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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Florianópolis – "Não está em minha agenda ser candidato a governador em 2010", diz Dário Berger

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O peemedebista foi entrevistado por 25 minutos nesta quinta-feira pelo apresentador Mário Motta e pelo comentarista político do Grupo RBS, Moacir Pereira, no programa Notícia na Manhã, na rádio CBN/Diário. As perguntas foram definidas previamente pela produção do programa.

O candidato à prefeitura de Florianópolis Dário Berger (PMDB) disse que não está em sua agenda ser candidato a governador do Estado em 2010.

— Não estou pensando nisso, nunca discuti o assunto, nunca me perguntaram, o partido nunca se manifestou a esse respeito e eu também não quero saber. O meu foco é essa eleição de hoje.

Ao ser questionado se seria candidato caso surgisse a oportunidade, Dário disse que "aí é outra conjuntura, isso é uma conjectura".

O peemedebista disse que não há maior orgulho para ele do que ser prefeito de Florianópolis. Agradeceu o apoio que teve por onde passou e os quase 100 mil votos recebidos no primeiro turno. Destacou que a grande proposta de sua campanha é a continuidade do trabalho realizado durante o primeiro mandato como prefeito de Florianópolis.

— Não podemos parar. Quero agradecer aos que confiaram em mim no primeiro turno e dizer que trabalhei muito durante esses três anos. Acho que fizemos uma grande diferença e quero pedir desculpa por aquilo que não fiz. Mas estamos no caminho certo. Florianópolis dá passos largos rumo ao seu desenvolvimento. Os programas estão implantados e não podemos perder esse curso da historia.

Defesa das acusações

Dário Berger disse que faz uma campanha propositiva e limpa, ao contrário de seu adversário, Esperidião Amin (PP).

— Pelo que eu posso observar, o amor dele pela cidade não é tão grande assim. O amor nas regiões mais distantes deixou muito a desejar. A cidade era completamente desassistida e abandonada. É o amor passional, aquele que mata o contribuinte por amor. Sem estrada, sem esgoto, sem ruas, mas que prega o amor. Eu sou diferente. Procuro fazer uma campanha propositiva, limpa, animada.

Ele atribuiu as acusações de Amin ao desespero por estar atrás nas pesquisas.

— A população não aprova os métodos dele, aprova os meus métodos, que administro a prefeitura com consciência, responsabilidade, e sou adepto da administração de resultados.

Ao ser questionado sobre o fato de que estaria atacado fortemente o adversário, Dário disse estar apenas se defendendo e citou o programa eleitoral de Amin em que uma mulher diz que o peemedebista é como um câncer.

— Para cada ação existe uma reação… e isso gerou uma comoção muito forte, primeiro na família, segundo nos militantes. Eu sou um ser humano como qualquer outro. E como ser humano, nem sempre acertamos. Agora, nós não podemos perder o respeito, a responsabilidade. O administrador tem que ter equilíbrio emocional, o que não observamos no candidato.

Dário também rebateu a acusação de que não estaria respeitando o projeto aprovado pelo Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf) para a construção de um elevado em frente ao Terminal Rodoviário Rita Maria.

— É mais uma mentira dele. A legislação estabelece que alteração do sistema viário tem que passar por aprovação no Ipuf. O que é um absurdo, mas vamos respeitar. O projeto do Rita Maria será executado de acordo com as normas existentes e a aprovação dos técnicos do Ipuf.

Acusações

Dário Berger disse que Amin "não é tão santo quanto parece" e que ele deixou um "rastro de falcatruas" quando ocupou cargos públicos.

— É só pesquisar. A própria revista IstoÉ, os jornais da época, o site do Tribunal de Justiça. Coloca lá o nome do Dário, o do oponente, e verifica quantos processos eu tenho e o meu oponente tem. A comparação é completamente fora de parâmetro.

Dário também citou a nota de Jorge Bornhausen (DEM) que diz que Amin não realizou obras que ele diz que fez na cidade.

— Ele diz que fez e não fez. Está comprovado em nota oficial que ele não fez e ele continua dizendo que fez. Isso é um absurdo, não se constrói nada com mentiras. Eu procuro me apresentar de maneira limpa, cristalina, com entusiasmo, alegria. Você não constrói nada com ódio e rancor.

