PF demite delegado Protógenes Queiroz da corporação
Protógenes Queiroz é demitido da Polícia Federal: Macaco quando se coça muito quer chumbo!
A Polícia Federal demitiu o delegado Protógenes Queiroz da corporação. O delegado disse à Folha Online que foi avisado hoje sobre a demissão. Protógenes era alvo de processos disciplinares dentro da PF que apuravam sua participação em comícios.
O delegado afirmou que a PF aproveita sua participação em eventos públicos para intimá-lo ou passar comunicados. Ele disse que esse é o caso de hoje, pois ficou sabendo da demissão durante a abertura do congresso do PC do B, em São Paulo.
Segundo Protógenes, a decisão foi tomada pelo diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa. Procurada pela reportagem, a assessoria da PF não foi localizada para comentar o caso.
O motivo da demissão, segundo Protógenes, foi a suposta participação num comício do candidato a prefeito de Poços de Caldas. Ele nega ter feito campanha no evento. "Essa é mais uma prova da perseguição que sofri. Uma prova de injustiça, um ato de tirania, um atentado à democracia."
Ele disse que desde que foi afastado da corporação vem recebendo apenas metade do seu salário. Folha Online
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Tijolada: Vereador evangélico manda mensagem ameaçadora para bloqueiro
Ameaça: Vereador evangélico utiliza estrutura da Câmara de Florianópolis para destilar seu veneno
Que vergonha! O vereador de Florianópolis, Asael Pereira (PSB), enviou essa mensagem (ameaçadora) para o Amilton Alexandre, dono do blog Tijoladas do Mosquito, utilizando o e-mail oficial da Câmara de Vereadores.
A descompostura, nada condizente com um vereador que representa a comunidade evangélica, foi uma resposta ao que o Mosquito publicou na data de hoje. Segue a matéria.
O crente e fora da casinha quer dar folga pra servidor público no dia do aniversário do barnabé!
O vereador Asael (PSB) não cria vergonha na cara mesmo. Depois de querer ler versículo da bíblia na Câmara, dar bíblia para estudantes das escolas públicas e ser contra a parada gay, o nobre vereador apronta mais essa:
Ele quer agora dar folga para o servidor público no dia do seu aniversário. Pode um negócio desse? Esse camarada está zoando com a paciência dos florianopolitanos. Por acaso o vagabundo vai tirar do bolso o dinheiro para pagar a folga do barnabé? Asael vai te roçar nas ostras, mô filho.
Seu gabinete é uma usina de malfeitos. O homem só pensa nos crentes, só faz projeto de merda, só quer arrancar dinheiro público para banda e igreja evangélica. Acha quer ser vereador é ser pop star gospel.
Esse trouxa ainda vai querer fazer uma igreja igual a Livre em Jesus do seu amiguinho Bita Pereira (Sec. de Segurança do município). Que usa e abusa da Prefeitura para seus interesses religiosos, inclusive com a mulher empregada lá.
Asael que usou seu gabinete para sortear Ipod para membros da Marcha com Jesus, arrumou grana pública via SOL/Knaesel/Seitec para evento musical para crentes. O cartaz do evento é autopromoção do vereador. Isso é caso de quebra de decoro parlamentar. Usar verba pública para se autopromover. O cartaz do evento, é prova material da baixaria.
Quando fala em apoio do Funturismo, isso é dinheiro que sai da boca do cofre, com a comissão por fora garantida.
R$ 490 mil do Funturismo para a maracutaia dos crentes. Renatão estão roubando dinheiro público nas tuas barbas.
Asael, não te conheço pessoalmente. Mas vou te dar um recado. Recado do Elias Maluco, aquele mega bandidão lá do Rio de Janeiro: Não esculacha!
Te cuida com esses projetos esquisitos na Câmara. Qualquer dia recebes uma bordoada no pé do ouvido e vais ficar atordoado. Tijoladas do Mosquito
Crise em Honduras: Zelaya pede que seguidores saiam às ruas por sua restituição
O zumbi a procura de apoio para voltar ao poder ainda está fazendo politicagem na nossa embaixada
O presidente deposto de Honduras; Manuel Zelaya, fez um apelo para que seus seguidores saiam às ruas para pressionar o Congresso pela sua restituição nesta quinta-feira, 5, quando vence o prazo previsto para a formação de um governo de união nacional.
Sob supervisão da OEA, Zelaya e o presidente do governo de facto, Roberto Micheletti, deverão nomear um gabinete de transição responsável por governar Honduras até janeiro, quando o novo governo, eleito no dia 29, assumiria. A instalação do governo de unidade faz parte do pacto assinado entre os rivais para encerrar o impasse político no país. O campo zelaysta ameaça não mais reconhecer o acordo, caso o presidente deposto não seja restituído. Representantes do governo de facto, por outro lado, rejeitam a ameaça e dizem que cabe exclusivamente ao Congresso decidir se Zelaya retorna à presidência.
