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Florianópolis: Comissão de Ética da Câmara sugere cassação de Asael Pereira e Ricardo Vieira

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altVereadores Asael Pereira e Ricardo Vieira: Acusados de quebra de decoro por envolvimento em caso de compra de votos

A Comissão de Ética da Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou a acusação de quebra de decoro contra os vereadores Asael Pereira (PSB) e Ricardo Vieira (PC do B). A reunião, no fim da tarde desta sexta-feira, foi o último passo antes da votação em plenário da cassação dos envolvidos no caso da compra e venda de votos nas eleições para presidente da casa.

O primeiro a ser acusado foi Asael. Assim que o resultado foi anunciado, o advogado do vereador, Celso Bedin, deixou a sala onde a Comissão se reunia bastante irritado. Ele disse que vai entrar com um mandado de segurança devido a irregularidades no processo.

Na sequência, foi a vez de Ricardo Vieira ser acusado de quebra de decoro. Na próxima segunda-feira a votação irá a plenário. Para que os acusados sejam afastados do cargo, será preciso que 11 dos 16 vereadores da Capital aprovem a cassação.

Entenda o caso

Um dia após perder a eleição para a presidência da Câmara, em 14 de dezembro, um vídeo colocado na internet mostrava um desabafo do vereador João da Bega, que havia perdido a votação para Jaime Tonello (DEM) por 9 a 7 mesmo sendo considerado o candidato favorito. Na gravação, Bega aparece em frente ao elevador da Câmara dizendo que fora procurado por outros vereadores que ofereceram seus votos em troca de R$ 230 mil.

O prefeito da Capital, Dário Berger, também confirmou a história em entrevista ao colunista do Diário Catarinense Rafael Martini. Berger disse ter sido procurado pelo vereador Asael Pereira (PSB), que pediu R$ 300 mil para votar em João da Bega.

No dia 16 de dezembro, um novo vídeo de João da Bega foi divulgado. Dessa vez, o peemedebista afirmava que as negociações de dinheiro em troca de votos teriam acontecido dentro do gabinete do então presidente da Câmara, Gean Loureiro (PMDB). O chefe de gabinete do vereador também teria presenciado o pedido.

Em 4 de janeiro, Dário Berger prestou depoimento para a Polícia e confirmou a denúncia contra Asael. Nesta segunda-feira foi a vez de Loureiro confirmar, em depoimento ao Conselho de Ética, a denúncia feita por João da Bega contra Ricardo Vieira (PCdoB). Diário Catarinense

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altAngela Albino e o rolo na Câmara: ‘São acusações sem provas. Só que alguém vai ter que responder por isso’

A deputada estadual Angela Albino (PCdoB) prestou depoimento à Polícia Civil, por cerca de 1h nesta quinta-feira, com a prestação de contas da campanha eleitoral em mãos. Ela negou envolvimento no escândalo na eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores de Florianópolis e afirmou que às denúncias relacionadas ao correligionário Ricardo Vieira (PcdoB) são "levianas".

O documento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SC) comprova que a deputada não tem dívidas de campanha, o que contrapõe a denúncia do vereador João da Bega (PMDB). Ele acusou o vereador Ricardo de ter pedido R$ 230 mil para modificar seu voto a favor de Bega, derrotado na eleição da presidência. Do montante, R$180 eram destinados a quitar dívidas de campanha da deputada eleita e o restante para arcar com as despesas da própria candidatura do vereador do PcdoB.

O delegado da Polícia Civil, Rodrigo Bortolini afirmou que a prestação de contas da deputada não é suficiente para anular as acusações feitas por Bega ao vereador Ricardo.

— O vereador pode ter apenas usado o nome da deputada Angela nas negociações. Ainda existem testemunha a serem ouvidas, mas serão intimadas gradativamente, para que possamos verificar o que aconteceu — disse o delegado.

Questionada sobre a afirmação do vereador Gean Loureiro (PMDB) e de seu ex-chefe de gabinete, Paulo Freitas, que em depoimento à Polícia Civil confirmaram as acusações feitas por João da Bega (PMDB) contra Ricardo, Angela afirmou que é palavra contra palavra:

— São acusações sem provas. Mas como vivemos em um estado democrático, faz parte. Só que alguém vai ter que responder por isso. Nem que sejam os próprios vereadores que fizeram as acusações — disse.