O candidato também questionou o número de aposentadorias que Amin recebe e reclamou das agressões recebidas.
Disse ainda não é ele quem mistura negócios com política, e sim Amin e a mulher, Angela, que segundo ele tiveram os bens indisponibilizados pela Justiça para garantir o pagamento de R$ 4,1 milhões por causa de "uma negociata que ele fez com um laboratório e com a SC Genéricos".

Casvig

Dário rebateu as acusações de Amin, que disse que o fato de o peemedebista ser sócio da empresa de segurança Casvig, contratada para fazer a vigilância de escolas do Estado, é imoral.

O candidato disse que a empresa já tem 30 anos e que também prestou serviços em várias instituições quando Amin foi governador.

— E se era imoral, se tem alguma irregularidade, por que ele não corrigiu na época em que era governador? Eu não tenho nenhuma mácula com relação à nossa empresa, à empresa do meu irmão, com relação a qualquer tipo de contrato. O que existe são acusações sem nenhum respaldo.

Estrutura da prefeitura

Dário admitiu que a estrutura da prefeitura é arcaica e ultrapassada, não possuindo inclusive um centro administrativo.

— O que é uma vergonha para uma Capital. Precisamos construir primeiro uma prefeitura, para centralizar as atividades, e segundo fazer a reforma administrativa para dar mais eficiência a alguns órgãos emblemáticos.

Ele disse que ainda não fez estes projetos porque, quando assumiu a prefeitura, descobriu que existiam problemas que não haviam sido divulgados.

— Não fiz porque para mim tudo foi uma caixa de surpresas. Quando eu cheguei disseram que tinha 700 ruas para pavimentar. Eu pavimentei as 700. Mas tem mais 700. Não existe um banco de dados e por isso é uma dificuldade. A Procuradoria existia de direto mas não de fato, tive que mandar um projeto para a Câmara para instituir. E por isso que eu não fiz a reforma.

Dário também afirmou que irá descentralizar o atendimento e implantar o governo eletrônico para que a população possa resolver algumas questões pela internet.

— Eu diria que é primordial para a dinâmica de atendimento da cidade. E no meu projeto tem a descentralização. Já estou fazendo a da saúde e vou fazer a da administração, criando as subprefeituras ou secretarias, de forma que o cidadão do Sul, Norte, da Lagoa, não vai precisar vir ao Centro para resolver problemas na prefeitura.

Grande Florianópolis

O candidato disse que o fato de ser irmão do prefeito eleito de São José e do mesmo partido do prefeito de Palhoça facilitará a resolução de questões que envolvem a Grande Florianópolis.

— Eu acho que facilita muito. Essa é uma relação de amizade recíproca e até fraternal.

Transporte coletivo

O peemedebista afirmou que o transporte coletivo não foi o tema principal desta campanha, o que quer dizer "que não está tão ruim".

— Ele precisa ser remodelado sistematicamente. Agora, ele passou por uma grande transformação. A tarifa era de R$ 3, hoje é de R$ 1,98, o sistema é solidário, temos 240 horários diretos.

Dário também disse que irá fazer a licitação para empresas de transporte, como determina a lei, e criticou a proposta de Amin de oferecer desconto de 50% nas passagens de ônibus em horários de pico.

— Eles ficaram 24 anos, implantaram um sistema cuja tarifa ficou em R$ 3 e agora vêm oferecer desconto? Nem saber fazer a proposta eles souberam. Como você vai mensurar a passagem no horário de pico? E por que só no horário de pico? Isso demonstra bem o desespero de que está ultrapassado, faz promessas demagógicas. Uma coisa é o que ele diz e outra o que faz. ClicRBS

Written by Abobado

23 de outubro de 2008 at 15:09

Florianópolis – "A cidade está sendo negociada em favor de interesses particulares", diz Amin

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Para o candidato à prefeitura de Florianópolis Esperidião Amin (PP), seu opositor, Dário Berger (PMDB), mistura negócios públicos e privados e por isso há um conflito de interesses em sua administração da cidade.

