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Posts Tagged ‘Polícia do Paraná

Gleisi Hoffmann insiste em proteger pedófilo que, condenado por estupro, continua filiado ao PT

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Candidata do PT ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann já comandou no Senado Federal a derrubada de uma emenda que reduzia a maioridade penal para menores envolvidos em crimes hediondos. Curiosamente, a senadora não parece preocupada em punir aqueles que cometem crimes hediondos contra menores.

Ex-assessor de Gleisi na Casa Civil, Eduardo Gaievski, que acaba de ser condenado a 18 anos e um mês por estupro a menor — um dos 40 crimes sexuais (todos envolvendo menores, boa parte deles cometidos contra vulneráveis, menores de 14 anos) —, continua regularmente filiado ao Partido dos Trabalhadores, legenda na qual ingressou pelas mãos da senadora e do seu marido, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações).

Gleisi, que já presidiu o PT do Paraná continua, junto com o marido, dando as cartas na legenda no âmbito estadual. O atual presidente do partido, deputado estadual Ênio Verri, é considerado uma espécie de “pau mandado” do casal. A decisão de manter Gaievski filiado ao partido pode estar ligada à preocupação de não irritar ainda mais o pedófilo, que se provocado pode contar o que sabe. O que não seria conveniente para Gleisi, que na tentativa de chegar ao Palácio Iguaçu amarga um distante terceiro lugar.

Se for expulso do PT, Gaievski poderia abrir a caixa de ferramentas e revelar detalhes sobre o casal Gleisi-Paulo Bernardo. Entre as maldades guardadas como segredo: uso do cargo em benefício da campanha, financiadores e outros detalhes ainda preservados.

Conhecido no Paraná como o “Maníaco da Casa Civil”, Eduardo Gaievski poderia revelar, por exemplo, as circunstâncias em que foi indicado para ser o braço direito de Gleisi na Casa Civil, onde foi incumbido de cuidar das políticas do governo federal para crianças e adolescentes, combate ao crack, construção de creches e o programa “Mais Médicos”.

O pedófilo conseguiu ser efetivado na Casa Civil apesar de responder a diversos processos por favorecimento à prostituição e sexo pago com menores. Com esse prontuário, Gaievski passou pelas checagens do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência e da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e foi trabalhar a poucos metros do gabinete da presidente Dilma Rousseff. Muito estranhamente, até hoje a presidente não falou sobre o assunto, mesmo sabendo que na sala ao lado ocorria uma enorme ilegalidade.

Ucho.info

Petralha criminoso, ex-assessor de Gleisi é condenado por estupro de menor

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Petista Eduardo Gaievski pegou pena de 18 anos e um mês de prisão. Ele responde a outros dezesseis processos. Pena total pode chegar a 356 anos

O ex-assessor da Casa Civil da Presidência da República Eduardo Gaievski foi condenado a 18 anos e um mês de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado. A sentença foi dada no Fórum de Realeza, no Paraná. Gaievski trabalhava diretamente com a então ministra Gleisi Hoffmann, que deixou o posto para disputar o governo do Paraná. Ele foi demitido em agosto do ano passado, quando VEJA revelou as acusações de abuso sexual de menores.

Esta foi a primeira sentença dos 17 processos contra Gaievski por crimes sexuais contra menores de idade. Os outros 16 processos também estão na fase final. Gaievski foi levado para a Casa Civil pela própria Gleisi, que diz nunca ter sido informada sobre os crimes do petista. Natalício Farias, advogado de algumas vítimas, espera uma pena total bem maior. “Fizemos as contas e a pena dele poderá chegar a 356 anos de prisão”, diz.

A sentença que condenou Gaievski foi proferida pela juíza Janaína Monique Zellato Albino, do Fórum de Realeza. Com a condenação, o petista deixa o regime de detenção provisória e vai cumprir pena em presídio, em regime fechado.

