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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Pelo menos isso – Justiça decide manter preso suspeito de agredir coronel durante ato em SP

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Bandido perigoso: De óculos, Paulo Henrique Santiago dos Santos é transferido para CDP do Belém; ele nega agressão contra o coronel da PM

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta quarta-feira manter a prisão preventiva do estudante e comerciário Paulo Henrique Santiago dos Santos, 22. Ele foi preso sob suspeita de tentativa de homicídio contra o coronel da PM Reynaldo Simões Rossi, espancado por um grupo de dez manifestantes que participavam de protesto do MPL (Movimento Passe Livre) na sexta-feira (25).

Na decisão, o juiz Alberto Anderson Filho, da Primeira Vara do Tribunal do Júri de São Paulo, disse que "o fato de o indiciado ser primário, estar cursando universidade, e ter respaldo familiar, não o afastou da participação em baderna na via pública".

Santos foi transferido do 2º DP (Bom Retiro) para o CDP (Centro de Detenção Provisória) Belém, na zona leste da cidade, na manhã de ontem. O advogado do universitário, Guilherme Braga, afirmou no domingo (27) que não existe "nenhum indício de que o jovem tenha encostado" no coronel da PM.

Ao ser espancado, o coronel teve fratura na omoplata, além de cortes nas pernas e na cabeça. A maior parte dos agressores flagrados em fotos e vídeos estavam mascarados. Souza é o único preso até o momento pelo crime.

"Em nenhum momento ele aparece agredindo nas fotos. O bolo da agressão estava no meio da manifestação então tinha um monte de gente por perto então no quadro das imagens aparece o rosto dele. E com isso, a polícia identificou ele como agressor. Mas em nenhum momento, aparece ele agredindo", disse o defensor. Segundo ele, as fotos mostram o jovem apenas perto do coronel.

Santos estuda relações internacionais na Faculdade Santa Marcelina e trabalha em uma empresa da região de Perdizes (zona oeste).

Em entrevista à Folha, o coronel agredido disse que a corporação não vai mudar a forma de atuar nos protestos por um oficial ter sido ferido.

Folha Online

Afronta ao Estado

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Os cidadãos de bem, aqueles que confiam no Estado e em suas instituições, estão a exigir que os responsáveis pela manutenção da ordem pública não mais se intimidem ante um punhado de delinquentes travestidos de "ativistas"

Os golpes desferidos pelos "black blocs" contra um coronel da Polícia Militar, na noite da última sexta-feira (26/10) em São Paulo, atingiram não apenas a pessoa do oficial, mas o próprio Estado. É este que, ante a hesitação de seus agentes, está à mercê desses criminosos fascistoides, que estão cada vez mais à vontade para cometer seus crimes e atentar contra a ordem.

O coronel Reynaldo Simões Rossi foi espancado por cerca de dez mascarados, durante protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) no Parque Dom Pedro II, centro da capital. Chefe do Comando de Policiamento da Área Metropolitana, Rossi foi cercado pelos baderneiros no momento em que parte dos manifestantes começava a depredar um terminal de ônibus, seguindo o roteiro de vandalismo já bastante conhecido na cidade.

Após levar socos e pontapés até ser derrubado, Rossi tentou se levantar, mas então foi atingido na cabeça por uma placa de ferro. Roubaram-lhe a arma e um rádio. Com as duas escápulas fraturadas e ferimentos nas pernas, no abdome e na cabeça, o coronel foi socorrido por um policial à paisana. Ao ser levado para o hospital, Rossi ainda teve tempo de pedir a seus comandados que não exagerassem na reação: "Segura a tropa, não deixa a tropa perder a cabeça".

Foi um apelo de alguém consciente de que o monopólio da força legítima, que está nas mãos do Estado, não pode ser usado sem limites. Mesmo em meio a uma situação de clara covardia desses criminosos que estão todos os dias a aterrorizar a cidade, é preciso agir dentro da lei. Mas é preciso agir, sob pena de cristalizar uma imagem de impotência, que só encoraja mais violência.

Os ataques contra policiais cometidos por esses bandidos infiltrados em manifestações têm sido sistemáticos. Segundo o coronel Rossi, nada menos que 70 PMs já foram feridos durante protestos neste ano.

O caso mais dramático até agora havia sido o do PM Wanderlei Paulo Vignoli, que quase foi linchado ao tentar impedir que um manifestante pichasse a parede do Tribunal de Justiça, na Praça da Sé, durante um dos protestos de junho. Ouviu gritos de "lincha, mata". Ele só escapou porque apontou a arma para os agressores, mas a imagem desse policial acuado e de rosto ensanguentado mostrou que a violência de alguns manifestantes extrapolava o mero vandalismo. O espancamento do coronel Rossi só reafirmou a índole criminosa dessa militância mascarada, para a qual a violência é um fim em si mesma.