Amin foi entrevistado esta manhã durante 25 minutos por Mário Motta e pelo comentarista político do Grupo RBS Moacir Pereira, no programa Notícia na Manhã, da rádio CBN/Diário. As perguntas foram definidas previamente pela produção do programa.

No primeiro bloco da entrevista, Amin disse que se candidatou para defender os interesses da cidade e afirmou haver um problema ético no fato de o prefeito ser sócio da empresa de segurança Casvig, contratada para fazer a segurança, segundo ele, de escolas do Estado.

— Eu não tenho nada contra o Dário Berger. Mas a cidade está sendo negociada em favor de interesses particulares. O prefeito é sócio da Casvig, que custa aos cofres estaduais R$ 140 milhões. Nem vou falar sobre o lençol preto, que está se desmilingüindo. O principal problema do Dário é que ele mistura negócios privados com públicos.
Segundo Amin, o dinheiro que o governo paga à empresa para segurança equivale a 1,5 vezes o valor necessário para construir a Via Expressa Sul.

— Nas escolas, quem está dentro é a Casvig. Quanto maior a insegurança da cidade, mais a Casvig fatura. Este método classifica um conflito de interesses.

Se eleito, Amin disse que irá estimular a criação de cooperativas locais para atuar na vigilância local e denunciar a atuação da empresa em escolas estaduais.

O candidato também negou os boatos de que seria dono da empresa de transporte coletivo Transol.

— Se eu fosse o dono da Transol, como a lenda dizia, também seria um conflito de interesse. Eu nunca fui, nem quero ser. Enquanto eu estiver na política, quero estimular o empreendedorismo dos outros.

Balanço da campanha

O candidato disse estar muito animado com a campanha e afirmou ter a sensação de que está cumprindo com o seu dever. Também destacou a última pesquisa do Ibope, em que Dário Berger aparece com 6 pontos percentuais a menos que na pesquisa anterior e ele subiu um ponto.

— Eu acho que está resumido na pesquisa. Nós estamos subindo, o nosso adversário está caindo, o número de indecisos está aumentando e o percentual de pessoas que podem mudar de votos está aumentando. São quatro informações, todas a favor da nossa candidatura. As pesquisas mostram que o eleitor está mais confirmando o desejo de mudança que o de continuísmo.

Amin falou ainda sobre o apoio dos outros partidos às candidaturas e disse que apoiaria qualquer candidato de oposição que chegasse ao segundo turno.

— O governo do Estado deu uma prensa nos que têm cargo em comissão, empregos públicos. O PFL, PSDB, não podiam ficar contra o governo. O PT eu já disse que ia deixar livre, porque o Lula precisa do PMDB. Eu não tenho nenhuma queixa.

O candidato disse ainda que não terá dificuldade de relacionamento com outros prefeitos da região para implantar projetos de interesse da Grande Florianópolis.

Troca de acusações

Amin afirmou que sua campanha é limpa, ao contrário da de Dário Berger.

— Nós não perdemos nenhum direito de resposta. Enquanto o meu adversário forjou um jornal. O marqueteiro vai ser acionado judicialmente. Ele pegou um jornal, tirou o nome, a data e disse que eu atrasei dinheiro para creches (quando era governador).

Cooperativas

Amin disse que vai estimular a criação de cooperativas em diversas áreas de trabalho.

— Vamos fazer nos Ingleses uma cooperativa de vigilância. Vamos treinar, aproveitar os moradores da região. O que não tem cabimento é que escolas do Estado recebem merenda de outro estado, uniforme, e ter uma só empresa de segurança. Cooperativas para fazer as casas do Maciço do Morro da Cruz, criar cooperativas de papeleiros, para fazer a reciclagem. Vamos deixar as pessoas ganharem dinheiro, e não o grande empresário.

Obras e ônibus

Entre as obras que o candidato disse que irá realizar estão a Via Expressa Sul, o elevado em frente ao terminal Rita Maria, a Beira-Mar Continental, a duplicação da Rua Antônio Edu Vieira e a duplicação da Via Expressa (BR-282). Também explicou a proposta de reduzir em 50% o valor da passagem de ônibus nos horários de pico.

— Isso (as obras) não vai ficar pronto em seis meses. O que eu posso fazer já: 50% de redução da passagem no horário de pico.

