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Odeio petralhas | Raça de sangue ruim; corruptos, bandidos, oportunistas, picaretas, malandros…

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Vagabundagem do governo petralha: Pernambuco recebe 90% das verbas contra enchentes em 2011. Santa Catarina chupa o dedo!

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Fernando Bezerra Coelho, um porco que é ministro da Integração Nacional: Fosse num país sério, esse bandido já estaria na cadeia. Santa Catarina não pode esquecer nem perdoar essa raça de safados nunca!

Santa Catarina, que sofreu com enchentes ano passado, ficou em quarto lugar no ranking

Enquanto Santa Catarina, especialmente os municípios do Vale do Itajaí, foram duramente castigados com as constantes enchentes em 2011 e com a demora na liberação de recursos do governo federal para reconstrução, Pernambuco, Estado do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, recebeu a maior parte das verbas do ministério para prevenção e preparação de desastres naturais, como enchentes e desmoronamentos.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, levantamento feito com base em dados do Tesouro Nacional e pela organização não-governamental Contas Abertas, mostra que Pernambuco concentrou 90% dos gastos da pasta para este fim em 2011. Santa Catarina aparece em quarto lugar no ranking, atrás de São Paulo e Bahia. A Bahia ocupa o segundo lugar na lista de pagamentos feitos em 2011 por conta de contas pendentes deixadas pelo governo Lula, com mais de R$ 10 milhões à frente de São Paulo.

A concentração de verbas do programa de prevenção e preparação para desastres em Pernambuco foi tão grande que o Estado lidera o ranking da liberação de dinheiro da União mesmo quando é considerado o pagamento de contas pendentes deixadas pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento considerou pagamentos registrados no Siafi, o sistema de acompanhamento de gastos da União até o dia 19 de dezembro.

Ministro não responde sobre privilégios

Ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro Fernando Bezerra não respondeu sobre o privilégio a Pernambuco no repasse de verbas do programa de prevenção de acidentes.

— Não vamos entrar nesse mérito, mas há mais obras previstas no Estado. Não é um direcionamento político, é uma decisão de fazer obras que vão resolver a vida das pessoas no Estado — disse o secretário adjunto de Defesa Civil, coronel Ivan Ramos.

Em nota, o Ministério da Integração afirma que a ONG Contas Abertas deveria ter considerado outros programas federais na contabilidade sobre gastos com prevenção de desastres, como as ações de contenção de encostas, sob responsabilidade do Ministério das Cidades, além do Programa Minha Casa, Minha Vida, que destina recursos à alocação de famílias de áreas de risco.

Em 2009, SC viveu descaso semelhante

Em 2009, uma situação parecida ocorreu quando o ministro da Integração Nacional era Geddel Vieira Lima (PMDB), da Bahia. Apesar de Santa Catarina ter sido castigada pela tragédia de 2008, nenhum centavo foi repassado pelo Ministério ao Estado. O dinheiro serviria para prevenir desastres como desmoronamento de encostas, além de auxiliar na retirada de famílias instaladas em áreas de risco.

Em 2008, ano do desastre em que 135 pessoas morreram com deslizamentos causados pelas enchentes e enxurradas, dos R$ 7,17 milhões empenhados pelo governo federal, apenas R$ 741,9 mil foram pagos. O valor representa apenas 0,4% do total enviado pela União aos estados para este fim. Enquanto os catarinenses penavam por investimentos, a Bahia, onde Lima era pré-candidato ao governo do Estado, recebia tratamento prioritário. Só em 2009, dos R$ 59 milhões liberados pelo governo federal para obras preventivas, R$ 53,1 milhões foram destinados para municípios baianos. O valor representava 90% do dinheiro liberado no período.

Os únicos depósitos feitos pelo ministério a municípios catarinenses em 2009 foram sobras referentes ao orçamento de 2008. O dinheiro que estava previsto para 2009 nunca chegou. Jornal de Santa Catarina

Atualizado com informações do Jornal Nacional

Enchentes em Santa Catarina – Menina acha R$ 20 mil em casaco recebido como doação e avô devolve ao dono

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Casaco seria repassado a outros desabrigados, porque a roupa era muito fina para o estilo de vida da família, disse Daniel Manoel da Silva

A menina Daniele Maria Annater, 5 anos, queria apenas brincar com o casaco de couro e pele antes que ele fosse colocado junto ao monte de roupas que seria repassado a outros desabrigados. A família recebeu o casaco como doação depois de perder tudo na localidade de Alto Baú, em Ilhota, no Vale do Itajaí, mas nem a mãe nem as tias da menina se interessaram pelo peça. Quando vestiu o casaco, Daniele teve uma surpresa. Encontrou R$ 20 mil escondidos na manga.

