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Governo de SC entregará equipamentos de proteção pessoal para mais de 14 mil policiais

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Lançamentos dos editais para a compra dos kits está previsto para abril

Governador Raimundo Colombo anuncia pacote para segurança em Santa Catarina

Em 30 anos, é a primeira vez que todo o efetivo de policiais civis e militares de SC (hoje em 14,5 mil) ganhará equipamentos de proteção pessoal. É um dos investimentos na Segurança anunciados pelo governo, num montante de R$ 100 milhões. O lançamento dos editais para a compra dos kits, viaturas e aparelhos de videomonitoramento está previsto para abril.

Em cerimônia no Centro Administrativo e acompanhado de autoridades da SSP, o governador Raimundo Colombo assinou nesta quinta-feira editais que deverão ser lançados até o início do próximo mês em regime diferenciado de compras, ou seja, ganha quem apresentar o menor preço. O pacote de investimentos faz parte do Pacto por Santa Catarina, que prevê recursos de R$ 265 milhões para a área até 2014.

Nessa primeira etapa, os recursos serão usados na renovação da frota, incremento no sistema de videomonitoramento e na compra dos equipamentos de proteção para as polícias Civil e Militar e o Instituto Geral de Perícias (IGP). Cada kit contém um colete balístico, uma pistola calibre .40, uma tonfa (cassetete) e um par de algemas. O IGP vai receber 120 coletes balísticos para peritos que trabalham em locais de crime e 26 veículos.

— É um dia histórico para a segurança de Santa Catarina. Vencemos uma etapa importante, que é a burocracia, e já temos o dinheiro, a parte mais difícil. Santa Catarina pode ter orgulho do seu corpo de segurança —observou o governador.

Nesse cenário, Colombo citou como exemplo a renovação das 97 prisões dos suspeitos de envolvimento nos ataques criminosos ao Estado. Disse que foi um processo de qualidade, que mostrou eficiência. O inquérito é conduzido pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O secretário da SSP César Grubba ressaltou a importância do investimento. “Nenhum policial deixará de ter seus equipamentos de segurança individual. Isso é inédito no país. Conseguimos vencer todas as barreiras e em breve esses equipamentos estarão chegando às unidades policiais”, disse.

Segurança desde a hora de sair de casa

O comandante da Polícia Militar, coronel Nazareno Marcineiro lembrou que a corporação fez uma modernização muito importante em tecnologia de gestão e metodologia de trabalho. E um dos itens deste processo é a compra dos kits de proteção. “Um policial, quando entra no serviço, traz de sua casa o colete e a arma. Significa que no trajeto ele já está seguro”, destacou Marcineiro.

Delegado-Geral de Polícia Civil, Aldo Pinheiro D´Ávila contou que em 22 anos de carreira nunca viu um investimento de tal porte. O diretor do IGP, Rodrigo Tasso também ressaltou o grande investimento no IGP. “Estamos dando qualidade aos servidores”, disse Tasso.

Não há ainda previsão de quais as regiões que serão beneficiadas com os novos veículos nem com as novos pontos de sistema de videomonitoramento. Os critérios para esta definição são os índices de criminalidade e a disposição dos municípios em fazer parcerias com o governo para instalação dos pontos.

O que está previsto
.10 mil kits de proteção individual — R$ 20 milhões
.1,6 mil veículos — R$ 70 milhões (SC terá 84% da frota com menos de cinco anos de uso)
.1 mil pontos de sistema de videomonitoramento em 100 municípios — R$ 10 milhões

Diário Catarinense

Segurança pública: Suspeito de mandar matar PMs em SP diz ter recebido ordem de facção

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.Polícia prende suspeito de ordenar mortes de PMs em SP

O suspeito de ordenar mortes de policiais militares em São Paulo, preso na tarde desta quarta-feira, disse que recebeu a ordem de chefes do PCC. Em depoimento à Polícia Civil, ele disse que a facção deu dez dias para que ele matasse cinco policiais. Essa era a condição para que ele tivesse dívidas perdoadas.

O suspeito não cumpriu o prazo e teve mais 30 dias para matar os PMs. O limite para os assassinatos acabaria no fim deste mês, segundo a polícia.

Leandro Rafael Pereira da Silva, o Léo Gordo, 28, disse que a facção criminosa afirmou que os crimes eram uma retaliação às injustiças praticadas pela Rota (a tropa de elite da Polícia Militar). Os policiais teriam matado diversos integrantes do PCC.

Em um vídeo gravado pela Polícia Civil, Silva assumiu ter ordenado os crimes contra os policiais militares. Ele também disse que passou a gerenciar o tráfico de drogas no Campo Limpo, na zona sul, após sair da prisão no fim de julho.