Ele explicou que o valor será pago através de subsídio e que vai haver dinheiro para as outras obras programadas.

— Nós vamos ganhar dinheiro com isso, porque o carro vai ter menos espaço e para o ônibus vai ter mais espaço.

Amin também disse que irá reativar os terminais de ônibus que estão desativados para linhas interbairros.

— O ônibus vai ser beneficiado. Se faltar, vamos botar vans. Vai ter 50% de desconto e, se for pouco, vamos aumentar.

Afirmou ainda que apoia a criação do metrô de superfície e disse que irá criar mais ciclovias. Aproveitou para rebater a informação de Jorge Bornhausen (DEM) de que a Beira-Mar não teria sido construída por ele.

— A Avenida Beira-Mar, que eu inaugurei em 1985 e que eu iniciei como prefeito, está pronta para receber (o metrô). Ela precisa de uma faixa exclusiva para ônibus já e uma faixa exclusiva para o metrô.

Máquina da prefeitura

O candidato disse que irá diminuir o número de funcionários terceirizados na prefeitura e implantar a gratificação por desempenho.

— Nós não podemos ter mais terceirizados que funcionários de carreira. É o cacoete de um gestor que tem uma empresa prestadora de serviço. E, se o servidor cumpre com o seu dever, deve ser premiado.

Amin também afirmou que vai descentralizar o atendimento da prefeitura à população, que precisará de deslocar menos.

— Nós vamos levar isso a todos os distritos, inclusive na Tapera, onde vamos criar uma Intendência. E o hospital maternidade do Norte da Ilha.

ClicRBS

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22 de outubro de 2008 at 14:30

Rio de Janeiro – Gabeira passa a noite na Zona Oeste e rebate crítica de Paes sobre ‘turismo eleitoral’

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O candidato a prefeito do Rio Fernando Gabeira (PV/PSDB/PPS) acordou nesta quarta-feira em Bangu, na Zona Oeste, onde passou a noite na casa do militante do PSDB Alexandre Amaral. Ao sair para fazer corpo-a-corpo pelas ruas do bairro, o candidato rebateu a crítica de seu adversário, Eduardo Paes (PMDB/PTB/PP/PSL), de que ele estaria fazendo "turismo eleitoral com estadia".

– Vejo com muita tranqüilidade, como todas as declarações do adversário. Percorri o Sul do Brasil quando participei da caravana da cidadania com o presidente. Lula chegou ao governo com conhecimento do Brasil maior que os outros candidatos. Quero conhecer a cidade ao máximo – disse Gabeira.

O candidato do PV também falou sobre a presença do governador Sérgio Cabral na inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento(UPA) – uma das principais promessas da campanha de Paes -, em Campo Grande, e sobre a presença de militantes do PMDB próximos ao evento.

– As UPAs são importantes, mas a gente não pode esquecer o sistema. Não vejo problema que o governador participe, ele não é candidato. Mas não é recomendável (a campanha de Paes próximo às inaugurações). Meu adversário tem feito tantas coisas não recomendáveis que deixo para o TRE cuidar dele – afirmou.

Gabeira permaneceu na residência do militante do PSDB, no bairro Jabour, das 23h de terça até as 8h30m desta quarta, quando saiu para andar por ruas próximas e cumprimentar comerciantes e moradores.

– Foi uma noite tranqüila, e agora vamos falar com os vizinhos. Dorme-se do mesmo jeito, se vocês quiserem saber. Não é a minha casa, mas a de um amigo. Então, a gente se sente bem. Li algumas páginas de um livro, mas o sono não permitiu – ele completou.

Ainda pela manhã, Gabeira se encontrou com pastores de igrejas evangélicas em Campo Grande, entre elas, a REINA – Igreja do Futuro e a Assembléia de Deus. O candidato pediu uma oração aos pastores para que sua campanha corra bem. O Globo Online

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22 de outubro de 2008 at 14:06

Kassab diz que Marta foi avisada sobre nova data para vistoriar CEU

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O candidato à prefeitura de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) afirmou, em entrevista na manhã desta quarta-feira à Rádio CBN, que a candidata Marta Suplicy (PT) havia sido avisada sobre a mudança na data para a vistoria no Centro Educacional Unificado (CEU), na vila Formosa, zona leste da capital. Conforme o prefeito, a visita precisa ser agendada com antecedência por uma questão de segurança. "Eu soube depois que existe esse critério e a própria candidata tem obedecido a esse critério", disse. "Convidei a candidata e mudei a data, tanto é que todos foram avisados, até a campanha da Marta. Ter ido até lá foi uma questão de marketing da campanha. Quando ela quiser, ela pode entrar, respeitando as regras", disse.