Assim que pegou o dinheiro, o avô da menina, Daniel Manoel da Silva, 58 anos, foi atrás do doador, que é morador de Concórdia, município no Meio-Oeste catarinense, para devolvê-lo.

— Se o dinheiro fosse entregue nas minhas mãos, teria aceitado com certeza, pois agora precisamos. Mas é uma questão de criação, fui educado assim e estou com a consciência limpa — contou seu Daniel, que foi presenteado com R$ 1 mil pela honestidade.

O agricultor, que plantava cana e fabricava cachaça artesanal, disse que iriam dar o casaco para outras pessoas que também tinham perdido tudo, pois era uma roupa muito fina para o estilo de vida deles.

No último mês, muita coisa mudou na vida da família de seu Daniel. No domingo, 23 de novembro, a casa nova da famíla foi encoberta pela lama e cinco familares morreram soterrados: Luis Paulo Hostim, 17 anos, João Pedro Silva, um ano e oito meses, Joana Maria Annater, sete meses, Nelson Galdino da Silva, 62 anos, e Maria Tatiana Hostim, sete meses.

Isabel Cristina da Silva, filha de Daniel, que foi contratada como modelo

Pai de modelo

Apesar da tristeza pela perda da casa e dos parentes, seu Daniel foi presenteado com a contratação de sua filha por uma agência de modelo de São Paulo. O book de Isabel Cristina da Silva, de 17 anos, foi descoberto na lama pelo jornalista Caco Barcellos, quando ele esteve na região do Morro do Baú para mostrar a tragédia que se abateu sobre o Vale do Itajaí. ClicRBS

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17 de dezembro de 2008 at 00:05

Enchentes em Santa Catarina – Defesa Civil alerta para novos deslizamentos

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Florianópolis – Parte do barranco cedeu no Morro da Caixa, próximo à via expressa

Para as próximas 12 horas, a Epagri/Ciram mantém a previsão de tempo instável com céu encoberto e chuva persistente ao longo do dia, na região Leste do estado.  

A chuva poderá ser de intensidade moderada a forte em alguns momentos. O acumulado deve variar entre 40 e 60 mm, entre a Grande Florianópolis e o Vale do Itajaí; e de 50 a 80 mm na região próxima a Joinville, podendo provocar mais problemas de alagamentos e deslizamentos.  

De acordo com os meteorologistas da Epagri/Ciram, o total de chuva acumulada nas últimas 12 horas, que foi de 179mm,  já superou a média mensal de 172mm, no município de São José.

Diante das previsões, o Departamento de Defesa Civil (DEDC) recomenda a atenção da população devido aos riscos de deslizamento e mais alagamentos. Para garantir a segurança das pessoas, especialmente nas áreas de encostas e morros, a Defesa Civil solicita que qualquer sinal de deslizamento, como inclinação de árvores, movimentação do solo ou rachaduras, seja imediatamente comunicado à Defesa Civil do município, através do 199. No caso de alagamento, a população deve evitar o contato com a água, já que pode estar contaminada e provocar doenças. Também é aconselhável não dirigir em lugares alagados. 

“É importante que a população fique atenta e que no caso de risco atenda às recomendações da Defesa Civil. Muitas pessoas morreram soterradas porque não obedeceram as determinações técnicas e permaneceram em regiões de risco”, ressalta Alves. Defesa Civil/SC

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16 de dezembro de 2008 at 11:29

Enchentes em Santa Catarina – Defesa Civil pede que doações sejam suspensas momentaneamente

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Central de Arrecadação de Doações de Navegantes – Vale do Itajaí

As centenas de toneladas de doações recebidas, até esta quarta-feira, pelas Centrais de Arrecadação e Distribuição, montadas pelo Governo do Estado, já superaram a capacidade de armazenamento disponível no momento. Para facilitar a logística de distribuição a Defesa Civil catarinense pede que as arrecadações sejam suspensas momentaneamente e que o transporte das doações, já previsto, seja agendado através do telefone 48-4009-9886. Doações em dinheiro continuam sendo solicitadas.

"Neste momento as centrais estão cheias e não há espaço físico para receber mais suprimentos. Em alguns pontos, caminhões enfrentam longas filas para descarregar as doações" garante o diretor da Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves.