Silva afirmou ter mandado outras pessoas, conhecidos como "soldados", matarem os policiais. Welligton Viana Alves, o Baré, 32, foi apontado pelos policiais como "cavalo", responsável por dirigir os veículos após os crimes. Ele também era o braço direito de Silva no comando do tráfico de drogas no Campo Limpo.

Durante depoimento, Silva afirmou ser dono de uma empresa de transporte executivo. Já Alves disse ter uma fábrica de molduras. Ambos tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça.

Ambos são suspeitos de participar da morte de dois PMs em outubro. O cabo da Polícia Militar Renato Ferreira da Silva Santos, 29, morreu no dia 4 de outubro, no Jardim Arpoador, zona oeste. Flávio Adriano do Carmo, 45, policial do 3º Batalhão de Choque, foi morto no dia 13 do mesmo mês no Capão Redondo, zona sul.

De acordo com o delegado Celso Marchiori, titular da 5ª Delegacia do Patrimônio, a dupla tentou matar um policial da Rota. O policial seria executado em uma padaria, mas foi alertado por investigadores minutos antes dos suspeitos executarem o plano.

"A gente ligou para ele [policial] e pedimos para que ele saísse de lá imediatamente. No começo ele não acreditou, mas quando mostramos as escutas telefônicas e os suspeitos comentando que o plano tinha dado errado, percebeu que teve a vida salva", disse Marchiori.

Investigações

A Polícia Civil disse ter identificado a dupla quando investigavam uma quadrilha suspeita de assaltos a caixas eletrônicos. Em algumas interceptações telefônicas, Silva teria aparecido como o chefe do bando e foi investigado individualmente.

Com eles, os policiais da 5ª Patrimônio (Delegacia de Investigações sobre Roubo a Bancos) do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) apreenderam uma pistola 9mm, um revólver calibre 38, um colete à prova de balas, uma pistola calibre 9mm, que tem as mesmas características das armas usadas para executar os PMs, e drogas.

.Polícia apreende armas e colete à prova de balas com suspeitos de ordenar matar PMs em SP

A polícia disse que já identificou outras cinco pessoas suspeitas de participar da quadrilha de Silva.

Os assassinatos dos policiais serão investigados pelo DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa). Os suspeitos foram indiciados sob suspeita de tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, porte ilegal de armas e homicídio.

Folha Online

Petralha safado, ministro da Justiça critica sistema prisional brasileiro

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Em evento para empresários de São Paulo, José Eduardo Cardozo disse que "preferia morrer" a ter de cumprir uma longa pena em um presídio brasileiro

Responsável por parte das prisões do país, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, qualificou como "medieval" o sistema prisional brasileiro. “Se fosse para eu cumprir uma longa pena em um presídio brasileiro, preferia morrer”, afirmou, durante uma palestra com empresários em um hotel na Zona Sul de São Paulo.

Para Cardozo, a situação dos presídios é uma das razões para o aumento da criminalidade. Segundo o ministro, o sistema prisional brasileiro é capaz de transformar um pequeno infrator em um criminoso de alta periculosidade. “O sistema prisional é dotado de artifícios que o transforma em uma verdadeira escola do crime.”

Jogo de empurra

O ministro também condenou o embate entre União e governos estaduais para assumir a responsabilidade pela falta de segurança. “Temos que parar com o jogo do empurra. Governo estadual e federal têm responsabilidade, sim”, afirmou durante o encontro.

Apesar de agora defender uma ação efetiva do governo federal, o Ministério da Justiça levou quatro meses para responder a um pedido de recursos do governo de São Paulo para reforçar o aparato de segurança do estado, como revelou o colunista Reinaldo Azevedo.

A ajuda acabou chegando por ação da presidente Dilma Rousseff, que telefonou para o governador Geraldo Alckmin e fechou uma parceria para o combate à criminalidade na Região Metropolitana de São Paulo – crimes recentes na área já fizeram centenas de vítimas entre a população e levou à morte de 90 policiais.

Nesta semana, estado e União oficializaram o plano de segurança, que terá como uma das primeiras ações a criação de uma agência integrada de inteligência para combater o crime organizado e a transferência de presos envolvidos na morte de policiais para presídios federais de segurança máxima.

Veja Online

Tarrafada: Polícia recolhe 105 celulares no Presídio Regional de Balneário Camboriú

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Absurdo: Pelo número de aparelhos recolhidos, o presídio mais parece um call center

Operação pente-fino ocorreu depois de briga em que quatro detentos ficaram feridos

Uma vistoria no Presídio Regional de Balneário Camboriú resultou no recolhimento de 105 aparelhos celulares, 22 facas artesanais e uma grande quantidade de drogas. A operação pente-fino foi motivada por uma briga entre detentos, durante a madrugada de quinta-feira. Quatro ficaram feridos e precisaram ser hospitalizados.