Entretanto, quando questionado se acreditava que a ida de Marta às obras do CEU seria somente para chamar a atenção da imprensa, Kassab afirmou que não acredita que a candidata tomaria esta atitude. "Eu não diria isso, até porque a minha preocupação é fazer o acompanhamento da obra", afirmou.

Ontem, Marta foi barrada por funcionários na tentativa de vistoriar a obra do CEU na vila Formosa, zona leste da capital, após ser desafiada por Kassab durante o debate da Rede Record, realizado no último domingo.

Durante a entrevista, o prefeito também garantiu que o CEU estará funcionando até o início do ano letivo de 2009. "Eu prefiro elas (crianças) em um CEU antes de ter teatro e piscina, mas fora do terceiro turno, do que em uma escola de lata. É melhor elas em um céu sem estar terminado do que estar tendo aula em um terceiro turno", afirmou.

Quando questionado sobre a qualidade do ensino nos CEUs, que tem obtido índices piores do que a média das escolas públicas de São Paulo, o prefeito afirmou que está investindo na melhora da qualidade da educação, com o programa ler e escrever. "Nós estamos melhorando a qualidade do ensino com o programa ler e escrever, que leva um professor e um professor assistente para dentro da sala de aula. Com isso, nós reduzimos o índice de analfabetismo de 35% para 15%", disse o prefeito. Redação Terra

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22 de outubro de 2008 at 13:37

Marta: “Uns peões”

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Gravataí Merenge

Sou contra essa coisa de condenar uma pessoa, e mesmo um político, em razão de uma frase solta. Por isso que não condeno Marta pelo "relaxa e goza", por pior que seja o contexto – ainda que não aceite a desculpa esfarrapada dos que DEFENDEM. Simplesmente considero um ato-falho e ponto final.

Hoje, porém, ela passou um pouco da conta. Em reportagem publicada na Folha Online, diante do óbvio impedimento quanto à entrada em um canteiro de obras (afinal, está em OBRAS), ela disse o seguinte:

marta_nojo

"Puseram uns peões, uma movimentação. Mas esta obra ele diz que entrega em quatro meses. Eu não sou engenheira, mas boba eu não sou"

Como é, Marta? Puseram "uns peões"??? É assim que você se refere aos trabalhadores da construção civil? É assim que você se refere ao povo? Isso é como chamar gari de lixeiro!

Não, não é populismo.

O "diabo", como dizem, está nos "detalhes". Neste caso, o valor semântico do "ato-falho" está mais próximo daquele psicanalítico. E Marta sabe o que isso significa. Sabe muito bem as implicações da frase que proferiu.

São "uns peões", né? Pois é…

Pena que muitos dos que votam cegamente no PT não sabem que Marta se refere a eles dessa forma pejorativa. Longe dos holofotes e sem o discursinho decorado, é isso que escapa: "uns peões". Sem contar essa cara da foto.

Coisa de quem "ama" o povão.

Sobre o CEU

A "promessa" de Kassab, por óbvio, não era entregar o CEU nesta terça-feira, mas sim demonstrar que a obra estaria adiantada o bastante para que a entrega fosse possível na terça-feira. No Boletim PT Câmara, que chega à minha caixa postal todo santo dia (e hoje já chegou!), eles já puseram até apelidinho no tal CEU, como se fosse para já estar pronto (???). Aliás, no Boletim do PT os trabalhadores não são chamados de "peões".

Como foi dito no debate e consta do cronograma, é para estar pronto em março. Marta diz que não – embora ela própria diga que entregará trocentos quilômetros de metrô, isentará todo mundo de ISS e liberará internet wifi para toda a cidade de São Paulo.