Angela afirmou que a decisão de processar Bega, por causa das acusações ao vereador Ricardo e a deputada eleita,será discutida junto ao partido. Diário Catarinense

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altGean Loureiro: Era tucano e trocou de partido (PMDB) para apoiar Dário Berger, o prefeito sacana de Florianópolis

O vereador Gean Loureiro (PMDB) e seu ex-chefe de gabinete, Paulo Freitas, prestaram depoimento a Polícia Civil nesta segunda-feira e confirmaram as acusações feitas por João da Bega (PMDB) contra Ricardo Vieira (PCdoB), no escândalo da eleição da mesa diretora da Câmara de Florianópolis. Bega acusa Vieira de ter pedido R$ 230 mil durante as negociações para fechar a chapa encabeçada pelo PMDB. Segundo ele, o dinheiro foi solicitado com a justificativa de pagar dívidas de campanha de Vieira e da deputada estadual Angela Albino (PCdoB).

— Eu fiz um relato dos fatos, confirmando a versão apresentada pelo vereador João da Bega. Na negociação, o pedido referente a questões financeiras não foi aceito por nossa parte — disse Gean.

Gean era presidente da Câmara no ano passado e conduziu o processo eleitoral da mesa diretora da casa. Mesmo tendo conhecimento da suposta tentativa de troca de dinheiro por voto, ele oficializou o resultado da eleição, dando a vitória à chapa de Jaime Tonello (DEM). Os dois vereadores que estão sob suspeita — Vieira e Asael Pereira (PSB), acusado pelo prefeito Dário Berger de também pedir dinheiro — integram a chapa do demista.

Na Justiça, o resultado oficializado por Gean está sendo contestado por quatro vereadores do próprio PMDB. O vereador argumenta que não havia se manifestado antes porque não tinha como comprovar as denúncias. A princípio, o delegado Rodrigo Bortolini o considera apenas como testemunha do processo.

A deputada Angela Albino também foi intimada e presta depoimento à Polícia nesta quinta-feira, às 15h30min. Ela atribui a acusação de Bega a um discurso de "derrotado" e afirma que aguarda que o peemedebista apresente provas. Desde o início do inquérito, foram ouvidos, além de Gean e Freitas, os vereadores Bega, Vieira, Tonello, Asael, Marcos Aurélio Espíndola, o Badeko, e o prefeito da Capital.

Na Câmara, o Conselho de Ética investiga Bega, Vieira e Asael. Os três têm até sexta-feira para se manifestar. Vieira e Asael devem apresentar suas defesas e Bega, suas provas sobre a acusação.

Contraponto

O vereador Ricardo Vieira afirma que as denúncias são uma tentativa de anular o processo em que sua chapa foi vitoriosa. Ele nega as acusações e defende que são mentiras para tentar prejudicá-lo. ClicRBS

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altO rolo continua: Jaime Tonello disse que apenas cumpriu uma obrigação legal ao depor da Deic (Foto: Daniel Conzi – DC)

A Polícia Civil começou nesta semana a tomar os depoimentos sobre o escândalo de suposta compra e venda de votos na eleição para a mesa diretora da Câmara de Florianópolis. Os vereadores João da Bega (PMDB) e Jaime Tonello (DEM) já foram ouvidos.

O delegado Adalberto Safanelli revelou que João da Bega acusou o vereador Ricardo Camargo Vieira (PCdoB) de pedir dinheiro em troca do voto. Até segunda-feira, quando deu o depoimento, o peemedebista não tinha dito nenhum nome e, ao ser procurado pela reportagem, ele não confirmou a afirmação.

— O que eu tiver que esclarecer vai ser feito no Conselho de Ética e para as autoridades. Não vou falar nenhum nome na imprensa — disse.

Segundo Safanelli, o depoimento durou três horas. João da Bega deu detalhes de como a negociação teria ocorrido e indicou testemunhas que teriam ouvido a tentativa de venda de voto. O delegado afirmou que essas pessoas serão chamadas no segundo momento da investigação.

O vereador Tonello, vencedor da eleição da mesa diretora, disse que não tem conhecimento de qualquer informação relacionada a venda de votos.

— Vim cumprir minha obrigação legal. Fui vitorioso num processo transparente e democrático e desconheço qualquer negociação envolvendo dinheiro — afirmou o parlamentar, depois de prestar o depoimento.