Os manifestantes que permitem a infiltração desses vândalos em seus protestos e que não os repudiam são cúmplices de seus atos. Em nota, o MPL condenou a agressão a Rossi, mas praticamente a justificou, ao citar abusos cometidos por policiais contra manifestantes em outras ocasiões.

O vale-tudo ficou ainda mais claro quando o MPL aplaudiu a destruição causada no terminal de ônibus do Parque Dom Pedro II — foram depredados dez ônibus e várias catracas, além de orelhões e caixas eletrônicos. "Entramos no maior terminal de ônibus da América Latina para realizar na prática a tarifa zero", orgulhou-se o MPL. "A revolta que destruiu as catracas nessa sexta-feira foi acesa pela violência cotidiana do transporte coletivo. E continuaremos lutando pela destruição de todas as catracas."

Essas palavras mostram que o movimento deixou de ser pacífico, como pretendia no início das manifestações. A ameaça de violência é agora clara e permanente. O desafio a tudo o que se interpõe no caminho dos vândalos — sejam catracas, sejam policiais — denuncia o falso caráter moderado dos líderes desse movimento.

Os cidadãos de bem, aqueles que confiam no Estado e em suas instituições, estão a exigir que os responsáveis pela manutenção da ordem pública não mais se intimidem ante um punhado de delinquentes travestidos de "ativistas". E aqueles que saem às ruas para exercer seu legítimo direito de protestar devem imediata e indubitavelmente se dissociar dos criminosos, sob o risco de com eles se confundirem. Como disse o coronel ferido, "o silêncio dos bons é muito pior do que o ruído dos maus".

Editorial do Estadão

Bandido de 22 anos é preso por tentar matar coronel durante ato em SP

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Criminoso deverá ser indiciado por tentativa de homicídio doloso e formação de bando e quadrilha. Cinco pessoas, incluindo o agressor, devem ser levadas a Centro de Detenção Provisória

Assistam cenas da horda atacando covardemente o policial

Criminosos travestidos de manifestantes agridem violentamente coronel da PM na noite de sexta-feira (25) em São Paulo

Um comerciário de 22 anos, morador de Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, foi preso e acusado de participar das agressões ao coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi, que teve a clavícula quebrada ao ser agredido por encapuzados durante manifestação realizada pelo Movimento Passe Livre (MPL), para reivindicar tarifa zero no transporte público. O jovem será indiciado por tentativa de homicídio doloso e formação de bando e quadrilha. Outras quatro pessoas também foram detidas e estão no distrito policial, de onde serão levadas para um Centro de Detenção Provisória. No total, 92 pessoas foram detidas durante a manifestação, devido às depredações.

O coronel teve escoriações na cabeça e na face. Durante as agressões, teve a arma e o rádio-comunicador roubados. A arma foi recuperada por um policial, mas o rádio comunicador não. Rossi foi encaminhado ao hospital e passa bem. Já machucado, ele pediu à tropa que fosse com calma, "sem perder a cabeça".

Por volta de 15 horas, a PM já registrava a presença de mascarados no ato, que tinha cerca de 200 pessoas. Pelo twitter, a PM afirmou: "200 pessoas ligadas ao Movimento Passe Livre estão na Praça Ramos. Pelo menos 35 black blocs acompanham o ato." Uma hora antes, às 14h, a PM informara pelo twitter que cerca de 600 manifestantes, entre eles 100 black blocs, já se deslocavam da Praça Ramos para o Largo São Francisco.

O ato do MPL começou na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal, e se deslocou para a Praça da Sé. Os manifestantes carregavam cartazes com as inscrições: “Por uma vida sem Catracas” e “Violência é a Tarifa”. Ao todo, cerca de duas mil pessoas participaram do ato, que a esta altura já incluía protestos contra a violência policial e os governadores do Rio e de São Paulo. Ao chegarem ao terminal, um grupo fez barricada para impedir a ação das forças policiais.

Os passageiros acabaram no meio da violência. Um ônibus foi incendiado, catracas foram quebradas e até mesmo os vidros blindados dos guichês foram estilhaçados. A área mais destruída foi a dos caixas eletrônicos: 18 equipamentos foram destruídos — um deles foi incendiado. Um dos guichês de venda de passagens foi roubado. O equipamento que controla o semáforo para saída de ônibus foi totalmente destruído. Uma loja de recarga de aparelhos celulares foi saqueada. A Subprefeitura da Sé, que fica na região, também foi alvo de depredações.

O governador Geraldo Alckmin visitou o Terminal Parque Dom Pedro para ver de perto os estragos, mas não falou com a imprensa. À tarde, no município de Buri, o governador afirmou que a polícia segue trabalhando para identificar os que participaram de depredações. Imagens gravadas por câmeras de segurança do terminal serão usadas.