Honestamente? Não sei se Kassab consegue terminar o CEU Vila Formosa até março. Pode até ser que não. Mas parece menos complicado do que tudo isso que a Marta prometeu.

Ou não?

Por fim, é norma da segurança do trabalho (e só quem nunca trabalhou na vida não sabe disso) o impedimento de entrar numa obra de construção civil sem autorização prévia e sem as vestimentas adequadas. Marta e sua equipe tentaram praticamente INVADIR a obra do CEU.

Não, não é assim que funciona. Poderíamos dizer "ah, então vamos invadir uma obra da Marta". Mas ela não faz obras, então fica difícil.

Por fim, fiquem com esta nota publicada ontem no Painel da FSP e sintam a que ponto chegou o nível de cascata da Marta (e vamos ver se alguém a defende dessas):

Memória. No debate da Record, Marta Suplicy disse que, quando prefeita, criou a operação urbana Faria Lima para buscar dinheiro e poder investir. A operação, porém, foi criada por Paulo Maluf (PP) em 1995. E o PT votou contra.

Dureza, né?

Blog Imprensa Marrom

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22 de outubro de 2008 at 13:17

Opinião no Estadão: Todo dia é Dia da Hipocrisia

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Luiz Weis

O presidente Lula, criticando os críticos da propaganda de Marta Suplicy, que perguntou se o prefeito Gilberto Kassab é casado e tem filhos, disse que ainda vai criar no Brasil o Dia da Hipocrisia. São hipócritas, argumentou, os que acusaram a candidata de explorar o preconceito contra os homossexuais – embutido naquelas perguntas, que se tornaram o acontecimento singular mais falado da campanha deste ano. Ou porque, sugeriu Lula, os acusadores fingem ignorar que a candidata tem um histórico reconhecido de combate ao preconceito, ou porque ela própria foi vítima disso (“dona Marta”, a que trocou o marido, um santo homem, por um argentino), ou ainda porque eles próprios estão entre os incuráveis portadores do preconceito antimartista.

Debater generalidades é como ler jornal numa ventania, uma exasperante perda de tempo. Mas um ponto não pode passar batido das palavras do presidente. É a conclusão implícita de que, pelo que fez, pelo que passou e por serem o que são, presumivelmente, os que lhe apontam o dedo, Marta tem direito à imunidade quando apela para o feio sentimento da homofobia, compartilhado por sabe-se lá quantos eleitores paulistanos. É irrelevante a esta altura especular se Marta autorizou ou foi surpreendida pela baixaria, como todo mundo. Candidatos têm responsabilidade objetiva pelo que os seus propagandistas levam ao ar. É irrelevante também querer dividir ao meio um fio de cabelo, contestando a alegação de que a intenção não era difamar o adversário, mas chamar a atenção para as suas zonas de sombra: em política, o que parece é.

A rigor, Lula expressou uma idéia conveniente que surge a toda hora em inumeráveis circunstâncias. É a da alegada superioridade moral das vítimas sobre os seus algozes, o que impediria até mesmo se admitir que possam ter agido como eles e condená-las por isso. Nesse sofisma, é simplesmente inconcebível, por definição, que alguém alvo de preconceitos notórios e duradouros descesse ao nível dos que os dispararam, imitando-os por um motivo ou outro. Escudados nessa ficção, Marta e o responsável pela sua propaganda, o publicitário João Santana, não viram nada de mais em dizer que a sua única falta foi a de não ter antecipado a “celeuma” que se formaria na esteira das perguntas inflamatórias. Parafraseando a citação famosa, não foi um crime, só um erro.

O que remete à criação retórica de Lula. Para o público, na política todo dia é Dia de Hipocrisia – e, em tempos de eleição, durasse o dia o dobro, dobrada seria a hipocrisia. Mas precisamente por causa dessa percepção, a manipulação do eleitorado é um exercício de resultados em geral incertos, em que a incerteza tende a aumentar quanto mais extensa a milhagem da democracia. Em 1989, na primeira eleição presidencial direta em três decênios no Brasil, por exemplo, a maioria caiu no conto do caçador de marajás – e elegeu uma fraude. É bem verdade que nunca se sabe o que o trará o dia de amanhã, mas a chance de uma nova mistificação do gênero, de iguais proporções, parece menos provável a cada ciclo eleitoral vivido pelos brasileiros – e, desde aquela eleição solteira de triste memória, já tivemos uma dezena.

