2010 elegeu-se senadora.

No ano passado Marta estava mais uma vez empenhada em sua candidatura à Prefeitura paulistana quando Lula interveio para impor o nome de Fernando Haddad. A reação da senadora não poderia ter sido pior: fez beicinho e todos os tipos de malcriações, que chegaram ao clímax quando Lula abraçou Maluf nos jardins da casa deste. Era a própria imagem da indignação diante de uma manobra política "inaceitável". Tudo jogo de cena: lá está ela hoje tomando posse no Ministério da Cultura e fazendo comício e passeata em São Paulo ao lado de Haddad e de seus companheiros malufistas.

Finalmente, Fernando Haddad. Levado pela mão, de um lado, pelo chefão, e de outro pela presidente que promete "sintonia" com a futura administração paulistana, desfruta de um por enquanto débil movimento ascendente nas pesquisas de intenção de voto e finge não ver o que até as pedras sabem: "Se tivesse a ver com a minha campanha, (a nomeação de Marta) teria sido feito muitos meses antes. Quem conhece o estilo da presidenta Dilma sabe que não é assim que ela funciona". Então, tá.

Petralha sem noção: Em troca de um ministério, Marta topa acordar no palanque de qualquer parceiro

leave a comment »

A agenda telefônica de Marta Teresa Smith de Vasconcelos Suplicy informa que a filha da aristocracia paulistana sempre conviveu amistosamente tanto com as granfinas de narinas de cadáver eternizadas por Nelson Rodrigues quanto com a escória da esquerda companheira. Vigaristas da classe executiva, escroques internacionais, cretinos quatrocentões, gazuas humanas especializadas em cofres públicos, órfãos da União Soviética, comunistas de Jockey Club, tiranos analfabetos, farsantes com um neurônio só e corruptos em geral ─ sempre coube todo mundo no círculo de amigos, companheiros e aliados da vice-presidente do Senado.

Até o começo deste mês, só não cabiam Gilberto Kassab e Paulo Maluf. Quando o PT tentou acasalar-se com o PSD para apressar o parto da candidatura de Fernando Haddad, Marta avisou que não ajudaria a cuidar do nascituro. “Corro o risco de acordar de mãos dadas com Kassab num palanque”, caprichou no chilique. Quando foi celebrado o casamento no jardim com um procurado pela Interpol, mal controlou o chilique: “Se com Kassab seria um pesadelo, imagine agora com Maluf”, pôs as mãos nas cadeiras.

Conversa fiada, comprovou nesta terça-feira a promoção da companheira a ministra da Cultura, no lugar de Anna de Hollanda. Dependendo da proposta, Marta topa acordar de mãos dadas com qualquer um no palanque. Lula ofereceu-lhe na semana passada uma vaga no primeiro escalão da afilhada. Por esse preço, a edição vespertina da colegial do Sion animou-se a ressurgir na periferia ao lado de Haddad ─ e pronta para abraçar Paulo Maluf. Ou Kassab. Ou quem aparecer por perto.

Marta Suplicy foi casada com Eduardo Suplicy, com Luis Favre e com Márcio Toledo, o presidente do Jockey Club de São Paulo que a transformou na primeira-dama das cavalariças. Desde a fundação do PT, vive abraçada a péssimas companhias. Em 2003 e 2004, para descansar da trabalheira como diretor-financeiro da quadrilha, o amigo Delúbio Soares comemorou a virada do ano na casa de Marta no Guarujá. Ali o tesoureiro do PT e do mensalão bronzeou-se em inúmeros fins de semana e feriadões.

Ali Antonio Palocci descansou sete dias depois da descoberta de que o estuprador de contas bancárias também exercia o ofício de traficante de influência. Ela acha que os dois são inocentes. Também acha que o mensalão não existiu. Nada mudou na cabeça da deputada federal que adornou a roda do cafezinho estrelada por José Dirceu. A senadora é a continuação da prefeita que brilhou como porta-estandarte do bloco que tinha na comissão de frente Rui Falcão e os irmãos Tatto.

Em 2008, a adversária de Gilberto Kassab quis saber se o prefeito era casado e tinha filhos. Na eleição de 2010, a candidata ao Senado fez dupla com um suplente do PR indicado por Waldemar Costa Neto, dançou com Aloizio Mercadante, cantou com Netinho de Paula e prestou serviços a Dilma Rousseff como camareira involuntária.