Tonello chegou à Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) às 16h desta terça e falou durante uma hora ao delegado. Nesta quarta, serão ouvidos os vereadores Asael Pereira (PSB), Marcos Aurélio Espíndola (PPS) e Ricardo Vieira.

Asael foi acusado pelo prefeito Dário Berger de pedir R$ 300 mil para votar em João da Bega. Espíndola, o Badeko, foi citado pelo prefeito na primeira entrevista mas teve seu nome retirado na coletiva de Dário, na segunda-feira.

De acordo com Safanelli, Dário também foi chamado e será ouvido no início de janeiro. Por ter foro privilegiado, o prefeito tem direito a escolher data e horário do depoimento.

O Ministério Público abriu inquérito para investigar o escândalo e espera informações da Polícia Civil para dar sequência ao caso. Na Câmara, o Conselho de Ética aguarda as manifestações por escrito de João da Bega, Asael e Vieira. Os três vereadores têm até segunda-feira da próxima semana para entregar as respostas.

Contraponto

O vereador Ricardo Vieira disse que ficou sabendo pela imprensa que João da Bega citou seu nome na negociação de voto. Vieira afirmou que seu advogado foi à Deic para pedir mais informações sobre o inquérito, mas não teve acesso ao depoimento de Bega. Vieira nega todas as acusações, garante que nunca falou sobre dinheiro na eleição da Câmara e afirma que vai processar os autores da denúncia. ClicRBS

Treta na Câmara de Florianópolis: João da Bega diz que contará como aconteceu o pedido de R$ 230 mil

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20_12_2020_joao_da_bega_candidato_a_presidente_da_camara_de_florianopolis_derrotadoTreta na Câmara de Florianópolis: João da Bega foi o primeiro a denunciar suposto esquema (Foto: Hermínio Nunes)

Pivô das denúncias de compra de votos de vereadores na eleição para a presidência da Câmara de Florianópolis, o vereador João da Bega (PMDB), candidato que foi derrotado, promete contar tudo "como realmente aconteceu" na resposta por escrito à notificação do Conselho de Ética que recebeu na sexta-feira.

O vereador não quis antecipar o conteúdo da resposta, mas afirmou que a denúncia atinge apenas um dos nove colegas que garantiram a vitória de Jaime Tonello (DEM) na sessão da terça-feira passada.

— Não é nomes, é nome. Eu não acusei os vereadores. Eu disse que um vereador, ao conversar comigo para fazer parte da chapa, me pediu uma determinada quantia que eu já falei — disse João da Bega, em referência ao vídeo em que aparece acusando um vereador de ter pedido o valor de R$ 230 mil para apoiá-lo.

Ele preferiu não comentar as declarações do prefeito Dário Berger (PMDB) ao DC, que acusou os vereadores Asael Pereira (PSB), Ricardo Vieira (PCdoB) e Marcos Aurélio Espíndola, o Badeko (PPS), de participarem do esquema.

— O prefeito falou que foi o Asael e tal. Isso é problema do prefeito, não é meu. Eu vou citar o nome do vereador que realmente aconteceu isso — disse Bega, que prometeu entregar as explicações antes de completar o prazo de cinco dias úteis.

Além do peemedebista, terão que se explicar ao Conselho de Ética dois dos vereadores acusados pelo prefeito: Asael Pereira e Ricardo Vieira. Os dois não foram localizados, ontem, pela reportagem para comentar o teor das respostas que vão enviar, mas têm negado as acusações.

Apesar de ter sido citado pelo prefeito, Badeko não foi incluído nessa primeira lista elaborada pelo conselho. A justificativa é de que os requerimentos enviados ao Conselho não incluem o nome dele.

As respostas à notificação devem ser enviadas até sexta-feira. A partir daí, o vereador Renato Geske (PR), presidente do conselho, tem dez dias úteis para elaborar um parecer e decidir se abre uma investigação formal sobre o caso.

Geske garante que o recesso parlamentar não vai atrapalhar a apuração das denúncias sobre compra de votos no processo eleitoral da Câmara.

— Isso não tem problema. Enquanto tiver pauta, o trabalho continua na comissão — diz o vereador.

Assista o vídeo sobre desabafo de João da Bega

Segunda gravação onde cita Gean Loureiro

Fonte da notícia: Diário Catarinense Online