Quando começou o tumulto, as ações não foram contidas imediatamente pela Polícia Militar (PM). Algum tempo depois, para dispersar os manifestantes, os policiais dispararam bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo. Depois de depredar o terminal, o grupo saiu em caminhada por ruas do centro. Quatro bancos foram depredados apenas na Rua Boa Vista: Safra, Itaú, HSBC e Santander. A polícia voltou a usar bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes na Praça da Sé, por volta das 21h.

Desde junho, quando conseguiu a revogação do aumento da tarifa do transporte público, o MPL não convocava atos na capital paulista. Desde segunda-feira, o MPL realizou atos na Estrada do M’Boi Mirim, no Grajaú e no Campo Limpo e reuniu milhares de moradores dessas regiões insatisfeitos com os serviços público de transporte em São Paulo.

O Globo Online

Opinião do Estadão: Chegou a hora do basta

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O prefeito Fernando Haddad (PT) insinuou que por trás das manifestações há pessoas que não votaram nele. A gravidade da situação exige que o prefeito esclareça se com isso quis dizer que a oposição é responsável pela baderna

No terceiro dia de protesto contra o aumento da tarifa dos transportes coletivos, os baderneiros que o promovem ultrapassaram, ontem, todos os limites e, daqui para a frente, ou as autoridades determinam que a polícia aja com maior rigor do que vem fazendo ou a capital paulista ficará entregue à desordem, o que é inaceitável. Durante seis horas, numa movimentação que começou na Avenida Paulista, passou pelo centro — em especial pela Praça da Sé e o Parque Dom Pedro — e a ela voltou, os manifestantes interromperam a circulação, paralisaram vasta área da cidade e aterrorizaram a população.

O vandalismo, que tem sido a marca do protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL), uma mistura de grupos radicais os mais diversos, só tem feito aumentar. Por onde passaram, os cerca de 10 mil manifestantes deixaram um rastro de destruição — pontos de ônibus, lojas, nove agências bancárias e ônibus depredados ou pichados. Uma bomba foi jogada na Estação Brigadeiro do Metrô e a Estação Trianon teve os vidros quebrados. Em algumas das ruas e avenidas por onde circularam, principalmente a Paulista, puseram fogo em sacos de lixo espalhados para impedir o trânsito e dificultar a ação da Polícia Militar (PM).

Atacada com paus e pedras sempre que tentava conter a fúria dos baderneiros, a PM reagiu com gás lacrimogêneo e balas de borracha. O saldo foi de 20 pessoas detidas e de dezenas com ferimentos leves, entre elas policiais.

_PM_linchado_na_paulistaA PM agiu com moderação, ao contrário do que disseram os manifestantes, que a acusaram de truculência para justificar os seus atos de vandalismo. Num episódio em que isso ficou bem claro, um PM que se afastou dos companheiros, nas proximidades da Praça da Sé, quase foi linchado por manifestantes que tentava conter. Chegou a sacar a arma para se defender, mas felizmente não atirou.

Em suma, foi mais um dia de cão, pior do que os outros, no qual a violência dos manifestantes assustou e prejudicou diretamente centenas de milhares de paulistanos que trabalham na Paulista e no centro e deixou apreensivos milhões de outros que assistiram pela televisão às cenas de depredação.

O reconhecimento por parte de dirigentes do MPL de que perderam o controle das manifestações, assim como a diversidade dos grupos que o compõem — anarquistas, PSOL, PSTU e juventude do PT, que têm em comum o radicalismo —, não atenuam a sua responsabilidade pelo fogo que atearam. Embora fragmentado, o movimento mantém sua força, porque cada grupo tem seus líderes, e eles já demonstraram sua capacidade de organização e mobilização. Sabem todos muito bem o que estão fazendo.

A reação do governador Geraldo Alckmin e do prefeito Fernando Haddad — este apesar de algumas reticências — à fúria e ao comportamento irresponsável dos manifestantes indica que, finalmente, eles se dispõem a endurecer o jogo. A atitude excessivamente moderada do governador já cansava a população. Não importa se ele estava convencido de que a moderação era a atitude mais adequada, ou se, por cálculo político, evitou parecer truculento. O fato é que a população quer o fim da baderna – e isso depende do rigor das autoridades.

De Paris, onde se encontra para defender a candidatura de São Paulo à sede da Exposição Universal de 2020, o governador disse que "é intolerável a ação de baderneiros e vândalos. Isso extrapola o direito de expressão. É absoluta violência, inaceitável". Espera-se que ele passe dessas palavras aos atos e determine que a PM aja com o máximo rigor para conter a fúria dos manifestantes, antes que ela tome conta da cidade.