Por ordem de Lula, a ex-prefeita de São Paulo desistiu de tentar a improvável volta ao cargo. Por ordem de Dilma, revogou o desejo de virar ministra da Educação. Alguém deve ter lembrado à presidente que Marta poderia provocar uma rebelião estudantil caso repetisse aos descontentes o conselho endereçado aos flagelados do apagão aéreo: “Relaxem e gozem”.

Conformou-se com mais um ano na vice-presidência do Senado. Enquanto repreendia adversários com cara de debutante contrariada, continuou trocando sorrisos, beijinhos e números de celulares com José Sarney, Fernando Collor, Renan Calheiros, Romero Jucá, Jader Barbalho, Alfredo Nascimento e outras abjeções da base alugada. Ela trata esse buquê de horrores com o mesmo carinho dispensado às flores do pântano do PT.

Sempre contracenou sem remorsos nem rubores com mensaleiros, sanguessugas, aloprados, estelionatários, punguistas da base alugada ─ todas as vertentes da bandidagem com imunidade têm espaço garantido no coração da companheira bem-nascida. Ela sempre fez de conta que as vestais com hímen complacente não caíram na vida, e portanto merecem conviver com Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy.

Para a nova ministra, a escolha de parceiros de palanque não é uma questão moral, nem cívica, muito menos política ou ideológica. É só uma questão de preço.

Augusto Nunes

Contas da Prefeitura de São Paulo na gestão petralha: Resposta a Marta Suplicy

leave a comment »

Aloysio Nunes Ferreira

Às 09h51m do primeiro dia de trabalho na Prefeitura de São Paulo (03/01/2005), José Serra puxou no computador o extrato da conta corrente do município e verificou que só havia R$ 16.986,46 para todas as despesas de administração da maior cidade da América Latina.

Sabíamos que a situação era ruim. Estávamos errados, era péssima. Confira o extrato:

Veja também no extrato: há R$ 55.264.519,18 bloqueados. Sabe por quê? A gestão Marta Suplicy, irresponsavelmente, deixou de pagar a parcela da divida com a União vencida em dezembro de 2004.

A equipe de Serra chegou à Prefeitura no escuro. O Secretário de Finanças da Marta tomou chá de sumiço e recusou-se a conversar com o grupo de transição do novo governo.

No penúltimo dia da gestão Marta, a Prefeitura emitiu ordens de pagamento de mais de R$ 10 milhões a diversos credores. Detalhe: não havia recursos suficientes para honrar esses pagamentos. É o conhecido cheque sem fundo.

Contrariamente ao que afirma a senadora, Serra não inventou credores da Prefeitura. A administração petista deixou dividas de cerca de R$ 8 bilhões, dos quais R$ 2,1 bilhões são relativos à divida com cerca de 13 mil fornecedores da Prefeitura.

Esse pessoal ficou na mão e foi fazer fila no Edifício Matarazzo para receber o que lhes era devido.

Chama-se empenho a parte do orçamento reservada para honrar compromissos financeiros da administração. Sem conseguir fechar as contas de 2004, a prefeita Marta Suplicy determinou o cancelamento dos empenhos para pagamento de serviços já realizados por uma multidão de pequenos fornecedores, tungados pela administração petista: mais gente fazendo fila na porta da prefeitura.

Os cerca de R$ 300 milhões citados por Marta referiam-se a recursos transferidos pelo Governo Federal destinados apenas a áreas de objeto dos convênios: Saúde Educação e Transporte, entre outros. Eram recursos “carimbados”.

Exemplo: os R$ 40 milhões referentes ao convênio para obras na Jacu-Pêssego. Esses recursos não poderiam ter sido usados para pagamento de despesas em outras áreas.

Tem razão a ex-prefeita quando afirma que havia saldo financeiro no final do primeiro semestre. Qualquer prefeito sabe que o grosso da arrecadação municipal ocorre no primeiro semestre por conta de tributos como IPTU e IPVA. Depois, diminui.

Marta desconheceu essa regrinha básica e gastou em 2004 mais do que deveria, afinal a eleição aconteceu no segundo semestre. Nos últimos meses, a fonte secou, contas não fecharam e ela perdeu a eleição.

A análise dos técnicos do Tribunal de Contas do Município de São Paulo não deixa dúvidas quanto às irregularidades da gestão financeira da administração petista. Veja as conclusões do relatório anual das contas de 2004 assinado não por um tucano, mas por dez técnicos daquele tribunal: http://bit.ly/TjnX3z.