No entanto, ainda não foi convocada uma sessão plenária e na terça-feira foi solicitada a opinião da Corte Suprema de Justiça, do Ministério Público, da Procuradoria e do Comissário Nacional de Direitos Humanos sem dar um prazo para resposta. Zelaya quer que o Congresso convoque uma sessão nesta quinta para decidir sobre sua restituição. Estadão Online
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Opinião do Estadão: O ”autoritarismo popular” de Lula
Governo Lula: ‘Uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais’. Antes os generais!
O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente "que governa bem e tem 80% de aprovação" não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras da ordem democrática devessem variar conforme o desempenho dos governantes e os seus índices de popularidade. Lula, que, em parte por convicção, em parte por um cálculo do custo-benefício da aventura reeleitoral, recusou a possibilidade, acredita que pode chegar aonde quer por outros meios, mais sofisticados do que é capaz de conceber a mentalidade tosca do coronel de Caracas. Trata-se da criação de um novo e presumivelmente duradouro bloco de controle da máquina estatal, da manipulação desabrida de um sistema político desvitalizado e da exploração incessante do culto à personalidade do líder, para que a adulação da massa legitime os seus desmandos e intimide a oposição.
No interior do governo, Lula aninha uma burocracia sindical que se apropria sistematicamente do mando dos gigantescos fundos de pensão das estatais, os quais, por sua vez, têm assento nos conselhos das mais poderosas empresas brasileiras. Forma-se assim uma intrincada trama de interesses que se respaldam reciprocamente, não raro em parceria com empresários que conhecem o caminho das pedras – "nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas", diz Fernando Henrique -, fundindo-se "nos altos-fornos do Tesouro". Isso dá ao presidente um poder formidável sobre o Estado nacional que extrapola de longe as suas atribuições constitucionais. É uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais. No trato com o Congresso, Lula faz os pactos que lhe convierem com tantos Judas quantos estiverem dispostos a servi-lo para se servirem dos despojos da administração federal, enquanto a oposição balbucia objeções que dão a medida de sua irrelevância.
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Florianópolis: Vereadores aprovam projeto que permite privatização da Zona Azul
Zona Azul privatizada: Decisão de gabinete coloca em risco emprego de dezenas de empregados
A Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou, na noite desta terça-feira, o projeto que pode privatizar a Zona Azul na cidade. Duas emendas foram rejeitadas pelos vereadores: a que garantia o emprego dos servidores e a que proibia o aumento da tarifa.
O projeto deve chegar às mãos do prefeito na manhã desta quarta-feira. Caso Dário Berger vete uma das quatro emendas, o projeto volta para a Câmara para ser votado de forma secreta.
Um clima de tensão e expectativa instalou-se no Plenário da Câmara, no Centro em Florianópolis, durante o processo de votação. Cerca de cem funcionários da Zona Azul acompanharam os debates e discursos dos vereadores no auditório, enquanto outros 50 permaneceram do lado de fora do prédio.
De mãos dadas, os funcionários da autarquia, muitos deles acompanhados de seus familiares e filhos, rezavam. Alguns deles não conseguiram segurar a emoção e choraram ao término da oração. ClicRBS
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Santa Catarina: Servidores da saúde entram em greve
Servidores da Saúde de SC em greve: O governo do abono acha que pode enganar todos o tempo todo
Os servidores da área de Saúde de Santa Catarina entraram em greve nesta terça-feira. Por tempo indeterminado, serão realizados somente atendimentos de emergência nas unidades de saúde de todo o Estado. Exames e consultas agendadas também estão suspensos.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Sindsaúde), o principal motivo da greve é o reajuste salarial. A última proposta emitida pela Secretaria de Estado da Saúde, que oferece abono de 16,78% a ser implantado em duas parcelas nos meses de janeiro e agosto de 2010, foi rejeitada pela maioria dos servidores, segundo o sindicato.
De acordo com a presidente do Sindsaúde, Edileuza Garcia Fortuna, os servidores não recebem reajuste real há três anos. Em 2006 foi criado o Plano de Carreiras e Vencimentos, que prevê a revisão salarial anual. "Aceitar este abono é regredir nesta conquista e estar ciente de que ele não é uma garantia", disse Edileuza.