De acordo com o diretor da unidade, Leandro Kruel, a briga teria ocorrido após um desentendimento entre presos que participavam de um jogo de cartas. As agressões aconteceram em um dos corredores da unidade, por volta das 2h. Cerca de 10 presos teriam se envolvido na confusão.

Os detentos feridos foram socorridos pelo Samu e levados ao Hospital Santa Inês. Ontem à tarde, dois já tinham sido liberados e outros dois seguiam internados e o quadro médicos deles era estável.

A operação pente-fino começou ainda pela manhã. Os materiais recolhidos estavam escondidos em vários pontos da unidade. Entre as drogas encontradas, havia 250 papelotes de substância semelhante a maconha, outros 11 de cocaína e três tabletes de crack.

Chamou atenção dos agentes prisionais a descoberta de um esconderijo onde estava a maior parte das facas artesanais: um buraco coberto com uma lajota, no corredor. O arsenal foi feito com pedaços de ferro arrancados das grades e da armação de camas e paredes.

No Presídio Regional de Balneário Camboriú os detentos não ficam trancados na cela devido à superlotação: o espaço para 104 presos é ocupado por 250. Para Kruel, isso dificulta o controle dos internos e coloca em risco a segurança dos agentes.

A briga é falta grave para os presos envolvidos. Um relatório contendo os nomes dos participantes será encaminhado à Justiça. Entre as penalidades previstas está a regressão de regime, ou seja, a perda de possíveis regalias ou a inclusão de um maior tempo de detenção. Jornal de Santa Catarina

Florianópolis: Polícia Militar confirma princípio de rebelião no Presídio Masculino da Trindade

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Treta na Trindade: A Polícia Militar foi chamada para conter rebelião no presídio da Capital

Um princípio de rebelião no Presídio Masculino, dentro do Complexo Penitenciário de Florianópolis, foi confirmado pela Polícia Militar por volta das 20h30min, desta terça-feira. Às 21h40min, a situação já estava controlada.

A avenida Lauro Linhares, no trecho em frente ao complexo, permaneceu interditada por 20 minutos por medida de segurança. No local, familiares dos detentos aguardavam informações de seus parentes. Durante o tumulto, foram chamados os bombeiros e ambulâncias para ficar de prontidão, mas o auxílio não foi necessário.

Moradores do entorno do complexo chegaram a registrar barulho de tiroteio e estrondos no início do tumulto. Segundo o Tenente-Coronel da PM Araújo Gomes, para conter o princípio de rebelião foram utilizadas apenas balas de borracha. Não houve vítimas.

Durante a confusão, foi levantada a suspeita de que o tumulto teria iniciado após uma tentativa de invasão pelos fundos do complexo. Segundo o Tenente-Coronel, não houve invasão e nenhum dos presos chegaram a sair de suas celas. A polícia mantém na região rondas por helicóptero e viaturas.

A rebelião pode ser uma consequência da greve de fome iniciada na Penitenciária de São Pedro de Alcântara, nesta segunda-feira.

Em solidariedade, os presos do Presídio Masculino e dos Presídios de Itajaí, Joinville e Blumenau e Tijucas teriam aderido a greve. Diário Catarinense

Ouça entrevista com suposto detento, por celular, no momento da rebelião

Mapa da violência: Nordeste tem escalada de mortes violentas em 10 anos, mostra estudo

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Taxa de homicídios no Brasil: Florianópolis é a 3ª capital menos violenta do país no período pesquisado (1998/2008)

A pobreza diminuiu na região, mas os homicídios aumentaram 65%, os suicídios, 80% e os acidentes de trânsito, 37%

O Mapa da Violência 2011, divulgado na manhã desta quinta-feira, 25, pelo Ministério da Justiça e Instituto Sangari, revela que o Nordeste é hoje o que pode ser chamado de a grande "chaga" da violência no País. O Sul-Sudeste, embora com grandes diferenças nos resultados, está conseguindo, ao menos, conter o crescimento da violência, de acordo com os relatório que consolida os dados da década entre 1998 e 2008. Já o Nordeste (com o Norte fazendo parte desta dinâmica) é a região que registra o maior aumento de mortes por causas externas violentas, uma verdadeira escalada de homicídios, acidentes de trânsito e suicídios.