A orientação é para que o transporte de doações só seja programado a partir da próxima semana, quando passará a operar uma nova Central de Arrecadação e Distribuição, com 10 mil metros quadrados, na Grande Florianópolis. "Neste momento não há necessidades, porém é importante lembrar que muitos abrigos ficarão ativados durante meses e será necessário abastecê-los com os recursos armazenados", explica o diretor.

Doações em dinheiro continuam sendo solicitadas, sendo que além de facilitar a logística de arrecadação e distribuição, movimentam a econômica local dos municípios afetados.

Para o secretário da Justiça e Cidadania, Justiniano Pedroso, a solidariedade dos brasileiros superou todas as expectativas e demonstra a dimensão do desastre. "Santa Catarina agradece as milhões de demonstrações de apoio de cidadãos brasileiros e  empresas que se mobilizam para ajudar a reconstruir a vida das vítimas do desastre. As demonstrações de solidariedade fortalecem o trabalho de todas as equipes envolvidas e somam-se aos esforços dos governos para garantir o retorno da normalidade", afirma.

Conforme a demanda a Defesa Civil catarinense poderá divulgar novos pedidos de doações. Defesa Civil/SC

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3 de dezembro de 2008 at 22:30

Enchentes em Santa Catarina: Defesa Civil subestima número de desaparecidos

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O número de pessoas desaparecidas após as enchentes que atingiram o Vale do Rio Itajaí-Açu e do litoral norte catarinense é quase o triplo do levantamento oficial da Defesa Civil de Santa Catarina. Pelo menos 84 pessoas estão desaparecidas apenas em seis municípios atingidos pelas cheias, segundo informações obtidas ontem com prefeituras, comandos do Corpo de Bombeiros e equipes da Defesa Civil Municipal. Nas estatísticas oficiais, o número de desaparecidos subiu ontem de 19 para 31 – com 12 registros de Ilhota.

O Centro de Operações da Defesa Civil de Santa Catarina diz que há dificuldades para centralizar informações e admite que esse número deve aumentar. "O número de desaparecidos deve ser ainda maior. Em Ilhota, Luiz Alves, Blumenau e Itajaí, especialmente na zona rural, há diversos pontos inacessíveis para resgate", assume o chefe do Centro de Operações da Defesa Civil do Estado, Edemilson Irineu Corrêa. "Pode levar semanas para sabermos exatamente quantos são os desaparecidos – ou para encontrá-los. E ainda não estamos na fase de vasculhar locais soterrados, mas de prestar socorro a vítimas e assistência nos abrigos."

Após questionamento da reportagem sobre os desaparecidos, a Defesa Civil de Santa Catarina enviou solicitação ontem à Delegacia-Geral de Polícia Civil para que o órgão ficasse responsável pelo levantamento do número de desaparecidos na enchente em Santa Catarina. "É a maneira mais produtiva, transparente e objetiva de tratar do assunto", diz Corrêa. Dos 116 mortos na tragédia até o momento, só 22 constavam oficialmente ontem como não-identificados – há ainda 78.707 flagelados. Agência Estado

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2 de dezembro de 2008 at 08:11

Enchentes em Santa Catarina: Polícia Civil detém morador que não queria deixar casa em área de risco

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Luiz Alves: localizada no Vale do Itajaí, com 8.500 habitantes, foi uma das cidades mais atingidas pelas enchentes e permaneceu isolada por diversos dias. Foram registradas 10 mortes até o momento

A Polícia Civil de Santa Catarina deteve na tarde de domingo (30) um morador da localidade de Baixo Máximo, na cidade de Luiz Alves, por se recusar a deixar sua casa que corria risco de desabamento. Este foi o único registro de detenção de pessoas que não aceitavam deixar suas residência, mesmo com o perigo de desmoronamento.

O fato aconteceu no início desta tarde. Segundo a Polícia Civil, Adelino Baffman ameaçou as equipes da Defesa Civil que estavam no local para auxiliar na retirada das famílias que ainda permanecem em área de risco. Ainda conforme as informações da Polícia Civil, o morador não queria deixar sua casa e foi preciso usar da força para retirá-lo do local.

Para o delegado-geral das Polícia Civil, Maurício Eskudlark, as equipes vão continuar percorrendo as regiões mais atingidas e com risco de desmoronamento para retirar as pessoas que teimam em continuar nas áreas de risco. O morador detido em Luiz Alves foi levado para a Delegacia da Polícia Civil, onde assinou um termo circunstanciado e se comprometeu a comparecer a audiência judicial. Defesa Civil/SC

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1 de dezembro de 2008 at 21:24