Gaievski foi prefeito de Realeza pelo PT e, no Palácio do Planalto, cuidava das políticas para saúde e para crianças e adolescentes, como a prevenção do crack. Gaievski também ajudou a criar o programa Mais Médicos, que trouxe médicos de Cuba para trabalhar no Brasil. Sua prisão pode representar mais um baque na candidatura de Gleisi Hoffmann no Paraná, que amarga um terceiro lugar nas pesquisas.

Veja Online

Petralha pedófilo da Casa Civil escapa de linchamento na prisão e cobra intervenção de Gleisi Hoffmann

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O duro código das prisões, que impõe pena capital aos estupradores, quase foi fatal para o pedófilo Eduardo Gaievski, ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann (PT) na Casa Civil. Na última sexta-feira (3), Gaievski (que está preso na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, no Paraná) foi ao pátio do presídio para um banho de sol. A notícia de que o homem que violentou dezenas de meninas no vizinho município de Realeza estava flanando no pátio correu entre os presos. Foi o bastante para que um grupo de presidiários cercasse o petista. Foi preciso vigorosa intervenção da segurança do presídio para que Gaievski voltasse vivo à cela.

O episódio aterrorizou Gaievski, que passou a mandar novos recados ameaçadores à sua ex-chefe, Gleisi Hoffmann, e ao PT. O monstro da Casa Civil exige que o PT e Gleisi se mobilizem para soltá-lo imediatamente. Quer responder ao processo em liberdade. Se nada for feito, o delinquente sexual ameaça abrir a boca e revelar tudo o que sabe.

Eduardo Gaievski foi prefeito de Realeza, pequena cidade do interior paranaense, onde teria cometido seus crimes contra meninas pobres e menores de idade. Desde a prisão, o pedófilo tem avisado que sabe muito e que não aceita se transformar em um “novo Celso Daniel”, referência ao prefeito petista de Santo André, vítima em 2002 de covarde e cruel assassinato até hoje não esclarecido. Acredita-se que Gaievski tem informações explosivas sobre o caixa dois do PT e os bastidores da Casa Civil, onde foi encarregado por Gleisi Hoffmann de cuidar das políticas federais relativas a menores.

O violador de crianças foi preso em agosto de 2013 após o Ministério Público do Paraná levantar provas esmagadoras e incontestes de seu envolvimento em mais de 40 crimes sexuais, entre os quais 28 estupros de menores, sendo 14 praticados contra vulneráveis (menores de 14 anos). Familiares de Gaievski e a Prefeitura de Realeza (onde o monstro fez um sucessor do PT) têm jogado pesado para tentar livrar o petista da cadeia. Um secretário municipal de Realeza, Fernandes Borges, e o filho de Eduardo Gaievski foram presos quando tentavam subornar testemunha para que mudasse o depoimento contra o pedófilo. Dois irmãos de Gaievski tiveram prisão decretada e estão foragidos pelo mesmo crime.

Advogados consideram que a possibilidade de que as ameaças levem Gaievski a responder ao processo em liberdade são muito remotas, pois nos crimes que praticou o petista deu provas de grande periculosidade. Quando teve a prisão decretada, Eduardo Gaievski fugiu e na sequência, após ser capturado, foi flagrado tentando intimidar testemunhas a partir da prisão. Ele mobilizou parentes e aliados políticos para pressionar e subornar testemunhas.

Depois que Gaievski foi preso, novas denúncias de estupros vieram à tona, um deles praticado contra uma menina de cinco anos. As evidências contra o pedófilo são tantas, que já chegaram ao YouTube. Em um áudio, um homem identificado como Gaievski encomenda uma sessão de sexo grupal com menores. Em outro, o mesmo homem conta a amigos, em meio a risadas e detalhes escabrosos, como “tirou a virgindade” de uma menina menor de 12 anos. Para o PT e Gleisi, só resta esperar que Gaievski se conforme em continuar na cadeia sem abrir o bico. Do contrário a Casa Civil irá pelos ares.