Enquanto a pobreza diminuiu na região, os homicídios aumentaram 65%, os suicídios, 80% e os acidentes de trânsito, 37%. Na população jovem os índices são ainda piores: um crescimento de 49% nos acidentes, 94% nos homicídios e 92% nos suicídios.

Estados como Alagoas e Bahia, que figuravam na parte de baixo do ranking da violência, agora pularam para as primeiras posições. Outros, como o Maranhão, quase quadruplicaram suas taxas de homicídio. Saíram de taxas quase europeias, de cinco assassinatos por 100 mil habitantes, para 20 por 100 mil – um número ainda baixo, mas que mostra um crescimento assustador (média de 170% de aumento).

Para o pesquisador que preparou o Mapa da Violência/2011, Julio Jacobo Waiselfisz, o fenômeno da "desconcentração da violência" pegou o Nordeste no rastro da chegada dos novos polos econômicos. Esses polos surgiram por todo o Nordeste e alguns Estados no Norte, como o Pará, criaram empregos e renda, mas sem a estrutura de segurança pública do Estado.

A região registra números crescentes de assaltos a banco, roubos de carros, tráfico de drogas, acidentes de moto, em locais onde mal existe uma delegacia e a fiscalização de normas de trânsito é praticamente inexiste.

Índice

O atual quadro brasileiro mostra que em nenhum Estado a taxa de homicídios fica abaixo de 10 por 100 mil habitantes, o máximo considerado aceitável. Em 1998, seis ostentavam números abaixo de 10. A menor taxa hoje é no Piauí, que apresenta um índice de 12,4 por 100 mil, mais isso é mais do que o dobro de 10 anos atrás.

O Maranhão, que era o 27º no ranking dos estados, quadruplicou o índice e só não aumentou mais sua posição no ranking – está em 21º – porque outros subiram mais ainda.

Pelo País, a taxa de 1998 – 25,9 homicídios em 100 mil habitantes – está bem próxima da encontrada em 2008: 26,4 homicídios em 100 mil habitantes.

Um grupo pequeno de estados, mas de grande peso demográfico – São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – inicia um processo de forte reversão de seus índices, puxando as taxas nacionais para baixo. Mais São Paulo e Rio e, com menos intensidade, Minas.

Outros estados, como Pernambuco e Espírito Santo, historicamente polos dinâmicos do incremento da violência, incluindo aqui também Mato Grosso e Acre, praticamente estagnaram durante o período.

Outros dados impressionantes do Mapa da Violência:
– Alagoas passou de 11º para 1º, cresceu 2,7 vezes;
– Pará, passou de 19º para 4º, cresceu 2,95 vezes;
– Bahia, passou de 22º para 8º lugar, cresceu 3,89 vezes;
– Goiás, de 18º para 12º, cresceu 2,23 vezes;
– Sergipe passou de 21º para 14º, aumento de 2,75 vezes

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Informações do Estadão Online

Guerra no Rio de Janeiro: General diz que Exército vai revidar em caso de confronto com criminosos

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altGeneral Adriano (segundo à esquerda): ‘Se tiver confronto, infelizmente vamos ter partir pra a reação’

O general do Exército Adriano Pereira Júnior (comandante do Comando Militar do Leste) afirmou na tarde desta sexta-feira em entrevista coletiva que cerca de 60% dos 800 homens enviados ao Rio de Janeiro têm experiência no tipo de operação que acompanha na cidade. Questionado sobre a possibilidade de um confronto direto entre criminosos, ele respondeu: "Se tiver confronto, infelizmente vamos ter partir pra isso".

Na noite de quinta-feira (25), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinou autorização que determina às Forças Armadas o reforço do apoio ao governo do Rio nas operações de combate à onda de ataques que ocorre no Estado desde o domingo (21).

A Operação de Garantia da Lei e da Ordem foi solicitada pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) e teve que ser autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pois o número de homens solicitado foi acima do que o ministério poderia liberar. Também foram enviados ao Rio dez blindados e três helicópteros da Força Aérea.

‘Nós, do Rio de Janeiro, estamos muito felizes porque o Brasil se uniu pela nossa causa’, afirmou, mais cedo, o governador do Rio sobre a autorização do reforço policial.

O secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, – que também participou de entrevista – disse que a operação foi planejada, mas foi antecipada. Ele explicou que o papel das forças federais na Vila Cruzeiro e Complexo do Alemão é logístico e estratégico.

"Era uma operação para ser mais para frente. Vimos o que tinha e o que faltava e solicitamos apoio da Marinha. Depois de fazer a entrada [nas favelas], há uma necessidade estratégica para nós, que toda aquela região tenha os acessos controlados", afirmou. Folha Online