Haddad, que se encontra em Paris pelo mesmo motivo, também foi afirmativo ao dizer que "os métodos (dos manifestantes) não são aprovados pela sociedade. Essa liberdade está sendo usada em prejuízo da população". Mas insinuou que por trás das manifestações há pessoas que não votaram nele. A gravidade da situação exige que o prefeito esclareça se com isso quis dizer que a oposição é responsável pela baderna.

Opinião do Estadão: Puro vandalismo

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O prefeito Fernando Haddad, PT, em vez de condenar o vandalismo promovido pelo Movimento Passe Livre, se apressou a informar que está aberto ao diálogo

Não passou de um festival de vandalismo a manifestação de protesto contra o aumento da tarifa de ônibus, metrô e trem, que na quinta-feira paralisou importantes vias da capital paulista, entre 18 e 21 horas.

Esse é mais um dia que vai entrar para a já longa lista daqueles em que a maior cidade do País ficou refém de bandos de irresponsáveis, travestidos de manifestantes. Apesar de há muito o atrevimento desses grupos não ser uma novidade para os paulistanos, desta vez a população teve motivos para se assustar mais do que por ocasião de outros protestos, por causa de sua fúria destrutiva.

Comandados pelo Movimento Passe Livre (MPL) — integrado principalmente por estudantes das alas radicais dos partidos PSOL e PSTU —, os integrantes do protesto começaram as depredações por volta das 18 horas, quando saíram de frente da sede da Prefeitura, no Anhangabaú, em direção às Avenidas Paulista, 23 de Maio e 9 de Julho. Encapuzados, os integrantes dos grupos mais violentos puseram fogo em sacos de lixo no meio dessas vias, para interromper o trânsito e aterrorizar os passantes.

Em sua caminhada, atacaram viaturas da São Paulo Transportes (SPTrans), empresa estatal que gerencia o serviço de ônibus, destruíram lixeiras, arrancaram fiação de iluminação pública e, na Paulista, depredaram guaritas da Polícia Militar (PM) e as estações Brigadeiro e Trianon-Masp do Metrô. Várias lojas e o Shopping Paulista tiveram de fechar as portas, por orientação da polícia, para evitar invasões e saques. O Movimento Passe Livre não parou inteiramente a cidade, como prometera, mas conseguiu perturbar a vida de boa parte dela e assustar a população.

A PM, recebida a pedradas, tentou conter a baderna, ainda no Anhangabaú, com bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha. Mas não conseguiu. Sua ação só foi mais eficiente na liberação das pistas da Paulista, tomadas nos dois sentidos pelos manifestantes. Um dia de fúria, que deixou saldo de 50 pessoas feridas e 15 presas, entre elas o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres.

Para tentar entender esse protesto, é preciso levar em conta as muitas coisas que estão por trás dele. Uma delas é o fato de o Movimento Passe Livre ser pura e simplesmente contra qualquer tarifa, ou, se se preferir, a favor de uma tarifa zero. Ele não se opõe ao aumento da tarifa de R$ 3 para R$ 3,20, mas a ela própria. Ou seja, não há acordo possível e, como seus militantes são radicais, qualquer manifestação que promovam só pode acabar em violência. As autoridades da área de segurança pública, já sabendo disso, deveriam ter determinado à polícia que agisse, desde o início do protesto, com maior rigor.

Não se pode deixar de considerar também que o aumento da inflação e o clima de insegurança e insatisfação que ele cria certamente desempenharam um papel nesses protestos, porque o reajuste de tarifas de transporte público, mesmo modesto como o de São Paulo, é sempre visto com maus olhos nessa circunstância. Tanto é assim que houve manifestações semelhantes, embora menos violentas, no Rio, em Goiânia e em Natal. Em nenhuma dessas cidades consta que existam movimentos como o MPL, pelo menos não com nível de organização e capacidade de mobilização como em São Paulo.

Deve-se levar em conta ainda que a capital paulista está pagando o preço da falta de firmeza das autoridades — ao longo das últimas décadas — diante de manifestações selvagens como a de quinta-feira. Pequenos grupos aguerridos — o protesto do MPL reuniu apenas cerca de mil manifestantes — param quando querem a Avenida Paulista e outras vias importantes da cidade, desconhecendo solenemente as proibições existentes nesse sentido.

Para não ficar mal com os chamados movimentos sociais, por razões políticas, as autoridades têm tolerado os seus desmandos. Agora mesmo, o prefeito Fernando Haddad, em vez de condenar o vandalismo promovido pelo Movimento Passe Livre, se apressou a informar que está aberto ao diálogo. Vai discutir com esse bando de vândalos a tarifa zero?