Em sua defesa, a Secretaria da Saúde afirma que de janeiro de 2003 até outubro de 2009, o piso salarial dos servidores teve um acréscimo de 114,37%, contra uma inflação de 46% no mesmo período, e a jornada de trabalho passou a ser, oficialmente, de 30 horas semanais. O abono apresentado também beneficiaria os servidores em afastamento remunerado, como férias, licença-prêmio e licenças relacionadas à saúde. Notícias Terra
Foto: Guto Kuerten – DC
Opinião do Estadão: Acordo em Honduras
Zelaya e o embaixador americano Thomas Shannon: Acordo para o zumbi terminar o mandato
Em pouco mais de 48 horas de negociações, a missão norte-americana em Honduras, chefiada pelo secretário-assistente de Estado para Assuntos Hemisféricos, Thomas Shannon, que é o embaixador designado para o Brasil, conseguiu o que as organizações multilaterais, inclusive a OEA, não obtiveram em quatro meses. O acordo mediado por Shannon e assinado pelos representantes do presidente de facto Roberto Micheletti e do presidente deposto Manuel Zelaya estabelece as bases para o retorno à democracia naquele país e, de tal forma, que nenhum dos lados poderá dizer que saiu vitorioso. Micheletti teve de admitir que a volta de Zelaya à presidência seja decidida pelo Congresso – onde as probabilidades favorecem o presidente deposto – e não pela Suprema Corte – que provavelmente mandaria Zelaya para a cadeia. Mas tem a seu favor o fato de ter liderado um movimento que impediu que Zelaya violasse dispositivos pétreos da Constituição numa tentativa de permanecer no poder. Observe-se que os chamados "golpistas" agiram dentro da lei, até que os militares encarregados de cumprir o mandado de prisão emitido pela Suprema Corte contra Zelaya exorbitaram e o expulsaram do país.
Zelaya, por sua vez, deverá ser reinvestido no cargo, mas apenas para concluir o seu mandato. Manterá suas funções cerimoniais, mas o poder de fato será exercido por um gabinete de união e conciliação nacional. Além disso, Zelaya foi obrigado a se comprometer a não tentar, de novo, mudar as cláusulas pétreas da constituição que proíbem a reeleição.
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Opinião do Estadão: O mentor da imprensa
Lula e Chávez: Amigos da imprensa livre
À primeira vista, o presidente Lula é um poço de contradições em relação à imprensa. Ora ele diz que "é importante a gente ler todos os jornais que puder por dia". Ora diz que não lê jornais porque tem "problemas de azia". Mais de uma vez creditou à "imprensa livre e independente" a sua ascensão política. Mas também já declarou que se elegeu não porque "a imprensa me ajudou", mas porque "suei para enfrentar o preconceito e o ódio dos de cima para com os debaixo". Nesse ponto pelo menos é coerente: está seguro de que a sua reeleição no segundo turno de 2006, depois dos escândalos do mensalão e dos aloprados, representou uma fragorosa derrota da mídia e dos "formadores de opinião" que tentavam tutelar o eleitorado. Não só para ele, de fato, mas para 11 em cada 10 petistas, os meios de comunicação, aliados aos "de cima", tentaram derrubá-lo, fabricando a história da compra sistemática de deputados para que votassem com o governo. É a teoria da conspiração em sentido literal.
O Lula contraditório, a "metamorfose ambulante", como certa vez se autodefiniu, reaparece quando ele se manifesta sobre o cerco do governo Hugo Chávez ao que ainda resta de independente na imprensa venezuelana. Três anos atrás, fazendo campanha pela reeleição do caudilho, subiu num palanque no vizinho país para afirmar que o caudilho era "vítima da incompreensão e do preconceito" da mídia. Mas, anteontem, numa entrevista por escrito ao El Universal, de Caracas, Lula se recusou a comentar as perseguições chavistas aos órgãos de informação – só este ano 32 emissoras de rádio foram tiradas do ar na Venezuela. Preferiu falar da situação no Brasil. "No meu país, a imprensa goza de total liberdade", ufanou-se, omitindo embora o caso do Estado, sob censura prévia há 3 meses por decisão judicial. E completou, com palavras irrespondíveis, se tomadas pelo valor de face: "Sou duramente criticado no Brasil por boa parte da imprensa, muitas vezes de maneira injusta, em minha opinião. Mas isso não muda em nada minha convicção de que a liberdade de imprensa é essencial."
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Crise em Honduras: Volta de Zelaya se distancia com fracasso de diálogo
Honduras: Membros da delegação do Centro Carter reunidos Manuel Zelaya na embaixada do Brasil
As possibilidades de o presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, voltar ao poder foram quase sepultadas nesta sexta-feira depois que seus representantes abandonaram a mesa de negociações acusando o governo de facto de não ter intenções de chegar a um acordo.
As conversações para encontrar uma saída à crise, que mantém Honduras paralisada há quatro meses, pareciam condenadas depois que o governo de facto rejeitou na quinta-feira um ultimato dos representantes de Zelaya para permitir sua restituição.
Zelaya acusa o governo do presidente de facto, Roberto Micheletti, de querer prolongar indefinidamente o diálogo a fim de ganhar tempo para as eleições de 29 de novembro, quando o regime esperar virar a página da crise.
"Parece um insulto continuar perdendo tempo. Não existe a mínima vontade política (do governo de facto) de arrumar o problema", disse Zelaya à Rádio Globo desde a embaixada brasileira, onde permanece abrigado desde que voltou clandestinamente ao país, há um mês. O Glogo Online
Foto: Jornal El Heraldo
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