Ucho.info

Filho e advogado de ex-assessor de Gleisi Hoffmann são presos por subornar testemunhas

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Eles ofereceram 1.000 reais para mães de adolescentes para que elas inocentassem o petralha imundo, que está preso por estupro

A Polícia Civil do Paraná prendeu nesta quarta-feira o filho e o advogado de Eduardo Gaievski, ex-assessor da Casa Civil que, após revelação de VEJA, foi preso sob acusação de abusar sexualmente de menores. Fernando Borges e André Gaievski foram flagrados quando conduziam duas testemunhas do caso até um cartório da cidade de Francisco Beltrão, onde elas prestariam declarações inocentando o petista. Cada uma das mulheres, que são mães de vítimas de Gaievski, havia recebido 1 000 reais em troca do depoimento.

O Ministério Público do Paraná recebeu a denúncia de que a dupla e dois irmãos dele, Francisco e Edmundo Gaievski, estavam coagindo testemunhas do caso. Na terça-feira, os policiais presenciaram o momento em que o grupo entregou o dinheiro às duas mulheres. Nesta quinta, enquanto se deslocavam para o cartório com as mães das vítimas, o filho e o advogado de Eduardo Gaievski foram presos. Eles se negaram a dar informações aos policiais. As duas mulheres, entretanto, admitiram a coação.

"As mães receberam 1 000 reais cada uma. Elas gastaram parte do dinheiro e, na quarta-feira, estavam com o restante do valor no carro", explica o delegado Sandro Barros, responsável pelo flagrante. Ele diz que a fraude foi comprovada: "Elas iam fazer uma declaração, no cartório, em favor de Eduardo Gaievski".

Fernando Borges e André Gaievski serão indiciados pelo artigo 343 do Código Penal, que fala em "dar, oferecer ou prometer dinheiro ou qualquer outra vantagem a testemunha" para "fazer afirmação falsa em depoimento". A pena é de três a quatro anos de prisão.

A notícia não surpreende: em 14 de setembro, o site de VEJA revelou como, mesmo preso, Eduardo Gaievski se comunicava com seu advogado para combinar a coação de testemunhas do caso. Ele trocava emails utilizando um aparelho celular.

Depois disso, o petista foi transferido de presídio. Gaievski está preso em Curitiba. Já o advogado e o filho do ex-assessor estão detidos na delegacia de Realeza. Caberá à Justiça decidir se eles vão responder ao crime em liberdade.

O ex-assessor da Casa Civil responde por estupro de vulnerável (dezessete vezes) e assédio sexual. Ele oferecia dinheiro e cargos na prefeitura para as adolescentes e suas famílias. Após a revelação do caso, ele foi rapidamente afastado do cargo no ministério.

Veja Online

Preso em Foz do Iguaçu petralha estuprador de menores que era assessor de Gleisi Hoffmann na Casa Civil

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O ex-assessor especial da Casa Civil, do Governo Federal, e ex-prefeito de Realeza, no sudoeste do Paraná, Eduardo André Gaievski (PT), foi preso por volta das 6h deste sábado (31) em Foz do Iguaçu, na região oeste, de acordo com a Polícia Civil. Ele vai ser transferido para Curitiba ainda na manhã deste sábado, devendo chegar à capital paranaense por volta do meio-dia. Gaievski é investigado por estupro de vulneráveis, e o mandado de prisão preventiva foi expedido no dia 23 de agosto.

Após as acusações, Eduardo André Gaievski, que há sete meses estava trabalhando como assessor da Casa Civil foi exonerado do cargo. Além disso, na segunda-feira (26), a executiva paranaense do Partido dos Trabalhadores (PT) também o suspendeu do partido. Até ser preso, ele era considerado foragido pela polícia.