Do blog de Aloysio Nunes Ferreira

Serra: ‘O PT abandonou São Paulo’

leave a comment »

Para rebater as críticas feitas por seus adversários a sua renúncia a Prefeitura de São Paulo para disputar o governo do Estado em 2006, o candidato do PSDB à sucessão municipal, José Serra, disse que o PT abandonou a cidade quando esteve na administração municipal. O tucano atacou a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), entre 2001 e 2004, para rebater uma propaganda de TV em que a campanha do candidato Fernando Haddad (PT) se refere indiretamente a Serra como "aquele candidato que abandonou a Prefeitura no meio do mandato".

"Pior do que qualquer coisa é o abandono em que a cidade ficou quando eles tiveram a Prefeitura. Dezesseis mil reais em caixa, fila de 13 mil credores, postos de saúde sem remédios, obras paradas e a grande obra que fizeram que foram os túneis dos Jardins, que inundaram logo depois e que custaram uma fortuna", disse Serra, após evento de sua campanha. "Esse é o PT, então não há surpresa nenhuma."

Nos últimos dias, o candidato do PSDB passou a explicar voluntariamente o episódio da renúncia, mesmo quando não é provocado por eleitores ou jornalistas. Nesta terça-feira, o tucano subiu ao palanque de um buffet na zona leste de São Paulo para falar a um grupo de mil mulheres idosas, convidadas pela candidata a vereador Myryam Athie (DEM). Cada uma pagou R$ 20 pelo convite para um "chá" com a presença de Serra. Foram servidos salgadinhos e refrigerantes em copos de plástico.

"Tem muito boato se espalhando – boatos importantes. Um deles é o boato de que, se for eleito, eu saio para me candidatar em dois anos. Eu fiz isso uma vez, sim, mas fiz com o apoio da população de São Paulo. Tive mais votos para governador do que para prefeito", justificou-se o tucano. "Porque, do jeito que as coisas estavam, o PT ia levar o governo do Estado e ia arrebentar o Estado como já tinha arrebentado a Prefeitura! Por isso eu fui candidato."

Myryam Athie, que já foi vereadora, também encarou o episódio em seu discurso, mas de maneira mais discreta. "Essa história que querem lembrar, aquela ação lá atrás… Vocês sabem que muitas vezes a gente tem que ir para o sacrifício", disse.

A candidata também adotou a estratégia ensaiada por militantes da campanha de Serra nas ruas, que tentam convencer os eleitores de que o tucano é o candidato mais preparado e que seus principais adversários são inexperientes. "Não dá para testar! Nós temos que ficar com o que nós já conhecemos", afirmou.

Estadão Online

Cúpula de ratos do Turismo integrava quadrilha e agiu com má-fé, diz MPF

leave a comment »

Leandro Colon, O Estado de S.Paulo

O Ministério Público Federal afirma, em documento da investigação obtido pelo Estado, que a cúpula do Ministério do Turismo aprovou prestações de contas fraudadas do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) para liberar recursos à entidade nos últimos dois anos. "Fica evidente a omissão dolosa do Ministério do Turismo", diz parecer do pedido de prisão preventiva decretada pela Justiça.

Veja também:
Número 2 do Turismo e petista são presos sob suspeita de fraude
Bastidores: Dilma tenta segurar ministros do PMDB, no centro das crises
ONG usou documentos falsos em convênios
Ligação de Marta com suspeito vira munição contra candidatura

Para o MPF, não há dúvidas do envolvimento do secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva Costa, do Secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento para o Turismo, Colbert Martins, e do ex-secretário-executivo Mario Augusto Lopes Moysés, todos presos desde terça-feira, 9, por suposto envolvimento no esquema.

No documento, o Ministério Público diz que os três – Frederico, Colbert e Moysés – atuaram em conluio com os fiscais do ministério para facilitar a liberação dos recursos para o Ibrasi, que, segundo as investigações, recebeu R$ 4 milhões para fazer capacitação técnica no Amapá, mas nunca executou o projeto.

"Trata-se de quadrilha com vínculo regular e estável, integrado pelos diretores e funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável – Ibrasi, empresários que com aqueles negociaram e servidores do Ministério do Turismo – Mtur, com objetivo de desviarem recursos públicos oriundos daquele Ministério para serem aplicados no fomento do turismo no Estado do Amapá", diz o MPF.

