Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

Posts Tagged ‘Propaganda eleitoral

Aécio presidente – Programa de TV – 21/08/2014

leave a comment »

Written by Abobado

21 de agosto de 2014 at 13:53

Aécio presidente – Programa de TV – 19/09/2014

leave a comment »

Written by Abobado

19 de agosto de 2014 at 22:39

Petralha em campanha fora de hora

leave a comment »

Não deveria causar espécie a sem-cerimônia com que Alexandre Padilha, agora ex-ministro da Saúde, tem usado os recursos e a visibilidade da imensa máquina pública federal para fazer campanha eleitoral ao arrepio da lei. Pois foi assim, com essa desfaçatez, mas numa escala infinitas vezes maior, que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu erguer seu primeiro "poste", a novata Dilma Rousseff. A experiência com Dilma, e depois com o atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, mostra que, mais uma vez, não haverá constrangimento legal e moral capaz de conter a laboriosa indústria eleitoral petista em sua missão de colocar Padilha, o mais novo ungido de Lula, no Palácio dos Bandeirantes.

A campanha irregular de Padilha explorou abundantemente as verbas de publicidade à disposição do Ministério da Saúde. No ano passado, de acordo com levantamento da Folha de S.Paulo, esses gastos somaram R$ 232 milhões, um aumento real (acima da inflação) de 19,7% sobre as despesas do ano anterior. Estas, por sua vez, já haviam sido 18,6% maiores do que o verificado em 2011. Isso significa que, ao longo de toda a sua gestão, Padilha cuidou de abastecer sua máquina de propaganda.

Esse esforço marqueteiro se justifica quando se observa que, entre outros graves problemas, o Sistema Único de Saúde (SUS) perdeu quase 13 mil leitos hospitalares entre janeiro de 2010 e julho de 2013, segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina. Essa é uma das razões pelas quais milhares de brasileiros foram às ruas no meio do ano passado para protestar. Em resposta às manifestações, em vez de admitir os desafios e enfrentá-los de verdade, Padilha apelou a soluções mágicas, como o Mais Médicos — mero paliativo ante o descalabro da saúde pública no Brasil.

Nada disso parece envergonhar o novo "poste" de Lula. Ao contrário. Em seu último dia no cargo — mas ainda ministro, frise-se —, Padilha usou o Mais Médicos como pretexto para desferir provocações contra adversários políticos, comprovando que, para os petistas, já não há diferença entre Estado e partido.

Ao se despedir, Padilha afirmou que "nem todo mundo sabe, mas os Estados que mais pediram médicos ao programa foram justamente São Paulo e Minas Gerais" — governados por tucanos, como enfatizou o ministro-candidato. Ele acusou esses governadores, o paulista Geraldo Alckmin e o mineiro Antonio Anastasia, de "absoluta falta de sensibilidade" por criticarem o programa e por adotarem medidas para inviabilizar o trabalho dos médicos, "sobretudo os cubanos". Mas nada disso aconteceu — tal versão, fantasiosa, é apenas parte da conhecida estratégia petista de criar inimigos ideológicos e, desse enfrentamento, auferir lucros eleitorais. "Só quem tem acesso a médico com um estalar de dedos pode ser contra levar mais médicos para a população que mais precisa", discursou Padilha, recorrendo à surrada luta de classes para atacar o partido que ele enfrentará nas urnas — e ao qual ele atribuiu um "legado maldito" na saúde.

O interesse eleitoral ditou também a convocação, no final de janeiro, de uma rede nacional de rádio e de TV para que Padilha pudesse anunciar uma campanha de vacinação com inacreditáveis 40 dias de antecedência — em outras campanhas, Padilha convocou a rede nacional sempre no dia anterior, como deve ser. Ao ser questionado pela oposição sobre a óbvia exploração eleitoral de sua imagem na TV, Padilha disse, candidamente, não entender as críticas: "Não sei o que eles têm contra a divulgação de uma vacina". Dos 4 minutos e 35 segundos de seu pronunciamento, menos da metade serviu para falar da vacinação; o resto do tempo, Padilha usou para elogiar sua gestão à frente do Ministério da Saúde.

O PSDB anunciou que questionará Padilha na Justiça Eleitoral, acusando-o de propaganda antecipada. Mesmo que resulte em alguma multa, esse tipo de processo não deverá refrear o uso desinibido da estrutura do Estado em favor do candidato petista — foi assim nas eleições de Dilma e de Haddad, nas quais Lula frequentemente ironizava a lei que deveria constrangê-lo.

Editorial do Estadão

Mensalão: Sociedade precisa saber do protagonismo do PT no escândalo, diz Roberto Freire

with 3 comments

‘As oposições não podem ficar caladas. É preciso que a sociedade tome conhecimento da gravidade do mensalão de Lula pelo Supremo. A população precisa ser esclarecida do protagonismo do PT nesse escândalo, que foi o maior da República brasileira’

Presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (SP) afirmou, nesta quinta-feira (30), que a sociedade precisa saber da importância do julgamento do Mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e como o PT montou o esquema de desvio de dinheiro público e cooptação de parlamentares por meio de mesadas. Segundo o parlamentar, agora que as primeiras condenações de petistas e parceiros já começaram, os partidos de oposição devem usar as campanhas eleitorais para mostrar o que significa para o país o megaesquema montado pelo governo Lula para comprar, com dinheiro público, parlamentares da base aliada em troca de apoio no Congresso Nacional.

As oposições não podem ficar caladas. É preciso que a sociedade tome conhecimento da gravidade do mensalão de Lula pelo Supremo. A população precisa ser esclarecida do protagonismo do PT nesse escândalo, que foi o maior da República brasileira”, afirmou. Roberto Freire disse que a condenação dos mensaleiros confirma o que os partidos de oposição já haviam denunciado na época em que se deu o escândalo de corrupção. “As condenações já começaram. Lula não pode mais dizer que era tudo mentira, uma tentativa de golpe das oposições. As pessoas precisam saber o que eles fizeram com as instituições, como o Banco do Brasil e Câmara dos Deputados, para se perpetuar no poder”, afirmou o parlamentar.

Essas declarações foram dadas minutos depois de o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do STF, proclamar seu voto pela condenação do deputado João Paulo (PT-SP) pelo crime de lavagem de dinheiro. Cunha já havia sido condenado por corrupção passiva e peculato.

Desmoralizado

Freire disse ainda que o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, foi desmoralizado pelo presidente do Supremo, Ayres Britto, por sua tentativa de beneficiar, quando deputado federal, as negociatas forjadas pelo operador do mensalão, Marcos Valério, em parceria com Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, para desviar dinheiro público.

Durante o julgamento, Ayres Britto classificou de “desconcertante” e “cômico” o projeto de Cardoso, apresentado em 2009, que liberou os donos de agências de publicidade contratadas pelo governo para usar, “como quisessem”, o chamado bônus de volume, uma espécie de comissão, repassada anualmente, pelos meios de comunicação à agência em decorrência da quantidade de mídia veiculada. “Agora, constatamos que as ideias de Cardoso eram para socorrer a quadrilha do mensalão”, afirmou Roberto Freire.

Ucho.info

Caixinha de surpresa!

with one comment

Written by Abobado

13 de outubro de 2010 at 00:50