À reportagem do G1, o advogado Rafael Antônio Seben confirmou a prisão de Gaievski, com quem conversou rapidamente pelo telefone. O advogado disse ainda que está em Francisco Beltrão, também no sudoeste, com o advogado Rodrigo Biezus preparando a defesa do ex-prefeito.

Na quarta-feira (28), os advogados de defesa haviam falado pela primeira vez após a prisão preventiva ter sido decretada pela Justiça. “As provas que têm contra ele estão sendo, neste momento, contraditadas porque como o procedimento, aos menos no início, é unilateral, não possibilita que se apresente a contraprova. É a partir desse momento processual que se inicia um trabalho de defesa. E nós acreditamos perfeitamente que ele é inocente”, explicou Biezus.

Sobre as acusações feitas pelo advogado, que representa a família de três das supostas vítimas, de que Gaievski tinha a ajuda de mulheres mais velhas para levar as meninas de 13 a 14 anos a motéis e que depois pagava os favores em troca de dinheiro e cargos na prefeitura, o advogado afirmou que não pode comentar, pois o caso tramita em segredo de justiça. “Uma coisa é certa. O número [que conta no processo] é infinitamente inferior ao que a mídia divulga, mas em um momento posterior, quando não estiver mais em segredo de justiça, o número vai poder ser divulgado”, assegurou Biezus apesar de acreditar na inocência do ex-assessor.

Gaievski foi prefeito de Realeza

O petista foi prefeito de Realeza, município com cerca de 16 mil habitantes por dois mandatos, entre 2005 e 2012. Em janeiro foi convidado pela ministra Gleisi Hoffmann para, entre suas atribuições, acompanhar a implementação de programas federais como o Mais Médicos, os de prevenção e combate ao uso do crack e construção de creches.

Portal G1

Petralhas do Paraná culpam Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo por levar pedófilo ao Palácio do Planalto

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O PT do Paraná está às voltas com o escândalo envolvendo o pedófilo Eduardo Gaievski, guindado ao cargo de assessor especial da Casa Civil, para onde foi levado pela ministra Gleisi Hoffmann e cuja incumbência era tratar de assuntos relativos a menores (combate ao crack e creches). Os petistas que disputarão as eleições de 2014 avaliam que o caso provocará consequências irreparáveis à imagem do partido, que já não é boa no Paraná.

A indignação maior é com os petistas Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo que conhecia bem Gaievski e não deveria ignorar suas delinquências sexuais. Gaievski era investigado há três anos por 23 estupros quando foi levado a Brasília e sua fama era conhecida pelo casal de ministros.

A intimidade de Gleisi e Paulo Bernardo com Gaievski é antiga. Em 2007, quando era prefeito de Realeza, o pedófilo entregou um título de cidadania honorária para ao atual ministro das Comunicações, que à época ocupava a pasta do Planejamento. A condução de Gaievski a Brasília, como assessor de Gleisi Hoffmann, teve o pronto aval do ministro.

O PT do Paraná quer agora que o casal use sua influência para convencer Gaievski a se entregar evitando que o partido “continue sangrando”. Gaievski, no entanto, tem se agarrado à sua conhecida arrogância e estaria exigindo total blindagem judicial para se entregar.

Na bancada estadual do PT ninguém ousou defender Eduardo Gaievski ou Gleisi. Somente uma suplente de vereadora e secretária da Mulher da Prefeitura de Curitiba, comandada por Gustavo Fruet (PDT), soltou uma nota de desagravo à ministra-chefe da Casa Civil, que rapidamente caiu no ridículo. Existe unanimidade na classe política em relação à delicada situação de Gaievski, que é indefensável.

Depois dos crimes cometidos por Gaievski, a ousadia maior ficou por conta da ainda chefe da Casa Civil, que ao falar sobre o caso tentou se fazer de vítima. O pior é que Gleisi colocou em xeque a eficiência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), que teriam sido enganados por Eduardo Gaievski.

Ucho.info