Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Petralhas são flagrados destruindo propaganda eleitoral de adversários e colocando a do PT no lugar

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Três cabos eleitorais do Partido dos Trabalhadores (PT) em Minas Gerais foram presos, na manhã de terça-feira (26), suspeitos de furtar e destruir material de campanha do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), na Savassi, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Militar, D.C., 33, V.G.S.A., 18, e B.M.S.D., 21, foram flagrados furtando cavaletes do candidato Pimenta da Veiga (PSDB), na Praça Diogo de Vasconcelos, e substituindo por material do candidato adversário, Fernando Pimentel (PT). O trio tentou fugir, mas foi impedido por uma testemunha.

À PM os suspeitos contaram que estavam a serviço do PT. Eles foram encaminhados para a Polícia Federal em Belo Horizonte pelo fato de ser um crime eleitoral. Os cavaletes furtados foram encontrados em uma caminhonete amarela que estaria sendo usada pelos homens. Todo o material foi apreendido.

Por meio de nota, a assessoria do PT informou que "a destruição de material de adversários jamais seguiu orientação da coordenação da campanha da coligação Minas pra Você. Fatos assim são iniciativas de caráter pessoal".

A assessoria da coligação Todos por Minas informou que o material do PSDB estava de forma regular, quando foi removido. De acordo com o coordenador da campanha tucana, deputado federal Alexandre Silveira, sumiram de sábado (23) até terça-feira (26) 400 cavaletes da candidato espalhados pela região metropolitana.

Crime eleitoral

Segundo o artigo 248 da lei nº 4.737 (Código Eleitoral), "ninguém poderá impedir a propaganda eleitoral, nem inutilizar, alterar ou perturbar os meios lícitos nela empregados". A pena para este crime é de até seis meses de detenção ou pagamento de 90 a 120 dias/multa.

Política na Rede

Anastasia anuncia que terá menos 6 pastas e economia de R$ 1,1 bi

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Governo de Minas Gerais passará a ter 17 pastas no primeiro escalão; gastos em benefícios de servidores também serão cortados

O governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou na tarde desta quarta-feira uma reestruturação administrativa da máquina pública do estado de Minas Gerais. Entre as medidas, está prevista a redução de 23 para 17 as secretarias do primeiro escalão. Com isso e outros cortes de gasto, o governador calcula que economizará, até o final do seu mandato (dezembro de 2014), R$ 1,1 bilhão.

Anastasia vai fundir a Secretaria de Trabalho com a de Desenvolvimento Social, que passará a denominar-se Secretaria de Trabalho e Promoção Social; além da Secretaria de Esportes com a Secretaria de Turismo e a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo.

A Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária será ainda fundida com a Secretaria de Agricultura; a Secretaria de Gestão Metropolitana e a Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política Urbana serão incorporadas a uma só pasta; e a Secretaria de Coordenação de Investimento Estratégicos será transformada em assessoria especial da governadoria.

O pacote de redução de gastos inclui ainda a extinção de duas autarquias da administração direta: o Departamento Estadual de Telecomunicações de Minas Gerais (Detel-MG) e a Administração dos Estádios de Minas Gerais (ADEMG). Essas duas estruturas vão ser absorvidas pela fundação TV Minas e pela secretaria que será formada pelas pastas de Esporte, Turismo e Copa do Mundo.

Anastasia anunciou o corte de 52 cargos de alto escalão da administração direta do estado. O governador reduziu ainda 20% do total dos cargos comissionados (por indicação política). Entretanto, do total de cargos de indicação, 70% são ocupados por servidores concursados.

O tucano também anunciou que o estado não vai mais pagar viagens nacionais e internacionais para todos os servidores da administração direta, excluindo-se os funcionários das áreas de segurança, educação e saúde. Ele suspendeu ainda o custeio para a participação de servidores em cursos, congressos e seminários, além de proibir contratação de serviços de consultorias.

Anastasia restringiu ainda a utilização de veículos oficiais. O governo terá 127 carros a menos em sua frota. Eventos com contratação de buffet também estão vetados.

O governo também reduziu em 50% o limite de uso do celular corporativo do estado.

O Globo Online

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31 de julho de 2013 at 20:30

Um modelo inovador de gestão prisional

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Antonio Anastasia, Folha de S.Paulo

O ano de 2013 começa com uma auspiciosa e inédita notícia: inauguramos, em janeiro, em Minas Gerais, a primeira das cinco unidades do primeiro complexo penitenciário construído no Brasil por meio de parceria público-privada (PPP).

Não se trata apenas de abrir mais vagas, mas de colocar em funcionamento uma penitenciária-modelo, concebida por meio de um arranjo institucional altamente inovador. São palavras-chaves nessa legislação: trabalho e escola, ressocialização e humanização. E todas têm de ser parte do cotidiano dos presídios.

