Abobado

Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Opinião do Estadão: Multas de trânsito parceladas

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O parcelamento de multas aumenta a arrecadação e possibilita a regularização de diversas pendências

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, em caráter terminativo, o Projeto de Lei 20/10, do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), que propõe o parcelamento de multas de trânsito em até seis vezes. A justificativa para esse benefício é o alto valor de algumas das multas estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que variam de R$ 53,20, para infrações leves, a R$ 191,54, para as de natureza gravíssima. Cada valor pode ser multiplicado até por cinco, conforme a gravidade da infração.

Segundo o relator da matéria, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), se em tese o valor das multas estimula os motoristas a cumprirem a lei, na prática, a impossibilidade de quitar de uma só vez débitos acumulados tem levado uma grande parcela dos infratores à inadimplência, o que faz crescer a frota irregular que roda nas cidades e estradas.

O processo de licenciamento anual e obrigatório do veículo não pode ser feito enquanto houver multas pendentes. Se circular sem a regularização da documentação, o proprietário terá o veículo apreendido. Nesse caso, o pagamento das multas também é exigência para a liberação do veículo. E, se a dívida não for quitada em 90 dias, ele vai a leilão.

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Sujou: Pressionado, PMDB catarinense decide desembarcar do palanque do democrata Colombo

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Cacalhada: Existe coisa mais nojenta do que a política de Santa Catarina? Tamos bem pra caramba!

Luiz Henrique disse que a ameaça de intervenção é um desrespeito ao diretório estadual

Ameaçado de intervenção pela executiva nacional, o comando do PMDB em Santa Catarina recuou e decidiu desembarcar do palanque de Raimundo Colombo (DEM).

Após um dia tenso e repleto de reuniões em Brasília, os dirigentes decidiram apresentar como alternativa os nomes do deputado Mauro Mariani e do ex-governador Paulo Afonso como pré-candidatos à disputa pelo governo estadual.

A solução foi costurada pelos líderes catarinenses em razão da pressão do presidente nacional do PMDB, Michel Temer (SP), para que o partido cumprisse com o acordo firmado, há duas semanas, com a ex-ministra Dilma Rousseff (PT).

Na ocasião, Eduardo Pinho Moreira se comprometeu com Temer a garantir um segundo palanque para a candidata petista em Santa Catarina. Pela manhã, Temer convocou seu grupo político para intimidar a comitiva catarinense. Escudado por Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR), o candidato a vice-presidente na chapa de Dilma cobrou uma posição definitiva sobre o imbróglio no Estado.

A portas fechadas, em uma sala da residência oficial do presidente da Câmara, os catarinenses tentaram se justificar. Para desfazer a impressão de que teria traído Temer ao rasgar o compromisso de ceder o palanque peemedebista para Dilma, Pinho Moreira reclamou que a senadora Ideli Salvatti (PT) não havia garantido um eventual apoio a ele no segundo turno. Dizendo-se isolado, explicou que não teve outra saída a não ser abrir mão da candidatura.

Apesar do tom impassível, Temer rebateu Pinho Moreira. O presidente da Câmara cobrou um aviso prévio à direção nacional, postura que poderia resultar em uma mobilização dos dirigentes, a exemplo do que havia ocorrido em Minas e no Maranhão.

— Agora, é preciso garantir o compromisso assumido com o PT. Não há condições de haver retrocesso nas negociações — ameaça.

Respaldado pelos caciques do partido, Temer avisou que, para evitar a destituição da executiva estadual, ou o PMDB retomava a candidatura própria ou se mantinha neutro na disputa estadual. Principal artífice da aliança com Colombo, Luiz Henrique levantou a voz e desafiou o presidente da Câmara.

— Essa imposição é um desrespeito ao PMDB catarinense. Se é assim, também tem de haver intervenção no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso — advertiu o ex-governador, referindo-se a outros Estado onde o PMDB resiste em seguir a orientação da cúpula nacional. ClicRBS

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Written by Abobado

23 de junho de 2010 at 00:01

Política em Santa Catarina: A contaminação inevitável

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Santa Catarina e a polialiança: No estado do vale-tudo, um governo safado e descompromissado com o cidadão

Blog do Canga

Com chegada dos EUA do presidente estadual dos Demos, Raimundo Colombo, e seu incondicional apoio ao meliante Leonel Pavan, estaria montado o bloco dos gangsters para o próximo carnaval?

A pecha de corrupto e ladrão que já vinha grudada no governador Luiz Henrique do "partido que gosta de roubar" (PMDB) é agora reforçada pela perfomance do tucano Leonel Pavan.

Luiz Henrique praticou suas pequenas e grandes tungas mas sem meter muito a mão na graxa. No máximo o seus acólitos apareciam em festas em zonas de Joinville e outras pequenas baixarias.

Já os tucanos sofisticaram as ações do grupo partindo para altos vôos que incluíam muito dinheiro e lances cinematográficos de pistolagem e gangsterismo.

Correndo por fora, os Demos de Raimundo Colombo a tudo assistiam mas se mantinham enquadrados no clássico figurino de não dar bandeira e, claro, não meter (toda) a mão na merda. Estavam passando esses quase oito anos de polialiança incólumes frente aos grandes escândalos protagonizados por Luiz Henrique e seus asseclas.

As apostas eram de que os democratas se blindariam e achariam uma forma de não se deixar contaminar pelas estripulias de Pavan e LHS. Raimundo Colombo, asséptico, surgia como candidato natural dos Demos pra disputar o governo do estado. Ele mesmo, pessoalmente não teria nada a perder pois ainda tem mais quatro anos de Senado.

Foto: editada e publicada por Sérgio Rubim

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Written by Abobado

19 de janeiro de 2010 at 14:40