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Só pra companheiro petralha – Com verba do Minha Casa Minha Vida, entidades atuam como imobiliárias

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Do funcionário de plantão que mostra a área de lazer dos novos empreendimentos ao site com a simulação de decorado, movimentos de moradia liderados por filiados ao PT oferecem, somente para associados que pagam suas mensalidades, 4 mil imóveis

Entidades que fazem a gestão de R$ 238,2 milhões do Programa Minha Casa Minha Vida em São Paulo passaram a funcionar como imobiliárias em bairros da periferia. Do funcionário de plantão que mostra a área de lazer dos novos empreendimentos ao site com a simulação de um apartamento decorado, movimentos de moradia liderados por filiados ao PT oferecem, somente para associados que pagam suas mensalidades, 4 mil imóveis adquiridos com incentivos fiscais do governo federal a partir de R$ 3 mil, pagos em até 10 anos.

Nesse domingo, 29, o Estado revelou que líderes comunitários petistas da capital usam critérios políticos para gerir a maior parte do recurso repassado pelo programa federal a entidades para a construção de casas populares. Onze das 12 entidades que tiveram projetos aprovados pelo Ministério das Cidades em setembro são dirigidas por filiados ao partido.

Você quer morar na zona leste? Ou tem interesse em adquirir uma unidade residencial no centro da capital? Seja qual for a escolha, a página oficial do Fórum dos Cortiços e Sem Teto de São Paulo traz opções de plantas e ilustrações dos imóveis com direito à simulação de modelo decorado.

Em maio, as últimas unidades do Projeto 22 de Março foram praticamente leiloadas pela associação, que manteve plantão telefônico para atender os interessados. Quando elas se esgotaram, o site tratou de encaminhar o visitante para outro empreendimento na Liberdade, região central. E, para não perder o cliente, o anúncio deste mês avisa que a localização do novo conjunto é bem próxima, no mesmo bairro.

Na página, também é possível conferir fotos e vídeos do Projeto São Francisco do Lageado, já em obras com recursos do Ministério das Cidades. Até agora, foram liberados R$ 14,8 milhões para o empreendimento, que terá quatro blocos interligados e um total de 252 unidades. Quando prontos, os apartamentos terão dois quartos, sala, cozinha, banheiro e varanda.

Pela internet, os associados da entidade ainda ficam por dentro das últimas ações do fórum, como reuniões com o prefeito Fernando Haddad (PT) e protestos pelo direito de moradia digna em São Paulo. Um link específico ainda atualiza os últimos feitos da líder do movimento, Verônica Kroll, que já foi candidata a vereadora pelo PT.

"Aqui não existe critério político. Nossos selecionados também passam por uma seleção feita pela Caixa Econômica Federal", argumenta o chileno Manuel Burgos, assistente social que faz a triagem dos beneficiados dos empreendimentos sob responsabilidade do Fórum dos Cortiços. A entidade, com sede na Rua Bento Freitas, no centro, cobra R$ 25 de mensalidade e R$ 40 de taxa de adesão.

Vitórias

Blogs com fotos, plantas e perspectivas dos futuros empreendimentos são comuns a quase todas as associações. O objetivo é mostrar ao associado vitórias obtidas pelo movimento e a cara das futuras moradias.

No blog Condomínio Barra do Jacaré, sob o comando da Associação dos Trabalhadores do Conjunto Residencial Vale das Flores, da zona norte de São Paulo, há links para álbum de fotos, com imagens do terreno onde será erguido o residencial de 592 unidades.

As características das plantas também são relatadas em detalhes, assim como estacionamento e área de lazer.

As famílias selecionadas para morar no Condomínio Dom José 1 e 2, na região do Capão Redondo, zona sul, também podem acompanhar dados do projeto por meio de blogs. Desenvolvidas pelas associações Moradores do Jardim Comercial e Adjacências e Amigos do Conjunto Modelar, as ferramentas ainda ajudam os associados a organizar toda a papelada necessária para o cadastro final.

Estadão Online

Faxineira Porca inaugura conjunto com obras inacabadas na Bahia

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Leonêncio Nossa, Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff entregou hoje um conjunto habitacional com casas sem energia elétrica, sem água encanada, sem piso cerâmico e, em alguns casos, sem vidros e esquadrias nas janelas. O conjunto residencial São Francisco, em Juazeiro (BA), com 1,5 mil unidades habitacionais, foi inaugurado hoje com estardalhaço pela presidente e sua comitiva.

Um público de cerca de 500 pessoas, abaixo da expectativa do Planalto, compareceu ao evento de inauguração do conjunto habitacional. Em meio à poeira da obra inacabada, Dilma fez um discurso com críticas aos "antecessores" do governo Lula e prometeu entregar 2 milhões de residências dentro do programa "Minha Casa, Minha Vida". "Governos anteriores aos do presidente Lula olhavam as pessoas como elas fossem números. Não olhavam para as pessoas pobres como pessoas capazes. Nós olhamos para essas pessoas como base da riqueza do País", afirmou.

Dilma, em uma solenidade morna, apenas com manifestações já esperadas de lideranças locais, tentou dar emoção ao discurso, falando da importância da casa para cada pessoa. "A hora em que a chave é entregue para uma pessoa, a gente sabe que começou a mudança na vida dela", disse.

Isso é o PT no governo: Trabalho degradante é encontrado em obra do ‘Minha Casa’ em SP

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Cerca de 300 trabalhadores foram encontrados nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho em condições degradantes de trabalho em obras do programa federal Minha Casa, Minha Vida em Hortolândia (109 km de São Paulo).

Segundo o ministério, o empreendimento, que inclui 500 apartamentos em uma série de prédios, teve recursos da Caixa Econômica Federal. A obra foi parcialmente embargada para melhorias de segurança.

A Folha mostrou na semana passada a explosão de casos de trabalhadores em condições degradantes no interior de São Paulo. As obras do Minha Casa, Minha Vida são um dos focos do problema.

Os auditores do trabalho chegaram à obra pela manhã e constataram risco de queda no trabalho em andaimes e no acesso a escadas ou torre de caixa d’água. Algumas instalações elétricas também estavam irregulares, com fiação exposta.

No alojamento, segundo os auditores, viviam cerca de 250 dos trabalhadores, mas o ambiente seria ideal para até 150 pessoas. Não foram divulgadas informações sobre as origem dos operários.

"Os quartos até tinham capacidade, mas a cozinha, o refeitório e o banheiro eram insuficientes, causando filas e superlotação", disse João Batista Amancio, auditor em Campinas.

De acordo com ele, o embargo parcial da obra é imediato e vale para as questões de segurança do trabalho, que devem ser resolvidas imediatamente.

Os fiscais farão uma nova inspeção no local, ainda sem data marcada, para avaliar a documentação do empreendimento e aplicar as multas.

A obra é gerenciada pelas empresas Faleiros e Múltipla, com as quais 25 trabalhadores têm vínculo direto. O restante é contratado por cerca de 30 empreiteiras.

Segundo o gerente-geral da obra, João Carlos Custódio, que responde pelas duas empresas, até segunda-feira serão realizados reforços nos andaimes, fechamento com tela nos locais de trabalho em altura e verificação das instalações elétricas com correção de fios expostos.

"No alojamento faremos ampliações dos ambientes de cozinha, cantina e banheiro, o que deve ficar pronto em 15 dias", afirmou. Folha Online

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