Ao custo de R$ 230 milhões, desembolsados exclusivamente pelo parceiro privado, erguemos em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um complexo que irá abrigar, ao longo de 2013, com as cinco unidades completas, 3.040 detentos, em regime fechado e semiaberto. A iniciativa coroa a política que implantamos no Estado: as vagas no sistema prisional saltaram de 5.656 para 28.603, entre 2003 e 2012, um aumento de mais de 406%.

Temos feito um esforço ciclópico para humanizar todas as cadeias, não apenas as novas. De 2010 para cá, houve um crescimento de 52,5% do número detentos trabalhando. Com esse desempenho, Minas é o Estado que, proporcionalmente à população carcerária, possui mais detentos trabalhando no país. O número de presos estudando também cresceu 9,16% no último ano.

Licitada em 2010, a PPP prisional em Minas inspirou-se no modelo inglês, que põe em relevo a oportunidade de trabalho para os presos, mas não permite que o parceiro privado lucre com ele.

Nossa PPP foi estruturada da seguinte forma: o consórcio que venceu a licitação arca com a arquitetura, a construção e a operação da penitenciária e o Estado só começa a pagar um valor per capita a partir do ingresso do detento.

Para garantir a qualidade da infraestrutura e dos serviços pactuados, esse valor só é desembolsado integralmente se o gestor privado cumprir as metas estabelecidas em um conjunto de 380 indicadores de desempenho, entre os quais o número de presos trabalhando e estudando.

São avaliadas também as assistências médica, odontológica, psicológica, social e jurídica que devem ser oferecidas, com qualidade, aos presidiários. O parceiro privado responde ainda pelos investimentos em tecnologia de ponta para monitoramento de presos.

Caberá ao Governo do Estado manter seu papel de fazer cumprir as penas, em conjunto com as demais instâncias do Judiciário. Permanece ainda com a esfera pública a responsabilidade pelo transporte dos sentenciados, a segurança externa e das muralhas e a imediata intervenção no complexo em situação de crise ou confronto.

A PPP prisional consolida duas tendências importantes do governo de Minas Gerais. A primeira é a busca pela modernização da gestão pública, sem sucumbir às armadilhas ideológicas ou às falsas dicotomias. O que se buscou foi a maneira mais eficiente de usar os recursos públicos e de alcançar os melhores resultados para os cidadãos. Assim, o projeto inaugurou uma moderna forma para implantação, operação e manutenção da infraestrutura prisional.

Em segundo lugar, a concretização da PPP prisional é parte da construção de um efetivo sistema de defesa social. Desde 2003, R$ 40,5 bilhões foram investidos em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos. O que buscamos é uma política de segurança ancorada nas dimensões humana, estrutural e administrativa, pelo bem-estar da sociedade.

Antonio Anastasia, 51, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

Costa ataca Serra e chama adversários de ‘nazitucanos’

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O senador Hélio Costa (PMDB), candidato derrotado ao governo de Minas Gerais, utilizou hoje a rede de microblogs Twitter para atacar a campanha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra (PSDB). Costa chamou os adversários de "nazitucanos" e criticou a mensagem telefônica gravada pelo senador eleito e ex-governador Aécio Neves (PSDB), dirigida aos eleitores mineiros.

No telemarketing, Aécio pede votos para Serra, afirmando que a eleição do presidenciável tucano será "muito importante para fortalecer Minas no cenário nacional". A intenção é que as telemensagens atinjam até cinco milhões de telefones fixos no Estado.

"Vão fazer cinco milhões de ligações telefônicas para enganar o povo com uma gravação do Aécio pedindo voto contra a mulher mineira, Dilma", escreveu Costa. Em seguida, o ex-ministro das Comunicações postou uma mensagem na qual afirma que "esta é a semana do vale tudo para os nazitucanos". "Estejam todos atentos para as mentiras e boatos que estão sendo espalhados pela rede."

Na primeira mensagem postada hoje, Costa citou Serra e ironizou a crítica do candidato do PSDB aos episódios de violência na campanha presidencial. "Agora o Serra acha que a campanha está violenta. Será que ele não acompanha as ações dos nazitucanos? E o preconceito contra as mulheres?", escreveu.

”Repórter investigativo”

Costa, que foi derrotado no primeiro turno pelo governador Antonio Anastasia (PSDB) – reeleito com o apoio de Aécio -, já havia utilizado o Twitter para veicular mensagens contra os adversários tucanos. No dia 18 último, escreveu que após a "eleição" de Dilma irá "mostrar o que fizeram e quem planta nota mentirosa na imprensa nacional", se referindo à campanha de Anastasia.