Espécie de número 2 do ministério, Frederico é um dos primeiros a serem citados no documento. "Então Secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento de Turismo, que, em razão de seu cargo, detinha a posse dos recursos e os desviou em favor do Ibrasi, quando autorizou o pagamento com base na Nota Técnica Complementar nº 186-A-DCPAT/SNPDT/MTUR (fls. 115/118 do apenso II, volume único), de conteúdo ideologicamente falso, fato esse que culminou no primeiro repasse de recursos ao Instituto, no valor de R$ 1.300.000,00′, diz o documento sobre o secretário-executivo.

Em relação a Colbert Martins, o MPF afirma que ele foi "responsável pela liberação da última parcela do convênio no valor de R$ 900,000,00 (novecentos mil reais) ao Ibrasi, com base na Nota Técnica nº 031/2011 – DCPAT/SNPDT/MTUR (fls. 257/259 do apenso II, volume único),ideologicamente falsa, em que pesa a completa inexecução do convênio".

Roubalheira no Turismo: Marta se recusa a comentar prisão de seu ex-chefe de gabinete

leave a comment »

Rosa Costa, da Agência Estado

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) se recusou nesta terça-feira, 9, a comentar a prisão de seu ex-chefe de gabinete e assessor de campanha Mário Moysés, juntamente com 37 outros servidores do Ministério do Turismo, acusados de envolvimento num esquema de desvio de verbas públicas. A senadora tentou se proteger do assédio de jornalistas durante toda a tarde.

Veja também:
Se fosse número 2 de qualquer ministério estaria preocupado, diz Maia
Presidente do PMDB diz que número 2 do Turismo era indicação do PT
PF prende número 2 do Ministério do Turismo e mais 37 por corrupção
Emenda de deputada do PMDB favoreceu contrato investigado pela PF

Ela chegou a assumir o comando da Mesa no plenário e dali só se retirou para ceder o lugar ao presidente José Sarney (PMDB-AP). Sem dar tempo de ser abordada, Marta dirigiu-se ao banheiro, onde ficou por vários minutos. Quando saiu, abordada pelos repórteres, nada respondeu, dirigindo-se à mesa do plenário, como se não tivesse ouvido as perguntas sobre o seu relacionamento com Mário Moysés, tido como homem da sua confiança.

Os assessores da senadora chegaram a procurar uma alternativa para Marta deixar o plenário sem ser vista. Eles queriam que ela utilizasse o chamado "buraco da taquigrafia", mas como o local está em obras, a ideia foi vetada pela Polícia do Senado.

Marta ocupou as horas que passou no plenário navegando no computador e procurando ignorar o discurso provocativo do senador Mário Couto (PSDB-PA). Da tribuna, ele acusou o PT de ter piorado a corrupção no País. "Este País não era tão corrupto antes do PT, essa é a grande realidade", afirmou o tucano.

Democracia ou ditadura do PT?

leave a comment »

Vergonha!

Trechos da sessão do plenário do Senado Federal de quarta-feira, 1º de Junho de 2011.

O vídeo inicia logo após pronunciamento da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), quando a senadora Marta Suplicy (PT-SP), que presidia a sessão, coloca de forma autoritária em votação requerimento do senador Marcelo Crivella (PP-RJ) que determinava o encerramento da discussão do PLV 14/2011 (MP 520/2011) quando ainda haviam vários oradores inscritos para debater a matéria.

Em seguida, na edição, segue trecho onde o Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) cobra o cumprimento do regimento da Casa, uma vez que os requerimentos e qualquer proposição, para serem aprovados, devem cumprir trâmite previstos. Um exemplo é a própria discussão e encaminhamento pelo plenário de toda proposta.

Após a palavra do senador paraense, o Senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do Governo, propõe a suspensão da sessão por cinco minutos, para que se tente um acordo.

Por fim, outros três senadores fizeram um revezamento na tribuna (Álvaro Dias, Aécio Neves e Demóstenes Torres). Com isso, a oposição venceu o governo e conseguiu derrubar duas medidas provisórias, já que perderiam a vigência após a meia-noite.

A Constituição Federal e a Democracia foram respeitadas. E isto só ocorreu graças a todo o esforço da oposição no Senado Federal. Aqui

Leia mais:
Oposição derruba duas MPs no Senado e sessão termina em bate-boca