Se o cidadão parte do princípio de que a hipocrisia é indissociável da vida política e da disputa pelo voto, fica menos indefeso diante do que lhe prometem os praticantes do ofício, mas não fica necessariamente mais cínico. De alguma forma, tempera o ceticismo radical do veredicto de que “são todos farinha do mesmo saco” com um senso realista da inevitabilidade da política – impossível um país funcionar sem ela – e de sua própria aptidão para influir no jogo. Costuma-se ouvir que tamanho é o desencanto de sociedade com os políticos que, se o voto se tornasse facultativo, a maioria decerto se absteria. Pode até ser. Mas, na vida real, são proporcionalmente poucos os eleitores que, obrigados ao sufrágio, aproveitam a ocasião para se desforrar da cambada de hipócritas, anulando o voto ou votando em branco.

A chamada “alienação eleitoral” não é um problema na democracia brasileira. Evidentemente, vota-se mais – e com mais convicção de que o voto fará alguma diferença – para candidatos a cargos executivos do que para o Legislativo. E a reeleição para presidente, governadores e prefeitos é outra oportunidade que o eleitor aproveita para julgar o desempenho dos políticos. Esqueçam-se por um momento as vantagens comparativas que os incumbentes têm em relação aos adversários – no limite, o proverbial “uso da máquina”. O que interessa é que o eleitor escolhe, em vez de simplesmente dar de ombros. A certeza de que os políticos são hipócritas, reforçada pela rotina dos antagonismos de ontem que se transformam em alianças para amanhã, tampouco torna o eleitor indiferente às propostas dos candidatos. Longe disso.

Intuitivamente, talvez, o público procura descontar de todas elas os seus componentes que lhe pareçam mais enganadores (o que não quer dizer que o que sobra em cada caso seja de fato a banda boa, viável, das promessas), ao mesmo tempo que, com o outro olho, acompanha o teatro eleitoral – o desempenho dos candidatos nos seus programas e, de modo especial, nos debates. Outro sinal de que o eleitor não é um pobre coitado pronto a entrar na conversa dos marqueteiros, pois não tem ilusões sobre o compromisso dos políticos com a verdade, mesmo daqueles em que vota uma vez e outra, é a freqüente consistência da distribuição dos resultados das votações para prefeito segundo um conjunto de indicadores sociais. O voto não é aleatório, como seria de esperar que fosse se as pessoas votassem como quem tira cara ou coroa entre um punhado de hipócritas.
Os eleitores, em suma, não se pautam por uma visão moralista da política – no sentido da ostentada indignação de Lula que o levou a falar em Dia da Hipocrisia. Eles conhecem o jogo e os jogadores.

Luiz Weis é jornalista

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22 de outubro de 2008 at 11:15

Florianópolis – Esperidião Amin propõe reduzir valor das passagens de ônibus em horários de pico

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O candidato Esperidião Amin (PP) conversou na manhã desta terça-feira com internautas do diario.com.br. Em 45 minutos de bate-papo, o candidato respondeu perguntas dos leitores sobre assuntos como transporte público e saúde.

Durante o chat, Amin foi questionado sobre a proposta de redução da tarifa de ônibus nos horários de pico. Para o candidato, a medida depende da ampliação da frota de Florianópolis.

Ainda em relação ao transporte urbano, Amin defendeu a implantação de faixas exclusivas para ônibus e a instalação de relógios nas paradas, além da colocação de veículos mais confortáveis.

Quanto às eleições de 2010, onde será eleito o governador do Estado, Amin, que foi governador duas vezes, ressaltou que não estará na disputa.

120 pessoas participaram do chat

O chat, moderado por um jornalista do diario.com.br, teve a participação de 120 internautas — 60 fazendo perguntas —, que fizeram 214 perguntas.

Amin respondeu 28 questionamentos durante o bate-papo. As perguntas foram filtradas e ofensas ao candidato ou a qualquer outra pessoa foram vetadas. ClicRBS

Written by Abobado

21 de outubro de 2008 at 12:58