"Meus adversários não podem esquecer que antes de ser político fui, e sou, repórter investigativo. Eles não perdem por esperar. Aguardem." Estadão Online

Aécio: ‘Daremos a vitória para Serra em Minas’

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Clique na imagem para ler a matéria publicada em Veja desta semana

 

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16 de outubro de 2010 at 23:30

Política de juros do BC vai na contramão do mundo, diz Aécio

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Na opinião de Aécio o BC brasileiro continua no caminho inverso do que está fazendo o mundo

Banco Central brasileiro vai na contramão do resto do mundo e contradiz os esforços do governo federal para reduzir os efeitos da crise financeira global.

"Eu acho que o Banco Central brasileiro continua no caminho inverso do que está fazendo o mundo" afirmou Aécio, que disputa com o governador de São Paulo, José Serra, outro crítico do BC, o direito de ser o candidato do PSDB à eleição presidencial de 2010.

"Em determinado momento, nós vamos ter que chegar à constatação de que o mundo inteiro está errado ao abaixar as suas taxas de juros para incrementar segmentos importantes da sua economia", ironizou Aécio, em entrevista na sede do governo mineiro.

O tucano afirmou que é apenas "espectador" do cenário econômico nacional, mas ressaltou que espera que o BC reduza a taxa básica de juros, atualmente em 13,75%. Na segunda-feira, levantamento feito junto ao mercado financeiro pelo próprio BC indicou expectativa de queda na taxa Selic que, segundo a pesquisa, chegaria a 11,75% em dezembro. Reuters

Leia mais aqui.

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13 de janeiro de 2009 at 19:09

Cerco a Marcos Valério é pressão para assustar ou pegar os verdadeiros chefões dos mensalões

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 Jorge Serrão

A chapa do famoso carequinha do Mensalão esquentou de vez na Justiça. O ministro Paulo Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um habeas corpus ajuizado pela defesa do empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza. O acusado de operar do esquema já perdeu a paciência por ficar tempo na cadeia. Nem o “recado” de que negocia uma delação premiada sobre o mensalão surtiu o efeito por ele esperado até agora. Como o socorro não vem, quem tem (negócio com Valério) tem medo

E o cerco se aperta. O Ministério Público Federal em Minas Gerais denunciou ontem Marcos Valério e outras 26 pessoas, incluindo diretores e ex-diretores do Banco Rural. Todos são suspeitos de envolvimento em crimes de caixa dois durante a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo do estado de Minas Gerais, em 1998. Trata-se do chamado “Mensalão mineiro” que foi o balão de ensaio do outro mensalão mais famoso – escandalizado por Roberto Jefferson, e que tem 39 réus em um julgamento sem data para acabar no Supremo Tribunal Federal.

O Ministério Público Federal comprovou que, no mensalão mineiro, os acusados montaram esquema para arrecadar recursos por meio de contratos superfaturados com estatais. Tudo para a compra de apoio político em favor do então candidato Eduardo Azeredo. O MP denunciou que as fraudes provocaram um prejuízo de pelo menos R$ 3,5 milhões aos cofres públicos.

Uma nova denúncia apresentada à Justiça Federal em Minas acusa Valério e o ex-juiz eleitoral Rogério Lanza Tolentino de corrupção e lavagem de dinheiro. A Procuradoria da República sustenta que o magistrado recebeu R$ 300 mil, entre setembro e outubro de 1998, para favorecer Azeredo e o candidato a vice (Clésio Andrade) em suas decisões. O MPF também analisou 51 decisões de Tolentino nos processos envolvendo os candidatos e calssificou parte das sentenças "tendenciosa e absurda."

Além de Valério, a denúncia atinge o ex-juiz Rogério Lanza Tolentino, o publicitário Cristiano de Mello e Paz (ex-sócio de Valério na SMP&B Comunicação), e diretores e ex-funcionários do Banco Rural. Em outra denúncia, o Ministério Público enquadrou cinco diretores do Banco Rural – Kátia Rabelo, Plauto Gouvêa, João Heraldo dos Santos Lima, José Roberto Salgado e Mauro Pereira Gomes – e 19 ex-dirigentes da instituição por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e gestão temerária.

Marcos Valério já está preso preventivamente, desde 10 de outubro, pelos supostos crimes de corrupção ativa, formação de quadrilha e crime de calúnia. Marcos Valério é suspeito de articular um esquema para desmoralizar dois fiscais da Secretaria da Receita Estadual do Rio de Janeiro que haviam autuado a Cervejaria Petrópolis em mais de R$ 104 milhões. A prisão de agora nada tem a ver com o mensalão – caso no qual apenas é indiciado. Alerta Total

Written by Abobado

20 de novembro de 2008 at 08:44